Nos becos da vida.

 Luana e suas fantasias sexuais, criatividade não lhe faltava, marido viajante dentre esses tantos dias fora de casa facilitava essas realizações, sempre gostou de viver em vários personagens, pela décima vez encarou no personagem de uma senhora que vivia ali nas imediações de sua rica mansão; dona Betina, muito conhecida por todos, dona Betina até tinha lá suas aparências joviais, seu rosto de belas linhas e face até não muito feia que escondia uma mulher muito interessante.

                                                   o0-0o


Nesse dia mais ou menos às dezesseis da tarde Luana olhava pela janela de sua sala, observava o movimento ali na rua em frente de seu portão a movimentação dos viciados e mulheres comercializando o corpo para custear seus vícios, na distância mais ou menos de quinze metros escondendo o rosto na cortina, anotava tudo e imaginava como seria fantasia desse dia, usar roupas de trapos e se misturar no meio daqueles persona da vida real, ainda queria ir mais longe, se prostituir tal qual aquela gente, sabia interpretar muito bem, sua profissão tem tudo a ver com isso, ela é uma iniciante atriz de teatro, coincidente terá que encenar um papel assim como esse dessas vidas em uma peça teatral.
Enquanto tomava banho, recebeu um telefonema meio que urgente, dizendo que não poderia voltar pra casa esse fim de semana, que aguardasse para o meio da semana próxima, voz do marido se despedindo, Luana sem medo de dar errado sua  intenção, foi a dispensem e se vestiu de roupas já bem usadas, se tornou uma ótima mulher de poucas posses, olhou ao espelho e percebeu que fantástica transformação, pronta para desempenhar seu papel, quando se viu pronta percebeu que seu corpo estava também transformada por uma grande excitação, quando se vestia para fantasiar sentia uma enorme erotização, essa sua personagem agora terá que ser completa, assim como assiste com frequência de sua janela, a prostituição será o ponto principal, Luana terá que abrir mão de seus recatos e se soltar dessas redoma, em outras fantasias ela já praticou atos libidinoso,  dessa prática ela gostava, se vestir nesses personagens de mulher leviana sempre seu fetiche, tudo indica que hoje ela irá se esbaldar.
Depois que estava pronta, saiu com carro, era mais ou menos umas vinte e três horas, levava com ela roupas para se trocar caso houvesse alguma urgência, vidros fumês ninguém podia reconhecer que nesse veículo dirigia uma senhora da sociedade, fina e muito conhecida que vai desempenhar seu papel com personagens vivos e reais.
Ficou algum tempo observando a movimentação das ruas, parada ali debaixo de uma árvore plantada no meio fio da sarjeta, lugar escuro e sombrio.
Quando as ruas ficaram deserta, Luana meio que disfarçada desce do carro e fecha tudo, arruma a roupa, coloca a bolsa pendurada nos ombros, depois alguns passos se infiltra no meio das prostitutas e aguarda para seu primeiro ato, tremia muito, não se sabe se era expectativa, excitação ou sei lá, o lugar era muito perigoso, nessas ruas já correu sangue, o comércio de sexo era uma constância e ficava bem ali pertinho da casa de dona Luana que sempre assistia tudo com muitas curiosidade a fim de participar destas transas sexuais. O desejo sexual levava os pensamento de Luana a altos graus de excitação, nessa mente povoava muitas loucuras sexual, essa noite ela vai por em prática todos aqueles sonhos eróticos e a história vai acontecer nesse momento.
A jovem senhora ficou intrigada com que acontecia, nada normal com esse senhor, percebeu alguns traços feminino naquele semblante,  os trejeitos como se movimentava era próprio de uma personalidade feminina, Luana percebeu  estranha aquelas atitudes - seria ele um homossexual, um travesti, bem... Isso não pode ser se assim fosse não teria me convidada para um programa, veremos no que se dá nesse desenrolar dessa história. 
No momento que Luana tomou esse veículo a pedido desse senhor, não percebeu que esse motorista era muito delicado e até meio que afeminado, pelo menos isso vai lhe servir como experiência, tem homens que funciona dos dois modos, frente e verso, quer dizer bissexual, enquanto o dito cujo entrou para o banheiro para seu banho como se fosse dar início a uma relação, Luana ficou enlouquecida para saber de suas intimidades, queria por todas as maneiras visualizar esse corpo para ver se percebe esses segredos debaixo dessa personagem tão intrigante de aparências duvidosa, com medo, e muita expectativa no que poderia acontecer, Luana transvestida de roupas muito simples imitando Betina; uma usuária de drogas que por ali fazia ponto, comercializava seu corpo a fim de manter seus vícios, se encontrando outro personagem transvestido.
Ficando só nesse ambiente, enquanto o suposto senhor estava em seu banho, Luana descobriu um corredor que dava para a área de serviço, localizou uma pequena janela de fácil acesso foi matar sua curiosidade ao que acontecia naquele banheiro onde esse senhor estava Luana arrumou uma cadeira, subiu e pôs se observar e grande foi a surpresa, ali diante dos olhos de Luana estava um corpo de mulher, não parecia em nada  com o motorista que trouxe para casa a fim de fazer um programa, agora a farsa foi desfeita, Luana saiu, desceu da cadeira e voltou novamente para o quarto para dar a entender de inocente diante desse acontecido, ficou atenta para ver no que daria essa trama, estava certa que não se tratava de um homem seu acompanhante. Pronto, já está na hora de tudo ficar explicado, Lua aguarda o desfecho, logo aquela personalidade aparece em cena, tudo fica explicado, se tratava de uma senhora lésbica, também realizando suas fantasias, pensou que estava saindo com Betina sua namorada afetiva, pois Luana se vestiu de Betina para realizar a fantasia de prostituta. Agora a história ficou concluída, Betina não era Betina, e o senhor que buscava a acompanhante, não era o  acompanhante, se tratava namorada homossexual da Betina.
Lá pelas tantas da noite, alguém bate a porta de Lilian a mesma que disfarçou de personalidade masculina certa que estava saindo com Betina, mas tudo ficou esclarecido quando entrou em cena a segunda Betina; a verdadeira, tudo foram desmentidos e assim que esse encontro foi realizado dessa maneira tão inoportuno, aproveitaram para fazerem um festinha a três mulheres em atos de lésbicos. Agora Luana se enriqueceu de conhecimento pronta para levar mais esse aprendizado para seus trabalhos artísticos.
Antherport/12/6/2020.            

