O inferno de antes, não é como o de agora.


 

                  

Do lado de lá o inferno, eu do lado de



Além das margens de profundo barranco, é onde se localiza o inferno; territórios dos demônios, não ouse conquistar esse mundo, a perversidade mora lá, eles fazem a pior política, ali tudo transcorre para a contrariedade, o bom e salutar é trocado pelo ruim, o errado para eles é o nosso bom, vivem em um eterno negacionismo de um mundo retratado em suas mentes  como terra plana, um lugar nada amistoso, lá o cheiro de enxofre  é tão forte de arder as narinas, enquanto aquelas criaturinhas abomináveis permanecem horas interruptas monitorando a terra a fim de capturar os deles que povoam nessa superfície esfera global. A lei divina é muito severa e difícil de seguir, assim os fracos de fé acabam se desviando e é aí que caem em nossas armadilhas. 

A velha estrada entre as árvores secas segue sobre os altos e baixos níveis que forma uma imagem horripilante; a alameda do terror termina nos portões das criaturas monstruosas, mas, porém, é tudo muito bem organizado.

O ancião das trevas sempre foi o responsável pela portaria, tinha seus mais novos descendentes trabalhando no portal de entrada, catalogavam todos que ali chegavam classificando os  em triagens de serviço executado pelo controlador de acesso que apesar dos abres e fecham desses pesados portões de ferro aponta tudo que entra e saía daquele lugar assombroso.  

Quando chega esses exemplares humanos os descarregamentos se davam bem ali do lado de dentro desse portal acolhedor e insensato.

A encarregada dessa função anotava tudo em prancheta, até os corpos a serem desembarcadas dessas conduções de trabalho de carga, seriam verificadas uma a uma, a entidade dotada de muita simpatia de ares sorridentes encaminhava esses volumes de es viventes cada um a seus devidos lugares.

Enquanto todos olham para baixo, surge dos altos um monstrengo metade avião, e a outra parte parece um gigantesco caminhão esquisito, ora parecia com uma enorme Van ou veículo feito na engenhosidade projetado em madeira, ou quer dizer um material estranho, carregado e apinhado de corpos esvaziados de espíritos, aterrissa ali do lado de dentro desse cercado causando um forte impacto no solo, chega até levantar  uma poeira dos infernos, desce de suas acomodações; cabine de comando um bicho feroz, parece formato homem, parece formato lobo, caminha até à simpática entidade zinha diabólica e entrega um calhamaço de papéis, assim como o motorista entrega as notas ficais na guarita do guarda rodoviário, tudo no inferno acontece em semelhança aos fatos aqui na terra.

Logo a pestinha conferente esses documentos manifestos romaneio.  Esboçando aquele sorriso de simpatia, saca a caneta Bic que está presa no longo degote, começa a fazer as anotações e conferir esse tipo assim de mercadorias aportada ali.

Ninguém não perceberam esse fera subindo, mais, ele já estava lá em cima da carga munido de um enorme garfo tridente, logo começará a jogar esses eis vivente, enquanto cutuca todos esses volumes de carga, súbito um voz em reclame lá entres esses emaranhado de couro, carne ossos: 

- Oh... mais respeito ai oh cara, mereço ser tratado com mais educação, eu fui um deputado antes de estar aqui.

- Grande coisa seu estrupício, você chegando até aqui não vale mais nada, nada, nada, aqui é assim, ganha mais quem fala menos. (A entidade incumbida de descarregar toda aquela carga, ainda por abuso deu lhe uma cutucada com o tridente no traseiro desse político; esse deputado.) completou dizendo:- Cala boca aí seu lixo, eu sei de tudo que você andou praticando lá na sua terrinha feito um torrão de terra, sua capivara aqui tá extensa, aguarde mais um tempo aí você sentirá quando seu traseiro sujo começar arder na grelha do churrasco semanal de meus sobrinhos.

Logo começa a descarga, esses volumes corpóreo eram atirados do alto da carga, jogados como se fossem trapos, caiam se levantavam e saiam andando, quando não correndo, correndo, mas, não adiantava em nada, havia um cercado intransponível, coisas estranha aconteciam nesse submundo dos diabos, eram jogados ao chão em queda violenta, se fosse no mundo dos mortais, não sobreviriam, mas quando se trata desse mundo infernal tudo é possível, seria bom que ficassem inteiros mesmo até que o veredito fosse promulgado, agora outras leis esses corpos mortos haverão de seguirem. 

A moça diabólica dá por encerrado seus trabalhos, a carga foram desfeitas, todos esses recém-chegados já estão classificados e relacionados, agora fica a cargo de outra entidade a leva-los cada um em seu setor, a diabinha simpática e sex retorna á sua sala de maldades, de frente de um enorme painel de controle distribui as tarefas a cada um desses cumpridores dessas sentenças proferidas a cada um, aguardem que vem chumbo do grosso para cada um que vir a sofrer pena aqui nesse território infernal.

Os apenados são soltos a uma extensa área de gramado toda alambrada, enquanto ali poderiam se dispersar, as cenas de penitências serão emposta pela diabinha, a mesma da descarga, sobre os controles nesse painel de comando.      

                                          O MAIS PURO AMOR.



