A figueira centenária.
A FIGUEIRA CENTENÁRIA
A bela e sex viúva de nome Fryda
O inferno de antes, não é como o de agora.
Do lado de lá o inferno, eu do lado de
Além das margens de profundo barranco, é onde se localiza o inferno; territórios dos demônios, não ouse conquistar esse mundo, a perversidade mora lá, eles fazem a pior política, ali tudo transcorre para a contrariedade, o bom e salutar é trocado pelo ruim, o errado para eles é o nosso bom, vivem em um eterno negacionismo de um mundo retratado em suas mentes como terra plana, um lugar nada amistoso, lá o cheiro de enxofre é tão forte de arder as narinas, enquanto aquelas criaturinhas abomináveis permanecem horas interruptas monitorando a terra a fim de capturar os deles que povoam nessa superfície esfera global. A lei divina é muito severa e difícil de seguir, assim os fracos de fé acabam se desviando e é aí que caem em nossas armadilhas.
A velha estrada entre as árvores secas segue sobre os altos e
baixos níveis que forma uma imagem horripilante; a alameda do terror termina
nos portões das criaturas monstruosas, mas, porém, é tudo muito bem organizado.
O ancião das trevas sempre foi o responsável pela portaria,
tinha seus mais novos descendentes trabalhando no portal de entrada, catalogavam
todos que ali chegavam classificando os em
triagens de serviço executado pelo controlador de acesso que apesar dos abres e
fecham desses pesados portões de ferro aponta tudo que entra e saía daquele
lugar assombroso.
Quando chega esses exemplares humanos os descarregamentos se
davam bem ali do lado de dentro desse portal acolhedor e insensato.
A encarregada dessa função anotava tudo em prancheta, até os corpos
a serem desembarcadas dessas conduções de trabalho de carga, seriam verificadas
uma a uma, a entidade dotada de muita simpatia de ares sorridentes encaminhava
esses volumes de es viventes cada um a seus devidos lugares.
Enquanto todos olham para baixo, surge dos altos um
monstrengo metade avião, e a outra parte parece um gigantesco caminhão
esquisito, ora parecia com uma enorme Van ou veículo feito na engenhosidade
projetado em madeira, ou quer dizer um material estranho, carregado e apinhado
de corpos esvaziados de espíritos, aterrissa ali do lado de dentro desse cercado
causando um forte impacto no solo, chega até levantar uma poeira dos infernos, desce de suas
acomodações; cabine de comando um bicho feroz, parece formato homem, parece
formato lobo, caminha até à simpática entidade zinha diabólica e entrega um
calhamaço de papéis, assim como o motorista entrega as notas ficais na guarita
do guarda rodoviário, tudo no inferno acontece em semelhança aos fatos aqui na
terra.
Logo a pestinha conferente esses documentos manifestos
romaneio. Esboçando aquele sorriso de
simpatia, saca a caneta Bic que está presa no longo degote, começa a fazer as
anotações e conferir esse tipo assim de mercadorias aportada ali.
Ninguém não perceberam esse fera subindo, mais, ele já estava lá em cima da carga munido de um enorme garfo tridente, logo começará a jogar esses eis vivente, enquanto cutuca todos esses volumes de carga, súbito um voz em reclame lá entres esses emaranhado de couro, carne ossos:
- Oh... mais
respeito ai oh cara, mereço ser tratado com mais educação, eu fui um deputado
antes de estar aqui.
- Grande coisa seu estrupício, você chegando até aqui não
vale mais nada, nada, nada, aqui é assim, ganha mais quem fala menos. (A
entidade incumbida de descarregar toda aquela carga, ainda por abuso deu lhe
uma cutucada com o tridente no traseiro desse político; esse deputado.)
completou dizendo:- Cala boca aí seu lixo, eu sei de tudo que você andou
praticando lá na sua terrinha feito um torrão de terra, sua capivara aqui tá extensa,
aguarde mais um tempo aí você sentirá quando seu traseiro sujo começar arder na
grelha do churrasco semanal de meus sobrinhos.
Logo começa a descarga, esses volumes corpóreo eram atirados do alto da carga, jogados como se fossem trapos, caiam se levantavam e saiam andando, quando não correndo, correndo, mas, não adiantava em nada, havia um cercado intransponível, coisas estranha aconteciam nesse submundo dos diabos, eram jogados ao chão em queda violenta, se fosse no mundo dos mortais, não sobreviriam, mas quando se trata desse mundo infernal tudo é possível, seria bom que ficassem inteiros mesmo até que o veredito fosse promulgado, agora outras leis esses corpos mortos haverão de seguirem.
