Nos becos da vida.

 Luana e suas fantasias sexuais, criatividade não lhe faltava, marido viajante dentre esses tantos dias fora de casa facilitava essas realizações, sempre gostou de viver em vários personagens, pela décima vez encarou no personagem de uma senhora que vivia ali nas imediações de sua rica mansão; dona Betina, muito conhecida por todos, dona Betina até tinha lá suas aparências joviais, seu rosto de belas linhas e face até não muito feia que escondia uma mulher muito interessante.

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Nesse dia mais ou menos às dezesseis da tarde Luana olhava pela janela de sua sala, observava o movimento ali na rua em frente de seu portão a movimentação dos viciados e mulheres comercializando o corpo para custear seus vícios, na distância mais ou menos de quinze metros escondendo o rosto na cortina, anotava tudo e imaginava como seria fantasia desse dia, usar roupas de trapos e se misturar no meio daqueles persona da vida real, ainda queria ir mais longe, se prostituir tal qual aquela gente, sabia interpretar muito bem, sua profissão tem tudo a ver com isso, ela é uma iniciante atriz de teatro, coincidente terá que encenar um papel assim como esse dessas vidas em uma peça teatral.
Enquanto tomava banho, recebeu um telefonema meio que urgente, dizendo que não poderia voltar pra casa esse fim de semana, que aguardasse para o meio da semana próxima, voz do marido se despedindo, Luana sem medo de dar errado sua  intenção, foi a dispensem e se vestiu de roupas já bem usadas, se tornou uma ótima mulher de poucas posses, olhou ao espelho e percebeu que fantástica transformação, pronta para desempenhar seu papel, quando se viu pronta percebeu que seu corpo estava também transformada por uma grande excitação, quando se vestia para fantasiar sentia uma enorme erotização, essa sua personagem agora terá que ser completa, assim como assiste com frequência de sua janela, a prostituição será o ponto principal, Luana terá que abrir mão de seus recatos e se soltar dessas redoma, em outras fantasias ela já praticou atos libidinoso,  dessa prática ela gostava, se vestir nesses personagens de mulher leviana sempre seu fetiche, tudo indica que hoje ela irá se esbaldar.
Depois que estava pronta, saiu com carro, era mais ou menos umas vinte e três horas, levava com ela roupas para se trocar caso houvesse alguma urgência, vidros fumês ninguém podia reconhecer que nesse veículo dirigia uma senhora da sociedade, fina e muito conhecida que vai desempenhar seu papel com personagens vivos e reais.
Ficou algum tempo observando a movimentação das ruas, parada ali debaixo de uma árvore plantada no meio fio da sarjeta, lugar escuro e sombrio.
Quando as ruas ficaram deserta, Luana meio que disfarçada desce do carro e fecha tudo, arruma a roupa, coloca a bolsa pendurada nos ombros, depois alguns passos se infiltra no meio das prostitutas e aguarda para seu primeiro ato, tremia muito, não se sabe se era expectativa, excitação ou sei lá, o lugar era muito perigoso, nessas ruas já correu sangue, o comércio de sexo era uma constância e ficava bem ali pertinho da casa de dona Luana que sempre assistia tudo com muitas curiosidade a fim de participar destas transas sexuais. O desejo sexual levava os pensamento de Luana a altos graus de excitação, nessa mente povoava muitas loucuras sexual, essa noite ela vai por em prática todos aqueles sonhos eróticos e a história vai acontecer nesse momento.
A jovem senhora ficou intrigada com que acontecia, nada normal com esse senhor, percebeu alguns traços feminino naquele semblante,  os trejeitos como se movimentava era próprio de uma personalidade feminina, Luana percebeu  estranha aquelas atitudes - seria ele um homossexual, um travesti, bem... Isso não pode ser se assim fosse não teria me convidada para um programa, veremos no que se dá nesse desenrolar dessa história. 
No momento que Luana tomou esse veículo a pedido desse senhor, não percebeu que esse motorista era muito delicado e até meio que afeminado, pelo menos isso vai lhe servir como experiência, tem homens que funciona dos dois modos, frente e verso, quer dizer bissexual, enquanto o dito cujo entrou para o banheiro para seu banho como se fosse dar início a uma relação, Luana ficou enlouquecida para saber de suas intimidades, queria por todas as maneiras visualizar esse corpo para ver se percebe esses segredos debaixo dessa personagem tão intrigante de aparências duvidosa, com medo, e muita expectativa no que poderia acontecer, Luana transvestida de roupas muito simples imitando Betina; uma usuária de drogas que por ali fazia ponto, comercializava seu corpo a fim de manter seus vícios, se encontrando outro personagem transvestido.
Ficando só nesse ambiente, enquanto o suposto senhor estava em seu banho, Luana descobriu um corredor que dava para a área de serviço, localizou uma pequena janela de fácil acesso foi matar sua curiosidade ao que acontecia naquele banheiro onde esse senhor estava Luana arrumou uma cadeira, subiu e pôs se observar e grande foi a surpresa, ali diante dos olhos de Luana estava um corpo de mulher, não parecia em nada  com o motorista que trouxe para casa a fim de fazer um programa, agora a farsa foi desfeita, Luana saiu, desceu da cadeira e voltou novamente para o quarto para dar a entender de inocente diante desse acontecido, ficou atenta para ver no que daria essa trama, estava certa que não se tratava de um homem seu acompanhante. Pronto, já está na hora de tudo ficar explicado, Lua aguarda o desfecho, logo aquela personalidade aparece em cena, tudo fica explicado, se tratava de uma senhora lésbica, também realizando suas fantasias, pensou que estava saindo com Betina sua namorada afetiva, pois Luana se vestiu de Betina para realizar a fantasia de prostituta. Agora a história ficou concluída, Betina não era Betina, e o senhor que buscava a acompanhante, não era o  acompanhante, se tratava namorada homossexual da Betina.
Lá pelas tantas da noite, alguém bate a porta de Lilian a mesma que disfarçou de personalidade masculina certa que estava saindo com Betina, mas tudo ficou esclarecido quando entrou em cena a segunda Betina; a verdadeira, tudo foram desmentidos e assim que esse encontro foi realizado dessa maneira tão inoportuno, aproveitaram para fazerem um festinha a três mulheres em atos de lésbicos. Agora Luana se enriqueceu de conhecimento pronta para levar mais esse aprendizado para seus trabalhos artísticos.
Antherport/12/6/2020.            