Nego João era um caboclo de sorte, sempre que lançava os olhares para qualquer mocinha do arraial... Aquelas que viviam de vezes em quando caminhando pelas estradinhas da fazenda...Assim ele dizia consigo:
- Esta está no papo.
Ele não perdoava nenhuma carne nova e macia cheirando menina donzela.

Dia destes lá vinha Suzana... Cabocla bonita!... Uma belezura, um espetáculo de moça menina, a pedido de seus pais não conversava com ninguém, muito sincera, passava sempre de cabeça baixa nem olhava pros lado, mas quando topava com caboclo João não se continha, precisava sempre lançar umas olhadelas disfarçadas por entre os cabelo cumpridos que terminam lá naqueles seios bonitos e moreno.

Ela parecia mesmo uma flor de açucena, com aqueles vestidinho de chita, que quando contornava os busto mostravam aqueles peitinhos durinho e apetitosos com as pontinhas dos mamilos apontando pro céu.
Uma verdadeira fruta das mais adocicada, tentava esconder tudo isto com um tecido fininho, fininho que contra a luz dava mesmo para enxergar todo aqueles contornos delicioso de morena formosa, tal qual uma flor em botão.

Mais; porem olha quem estava ali bem nas margens destes caminhos... Ali na curva da estradinha lado ao cercado de ordenhar as vacas leiteiras... João todo cheio de panca sentando em um palanque do curral, não tirava os olhos daqueles movimentos cadenciados de andar de menina simples, às vezes ele pensava em voz alta assim:

- Mais não tem problema não... Pode ser matuta, caipira que não sabe falar direito.. Tá bom assim mesmo.
Expressava com gestos obscenos com as mãos nas virilhas, como se tivesse acondicionando algum volume dentro das calças, com aquele jeitão de conquistador sertanejo, e terminava a prosa dizendo:
- Sendo bonita e jeitosa é o que basta.

Suzana passou bem ali pertinho do tal, escondeu seu rosto tímido entre as madeixas e abriu aquele sorriso largo e insinuante, parecia que ela dizia com seu coração:

- Um dia eu te pego João do meu coração você vai ser só meu, você vai ver só quando eu te pegar. Aguarde.

João também ficava murmurando algumas palavras de esperança:

- Suzana querida você não me escapa, sua danadinha de gostosura, estou contando os minutos para que esta hora chegue, não vai demorar.

Der repente João percebeu que ela deixou cair algo no chão do caminho; era seu lencinho de cabelo, correu e foi logo pegar o lenço alcançado a bela tocou a em seus ombros e aproveitou para lhe fazer uma gentileza dizendo:

- Olha que caiu de você, seu lenço, acho que você não percebeu, não vá deixar estes lindos cabelos soltos por ai... Pode prender para não sair voando por ai a fora, este eu peguei e te entreguei se fosse seu coração que tivesse caídos eu não devolveria nunca mais, ficava só para mim, já que você não quer me entregar eu ia apoderar dele, morena do meu coração... sô...

Suzana olhou para os olhos do rapaz e ficou encantada, nem acreditava que estava ao lado do tal que diziam todas as mães destas localidades:

- Cuidado com este tal João, ele é desrespeitador de mocinhas, não perdoa nenhuma virgem destas que estão por ai dando moleza, você Suzana exijo que você se preserve para não fazer feio para nossa família.

Assim elas todas respondiam:

Sim mamãe, ninguém vai fazer mal para nós... Pode confiar mamãe..
Suzana com a cabeça baixa olhando para o peito do rapaz disse:

- Aprenda a não pegar para você aquilo que não é seu, você espere até a hora que eu decidir te dar...
aguarde qualquer hora desta, meu coração será só teu... João do meu coração.

Ela seguiu em frente, João ficou agradecidos pelas suas palavras.

Naquele começo de tarde a mãe de Suzana percebeu a falta de algumas aves que povoava o terreiro da casa, alguns belos gansos estavam desaparecidos. A mãe de Suzana já sabia aonde estas aves iam quando desapareciam, já era de costume esconder lá nos lagos que formam o ribeirão, procuravam águas com abundancia e lá existia com certeza, até uma pequena cascata de mais ou menos uns cinco metros de altura, ficava nos fundos do sítio, era lá o paraíso dos gansos da mãe de Suzana: a morena mais linda de todo o arraial.

Como a senhora mãe da moça estava muito ocupada com algumas obrigações no lar, já estava quase pronto uma fornada de pães que acabara de colocar no forno, ai não pode ir a capturas das aves; apesar de não ficar longe dali, era bem lá na várzea, mandou que esta sua filha fizesse isto por ela, resgatar e trazer de volta estes animais domésticos fugitivos, e assim o fez.

Suzana sai por ali na aquela direção cortando atalho por entre os capins Jaraguá, capinzal alto, quase dava para encobrir uma pessoa de tão alto, e a moça por ali vai a mando de sua mamãe.

João estava indo em direção dos pastos para pegar seu jumento de cela que montava para campear os bezerros que estavam quase nas mesmas direções que a menina caminhava, ela procurava os gansos e ele ia em busca do jumento e dos bezerros nascido a poucos dias.