A moça diabólica dá por
encerrado seus trabalhos, a carga foram desfeitas, todos esses recém-chegados
já estão classificados e relacionados, agora fica a cargo de outra entidade a leva-los
cada um em seu setor, a diabinha simpática e sex retorna á sua sala de
maldades, de frente de um enorme painel de controle distribui as tarefas a cada
um desses cumpridores dessas sentenças proferidas a cada um, aguardem que vem
chumbo do grosso para cada um que vir a sofrer pena aqui nesse território
infernal.
Os apenados são soltos a uma extensa área de gramado toda
alambrada, enquanto ali poderiam se dispersar, as cenas de penitências serão emposta
pela diabinha, a mesma da descarga, sobre os controles nesse painel de comando.
O MAIS PURO AMOR.
Ela parecia mesmo uma flor de açucena, com aqueles vestidinho de chita, que quando contornava os busto mostravam aqueles peitinhos durinho e apetitosos com as pontinhas dos mamilos apontando pro céu.
Uma verdadeira fruta das mais adocicada, tentava esconder tudo isto com um tecido fininho, fininho que contra a luz dava mesmo para enxergar todo aqueles contornos delicioso de morena formosa, tal qual uma flor em botão.
Mais; porem olha quem estava ali bem nas margens destes caminhos... Ali na curva da estradinha lado ao cercado de ordenhar as vacas leiteiras... João todo cheio de panca sentando em um palanque do curral, não tirava os olhos daqueles movimentos cadenciados de andar de menina simples, às vezes ele pensava em voz alta assim:
- Mais não tem problema não... Pode ser matuta, caipira que não sabe falar direito.. Tá bom assim mesmo.
Expressava com gestos obscenos com as mãos nas virilhas, como se tivesse acondicionando algum volume dentro das calças, com aquele jeitão de conquistador sertanejo, e terminava a prosa dizendo:
- Sendo bonita e jeitosa é o que basta.
Suzana passou bem ali pertinho do tal, escondeu seu rosto tímido entre as madeixas e abriu aquele sorriso largo e insinuante, parecia que ela dizia com seu coração:
- Um dia eu te pego João do meu coração você vai ser só meu, você vai ver só quando eu te pegar. Aguarde.
João também ficava murmurando algumas palavras de esperança:
- Suzana querida você não me escapa, sua danadinha de gostosura, estou contando os minutos para que esta hora chegue, não vai demorar.
Der repente João percebeu que ela deixou cair algo no chão do caminho; era seu lencinho de cabelo, correu e foi logo pegar o lenço alcançado a bela tocou a em seus ombros e aproveitou para lhe fazer uma gentileza dizendo:
- Olha que caiu de você, seu lenço, acho que você não percebeu, não vá deixar estes lindos cabelos soltos por ai... Pode prender para não sair voando por ai a fora, este eu peguei e te entreguei se fosse seu coração que tivesse caídos eu não devolveria nunca mais, ficava só para mim, já que você não quer me entregar eu ia apoderar dele, morena do meu coração... sô...
Suzana olhou para os olhos do rapaz e ficou encantada, nem acreditava que estava ao lado do tal que diziam todas as mães destas localidades:
- Cuidado com este tal João, ele é desrespeitador de mocinhas, não perdoa nenhuma virgem destas que estão por ai dando moleza, você Suzana exijo que você se preserve para não fazer feio para nossa família.
Assim elas todas respondiam:
Sim mamãe, ninguém vai fazer mal para nós... Pode confiar mamãe..
Suzana com a cabeça baixa olhando para o peito do rapaz disse:
- Aprenda a não pegar para você aquilo que não é seu, você espere até a hora que eu decidir te dar...
aguarde qualquer hora desta, meu coração será só teu... João do meu coração.
Ela seguiu em frente, João ficou agradecidos pelas suas palavras.