A inesquecível Sueli.

                               A INESQUECÍVEL SUELI.

                         
Mulher de um corpo fabuloso, morena clara, cabelos negros ondulados, comprido até aos ombros, sempre linda e esboçava toda a gostosura que uma fêmea pode oferecer a um macho cheio de disposição e criatividade na hora de fazer amor. Vista de frente, nossa!.. Só de imaginar fico excitado, vendo pelas costas não tem quem não admira aquelas formas bem desenhadas, Sueli é mesmo de matar qualquer um de desejos, eu tão próximo, mas não dava em nada quando chegava alguém para atrapalhar minhas fantasias imaginativas e o que mais me chateava ela me chamar de papai, ai eu perdia toda a tezão.

Sueli tinha filhos, mas a vovó que cuidava durante a semana, ela vivia quase só, marido alcoólatra, um bêbado que caia pelas calçadas desta favela, assim mesmo não era uma mulher fácil que qualquer um chega e já vai ganhando, sempre discreta, mesmo que dê suas transadinha, mas tudo no absoluto sigilo, eu ainda não a peguei, mas a qualquer hora destas vai acontecer, as vezes fico um pouco sem papo pois a conheço dês de quando nascera, minha idade é muito a cima da dela, sempre diz que me tem como um pai que ela nunca conheceu, por isso não se preocupa muito em se cobrir sua nudez; senta de qualquer jeito, não cuida muito com as posições das pernas, quando se abaixas dá pra ver tudo a sua genitália mostrada pelas laterais da calcinha, ai não tem papai que aguenta.
   