Quando João enxergou o jumento e ficou pronto para botar o cabresto neste animal, veja lá que sorte, percebeu a sua sonhadora vítima atravessando o vale a uns oitenta metros dali, era a Suzana indo em direção do lago onde poderia estar escondidos os gansos...
João percebeu quando ela passou por baixo de uma cerca de arame farpado já quase chegando a barranca do ribeirão.

Ficou agitado, coração queria pular pra fora daquele peito, parecia um leão querendo pular na caça. Com os olhos arregalados querendo logo fazer uma loucura quando viu aquelas carnes novinhas de moça passando ali bem próximo dele. Amarrou o jumento em um tronco de uma pequena árvore e foi em direção da moça, seguindo os paços da tal, devagarzinho tal qual um gato esperto, à pouca distância a seguia com muita cautela.

A moça chegou ao lago onde estavam as aves, como já previam elas estavam lá, os gansos festejavam com tantos espaços pra divertirem.
Estava ali escondido entre os arbustos observando todos os movimentos da menina.
Ela subiu em cima de uma pedra bem próxima a cachoeira, olhava para todos os lados para conferir se havia algum intruso, mas não sabia que ele estava lá entre as folhagens e as pedras, bem escondido focando os olhares sobre ela e em seus movimentos.

Não percebendo ninguém nas imediações começou lentamente se despir, estava ela pretendendo se banhar na cachoeira ciente que estava mesmo sozinha.

Ele a comia com os olhos famintos, estava aguardando o momento certo para agir, e ousar com suas persuasões, estava com os olhos fixos na expectava de sua nudez e só pensava em corteja-la.

No momento que Suzana estava retirando a última peça e se obrigava a se sustentar com uma só perna, veja que desgraça, escorregou da pedra em que estava, pois ali havia uma grande camada de lodo muito escorregadio, foi uma fatalidade, caiu bem lá dentro do lago cheio de pedras, local onde estavas situado as maiores profundezas.

Suzana se batia, e tentava se livrar das águas profundas, tentava nadar, mas não conseguia, não tinha habilidade para este esporte.
João veio logo correndo e perguntando se estava tudo bem... Você quer que te salve disse João.

- Sim, venha logo que estou me afogando, depressa, depressa João, aqui é muito fundo e eu não sei nadar.

Ele não pensou duas vezes, se atirou no lago com aquela bravura que só ele possuía, desta vez estava a vida de Suzana em jogo, apostava tudo em salva-la, claro que isso que mais queria, sem duvida.
Aproximou de Suzana para agarra-la, a água estava no nível de quase chegando a altura dos ombros, até ficava um pouco difícil de pega-la.
A nado conseguiu toma-la em seus braços e com algumas dificuldades tira-la para fora d’água estendendo a sobre as pedras quase plana, por sorte Suzana não bebeu quase nenhum gole de água, não ocorreu nenhum afogamento, apenas estava cansada de tanto se bater para se salvar.

Passando alguns minutos já recuperava deste imprevisto.

João ali do lado a tratava com muito carinho com palavras tentado acalma-la deste acidente.

Acabou ficando íntimo, enquanto que ela toda nua ali presente aos cuidados de João, enquanto o que tanto queria praticar tudo àquilo que estava em mente dês do momento do primeiro olhar, ela com todo o impulso de menina mulher também pretendia dar início a uma relação amorosa.

Os gansos de Suzana estavam lá se divertindo com aquela grande quantidade de água naquele regato que formava o lago, nadando livre sem nenhuma preocupação tal qual a tranquilidade de sua dona, agora entregues aos caprichos daquele que a cortejava com tanto apreço e dedicação.

As bocas se abriam em respostas as indagações dos corpos. As mãos deslizavam em toda a geografia daqueles pelos e peles, enquanto os músculos viril de João se estendiam transformando em densa rigidez.

Era tudo recíproco; estes corpos se compreendiam e se rendiam a volúpia dos desejos enlouquecedores, Suzana entregou a seu grande herói sua mais pura e alva virgindade a seu amado, sabedor de que já se achava na condição de possuidor de todo aquele monumento quase amortecido que agora em seus braços a segurava ciente que podia dar início as estas exigências destes pedidos que ambos desejavam com tanta expectativa.

Entre meio a muitas carícias, abraços e beijos, corações disparados em alta tensão, Suzana deu início a repedidos movimentos impulsionando em um completo frenesi roçando sua pele ao encontro do corpo de seu companheiro agora iniciado o ato tão esperado e desejado por ela.

Agora enlouquecida de um prazer duradouro, no íntimo de suas insígnias, o mais belo portal do amor, baixo ao ventre de Suzana estava em completo relaxamento e logo percebeu quilo que todos os chefes de família dizia ser intruso e prejudicial às mocinhas, ela sentia, agora adentrando ao seu corpo tenro e febril, que entorpecida de prazer dirigia os olhares para o alto ultrapassando as folhagens das matas e alcançando o céu.

Parece que ela neste momento estava chegando até as nuvens no momento que João bem devagarinho introduziu como se fosse um punhal que mata de amor lentamente uma mocinha... de nome Suzana. Foi desferindo cautelosamente sua arma fatal de extinguir virgindade destas meninas carentes e esperançosas por este ato.

A pequena queda d’água derramava o líquido precioso que surgia das entranhas das pedrarias rochosas, desta paisagem.

