SEXO NA HORTA
Hoje ela já levantou cedinho para brigar com seu empregado, chamava atenção deste trabalhador por coisas simples e desnecessárias, dizia se muita disposta para trabalhar, que teria de entregar várias dezenas de caixas de verduras para o grande comprador que levaria para os grandes centros de consumo, ai onde ela exigia o máximo de seu único empregado que desdobrava em muitos para satisfazer os gostos de sua patroa que além de trabalhar nesta horta também ajudava tratar das criações; lidar no pomar e roça.
Exigente e prepotente chamando seu Clóvis para lhe passar algumas ordens.
- Como é seu Clóvis eu te pago para isto? Para ficar folgado e dormindo até estas horas, vamos logo, vá buscar o garanhão para cobrir a potra... Faça isto logo.
Ela tinha mesmo uns costumes mesmo meio esquisitos, exigia de seu Clóvis que fizeste este trabalho, acho que só para lhe satisfazer seus caprichos e ficavam várias horas observando os animais a se acasalar. Até parece que ela gostaria mesmo de participar destas orgias se fazendo zoofilia animalescas.
Dona Zezinha é muito imaginativa, sempre está observando os alimentos existente no plantio da horta, daí ela usa muita criatividade.
Quando tem gente nas proximidades ela tenta abster se destes impulsos sexual, mas assim mesmo fica em contato disfarçadamente se escondendo entre as folhagens se deliciando com suas fantasias com seus frutos e até leguminosas, estica seu braço como fosse apanha-los, leva a mão naqueles pepinos viçosos e grossos e desliza suas mãos como se estivesse entre seus cincos dedos um órgão masculino deslizando abarcando toda a forma cilíndrica.
Às vezes fixando os olhares nas legumes acaba até por ficar excitada, a começar pelos nabos roliços, as cenouras com as pontas rombudas, quiabos e mandiocas.
Ela só pensa em sexo com depravação; Ambiciosa com a pretensão de fazer uso de tudo que cilíndricos para que manualmente e voltando para suas partes genitais ela mesma introduza tirando dai seu prazer com intensos orgasmos que a leva aos delírios.
Falta de bom gosto; substitui o homem por um frio fruto da terra que só serviria para cozinha. Enquanto isto, fico eu aqui sobrando, sendo trocado por um insignificante fruto da horta dizia seu Clóvis quando ficava sabendo destas bizarrices de sua patroa.
Um dia deste seu Clóvis percebendo alguns gemidos dentro do banheiro, foi procurar saber o que estava acontecendo, veja só, ele flagrou dona Zezinha com a prova do crime em mãos, ia saindo do pequeno lavabo que existe nesta horta, no momento que a mesma estava com um grande pepino segurando e se glorificando pelo gozo triunfal que obteve, estava ela satisfeita e feliz com este feito. Após seus momentos de prazer dispensou seu amante pepino que foi atirado ao longe; Pobre pepino agora é desprezado como se nunca serviu para nada. Ela é uma sexo maníaca compulsiva, vive sonhando diariamente com seus erotismo desenfreado.
Quando chega o feriado que não há mais ninguém no sitio ela vai até o pasto dos cavalos bem ali perto da grande casa, coloca o cabresto no garanhão da raça campo Lino e sai troteando, vestida com trajes bem minúsculos; biquíni bem pequeno deixando aquele par de belas cochas amostras, encavalada no animal sem arreio e sem nada em contato direto com o couro do cavalo que alem de receber aquele peso corpóreo desta cavaleira que sentia os movimentos do cavalo em suas partes mais íntimas friccionando causando um calor que surgia das entranhas em contato com o animal.
Assim ela ia em direção dos fundos do sitio, lá onde existe uma grande reserva de plantação de bambus ornamentais, passa a tarde todo nas margens daqueles ribeirão, ela e seu garanhão, fazendo nãos sei o que.
Depois chega tardinha ela volta com uma cara de com quem comeu e se fartou, abre a porteira e solta o cavalo no pasto... O bicho fica pinoteando e relinchando correndo daqui pra ali, parece todo feliz por algum feito.
Dona Zezinha agora já cansada das atividades deste dia, que não era dia de trabalho: Feriado, mais se cansou com tantas aventuras; ela e seu cavalo Garanhão da raça campo lino.
Amanhã bem cedinho começa novamente o trabalho de cultivar as verduras, ai começa tudo de novo; dona Zezinha e seus sonhos sádicos.
antherport/01/8/21