A inesquecível Sueli.

                               A INESQUECÍVEL SUELI.

                         
Mulher de um corpo fabuloso, morena clara, cabelos negros ondulados, comprido até aos ombros, sempre linda e esboçava toda a gostosura que uma fêmea pode oferecer a um macho cheio de disposição e criatividade na hora de fazer amor. Vista de frente, nossa!.. Só de imaginar fico excitado, vendo pelas costas não tem quem não admira aquelas formas bem desenhadas, Sueli é mesmo de matar qualquer um de desejos, eu tão próximo, mas não dava em nada quando chegava alguém para atrapalhar minhas fantasias imaginativas e o que mais me chateava ela me chamar de papai, ai eu perdia toda a tezão.

Sueli tinha filhos, mas a vovó que cuidava durante a semana, ela vivia quase só, marido alcoólatra, um bêbado que caia pelas calçadas desta favela, assim mesmo não era uma mulher fácil que qualquer um chega e já vai ganhando, sempre discreta, mesmo que dê suas transadinha, mas tudo no absoluto sigilo, eu ainda não a peguei, mas a qualquer hora destas vai acontecer, as vezes fico um pouco sem papo pois a conheço dês de quando nascera, minha idade é muito a cima da dela, sempre diz que me tem como um pai que ela nunca conheceu, por isso não se preocupa muito em se cobrir sua nudez; senta de qualquer jeito, não cuida muito com as posições das pernas, quando se abaixas dá pra ver tudo a sua genitália mostrada pelas laterais da calcinha, ai não tem papai que aguenta.
   
Levantei-me bem de manhã, era um dia de domingo que estava para nascer dentro de poucos minutos, ainda estava escuro e havia muita névoa neste topo do morro, tudo estava em silêncio naquela favela, pois até agora a pouco todos dançavam nas baladas, todos se divertia nestes bailes, o consumo de cerveja e refrigerante foi bastante, agora é só curtir a ressaca,  não tinha quase ninguém nos becos e ruas, tudo calma.

Sueli acabou de fechar a porta de seu barraco, demorou alguns minutos retornou para fora passou quase pisando em mim, mas não me viu, me escondi aqui detrás desse pedaço de muro, percebi que ela fazia xixi bem ali na encosta deste morro, não era uma das noites muito clara, ameaçava chover, certeza que logo, logo a água da chuva lavaria todo o cheiro da urina.
 Ela tinha muito medo de chuva, sempre fui eu que a protegi na hora destes temporais, bastava cair nem que fosse alguns raios do pequeno já motivava ela correr para o meu cômodo,  o meu barraco e o dela ficava no mesmo nível de terreno rochoso, havia alguns arbustos entre aquele chão de pedras, sou negro, a minha cor em meio esta noite escura dificultava ela me enxergar, eu até prendia a respiração para que ela não me percebesse, poderia ela pensar que eu estava ali a proposito, mas não adiantou em nada eu tomar estes devidos cuidados, antes que se levantasse me perguntou:
- É você que tá aí papai?
- Sim, sou eu, desculpe, peço que entenda que não foi a proposito eu já estava aqui.
- Perguntei por perguntar, eu sabia que era você que estava aí, liga não isso é normal, considere que sou sua filha, entre pai e filha não pode existir pudor.
- A tá, não vá pensando assim se não eu acabo te adotando como minha filha mesmo.
- Fique tranquilo papai.