Naquele começo de tarde a mãe de Suzana percebeu a falta de algumas aves que povoava o terreiro da casa, alguns belos gansos estavam desaparecidos. A mãe de Suzana já sabia aonde estas aves iam quando desapareciam, já era de costume esconder lá nos lagos que formam o ribeirão, procuravam águas com abundancia e lá existia com certeza, até uma pequena cascata de mais ou menos uns cinco metros de altura, ficava nos fundos do sítio, era lá o paraíso dos gansos da mãe de Suzana: a morena mais linda de todo o arraial.
Como a senhora mãe da moça estava muito ocupada com algumas obrigações no lar, já estava quase pronto uma fornada de pães que acabara de colocar no forno, ai não pode ir a capturas das aves; apesar de não ficar longe dali, era bem lá na várzea, mandou que esta sua filha fizesse isto por ela, resgatar e trazer de volta estes animais domésticos fugitivos, e assim o fez.
Suzana sai por ali na aquela direção cortando atalho por entre os capins Jaraguá, capinzal alto, quase dava para encobrir uma pessoa de tão alto, e a moça por ali vai a mando de sua mamãe.
João estava indo em direção dos pastos para pegar seu jumento de cela que montava para campear os bezerros que estavam quase nas mesmas direções que a menina caminhava, ela procurava os gansos e ele ia em busca do jumento e dos bezerros nascido a poucos dias.
Quando João enxergou o jumento e ficou pronto para botar o cabresto neste animal, veja lá que sorte, percebeu a sua sonhadora vítima atravessando o vale a uns oitenta metros dali, era a Suzana indo em direção do lago onde poderia estar escondidos os gansos...
João percebeu quando ela passou por baixo de uma cerca de arame farpado já quase chegando a barranca do ribeirão.
Ficou agitado, coração queria pular pra fora daquele peito, parecia um leão querendo pular na caça. Com os olhos arregalados querendo logo fazer uma loucura quando viu aquelas carnes novinhas de moça passando ali bem próximo dele. Amarrou o jumento em um tronco de uma pequena árvore e foi em direção da moça, seguindo os paços da tal, devagarzinho tal qual um gato esperto, à pouca distância a seguia com muita cautela.
A moça chegou ao lago onde estavam as aves, como já previam elas estavam lá, os gansos festejavam com tantos espaços pra divertirem.
Estava ali escondido entre os arbustos observando todos os movimentos da menina.
Ela subiu em cima de uma pedra bem próxima a cachoeira, olhava para todos os lados para conferir se havia algum intruso, mas não sabia que ele estava lá entre as folhagens e as pedras, bem escondido focando os olhares sobre ela e em seus movimentos.
Não percebendo ninguém nas imediações começou lentamente se despir, estava ela pretendendo se banhar na cachoeira ciente que estava mesmo sozinha.
Ele a comia com os olhos famintos, estava aguardando o momento certo para agir, e ousar com suas persuasões, estava com os olhos fixos na expectava de sua nudez e só pensava em corteja-la.
No momento que Suzana estava retirando a última peça e se obrigava a se sustentar com uma só perna, veja que desgraça, escorregou da pedra em que estava, pois ali havia uma grande camada de lodo muito escorregadio, foi uma fatalidade, caiu bem lá dentro do lago cheio de pedras, local onde estavas situado as maiores profundezas.
Suzana se batia, e tentava se livrar das águas profundas, tentava nadar, mas não conseguia, não tinha habilidade para este esporte.
João veio logo correndo e perguntando se estava tudo bem... Você quer que te salve disse João.
- Sim, venha logo que estou me afogando, depressa, depressa João, aqui é muito fundo e eu não sei nadar.
Ele não pensou duas vezes, se atirou no lago com aquela bravura que só ele possuía, desta vez estava a vida de Suzana em jogo, apostava tudo em salva-la, claro que isso que mais queria, sem duvida.
Aproximou de Suzana para agarra-la, a água estava no nível de quase chegando a altura dos ombros, até ficava um pouco difícil de pega-la.
A nado conseguiu toma-la em seus braços e com algumas dificuldades tira-la para fora d’água estendendo a sobre as pedras quase plana, por sorte Suzana não bebeu quase nenhum gole de água, não ocorreu nenhum afogamento, apenas estava cansada de tanto se bater para se salvar.
Passando alguns minutos já recuperava deste imprevisto.
João ali do lado a tratava com muito carinho com palavras tentado acalma-la deste acidente.
Acabou ficando íntimo, enquanto que ela toda nua ali presente aos cuidados de João, enquanto o que tanto queria praticar tudo àquilo que estava em mente dês do momento do primeiro olhar, ela com todo o impulso de menina mulher também pretendia dar início a uma relação amorosa.