Levantei-me bem de manhã, era um dia de domingo que estava para nascer dentro de poucos minutos, ainda estava escuro e havia muita névoa neste topo do morro, tudo estava em silêncio naquela favela, pois até agora a pouco todos dançavam nas baladas, todos se divertia nestes bailes, o consumo de cerveja e refrigerante foi bastante, agora é só curtir a ressaca,  não tinha quase ninguém nos becos e ruas, tudo calma.

Sueli acabou de fechar a porta de seu barraco, demorou alguns minutos retornou para fora passou quase pisando em mim, mas não me viu, me escondi aqui detrás desse pedaço de muro, percebi que ela fazia xixi bem ali na encosta deste morro, não era uma das noites muito clara, ameaçava chover, certeza que logo, logo a água da chuva lavaria todo o cheiro da urina.
 Ela tinha muito medo de chuva, sempre fui eu que a protegi na hora destes temporais, bastava cair nem que fosse alguns raios do pequeno já motivava ela correr para o meu cômodo,  o meu barraco e o dela ficava no mesmo nível de terreno rochoso, havia alguns arbustos entre aquele chão de pedras, sou negro, a minha cor em meio esta noite escura dificultava ela me enxergar, eu até prendia a respiração para que ela não me percebesse, poderia ela pensar que eu estava ali a proposito, mas não adiantou em nada eu tomar estes devidos cuidados, antes que se levantasse me perguntou:
- É você que tá aí papai?
- Sim, sou eu, desculpe, peço que entenda que não foi a proposito eu já estava aqui.
- Perguntei por perguntar, eu sabia que era você que estava aí, liga não isso é normal, considere que sou sua filha, entre pai e filha não pode existir pudor.
- A tá, não vá pensando assim se não eu acabo te adotando como minha filha mesmo.
- Fique tranquilo papai.

A chuva foi se aproximando, os pingos aumentando, Sueli e eu tivemos que correr para dentro antes que nos molhassemos

Aquela noite a chuva não parava, Sueli veio dormir comigo na minha cama e vocês pensam que sou de ferro? Esqueça isso de pai e filha, ela nunca foi minha filha, eu sempre a desejava assim como qualquer homem deseja uma mulher, eu estava loucamente de desejos, grande foi a sensação de penetrara-la em sua mais deliciosa xereca de mulher adulta, fizemos um amor gostoso, devido a grande expectativa e espera de muito tempo, mau aguentei ter aquela mulherona em minha cama, nesta noite repetimos algumas vezes, nunca vou me esquecer estes instantes memoráveis dormindo de conchinha com a minha mais linda morena.

Alfredo seu marido agora está pensando em largar a bebida, converteu-se a uma seita religiosa, adquiriu uma bíblia agora só pensa em converter os amigos e leva-los para sua igreja, imagine que um dia desse ele me veio fazendo uma pregação tentando me converter, disse para que eu largue de fornicação, fornicação é coisa do diabo, Sueli gritou em voz alta lá da janela de seu barraco.
- Larga não papai Não largue... fornicar é coisa boa!...

23/4/2918.
 

    

Fantasia sexual; Sexo na horta.

                                            SEXO NA HORTA 

Hoje ela já levantou cedinho para brigar com seu empregado, chamava atenção deste trabalhador por coisas simples e desnecessárias, dizia se muita disposta para trabalhar, que teria de entregar várias dezenas de caixas de verduras para o grande comprador que levaria para os grandes centros de consumo,  ai onde ela exigia o máximo de seu único empregado que desdobrava em muitos para satisfazer os gostos de sua patroa que além de trabalhar nesta horta também ajudava tratar das criações; lidar no pomar e roça.

Exigente e prepotente chamando seu Clóvis para lhe passar algumas ordens.