A chuva foi se aproximando, os pingos aumentando, Sueli e eu tivemos que correr para dentro antes que nos molhassemos

Aquela noite a chuva não parava, Sueli veio dormir comigo na minha cama e vocês pensam que sou de ferro? Esqueça isso de pai e filha, ela nunca foi minha filha, eu sempre a desejava assim como qualquer homem deseja uma mulher, eu estava loucamente de desejos, grande foi a sensação de penetrara-la em sua mais deliciosa xereca de mulher adulta, fizemos um amor gostoso, devido a grande expectativa e espera de muito tempo, mau aguentei ter aquela mulherona em minha cama, nesta noite repetimos algumas vezes, nunca vou me esquecer estes instantes memoráveis dormindo de conchinha com a minha mais linda morena.

Alfredo seu marido agora está pensando em largar a bebida, converteu-se a uma seita religiosa, adquiriu uma bíblia agora só pensa em converter os amigos e leva-los para sua igreja, imagine que um dia desse ele me veio fazendo uma pregação tentando me converter, disse para que eu largue de fornicação, fornicação é coisa do diabo, Sueli gritou em voz alta lá da janela de seu barraco.
- Larga não papai Não largue... fornicar é coisa boa!...

23/4/2918.
 

    

Fantasia sexual; Sexo na horta.

                                            SEXO NA HORTA 

Hoje ela já levantou cedinho para brigar com seu empregado, chamava atenção deste trabalhador por coisas simples e desnecessárias, dizia se muita disposta para trabalhar, que teria de entregar várias dezenas de caixas de verduras para o grande comprador que levaria para os grandes centros de consumo,  ai onde ela exigia o máximo de seu único empregado que desdobrava em muitos para satisfazer os gostos de sua patroa que além de trabalhar nesta horta também ajudava tratar das criações; lidar no pomar e roça.

Exigente e prepotente chamando seu Clóvis para lhe passar algumas ordens.

- Como é seu Clóvis eu te pago para isto?  Para ficar folgado e dormindo até estas horas, vamos logo, vá buscar o garanhão para cobrir a potra... Faça  isto logo.

Ela tinha mesmo uns costumes mesmo meio esquisitos, exigia de seu Clóvis que fizeste este trabalho, acho que só para lhe satisfazer seus caprichos e ficavam várias horas observando os animais a se acasalar. Até parece que ela gostaria mesmo de participar destas orgias se fazendo zoofilia  animalescas.  


 Dona Zezinha é muito imaginativa, sempre está  observando os alimentos existente no plantio da horta,   daí ela usa muita criatividade.

Quando tem gente nas proximidades ela tenta abster se destes impulsos  sexual, mas assim mesmo fica em contato disfarçadamente se escondendo entre as folhagens se deliciando com suas fantasias com seus frutos e até leguminosas, estica seu braço como fosse apanha-los, leva a mão naqueles pepinos viçosos e grossos  e desliza suas mãos como se estivesse entre seus cincos dedos um órgão masculino deslizando abarcando toda a forma cilíndrica. 

Às  vezes fixando os olhares nas legumes  acaba até por ficar excitada, a começar pelos nabos roliços,  as cenouras com as pontas rombudas, quiabos e mandiocas.


Ela só pensa em sexo com depravação; Ambiciosa com a pretensão de fazer uso de tudo que cilíndricos para que manualmente e voltando para suas partes genitais ela mesma introduza tirando dai seu prazer com intensos orgasmos que a leva aos delírios.

Falta de bom gosto; substitui o homem por um frio fruto da terra que só serviria  para cozinha. Enquanto isto, fico eu aqui sobrando, sendo trocado por um insignificante fruto da horta dizia seu Clóvis quando ficava sabendo destas bizarrices de sua patroa. 


Um dia deste seu Clóvis percebendo alguns gemidos dentro do banheiro, foi procurar saber o que estava acontecendo, veja só, ele flagrou  dona Zezinha com a prova do crime em  mãos, ia saindo do pequeno lavabo  que existe nesta horta, no momento que a mesma estava com um grande pepino segurando e se glorificando pelo gozo triunfal que obteve, estava ela satisfeita e feliz com este feito. Após seus momentos de prazer dispensou seu amante pepino que foi atirado ao longe; Pobre pepino agora é desprezado como se nunca serviu para nada. Ela é uma  sexo maníaca compulsiva, vive sonhando diariamente com seus erotismo desenfreado.

Quando chega o feriado que não há mais ninguém no sitio ela vai até o pasto dos cavalos bem ali perto da grande casa, coloca o cabresto no garanhão da raça campo Lino e sai troteando, vestida com trajes bem minúsculos; biquíni bem pequeno deixando aquele par de belas cochas amostras, encavalada no animal sem arreio e sem nada em contato direto com o couro do cavalo que alem de receber aquele peso corpóreo desta cavaleira que  sentia os movimentos do cavalo em suas partes mais íntimas friccionando causando um calor que surgia das entranhas em contato com o animal. 

Assim ela ia em direção dos fundos do sitio, lá onde existe uma grande reserva de plantação de bambus ornamentais, passa a tarde todo nas margens daqueles ribeirão, ela e seu garanhão, fazendo nãos sei o que. 

Depois chega tardinha ela volta com uma cara de com quem comeu e se fartou,  abre a porteira e solta o cavalo no pasto... O bicho fica pinoteando e relinchando correndo daqui pra ali, parece todo feliz por algum feito. 