Dentro de alguns minutos em que este casal estavam em completa ação compenetrada sobre aquilo que praticavam, Suzana percebeu em seu mais profundo ser que algo exauria, inundava seu ser em torrenciais avalanches causando grandes inundações dentro de seu corpinho que agora se transformaria para uma mulher completa e apita a todas as necessidades exigidas pelos prazeres carnais.

Este homem de nome João exercia muito bem estas relções, praticava com experiências já repedidas diversas vezes com suas inúmeras aventuras vividas nestes lugares, muitas meninas moças assim como Suzana já deram início a vida sexual com ajuda deste rapaz que por ali vivia.

Diziam as mães e os pais que ele fazia mal às moças deste lugarejo, desonrava as famílias, quando estas meninas apareciam desvirginadas se tornava motivo de vergonha para os pais; mas isto sempre foi costume deste lugar, estes chefes de família assim pensavam e assim exigiam de suas filhas moças.

As pretensões deles seria de gosto que as filhas casassem virgens sem máculas, mas João estava lá para contrariar estes pais autoritários, exigentes que sempre entendiam que a vontades deles teriam que ser a vontades das filhas e haveria que ser obedecidas a risca.

Hora de cada um tomar seus rumos. Saíram do meio dos arbustos para ver se ninguém flagraram algo, vendo que não havia nenhuma alma viva neste instante ai foram embora.

Suzana recolheu seus gansos que outrora estava em completa candura, cor bem alva, agora havia deixado esta alvura para atrás.

Aquela brancura das aves não é mais a mesma e a virgindade de Suzana também ficou para o passado, e o lago, os gansos a cascata agora é águas passadas, Suzana a partir de já, é uma iniciante dos prazeres do sexo.

João foi até onde estava amarrado o pobre animal jumento, desamarrou, montou e logo foi procurar os bezerros que era seu serviço.

Enquanto que Suzana voltava para sua casa cumprindo o que sua mãe havia lhe incumbido.

Tangia os gansos enquanto os mesmos faziam um barulho gritante.

Suzana estava intrigada com a cor dos gansos, achava que eles foram mais brancos, a cor dos gansos não mudou nada, é que ela mudou a maneira de ver as coisas, aquele coraçãozinho fragilizado já não é mais o mesmo, não estas mais voltado para o romantismo e ternura, até as flores não são mais as mesmas, a partir de agora ela sabe bem o que quer e fez uma grande descoberta nesta tarde, descobriu as mais intensas formas de amar e se entregar de verdade a um homem.

(Texto de Antonio Herrero Portilho.)

Nas Aventuras de Gustavo, enquanto a bola rola.


 


AS AVENTURAS DO GUSTAVO



 Enquanto a bola rola.

O estádio  lotado,, toda a galera estava envolvida no jogo, mas, Gustavo ainda achou um cantinho entre as arquibancadas e uma parede que parecia da casa do zelador do estádio. Era um campo de futebol de uma cidade do interior, neste dia acompanhou a turma nesta partida de futebol de dois times pequenos e desconhecidos, o time de seus amigos que entraria em campo.
 
Enquanto a bola rolava Gustavo se esbaldava com as meninas, agora com Fabiana popozuda levadas amantes de um sexo caliente.
 
Descobriu um quartinho bem ali onde os pedreiros guardavam as ferramentas, abriu a porta e empurrou Fabiana para dentro e logo foi caindo em cima de uma porção de sacos de cimentos, Gustavo precisava de algo para forrar o local, antes que se sujassem de cimentos, começou a revirar todos os locais por ali e acabou encontrando algumas camisas que os peões trocavam as de passeios e vestiam estas só para o trabalho, percebeu que não estava tão suja, Fabiana tomou posse de uma destas roupas e mais que depressa se limpou em baixo; passou em sua boceta que ainda estava melada do gozo anterior á alguns minutos, sem pensar duas vezes e em um comum acordo confirmado pela troca de olhares assim começaram uma sessão de sexo oral, ela gostava de sentir o toque de uma boca quente em sua vagina, agora inflamada e desejosa, depois de muitos beijos calorosos o rapaz desceu a boca assim que mordicando aquela pele perfumada e saborosa e no instante chegou até o objetivo,  que era provar com sua própria boca aquela racha divinal, até parece que Fabiana sentia seu clitóris teso vibrar de desejos, der repente percebeu quando Gustavo tocou com a boca aquela maravilha que possuía entre aquelas colchas roliças e bem torneadas .
- Meu bem... Gustavo retire esse seu boné, não vê que assim fica difícil, enfia esta sua cabeça entre estas minhas pernas... Vai meu bem passa essa língua assim bem gostosa, isso, dê aquelas tremidas na língua, vai assim tá muito bom, estou toda tesuda, você é mesmo o máximo, gosto que chupa ai neste ponto, esse ai é meu botãozinho abençoado, estou começando a gozar, acho que não vou parar mais, isso tá muito bom, parece que estou me explodindo por dentro... Ai, que delícia, como isso é bom!!! Estou gozando... Ai.. Gozei, gozei, que bom...
 
Enquanto que Fabiana em cima dos sacos de cimentos, de pernas bem abertas expos sua xoxota de fresta bem avermelhada saltitando de tezão convidando Gustavo para uma penetração.
 