Os gansos de Suzana estavam lá se divertindo com aquela grande quantidade de água naquele regato que formava o lago, nadando livre sem nenhuma preocupação tal qual a tranquilidade de sua dona, agora entregues aos caprichos daquele que a cortejava com tanto apreço e dedicação.
As bocas se abriam em respostas as indagações dos corpos. As mãos deslizavam em toda a geografia daqueles pelos e peles, enquanto os músculos viril de João se estendiam transformando em densa rigidez.
Era tudo recíproco; estes corpos se compreendiam e se rendiam a volúpia dos desejos enlouquecedores, Suzana entregou a seu grande herói sua mais pura e alva virgindade a seu amado, sabedor de que já se achava na condição de possuidor de todo aquele monumento quase amortecido que agora em seus braços a segurava ciente que podia dar início as estas exigências destes pedidos que ambos desejavam com tanta expectativa.
Entre meio a muitas carícias, abraços e beijos, corações disparados em alta tensão, Suzana deu início a repedidos movimentos impulsionando em um completo frenesi roçando sua pele ao encontro do corpo de seu companheiro agora iniciado o ato tão esperado e desejado por ela.
Agora enlouquecida de um prazer duradouro, no íntimo de suas insígnias, o mais belo portal do amor, baixo ao ventre de Suzana estava em completo relaxamento e logo percebeu quilo que todos os chefes de família dizia ser intruso e prejudicial às mocinhas, ela sentia, agora adentrando ao seu corpo tenro e febril, que entorpecida de prazer dirigia os olhares para o alto ultrapassando as folhagens das matas e alcançando o céu.
Parece que ela neste momento estava chegando até as nuvens no momento que João bem devagarinho introduziu como se fosse um punhal que mata de amor lentamente uma mocinha... de nome Suzana. Foi desferindo cautelosamente sua arma fatal de extinguir virgindade destas meninas carentes e esperançosas por este ato.
A pequena queda d’água derramava o líquido precioso que surgia das entranhas das pedrarias rochosas, desta paisagem.
Dentro de alguns minutos em que este casal estavam em completa ação compenetrada sobre aquilo que praticavam, Suzana percebeu em seu mais profundo ser que algo exauria, inundava seu ser em torrenciais avalanches causando grandes inundações dentro de seu corpinho que agora se transformaria para uma mulher completa e apita a todas as necessidades exigidas pelos prazeres carnais.
Este homem de nome João exercia muito bem estas relções, praticava com experiências já repedidas diversas vezes com suas inúmeras aventuras vividas nestes lugares, muitas meninas moças assim como Suzana já deram início a vida sexual com ajuda deste rapaz que por ali vivia.
Diziam as mães e os pais que ele fazia mal às moças deste lugarejo, desonrava as famílias, quando estas meninas apareciam desvirginadas se tornava motivo de vergonha para os pais; mas isto sempre foi costume deste lugar, estes chefes de família assim pensavam e assim exigiam de suas filhas moças.
As pretensões deles seria de gosto que as filhas casassem virgens sem máculas, mas João estava lá para contrariar estes pais autoritários, exigentes que sempre entendiam que a vontades deles teriam que ser a vontades das filhas e haveria que ser obedecidas a risca.
Hora de cada um tomar seus rumos. Saíram do meio dos arbustos para ver se ninguém flagraram algo, vendo que não havia nenhuma alma viva neste instante ai foram embora.
Suzana recolheu seus gansos que outrora estava em completa candura, cor bem alva, agora havia deixado esta alvura para atrás.
Aquela brancura das aves não é mais a mesma e a virgindade de Suzana também ficou para o passado, e o lago, os gansos a cascata agora é águas passadas, Suzana a partir de já, é uma iniciante dos prazeres do sexo.
João foi até onde estava amarrado o pobre animal jumento, desamarrou, montou e logo foi procurar os bezerros que era seu serviço.
Enquanto que Suzana voltava para sua casa cumprindo o que sua mãe havia lhe incumbido.
Tangia os gansos enquanto os mesmos faziam um barulho gritante.
Nas Aventuras de Gustavo, enquanto a bola rola.
Enquanto a bola rolava Gustavo se esbaldava com as meninas, agora com Fabiana popozuda levadas amantes de um sexo caliente.