Dona Zezinha agora já cansada das atividades deste dia, que não era dia de trabalho: Feriado,  mais se cansou com tantas aventuras; ela e seu cavalo Garanhão da raça campo lino.

Amanhã bem cedinho começa  novamente o trabalho de cultivar as verduras, ai começa tudo de novo; dona Zezinha e seus sonhos sádicos.

antherport/01/8/21

A VOLTA DE GUSTAVO; O PADEIRINHO SEDUTOR.

 A volta de GUSTAVO; O Padeirinho Sedutor.


O som que mais se destacava nesta manhãzinha era o rádio ligado apesar de baixo volume, Gustavo gostava de ouvir um programa sertanejo na radio local, pelas ruas solitárias daquele bairro tudo estava calmo e sereno mas, com o som de fundo  os latidos dos cães da rua e o barulho intermitente e gritante dos grilos que moravam naquelas praças. O carro de Gustavo descia bem de vagar ladeira á baixo, como se estivesse procurando um endereço.

Nesta manhã, com os primeiros claros do dia, Aline conseguiu ouvir o barulho bem baixinho do motor do carro deste Padeirinho; Gustavo, ela foi conferir para ver o que estava acontecendo. Quase todos os maridões que moravam nestas imediações não podiam ouvir este nome “Gustavo, o padeirinho” que estes guardiões, de suas esposas já ficavam de alertas e com este gesto de preocupação coçava a cabeça, procurando alguma protuberância, algo relacionado com infidelidade conjugal; quer dizer traição mesmo, ou no popular, algo relacionado com cornos.

Aline levantou-se ainda  quase nua, mas, enrolada na manta de abrigar-se do frio, saiu na sacada, debruçou na mureta e confirmou esta verdade, era ele, isso não tinha nenhuma dúvida, parou ao lado do terreno baldio de frente do sobrado de Aline.

Esta mulher nem podia imaginar este encontro com este rapaz, ficava tomada de uma enorme excitação e expectativa, este momento tão esperado não lhe saia de seus pensamentos,  estava tiritando de tesão, suas pernas tremia tal era sua pressa de tê-lo em seu poder para se esbaldar de prazer.                                                                                           Quando em fofocas com suas amigas revelava em segredo que quando sente a presença deste galã até involuntariamente sente que faz xixi aos pingos nas calcinhas, parecendo uma égua no cio.

Observou quando Gustavo saiu do carro e parou de frente ao terreno vazio e com alguns papéis na mão parece que media a extensão deste lote ainda com a capina a ser feita, o capim estava na altura dos joelhos.

Gustavo não sabia que Aline morava ali naquele endereço, eles já tiveram alguns encontros, mas, fora de seus habitats, os fatos que estão acontecendo são pura coincidência, mas, quando o pecado está para acontecer o diabo sempre dá uma forcinha.

Esta jovem mulher não lhe tiravam os olhos, a vista panorâmica deste sobrado lhe favorecia em tudo, pois esta propriedade ficava bem ali em frente.                                         Aline  ouviu quando um senhor que passava por essa calçada ainda perguntou a Gustavo: 

_ Bom dia seu Gustavo, Vai construir ai?
Respondeu Gustavo sem prestar atenção a quem indagava:

_ Sim!... Vou construir um estabelecimento comercial aqui neste ponto, gostei daqui deste lugar.

Apesar do rádio do carro ligado, ainda que o som estivesse baixo, Aline lá de cima da sacada ouviu direitinha a intenção deste rapaz, já foi pensando no pior e disse com sigo em pensamento:

_ Esse meu cara morando aqui bem pertinho, eu acho que isso vai se tornar um inferno, vai ser difícil  disfarçar esta minha atração por este persona, vai que a namorada dele descubra essas nossas relações amorosas... Ainda mais eu com este marido ciumento e descontrolado, essa rua vai virar um palco de guerra... Bom... Veremos em que vai dar isso.

Este marido traído, agora vítima do Padeirinho trabalha em uma estação de rádio desta cidade aqui onde moram estes amantes; Aline e Gustavo, nome dele é seu Brandão, locutor de programa de radio e uma espécie assim de gerente da emissora, até fazia reportagem policial, acompanhava a viatura da policia para reportar as ocorrências que viraria notícia.

Seu Brandão era mesmo um homem de estatura grande, enorme e ainda mais um por menor; bruto que nem sopa de prego, sujeito sempre falava alto, gesticulava muito as mãos quando expressava, carregava debaixo das axilas uma pastinha fechada de zíper, o volume contido parecia um revolver; apetrecho este que ele não desapegava.

O Padeirinho sabia disso, mas, não se preocupava, não tinha medo de perigo.
Aline depois de muitas observações deixou seu lugar de vigília e foi lá onde ele estava, atravessou a rua e chegou ao local assim como se estivesse transitando normalmente pela rua, o Padeirinho tão compenetrado com seus afazeres que nem percebeu quando ela encostou sobre seu carro, enfiou a mão até o painel deste veículo e com os dedos desligou o rádio, para conferir se ele prestasse atenção.