O rapaz posicionou seu membro mais que ereto, denso e enrijecido, antes a tocou com o dedo riscando a racha umedecida enquanto beijava chupando a língua de Fabiana que até atrapalhava o beijo por causa da respiração ofegante, Fabiana estava descontrolada e até tomava a iniciativa desta penetração, ela mesmo tratou de introduzir membro de Gustavo, o pegou com toda aquela delicadeza e impulsionando o corpo contra o corpo de Gustavo oferecendo suas entranhas para que o mesmo a mergulhe até a profundeza de seu ser de fêmea.
Fabiana feita louca enquanto aquele instrumento másculo estava totalmente preenchido entre as carnes de sua vagina, neste momento parece que apertava o pau de Gustavo, até parecia um abraço apertado em torno do mastro penetrante e vermelho em brasa.
 
Neste momento Gustavo estava deitado de barriga para cima enquanto ela cavalgava sobre aquele corpo obediente, ele permanecia calado deixando ser consumido por esta devoradora de homens.
 
Fabiana sempre buscava mais e mais, a cada transa ela se superava e evoluía se descobrindo formulas de satisfazer suas fantasia exacerbada e insana.
 
Logo ela desacelerou os vai e vens enquanto Gustavo começou dar umas estocadas contínuas, ela percebeu algo inundando suas entranhas, era o membro de Gustavo que lançava a toda pressão expelindo seu leite viscoso nesta profundeza feminina.
 

Fabiana soltou um grito triunfal e acompanhou Gustavo em suas gozadas...
 
Nossa que foda em!!.. Fabiana enquanto limpava sua xoxota com a camisa do pedreiro que havia guarda por, ali perguntava:-
 
- Quando que seu time voltará jogar aqui em minha cidade?.
 
- Agora vai demorar, só retornará a jogar na segunda fase do campeonato.
 
-Não tem problema, daqui até lá nos veremos para outro encontro.
 
-Ouça Gustavo, Marcaram um gol... e foi o time da casa.
 
- Fodas este jogo, estes pernetas, eu nem curto muito futebol, eu só
estou mesmo a passeio e comer estas meninas do interior.
 
- A é gostosão...
Agora me diga, Onde eu ponho esta camisa que eu me limpei, onde ela estava?
- Joga ai em qualquer lugar mesmo, já tá toda borrada de sua boceta.
 
- Ah tá... Coitado dos pedreiros.


 
Antonio Herrero Portilho. . 20/9/2015

 OS CANGACEIROS, O CORNO E DONA NENÉ.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015


Veja mainha tem  tiros explodindo ali pertinho e acolá, é os cabras de Virgulino que estão a guerrear, mainha eu to com medo, eles   tá vindo pra cá.

Menina, bora corre pra dentro vai logo se esconder antes que uma bala perdida venha pega você.

Estes cabras de Lampião não perdoa nada não, enquanto não derramar sangue, com corpos estendidos ao chão, não sossega a escopeta nem por ordem do capeta eles não para não. 

Mainha cadê painho que nesta hora aqui não tá.

Seu pai é um cabra froxo tem medo de morrer, nem sua esposinha ele não vem  defender, eu quero que ele morra cabra não serve pra nada tem mesmo é que se foder.

Os cabras de lampião invadiram esta casa pelos fundos do quintal, trazia preso e marrado o pai da zezinha; marido de dono Nené painho de Balalau.

Como é seu cabra?... tá se borrando de medo?

Assim dizia dona Nené.

Tu precisa levar coro que é pra se aprender, eu ainda acho pouco, homem que é homem não peida nem na hora de morre... Tu não honra esse saco que fica ai pendurado que não serve mesmo pra nada, ai eu digo pros cabras, que passe a faca nos  ovos e dê pros cachorros come.

Eita que bichinha formosa que dá gosto de se vê, logo ela vira viúva, não vejo a hora de sê, vamos capa este corno e sua mulhe come.

Não faça isso não seu Quinzão, deixa o caba ir embora, estas coisas que tu qué eu vou lhe oferecer, faz muito tempo que to precisando outro home conhece, é agora que eu vou te.

Agora um de vocês, amarre meu caba no toco, enquanto nos vamos fudê... E tu corno safado, vai fica olhando tudo  que nós vai faze é hoje que vou a forra fazendo que tem que faze.

Não faça isso não mulhe, não me cornei não, respeite nossa união, casamento é coisa séria, isso tu não pode faze.

Faço sim, e isso você vai vê.

Como  Tenho que aguenta, minha mulhe com os cabas assim fuleira.

Em plena luz da manhã dona nené mainha, começa a se libera e logo em poucos instantes nuinha como nasceu ela começa fica mostrando o material, pros cangaceiro oiá... Mas, só começa a vadiagem depois que virgulino manda.

Cinco caba peladão pronto pra ataca, enquanto nené corria o olho, conferindo as ferramentas escolhendo com atenção em qual ela vai pega e foi logo com quinzão que ela foi se engraça. Chegou pra bem perto do cabra, juntou a mão nestas pencas que o caba chegou funga.

Vocês fica em posição que logo vou começa, quero pega nas mãos o que vocês tem pra dá, vou escolher mais grande que é pra mim se farta, não quero pinto miúdo já to cansando de usa, já basta o do meu corno que entorta pra entra, não endurece inteiro, só presta mesmo pra mijá.