- Como é seu Clóvis eu te pago para isto?  Para ficar folgado e dormindo até estas horas, vamos logo, vá buscar o garanhão para cobrir a potra... Faça  isto logo.

Ela tinha mesmo uns costumes mesmo meio esquisitos, exigia de seu Clóvis que fizeste este trabalho, acho que só para lhe satisfazer seus caprichos e ficavam várias horas observando os animais a se acasalar. Até parece que ela gostaria mesmo de participar destas orgias se fazendo zoofilia  animalescas.  


 Dona Zezinha é muito imaginativa, sempre está  observando os alimentos existente no plantio da horta,   daí ela usa muita criatividade.

Quando tem gente nas proximidades ela tenta abster se destes impulsos  sexual, mas assim mesmo fica em contato disfarçadamente se escondendo entre as folhagens se deliciando com suas fantasias com seus frutos e até leguminosas, estica seu braço como fosse apanha-los, leva a mão naqueles pepinos viçosos e grossos  e desliza suas mãos como se estivesse entre seus cincos dedos um órgão masculino deslizando abarcando toda a forma cilíndrica. 

Às  vezes fixando os olhares nas legumes  acaba até por ficar excitada, a começar pelos nabos roliços,  as cenouras com as pontas rombudas, quiabos e mandiocas.


Ela só pensa em sexo com depravação; Ambiciosa com a pretensão de fazer uso de tudo que cilíndricos para que manualmente e voltando para suas partes genitais ela mesma introduza tirando dai seu prazer com intensos orgasmos que a leva aos delírios.

Falta de bom gosto; substitui o homem por um frio fruto da terra que só serviria  para cozinha. Enquanto isto, fico eu aqui sobrando, sendo trocado por um insignificante fruto da horta dizia seu Clóvis quando ficava sabendo destas bizarrices de sua patroa. 


Um dia deste seu Clóvis percebendo alguns gemidos dentro do banheiro, foi procurar saber o que estava acontecendo, veja só, ele flagrou  dona Zezinha com a prova do crime em  mãos, ia saindo do pequeno lavabo  que existe nesta horta, no momento que a mesma estava com um grande pepino segurando e se glorificando pelo gozo triunfal que obteve, estava ela satisfeita e feliz com este feito. Após seus momentos de prazer dispensou seu amante pepino que foi atirado ao longe; Pobre pepino agora é desprezado como se nunca serviu para nada. Ela é uma  sexo maníaca compulsiva, vive sonhando diariamente com seus erotismo desenfreado.

Quando chega o feriado que não há mais ninguém no sitio ela vai até o pasto dos cavalos bem ali perto da grande casa, coloca o cabresto no garanhão da raça campo Lino e sai troteando, vestida com trajes bem minúsculos; biquíni bem pequeno deixando aquele par de belas cochas amostras, encavalada no animal sem arreio e sem nada em contato direto com o couro do cavalo que alem de receber aquele peso corpóreo desta cavaleira que  sentia os movimentos do cavalo em suas partes mais íntimas friccionando causando um calor que surgia das entranhas em contato com o animal. 

Assim ela ia em direção dos fundos do sitio, lá onde existe uma grande reserva de plantação de bambus ornamentais, passa a tarde todo nas margens daqueles ribeirão, ela e seu garanhão, fazendo nãos sei o que. 

Depois chega tardinha ela volta com uma cara de com quem comeu e se fartou,  abre a porteira e solta o cavalo no pasto... O bicho fica pinoteando e relinchando correndo daqui pra ali, parece todo feliz por algum feito. 

Dona Zezinha agora já cansada das atividades deste dia, que não era dia de trabalho: Feriado,  mais se cansou com tantas aventuras; ela e seu cavalo Garanhão da raça campo lino.

Amanhã bem cedinho começa  novamente o trabalho de cultivar as verduras, ai começa tudo de novo; dona Zezinha e seus sonhos sádicos.

antherport/01/8/21

  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....