O Padeirinho logo virou de frente e com muito espanto e admiração, presenciou Aline bem ali perto dele.
Antes mesmo de cumprimenta-la disse com a voz firme e arrogante:
_Porque desligou o rádio, estava eu ouvindo estas músicas? E continuou com suas tarefas de medições deste terreno.
Aline disse ao Padeirinho que naquele momento não tinha saco para ouvir aquele locutor falar, não estava com estas disposições, cansada de ouvir o som destas palavras.
_ Não entendi.
Aline respondeu com ar de indagação _ Quase todas as noites e todos os dias ouço este cara falar, já não suporto ouvi-lo mais.

_Continuo não entendendo.
_ Não sabia que este locutor é o meu marido?
_ Não acredito, fala sério.
_ Falo sério sim, tá, e sabe onde moro? – Naquele sobrado bem ali de frente
_ Nossa!... Isto não vai dar certo, seu marido assim tão ciumento e metido a valentão, eu acho que vai acontecer alguma desgraça, pois não sou de aturar marido traído e ciumento, corno chorão é uma merda, mesmo que nossos encontros já se passaram Algum tempo.
_Ah!... Então você é esposa do tão famigerado Brandão?
_Por quê?... Você medrou desta vez, tá com medo do meu corno?
_ Lógico que não, estou querendo parar com estas minhas aventuras, não vou mais procurar mulher fora de casa, e dedicar mais á minha namoradinha, só se for um caso muito especial; uma dona muito gostosona para eu voltar á palavra à trás.
_ Então?... Eu não sou? - disse ela fazendo uma pose sensual.
_ Não me atentes para estes convites, que eu acabo perdendo a cabeça e recomeçando tudo novamente, acho que vai ser agora.
_Gustavo meu lindo, quero repetir aqueles momentos de glórias que vivemos naquele dia, você lembra né?
_ A proposito; seu maridão esta no programa do radio de que hora em diante?
_ Ele vai para emissora depois das cinco da manhã e sai quase ao meio dia, quando não almoça fora, outra coisa, ele tem uma insistência que todos os dias eu almoce com ele, ai ele me telefona.
_ Pois bem... Amanhã bem cedinho vou vir para indicar o local de trabalho para os pedreiros, ai depois nós nos encontramos, você siga para o final daquela rua ai eu paro o carro você entra, nós vamos lá naquele motel daquela vez. Combinado?
_ Certinho Gustavo, seu Padeirinho safado, a fim de me consumir né? Então fica assim.
Quando aconteceu o outro dia, tudo foi feito conforme combinado, Aline entrou no carro e dirigiram rumo a tal Taverna do Amor, enquanto isto o radio estava ligado no programa sertanejo apresentado pelo marido de Aline; senhor Brandão, isso era seguro, não corria perigo, pois enquanto o locutor falava ela tinha certeza onde ele estava; programa ao vivo.
Quando foram aproximando do local de fazer amor já perceberam uma fila enorme de carros logo na entrada que ficava aproximadamente uns duzentos metros da rodovia. Tratava-se mesmo de um dos mais belos motéis destas regiões, última vez que estiveram por ali ainda se tratava de um pequeno motel, agora novo proprietário, mais amplo com mais suíte Vips, toda esta arquitetura exótica retratava o sexo a começar pela entrada, havia um desenho de uma enorme vagina em luzes multicolorida que vista a noite percebia de longe aquele luminoso piscando como se estivesse esperando a clientela. e o horário de mais movimento era mesmo na parte da noite, mas hoje dia de sábado logo de manhã já estava formado aquele furdunço; carros buzinando de mostrando pressa para entrar, meio esquisito!...Logo... De manhã!!... _Que será que está acontecendo? Disse Aline. _fazer amor logo sábado de manhãzinha, e essa pressa. Der repente um senhor gritou em um megafone _ Promoção!...Reinauguração, Agora tudo pela metade do preço, o pessoal já sabia desta promoção.
Pronto!... Chegou a vez de Gustavo passar pela guarita, o controlador de acesso tomou suas anotações e assim os dois pombinhos foram para seus aposentos, certeza que nesta manhã promete muito... Vai rolar de tudo, os dois estavam ansiosos para este início.
Enquanto isso o radio do carro estava ligado no programa sertanejo dirigido por Brandão; o esposo de Aline que neste momento se encontra nos confortáveis braços de Gustavo Padeirinho sedutor e debaixo do chuveiro lá estavam eles nas maiores das sacanagens, quando saíram do banho foram logo para a cama, enquanto ambos nus e em altas tenções. Aline deitou-se de pernas bem abertas oferecendo gratuitamente aquilo tudo para este seu macho competente, experiente. Ela relaxou-se e expos sua genitália para ser penetrada com precisão.