Descobriu um quartinho bem ali onde os pedreiros guardavam as ferramentas, abriu a porta e empurrou Fabiana para dentro e logo foi caindo em cima de uma porção de sacos de cimentos, Gustavo precisava de algo para forrar o local, antes que se sujassem de cimentos, começou a revirar todos os locais por ali e acabou encontrando algumas camisas que os peões trocavam as de passeios e vestiam estas só para o trabalho, percebeu que não estava tão suja, Fabiana tomou posse de uma destas roupas e mais que depressa se limpou em baixo; passou em sua boceta que ainda estava melada do gozo anterior á alguns minutos, sem pensar duas vezes e em um comum acordo confirmado pela troca de olhares assim começaram uma sessão de sexo oral, ela gostava de sentir o toque de uma boca quente em sua vagina, agora inflamada e desejosa, depois de muitos beijos calorosos o rapaz desceu a boca assim que mordicando aquela pele perfumada e saborosa e no instante chegou até o objetivo, que era provar com sua própria boca aquela racha divinal, até parece que Fabiana sentia seu clitóris teso vibrar de desejos, der repente percebeu quando Gustavo tocou com a boca aquela maravilha que possuía entre aquelas colchas roliças e bem torneadas .
- Meu bem... Gustavo retire esse seu boné, não vê que assim fica difícil, enfia esta sua cabeça entre estas minhas pernas... Vai meu bem passa essa língua assim bem gostosa, isso, dê aquelas tremidas na língua, vai assim tá muito bom, estou toda tesuda, você é mesmo o máximo, gosto que chupa ai neste ponto, esse ai é meu botãozinho abençoado, estou começando a gozar, acho que não vou parar mais, isso tá muito bom, parece que estou me explodindo por dentro... Ai, que delícia, como isso é bom!!! Estou gozando... Ai.. Gozei, gozei, que bom...
Enquanto que Fabiana em cima dos sacos de cimentos, de pernas bem abertas expos sua xoxota de fresta bem avermelhada saltitando de tezão convidando Gustavo para uma penetração.
O rapaz posicionou seu membro mais que ereto, denso e enrijecido, antes a tocou com o dedo riscando a racha umedecida enquanto beijava chupando a língua de Fabiana que até atrapalhava o beijo por causa da respiração ofegante, Fabiana estava descontrolada e até tomava a iniciativa desta penetração, ela mesmo tratou de introduzir membro de Gustavo, o pegou com toda aquela delicadeza e impulsionando o corpo contra o corpo de Gustavo oferecendo suas entranhas para que o mesmo a mergulhe até a profundeza de seu ser de fêmea.
Fabiana feita louca enquanto aquele instrumento másculo estava totalmente preenchido entre as carnes de sua vagina, neste momento parece que apertava o pau de Gustavo, até parecia um abraço apertado em torno do mastro penetrante e vermelho em brasa.
Neste momento Gustavo estava deitado de barriga para cima enquanto ela cavalgava sobre aquele corpo obediente, ele permanecia calado deixando ser consumido por esta devoradora de homens.
Fabiana sempre buscava mais e mais, a cada transa ela se superava e evoluía se descobrindo formulas de satisfazer suas fantasia exacerbada e insana.
Logo ela desacelerou os vai e vens enquanto Gustavo começou dar umas estocadas contínuas, ela percebeu algo inundando suas entranhas, era o membro de Gustavo que lançava a toda pressão expelindo seu leite viscoso nesta profundeza feminina.
OS CANGACEIROS, O CORNO E DONA NENÉ.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Veja mainha tem tiros explodindo ali pertinho e acolá, é os cabras de Virgulino que estão a guerrear, mainha eu to com medo, eles tá vindo pra cá.
Menina, bora corre pra dentro vai logo se esconder antes que uma bala perdida venha pega você.
Estes cabras de Lampião não perdoa nada não, enquanto não derramar sangue, com corpos estendidos ao chão, não sossega a escopeta nem por ordem do capeta eles não para não.
Mainha cadê painho que nesta hora aqui não tá.
Seu pai é um cabra froxo tem medo de morrer, nem sua esposinha ele não vem defender, eu quero que ele morra cabra não serve pra nada tem mesmo é que se foder.
Os cabras de lampião invadiram esta casa pelos fundos do quintal, trazia preso e marrado o pai da zezinha; marido de dono Nené painho de Balalau.