Pronta dona Mocinha já escolheu o caba com quem tu que transa?... Tu vai fica com o Quinzão ou é mesmo o Zé Fuá, nas zonas em que passamos foram eleito os melhores pelas putas do luga, as mulherada as pernas reganha só pra vê o pau entra e sempre quem sai ganhando e Quinzão e Zé Fuá.

... Oli... Capitão Virgulino eu vou fica mesmo com dois que assim vai chacoalha, eu quero Quinzão entrando na frente e o meu furico novinho vou dá pro Zé Fuá enquanto Quinzão mi come vou relaxando minhas ancas arrebitando a popança pro pau de Zé Fuá entra, vou inche os dois buraco e o outro que sobra, vou deixa pro Severino a minha boca tampa.

Neste dia no sertão a cabocla Nené não deixou nada falta, foi comida e recomida gozou até se mela, foi de quatro, frango assado, de gangorra ou de cócoras, deitada sentada, de cata cavaco ou em pé, deu até cansa, começou de manhãzinha até o sol esquenta, só não meteram mais por que os cabas se amoleceram e assim não ia aguenta.

   Agora que acabou tudo, todos a se farta, vamos dá um jeito no corno que é pra ele sabe que aqui neste terreno é nois que vamos manda.

Enquanto Zé fuá com a faca na mão a limando pra afia como um corte de navalha até cabelo comprido dava pra apara, prontinho pro saco corta, partiu pro lado do caba a intensão é capa, dona Nené correu gritando deixa meu corno vive ele é meu marido e sempre há de ser  nois vamos viver junto até quando nois  morre, deixa ele se salva.

Só foi uma aventura, uma vez
na vida, daquele dia em diante dona Nené nunca mais traiu seu marido, respeito até o dia de morre.

                                     antherport


DELÍRIOS INSANOS

 DELÍRIOS INSANOS.

                                        

Demostrava total relaxamento, suavidade, ternura de inigualável beleza.
Em sua face esboçavam os finos traços de sua sublime delicadeza.  A noite embalava seus delírios; seus sonhos proibidos, de prazeres ensandecidos.
Deixava ser levada por caminhos alucinantes.  A excitação em demasia tomava conta de seu corpo, febril, você ansiosa e provocante.
Como chama ardente incendiava sua pele, impulsionando seus instintos de mulher, expandia e fixavam em sua imaginação como lavas vulcânicas brotando das fendas fumegantes.
Áreas exógenas sensíveis à flor da pele tornavam se latentes, no momento que seu ventre ofegante movimentava repetidamente, como o acasalamento de uma fera, um ser animal.
Neste vai e vem de tantas sensações, você se pronunciava em choro, gemidos, sussurro.
A sua boca expressava  tudo que no momento seu coração exigia, seus órgãos em alarido gritava, nas profundezas de seu universo feminino.
Algo se exauria em momento exaustivo, luxuria incessante; Prazer carnal. Seus olhos fechados como se estivesse gozando de um sabor inigualável, agora aliviado, as lágrimas molhavam seu rosto no instante sublime da paixão.
As forças da imaginação tocando seu íntimo, e com o auxilio de seus movimentos, mãos obediente fazia aflorar em suas insígnias de mulher, sensações enlouquecidas. 
Espalhava por todo ambiente fascinantes fragrância de fêmea no cio, aroma agradável de amor. Com muito suor correndo pela extensão do seu corpo.
Suas mãos presas entre as pernas como uma menininha apegada a sua preciosa bonequinha; como que duas mãos aprisionavam com carinho uma pombinha com as asas inquietantes.
Acalentava esta sua joia de fazer amor, recipiente de condicionar o instrumento másculo reprodutor.
Parece que pulsava de tanto ansiedade; urgência de se entregar em completa vaidade, loucura insana e voracidade.
Isto que possuis; portal da sua alma feminina, furor, em fulguração, mas agora mansa e domada esfomeada. Isto que reside entre meio suas duas coluna bem torneadas que te põe de pé, que sustenta seu ventre, ninho sagrado da procriação.
Esta danadinha vadia comilona precisa de um bravo guerreiro que se apresente de cabeça erguida em posição de sentido, que lhe sacie a sede de prazer, que suas carnes sejam dilaceradas, com uma ferramenta em brasa, ferro vermelho incandescente que lhe enlouqueça de prazer  lhe leve por lugares imaginários, de delicia, de muitas fantasias, que dê prazer, em todos os momentos que seu corpo precisar fazer amor. 
Antherport.

09/02/2009

Nos becos da vida.

 Luana e suas fantasias sexuais, criatividade não lhe faltava, marido viajante dentre esses tantos dias fora de casa facilitava essas realizações, sempre gostou de viver em vários personagens, pela décima vez encarou no personagem de uma senhora que vivia ali nas imediações de sua rica mansão; dona Betina, muito conhecida por todos, dona Betina até tinha lá suas aparências joviais, seu rosto de belas linhas e face até não muito feia que escondia uma mulher muito interessante.