Gustavo já algumas horas sentia seu membro enrijecido, agora que se livrou das calças ai sim tudo se petrificou, ficou muito endurecido pronto para a penetração nesta joia de boceta que lhe esperava latejando de tesão, se posicionou de membro apontando para o túnel de amor que Aline possuía em meio aquela racha vermelha e lagrimosa, já estava molhada e lubrificada enquanto o membro de Gustavo deslizou com facilidade se aprofundando contemplando aquele altar sagrado situados além das entranhas de Aline, ai tudo se confirmou conforme já era previsto; apesar de se tratar de muito apertadinha. Ela mal começou o intento já estava no estágio mais avançado destes prazeres, ofegantes como uma égua no cio, Gustavo e Aline ficou esta manhã inteira com estas orgias, no intervalo entre uma e outra tomavam seus drinques, se alimentavam e recomeçava cada vez mais quente, esta jovem senhora era superintendida nesta arte de fazer amor, o Padeirinho não ficava a menos, ambos transavam com qualidade e intensidade, muitos orgasmos foram vividos neste dia de sábado.
Gustavo e Aline dirigiram ao chuveiro, se banharam, se vestiram pronto para encerrar este capítulo desta jornada de amores intensos, Gustavo cumpriu sua missão, ela sentiu-se aliviada por completar este vazio em seu corpo de mulher que nestes dias estava tão carente de amor.
Aline percebeu que seu marido já á alguns minutos não estava na locução do programa deste radio, poderia ser algum motivo para suas preocupações, se tratava de um senhor enlouquecido de ciúmes, certeza que mataria qualquer um que ousassem alguma aventura com sua esposa que a qual ele considerava fidelíssima dona do lar.
Der repente o radio divulgou em edição extraordinária – Atenção!, Atenção radio-ouvinte, estamos com nosso link nas ruas, traremos para vocês as notícias em cima da hora, neste momento está acontecendo um fato; mais uma ocorrência policial lá no Motel Taverna do Amor, nossas reportagens já estão lá - Fala dai, amigo Brandão, relata o que está acontecendo.
_ Alô amigos da 90.05 FM, estamos diretamente aqui onde um senhor que se considerou traído, o nome dele: José Galhardo, o fazendeiro dono destas terras aqui do lado deste motel, ele muito furioso, colérico de ódio com um revolver em mãos e o dedo no gatilho ameaça matar o cara que está com sua mulher aqui no motel em uma das suítes. Este corno... Quer dizer... este marido traído está acionando disparos para todos os lados agora está havendo um corre, corre danado, alguns casais estão se evadindo, uns puderam fugir com seus carros, conseguiram pelos portões do fundo.
_ Vamos logo Gustavinho, meu marido está no outro pavilhão, fugiremos por aqui, se ele me pegar aqui estou frita.
_ Pelos portões dos fundos, rápido, rápido escaparemos.
_ Pisa neste acelerador... Caralhos que fodas, acho que ele me viu, passamos por ele naquela ala.
Enquanto os tiros furavam tudo, Brandão também começou atirar no carro do Padeirinho e enlouquecido xingava e esbravejava.
_ Maldita, desgraçada, me corneando, vou furar os pneus do carro daquele fila da puta.
Acertou só dois tiros nos porta malas traseiro do carro do Gustavo, o casal estavam tão apavorado que nem deram conta que os tiros saíram da arma de Brandão, acharam que os projéteis originavam da arma do fazendeiro.
Brandão agora já tinha a certeza, estava sendo traído, acabou por conscientizar que ele era mesmo chifrudo, sua esposa lhe traia durante a programação do radio, enquanto ele tocava as músicas dor de corno, sua Aline promovia suas orgias particulares longe dos olhos ferozes deste locutor, que através das ondas do radio promovia o amor em sofrimento em algumas vezes tocava Milionário e José Rico, Trio Parada dura, sem contar aquela música do Fio de Cabelo que Brandão gostava tanto.
Gustavo e Aline conseguiram se safar, parou o carro nas imediações da casa dela que acabou de chegar á seu lar doce lar.
_Ufa!... Que aventura incrível, que emoção, agora eu vou aguardar o maridão pra vê se ele me percebeu lá no Motel.
Gustavo o Padeirinho sedutor já está pronto para outra aventura, da próxima vez a vítima de Gustavo será a balconista da lojinha de confecções; uma garota linda, gostosa, corpo exuberante, uma joia de menina, agora já estão quase ás vias de fatos, certeza, Gustavo não vai deixar batida.