Como é seu cabra?... tá se borrando de medo?
Assim dizia dona Nené.
Tu precisa levar coro que é pra se aprender, eu ainda acho pouco, homem que é homem não peida nem na hora de morre... Tu não honra esse saco que fica ai pendurado que não serve mesmo pra nada, ai eu digo pros cabras, que passe a faca nos ovos e dê pros cachorros come.
Eita que bichinha formosa que dá gosto de se vê, logo ela vira viúva, não vejo a hora de sê, vamos capa este corno e sua mulhe come.
Não faça isso não seu Quinzão, deixa o caba ir embora, estas coisas que tu qué eu vou lhe oferecer, faz muito tempo que to precisando outro home conhece, é agora que eu vou te.
Agora um de vocês, amarre meu caba no toco, enquanto nos vamos fudê... E tu corno safado, vai fica olhando tudo que nós vai faze é hoje que vou a forra fazendo que tem que faze.
Não faça isso não mulhe, não me cornei não, respeite nossa união, casamento é coisa séria, isso tu não pode faze.
Faço sim, e isso você vai vê.
Como Tenho que aguenta, minha mulhe com os cabas assim fuleira.
Em plena luz da manhã dona nené mainha, começa a se libera e logo em poucos instantes nuinha como nasceu ela começa fica mostrando o material, pros cangaceiro oiá... Mas, só começa a vadiagem depois que virgulino manda.
Cinco caba peladão pronto pra ataca, enquanto nené corria o olho, conferindo as ferramentas escolhendo com atenção em qual ela vai pega e foi logo com quinzão que ela foi se engraça. Chegou pra bem perto do cabra, juntou a mão nestas pencas que o caba chegou funga.
Vocês fica em posição que logo vou começa, quero pega nas mãos o que vocês tem pra dá, vou escolher mais grande que é pra mim se farta, não quero pinto miúdo já to cansando de usa, já basta o do meu corno que entorta pra entra, não endurece inteiro, só presta mesmo pra mijá.
Pronta dona Mocinha já escolheu o caba com quem tu que transa?... Tu vai fica com o Quinzão ou é mesmo o Zé Fuá, nas zonas em que passamos foram eleito os melhores pelas putas do luga, as mulherada as pernas reganha só pra vê o pau entra e sempre quem sai ganhando e Quinzão e Zé Fuá.
... Oli... Capitão Virgulino eu vou fica mesmo com dois que assim vai chacoalha, eu quero Quinzão entrando na frente e o meu furico novinho vou dá pro Zé Fuá enquanto Quinzão mi come vou relaxando minhas ancas arrebitando a popança pro pau de Zé Fuá entra, vou inche os dois buraco e o outro que sobra, vou deixa pro Severino a minha boca tampa.
Neste dia no sertão a cabocla Nené não deixou nada falta, foi comida e recomida gozou até se mela, foi de quatro, frango assado, de gangorra ou de cócoras, deitada sentada, de cata cavaco ou em pé, deu até cansa, começou de manhãzinha até o sol esquenta, só não meteram mais por que os cabas se amoleceram e assim não ia aguenta.
Agora que acabou tudo, todos a se farta, vamos dá um jeito no corno que é pra ele sabe que aqui neste terreno é nois que vamos manda.
Enquanto Zé fuá com a faca na mão a limando pra afia como um corte de navalha até cabelo comprido dava pra apara, prontinho pro saco corta, partiu pro lado do caba a intensão é capa, dona Nené correu gritando deixa meu corno vive ele é meu marido e sempre há de ser nois vamos viver junto até quando nois morre, deixa ele se salva.
Só foi uma aventura, uma vez
na vida, daquele dia em diante dona Nené nunca mais traiu seu marido, respeito até o dia de morre.
antherport
HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....
-
Hallowem; O grande dia das bruxas No escuro desta noite, no fundo negro deste céu neste lugar, algo fenomenal estava para acontecer, d...
-
AS AVENTURAS DO GUSTAVO Enquanto a bola rola. O estádio lotado,, toda a galera estava envolvida no jogo, mas, Gustavo ainda achou um can...
-
OS CANGACEIROS, O CORNO E DONA NENÉ. terça-feira, 17 de fevereiro de 2015 Veja mainha tem tiros explodindo ali pertinho e acolá, é os cab...