                                                   o0-0o


Nesse dia mais ou menos às dezesseis da tarde Luana olhava pela janela de sua sala, observava o movimento ali na rua em frente de seu portão a movimentação dos viciados e mulheres comercializando o corpo para custear seus vícios, na distância mais ou menos de quinze metros escondendo o rosto na cortina, anotava tudo e imaginava como seria fantasia desse dia, usar roupas de trapos e se misturar no meio daqueles persona da vida real, ainda queria ir mais longe, se prostituir tal qual aquela gente, sabia interpretar muito bem, sua profissão tem tudo a ver com isso, ela é uma iniciante atriz de teatro, coincidente terá que encenar um papel assim como esse dessas vidas em uma peça teatral.
Enquanto tomava banho, recebeu um telefonema meio que urgente, dizendo que não poderia voltar pra casa esse fim de semana, que aguardasse para o meio da semana próxima, voz do marido se despedindo, Luana sem medo de dar errado sua  intenção, foi a dispensem e se vestiu de roupas já bem usadas, se tornou uma ótima mulher de poucas posses, olhou ao espelho e percebeu que fantástica transformação, pronta para desempenhar seu papel, quando se viu pronta percebeu que seu corpo estava também transformada por uma grande excitação, quando se vestia para fantasiar sentia uma enorme erotização, essa sua personagem agora terá que ser completa, assim como assiste com frequência de sua janela, a prostituição será o ponto principal, Luana terá que abrir mão de seus recatos e se soltar dessas redoma, em outras fantasias ela já praticou atos libidinoso,  dessa prática ela gostava, se vestir nesses personagens de mulher leviana sempre seu fetiche, tudo indica que hoje ela irá se esbaldar.
Depois que estava pronta, saiu com carro, era mais ou menos umas vinte e três horas, levava com ela roupas para se trocar caso houvesse alguma urgência, vidros fumês ninguém podia reconhecer que nesse veículo dirigia uma senhora da sociedade, fina e muito conhecida que vai desempenhar seu papel com personagens vivos e reais.
Ficou algum tempo observando a movimentação das ruas, parada ali debaixo de uma árvore plantada no meio fio da sarjeta, lugar escuro e sombrio.
Quando as ruas ficaram deserta, Luana meio que disfarçada desce do carro e fecha tudo, arruma a roupa, coloca a bolsa pendurada nos ombros, depois alguns passos se infiltra no meio das prostitutas e aguarda para seu primeiro ato, tremia muito, não se sabe se era expectativa, excitação ou sei lá, o lugar era muito perigoso, nessas ruas já correu sangue, o comércio de sexo era uma constância e ficava bem ali pertinho da casa de dona Luana que sempre assistia tudo com muitas curiosidade a fim de participar destas transas sexuais. O desejo sexual levava os pensamento de Luana a altos graus de excitação, nessa mente povoava muitas loucuras sexual, essa noite ela vai por em prática todos aqueles sonhos eróticos e a história vai acontecer nesse momento.
A jovem senhora ficou intrigada com que acontecia, nada normal com esse senhor, percebeu alguns traços feminino naquele semblante,  os trejeitos como se movimentava era próprio de uma personalidade feminina, Luana percebeu  estranha aquelas atitudes - seria ele um homossexual, um travesti, bem... Isso não pode ser se assim fosse não teria me convidada para um programa, veremos no que se dá nesse desenrolar dessa história. 
No momento que Luana tomou esse veículo a pedido desse senhor, não percebeu que esse motorista era muito delicado e até meio que afeminado, pelo menos isso vai lhe servir como experiência, tem homens que funciona dos dois modos, frente e verso, quer dizer bissexual, enquanto o dito cujo entrou para o banheiro para seu banho como se fosse dar início a uma relação, Luana ficou enlouquecida para saber de suas intimidades, queria por todas as maneiras visualizar esse corpo para ver se percebe esses segredos debaixo dessa personagem tão intrigante de aparências duvidosa, com medo, e muita expectativa no que poderia acontecer, Luana transvestida de roupas muito simples imitando Betina; uma usuária de drogas que por ali fazia ponto, comercializava seu corpo a fim de manter seus vícios, se encontrando outro personagem transvestido.
Ficando só nesse ambiente, enquanto o suposto senhor estava em seu banho, Luana descobriu um corredor que dava para a área de serviço, localizou uma pequena janela de fácil acesso foi matar sua curiosidade ao que acontecia naquele banheiro onde esse senhor estava Luana arrumou uma cadeira, subiu e pôs se observar e grande foi a surpresa, ali diante dos olhos de Luana estava um corpo de mulher, não parecia em nada  com o motorista que trouxe para casa a fim de fazer um programa, agora a farsa foi desfeita, Luana saiu, desceu da cadeira e voltou novamente para o quarto para dar a entender de inocente diante desse acontecido, ficou atenta para ver no que daria essa trama, estava certa que não se tratava de um homem seu acompanhante. Pronto, já está na hora de tudo ficar explicado, Lua aguarda o desfecho, logo aquela personalidade aparece em cena, tudo fica explicado, se tratava de uma senhora lésbica, também realizando suas fantasias, pensou que estava saindo com Betina sua namorada afetiva, pois Luana se vestiu de Betina para realizar a fantasia de prostituta. Agora a história ficou concluída, Betina não era Betina, e o senhor que buscava a acompanhante, não era o  acompanhante, se tratava namorada homossexual da Betina.
Lá pelas tantas da noite, alguém bate a porta de Lilian a mesma que disfarçou de personalidade masculina certa que estava saindo com Betina, mas tudo ficou esclarecido quando entrou em cena a segunda Betina; a verdadeira, tudo foram desmentidos e assim que esse encontro foi realizado dessa maneira tão inoportuno, aproveitaram para fazerem um festinha a três mulheres em atos de lésbicos. Agora Luana se enriqueceu de conhecimento pronta para levar mais esse aprendizado para seus trabalhos artísticos.
Antherport/12/6/2020.            