Antônio Herrero Portilho/25/01/2016.


                       AVENTURA PÃO E SEXO PARTE 2



Na periferia da cidade, bem ali naquela esquina já se pode encontrar caso alguém deseja comprar algumas iguarias, confeitos, pães quentinhos e delicioso, tirado do forno agora.

Gustavo; o Padeirinho agora exerce seu trabalho lá nesta padaria, como dizem os populares ele é um padeiro confeiteiro de mão cheio. Além de profissional neste ramo, também muito sedutor, as mulheradas se assanham quando está próxima a ele, sua voz, seu jeito de olhar, e até a respiração que ele executa motiva a atração destas senhoras tão carentes, casadas, mas, inexperiente, acostumadas neste papai mamãe.

Estas personas femininas conviviam com aquela porcaria de sexo mau feito sem emoções nenhuma, não gozavam; orgasmo sempre acontecia em ocasiões de toques em seus próprios corpos; ato de masturbação, assim buscava um prazer mais consistente, nada extraordinário.
Maridão agia como aqueles frangotes inexperientes, quer dizer parecia um galo, transas rápida e ejaculação precoce. Suas mulheres se apresentavam com um incêndio de grandes proporções e estes machos de meia tigela munidos de uma minúscula mangueirinha tamanho pequeno alcance não apagava nem fagulhas de um pequeno isqueiro de acender cigarros, assim sendo a obrigação conjugal sempre ficava pelas metades, deixando algo a desejar. Suas esposas queriam mais e mais e não eram agraciadas por estes incompetentes maridos molengas e nada inspiradores, semi-brochas .

Elas sonhavam em busca de um membro competente e com ereção duradoura; isso que já não presenciavam a muitas décadas, dês de que casaram se.
Mas nem tudo está perdido porque existe nestas imediações um rapaz valente e viril com muitas disposições sexuais “O Padeirinho” que agora estabelecido neste novo endereço nesta vila bem próximo este condomínio que agora será um cenário para suas aventuras. Haverá muitas tarefas a cumprir, certeza que nenhuma figura feminina sentirá falta de uma boa transa e seus companheiros que vá buscar outra forma de se satisfazer seus minúsculos e ineficientes pintos amolengados.
Dai que o Padeirinho entra em ação, estas mulheres dês de quando passavam pelo crivo dele ai aprendiam a rebolar e até tentava passar estas novas experiências a estes seus companheiros, mas os tais ainda não aprendiam, ou não executava direito por faltar ferramentas de perfeito funcionamento.

Caso Gustavo Padeirinho faça um relatório de quantas ele já pegou daria uma lista enorme, ele não gostava de repetir a mesma foda com a mesma parceira, sempre estava renovando e consumindo carnes novas, parece que o cara permanecia vinte e quatro hora de pau duro, não sossegava o bicho nem pra mijar.

Em todos os comércios que ele for contratado certeza de crescimento e se torna rentável, tudo que ele bota a mão vira ouro e seus pães, bolos e tudo que possa servir em festa de qualquer comemoração, certeza que o sabor agradava 100%. A mulherada gosta da maneira que ele põe a mão na massa.

Hoje naquela hora de menos movimentos de consumo, ele aguardava a vinda de seus fregueses enquanto imaginava e pensava lá com seus botões como será sua próxima vítima. Dês de quando levantou hoje está com uma carga enorme de tezão, precisa trocar o óleo urgentemente e acha que já está demorando de mais.
Logo algo lhe chama atenção, parou do outro lado daquela rua um carro; daqueles mais simples, carro popular.

Uma mulher, a qual estava ao comando deste veículo desce e atravessa a rua e dirige-se com seus próprios passos e logo adentra ao estabelecimento ao qual o Padeirinho estava sempre pronto para atender estes compradores de seus bolos, pães e tudo aquilo ele com habilidade confeitavam.
Esta jovem senhora parece não veio comprar, ela veio mesmo a fim de olhar para a cara deste tão elogiado padeiro, estava certa para o que queria.

Muitas outras mulheres já lhe havia informada a respeitos deste personagem tão levado ao sexo, a verdade que estes dois neste momento se atraiam para uma aventura; ir para cama, der repente em um movimento impensado seus olhares se encontram, ficaram frente a frente, face a face quase ao alcance de um beijo que só não aconteceu por ela tratar de um momento discreto.

Esta formosa mulher movimentava por este ambiente, vestida de trajes a convidativos, saia curta promovendo tudo aquilo que ela possuía, e olha que se tratava de coisa boa em!

E enquanto parece que lia uma tabela de preços ali exposta, ela de costas para os olhos do rapaz pensava em uma forma de chamar atenção dele, e proposital deixou que as chaves do veículo caíssem ao chão. E se abaixando para pegar este chaveiro ao chão deixou a mostra uma das mais belas partes de seu prazeroso corpo, o Padeirinho colou seus olhares compulsivos ali nestas belas carnes a qual ela expôs para que ele sentisse certeza de tudo aquilo que era dela, possuía uma lindíssima bunda, era realmente muito gostosa estas suas nádegas, uma loucura inacreditável e ainda mais com aquela calcinha tunchada bem ao meio deste desenho divinal dividindo aquelas formas em partes proporcionais. O rapaz presenciou toda aquela loucura que era só dela, virou de frente para este moço fez algumas perguntas desnecessária e pediu com delicadeza para que arrumasse um copo de água mineral, bebeu a água mesmo sem sede e assim iniciou um diálogo:

-Você viu como andas estes reservatórios, como está em baixo nível?

-Vi sim, vi agora a minutos estes volume morto, até enxerguei parte da Cantareira, confesso que fiquei com muita sede, você nem imagina como eu quero beber desta água.

-Mas este reservatória que você parece referir é propriedade privada, mas, porem não é tão restrito o acesso, quem sebe você ainda poderá provar desta água, insista que você consegue, vai que dá certo.

-Neste momento me comparo a um homem em um deserto quase me desfalecendo de tanta sede e veja o que me aparece em minha frente? Um Oásis com um tão vasto manancial mas porem um coração maldoso constrói divisas não permitindo nem que eu molhe minha língua.

