Nas Aventuras de Gustavo, enquanto a bola rola.


 


AS AVENTURAS DO GUSTAVO



 Enquanto a bola rola.

O estádio  lotado,, toda a galera estava envolvida no jogo, mas, Gustavo ainda achou um cantinho entre as arquibancadas e uma parede que parecia da casa do zelador do estádio. Era um campo de futebol de uma cidade do interior, neste dia acompanhou a turma nesta partida de futebol de dois times pequenos e desconhecidos, o time de seus amigos que entraria em campo.
 
Enquanto a bola rolava Gustavo se esbaldava com as meninas, agora com Fabiana popozuda levadas amantes de um sexo caliente.
 
Descobriu um quartinho bem ali onde os pedreiros guardavam as ferramentas, abriu a porta e empurrou Fabiana para dentro e logo foi caindo em cima de uma porção de sacos de cimentos, Gustavo precisava de algo para forrar o local, antes que se sujassem de cimentos, começou a revirar todos os locais por ali e acabou encontrando algumas camisas que os peões trocavam as de passeios e vestiam estas só para o trabalho, percebeu que não estava tão suja, Fabiana tomou posse de uma destas roupas e mais que depressa se limpou em baixo; passou em sua boceta que ainda estava melada do gozo anterior á alguns minutos, sem pensar duas vezes e em um comum acordo confirmado pela troca de olhares assim começaram uma sessão de sexo oral, ela gostava de sentir o toque de uma boca quente em sua vagina, agora inflamada e desejosa, depois de muitos beijos calorosos o rapaz desceu a boca assim que mordicando aquela pele perfumada e saborosa e no instante chegou até o objetivo,  que era provar com sua própria boca aquela racha divinal, até parece que Fabiana sentia seu clitóris teso vibrar de desejos, der repente percebeu quando Gustavo tocou com a boca aquela maravilha que possuía entre aquelas colchas roliças e bem torneadas .
- Meu bem... Gustavo retire esse seu boné, não vê que assim fica difícil, enfia esta sua cabeça entre estas minhas pernas... Vai meu bem passa essa língua assim bem gostosa, isso, dê aquelas tremidas na língua, vai assim tá muito bom, estou toda tesuda, você é mesmo o máximo, gosto que chupa ai neste ponto, esse ai é meu botãozinho abençoado, estou começando a gozar, acho que não vou parar mais, isso tá muito bom, parece que estou me explodindo por dentro... Ai, que delícia, como isso é bom!!! Estou gozando... Ai.. Gozei, gozei, que bom...
 
Enquanto que Fabiana em cima dos sacos de cimentos, de pernas bem abertas expos sua xoxota de fresta bem avermelhada saltitando de tezão convidando Gustavo para uma penetração.
 
O rapaz posicionou seu membro mais que ereto, denso e enrijecido, antes a tocou com o dedo riscando a racha umedecida enquanto beijava chupando a língua de Fabiana que até atrapalhava o beijo por causa da respiração ofegante, Fabiana estava descontrolada e até tomava a iniciativa desta penetração, ela mesmo tratou de introduzir membro de Gustavo, o pegou com toda aquela delicadeza e impulsionando o corpo contra o corpo de Gustavo oferecendo suas entranhas para que o mesmo a mergulhe até a profundeza de seu ser de fêmea.
Fabiana feita louca enquanto aquele instrumento másculo estava totalmente preenchido entre as carnes de sua vagina, neste momento parece que apertava o pau de Gustavo, até parecia um abraço apertado em torno do mastro penetrante e vermelho em brasa.
 
Neste momento Gustavo estava deitado de barriga para cima enquanto ela cavalgava sobre aquele corpo obediente, ele permanecia calado deixando ser consumido por esta devoradora de homens.
 
Fabiana sempre buscava mais e mais, a cada transa ela se superava e evoluía se descobrindo formulas de satisfazer suas fantasia exacerbada e insana.
 
Logo ela desacelerou os vai e vens enquanto Gustavo começou dar umas estocadas contínuas, ela percebeu algo inundando suas entranhas, era o membro de Gustavo que lançava a toda pressão expelindo seu leite viscoso nesta profundeza feminina.
 

Fabiana soltou um grito triunfal e acompanhou Gustavo em suas gozadas...
 
Nossa que foda em!!.. Fabiana enquanto limpava sua xoxota com a camisa do pedreiro que havia guarda por, ali perguntava:-
 
- Quando que seu time voltará jogar aqui em minha cidade?.
 
- Agora vai demorar, só retornará a jogar na segunda fase do campeonato.
 
-Não tem problema, daqui até lá nos veremos para outro encontro.
 
-Ouça Gustavo, Marcaram um gol... e foi o time da casa.
 
- Fodas este jogo, estes pernetas, eu nem curto muito futebol, eu só
estou mesmo a passeio e comer estas meninas do interior.
 