A inesquecível Sueli.

                               A INESQUECÍVEL SUELI.

                         
Mulher de um corpo fabuloso, morena clara, cabelos negros ondulados, comprido até aos ombros, sempre linda e esboçava toda a gostosura que uma fêmea pode oferecer a um macho cheio de disposição e criatividade na hora de fazer amor. Vista de frente, nossa!.. Só de imaginar fico excitado, vendo pelas costas não tem quem não admira aquelas formas bem desenhadas, Sueli é mesmo de matar qualquer um de desejos, eu tão próximo, mas não dava em nada quando chegava alguém para atrapalhar minhas fantasias imaginativas e o que mais me chateava ela me chamar de papai, ai eu perdia toda a tezão.

Sueli tinha filhos, mas a vovó que cuidava durante a semana, ela vivia quase só, marido alcoólatra, um bêbado que caia pelas calçadas desta favela, assim mesmo não era uma mulher fácil que qualquer um chega e já vai ganhando, sempre discreta, mesmo que dê suas transadinha, mas tudo no absoluto sigilo, eu ainda não a peguei, mas a qualquer hora destas vai acontecer, as vezes fico um pouco sem papo pois a conheço dês de quando nascera, minha idade é muito a cima da dela, sempre diz que me tem como um pai que ela nunca conheceu, por isso não se preocupa muito em se cobrir sua nudez; senta de qualquer jeito, não cuida muito com as posições das pernas, quando se abaixas dá pra ver tudo a sua genitália mostrada pelas laterais da calcinha, ai não tem papai que aguenta.
   
Levantei-me bem de manhã, era um dia de domingo que estava para nascer dentro de poucos minutos, ainda estava escuro e havia muita névoa neste topo do morro, tudo estava em silêncio naquela favela, pois até agora a pouco todos dançavam nas baladas, todos se divertia nestes bailes, o consumo de cerveja e refrigerante foi bastante, agora é só curtir a ressaca,  não tinha quase ninguém nos becos e ruas, tudo calma.

Sueli acabou de fechar a porta de seu barraco, demorou alguns minutos retornou para fora passou quase pisando em mim, mas não me viu, me escondi aqui detrás desse pedaço de muro, percebi que ela fazia xixi bem ali na encosta deste morro, não era uma das noites muito clara, ameaçava chover, certeza que logo, logo a água da chuva lavaria todo o cheiro da urina.
 Ela tinha muito medo de chuva, sempre fui eu que a protegi na hora destes temporais, bastava cair nem que fosse alguns raios do pequeno já motivava ela correr para o meu cômodo,  o meu barraco e o dela ficava no mesmo nível de terreno rochoso, havia alguns arbustos entre aquele chão de pedras, sou negro, a minha cor em meio esta noite escura dificultava ela me enxergar, eu até prendia a respiração para que ela não me percebesse, poderia ela pensar que eu estava ali a proposito, mas não adiantou em nada eu tomar estes devidos cuidados, antes que se levantasse me perguntou:
- É você que tá aí papai?
- Sim, sou eu, desculpe, peço que entenda que não foi a proposito eu já estava aqui.
- Perguntei por perguntar, eu sabia que era você que estava aí, liga não isso é normal, considere que sou sua filha, entre pai e filha não pode existir pudor.
- A tá, não vá pensando assim se não eu acabo te adotando como minha filha mesmo.
- Fique tranquilo papai.

A chuva foi se aproximando, os pingos aumentando, Sueli e eu tivemos que correr para dentro antes que nos molhassemos

Aquela noite a chuva não parava, Sueli veio dormir comigo na minha cama e vocês pensam que sou de ferro? Esqueça isso de pai e filha, ela nunca foi minha filha, eu sempre a desejava assim como qualquer homem deseja uma mulher, eu estava loucamente de desejos, grande foi a sensação de penetrara-la em sua mais deliciosa xereca de mulher adulta, fizemos um amor gostoso, devido a grande expectativa e espera de muito tempo, mau aguentei ter aquela mulherona em minha cama, nesta noite repetimos algumas vezes, nunca vou me esquecer estes instantes memoráveis dormindo de conchinha com a minha mais linda morena.

Alfredo seu marido agora está pensando em largar a bebida, converteu-se a uma seita religiosa, adquiriu uma bíblia agora só pensa em converter os amigos e leva-los para sua igreja, imagine que um dia desse ele me veio fazendo uma pregação tentando me converter, disse para que eu largue de fornicação, fornicação é coisa do diabo, Sueli gritou em voz alta lá da janela de seu barraco.
- Larga não papai Não largue... fornicar é coisa boa!...

23/4/2918.
 

    

  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....