- A é gostosão...
Agora me diga, Onde eu ponho esta camisa que eu me limpei, onde ela estava?
- Joga ai em qualquer lugar mesmo, já tá toda borrada de sua boceta.
 
- Ah tá... Coitado dos pedreiros.


 
Antonio Herrero Portilho. . 20/9/2015

 OS CANGACEIROS, O CORNO E DONA NENÉ.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015


Veja mainha tem  tiros explodindo ali pertinho e acolá, é os cabras de Virgulino que estão a guerrear, mainha eu to com medo, eles   tá vindo pra cá.

Menina, bora corre pra dentro vai logo se esconder antes que uma bala perdida venha pega você.

Estes cabras de Lampião não perdoa nada não, enquanto não derramar sangue, com corpos estendidos ao chão, não sossega a escopeta nem por ordem do capeta eles não para não. 

Mainha cadê painho que nesta hora aqui não tá.

Seu pai é um cabra froxo tem medo de morrer, nem sua esposinha ele não vem  defender, eu quero que ele morra cabra não serve pra nada tem mesmo é que se foder.

Os cabras de lampião invadiram esta casa pelos fundos do quintal, trazia preso e marrado o pai da zezinha; marido de dono Nené painho de Balalau.

Como é seu cabra?... tá se borrando de medo?

Assim dizia dona Nené.

Tu precisa levar coro que é pra se aprender, eu ainda acho pouco, homem que é homem não peida nem na hora de morre... Tu não honra esse saco que fica ai pendurado que não serve mesmo pra nada, ai eu digo pros cabras, que passe a faca nos  ovos e dê pros cachorros come.

Eita que bichinha formosa que dá gosto de se vê, logo ela vira viúva, não vejo a hora de sê, vamos capa este corno e sua mulhe come.

Não faça isso não seu Quinzão, deixa o caba ir embora, estas coisas que tu qué eu vou lhe oferecer, faz muito tempo que to precisando outro home conhece, é agora que eu vou te.

Agora um de vocês, amarre meu caba no toco, enquanto nos vamos fudê... E tu corno safado, vai fica olhando tudo  que nós vai faze é hoje que vou a forra fazendo que tem que faze.

Não faça isso não mulhe, não me cornei não, respeite nossa união, casamento é coisa séria, isso tu não pode faze.

Faço sim, e isso você vai vê.

Como  Tenho que aguenta, minha mulhe com os cabas assim fuleira.

Em plena luz da manhã dona nené mainha, começa a se libera e logo em poucos instantes nuinha como nasceu ela começa fica mostrando o material, pros cangaceiro oiá... Mas, só começa a vadiagem depois que virgulino manda.

Cinco caba peladão pronto pra ataca, enquanto nené corria o olho, conferindo as ferramentas escolhendo com atenção em qual ela vai pega e foi logo com quinzão que ela foi se engraça. Chegou pra bem perto do cabra, juntou a mão nestas pencas que o caba chegou funga.

Vocês fica em posição que logo vou começa, quero pega nas mãos o que vocês tem pra dá, vou escolher mais grande que é pra mim se farta, não quero pinto miúdo já to cansando de usa, já basta o do meu corno que entorta pra entra, não endurece inteiro, só presta mesmo pra mijá.

Pronta dona Mocinha já escolheu o caba com quem tu que transa?... Tu vai fica com o Quinzão ou é mesmo o Zé Fuá, nas zonas em que passamos foram eleito os melhores pelas putas do luga, as mulherada as pernas reganha só pra vê o pau entra e sempre quem sai ganhando e Quinzão e Zé Fuá.

... Oli... Capitão Virgulino eu vou fica mesmo com dois que assim vai chacoalha, eu quero Quinzão entrando na frente e o meu furico novinho vou dá pro Zé Fuá enquanto Quinzão mi come vou relaxando minhas ancas arrebitando a popança pro pau de Zé Fuá entra, vou inche os dois buraco e o outro que sobra, vou deixa pro Severino a minha boca tampa.

Neste dia no sertão a cabocla Nené não deixou nada falta, foi comida e recomida gozou até se mela, foi de quatro, frango assado, de gangorra ou de cócoras, deitada sentada, de cata cavaco ou em pé, deu até cansa, começou de manhãzinha até o sol esquenta, só não meteram mais por que os cabas se amoleceram e assim não ia aguenta.

   Agora que acabou tudo, todos a se farta, vamos dá um jeito no corno que é pra ele sabe que aqui neste terreno é nois que vamos manda.

Enquanto Zé fuá com a faca na mão a limando pra afia como um corte de navalha até cabelo comprido dava pra apara, prontinho pro saco corta, partiu pro lado do caba a intensão é capa, dona Nené correu gritando deixa meu corno vive ele é meu marido e sempre há de ser  nois vamos viver junto até quando nois  morre, deixa ele se salva.

Só foi uma aventura, uma vez
na vida, daquele dia em diante dona Nené nunca mais traiu seu marido, respeito até o dia de morre.

                                     antherport


  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....