-Ah meu caro Padeirinho, deixe de tró-ló-ló e vá direto ao assunto, eu sei mesmo que você quer mesmo e me fuder, já vi que você já me comeu com estes seus olhos de tarado e até já percebi este alto volume em suas virilhas, dês de quando entrei aqui você tá ai com este pau duro saltando dentro das calças, vá logo direto ao assunto, o que você quer eu também quero e porque não levar isto em frente, quando dois corpos se atrai não se deve reprimir, é pecado.

Aproximando deste jovem em clima de excitação quando ele ia abrindo a boca para pronunciar alguma palavra dando continuidade a confirmação ela foi e tapou lhe a boca com a mão fechada e disse;
-Confirmo sua proposta, pode ir lá à minha casa que vamos fazer uma bela festinha, e hoje ainda, o mais rápido possível.

Ela ainda bem próximo a ele, quase abraçando, concertou os óculos movimentou seu braço, com os dedos ameaçando pegar algo, ainda deslizou sua mão entre as pernas do Padeirinho, mas ainda por cima das calças e em gestos de muita gana e ambição se apossou de seu membro endurecido, massageou todo este monumento enquanto este o rapaz quase enlouqueceu de tezão, ela percebeu claramente que ali existia realmente uma grande farturas daquilo que precisava para preencher aquele vazio que neste momento tilintava de tezão, ela estava excitadíssima. Egoísta!... queria aquilo tudo para ela, somente para ela e ninguém mais.


PARTE – 3

- Leve-me  uma cesta de café da tarde.
-Parece que eu já estava adivinhando, esta cesta já está pronta, já faço várias entregas dês de quando cheguei aqui com meu estabelecimento.
-Então faça isso rápido.
-Só me dê uns segundos, preciso arrumar minha irmã para que ela me substitua, é rapidinho.

Gustavo o Padeirinho era um maníaco sexual... Pera ai, pera ai, pera ai... No bom sentido só pra que ninguém entenda mal; uma espécie assim de pervertido compulsivo, suas parceira enlouquecia com suas relações quando elas deixavam ser abusada, ele chegava ao extremo dos extremos e suas companheiras aceitavam, pois já sabia com quem estavam lidando.

Condomínio paraíso laranjal, nos tempos das antigas existia ali uma plantação de laranjas tipo exportação, visão de uma vasta extensão plana, nos dias de hoje, um residencial, as mansões estavam ali construídas de maneira que uma residência ficava a uns 100 metros retirada uma a outra.

Este parque residencial se protegia em suas divisas de uma resistente muralha, forte e intransponível.

Ela ia a frente dirigindo seu belo carro muito vagarosamente, é que não queria perde-lo de vista, logo
atrás o Padeirinho a seguia com sua bicicleta de entregas á domicilio. Já estava tudo combinada à algumas horas passadas recente, tudo idealizado para este ato memorável; um encontro amoroso cheio de perdições. Este Padeirinho se tratava de um experiente em aventuras sexuais, sua fama corria de boca em boca ele ser uns dos machos mais competente e muito bem requisitados, estas mulheres desfrutavam destas vantagens que ele oferecia. Todas diziam ele ser um amante competentíssimo.

Chegando á portaria deste residencial, ela em vós discreta trocou algumas palavras ao rapaz sentinela desta guarita disse:

- Deixe que o rapaz entre, preciso dele lá em casa, eu me responsabilizo por tudo, é de minha confiança.
- Só vou permitir a entrada dele por ser de meu conhecimento, se assim não fosse eu não permitiria, pois assim estaria eu infringindo as regras, ele é meu amigo eu também o confio.
-Ok?
-Ok...

O rapaz aguardou que a Senhora guardasse o carro na garagem e ambos dirigiram ao pavilhão ali bem próximo, certeza, hoje acontecerá uma bela festa, esta farra será de primeira. Tudo já esquematizado, feriado prolongado, patrões a viagem de negócios.

-Só falta dar folga aos empregados domestico, ou até nem precisa, basta dizer que caso alguém chamar dizer que eu não estou pra ninguém, esta são as ordens da patroa.

Ela disse isso para que ele ficasse mais a vontade.

-Pronto, pode deixar a cesta ai na cozinha, suba aqui venha conhecer meus aposentos.

Ele muito ansioso subiu a escadaria mais que depressa.

-Sim já estou pronto.
-Me aguarde alguns minutos, quero tomar um banho.
-Sim!

O Padeirinho mal esperava este momento crucial, seu membro pulsava e lateja de tanto tezão, enlouquecido pela espera desta tão sonhada penetração. Ela era realmente uma fêmea exuberante, tinha um corpo perfeito, pele sedosa com perfume próprio dela, puramente excitação e ele um rapaz sortudo.

Der repente ela sai do banho ainda molhada corre ao encontro do rapaz que nestas alturas do acontecimento já se encontra de pé e despido, com grande impacto ela deixa seu corpo se chocar com o corpo dele, como uma locomotiva descarrilhada corpo febril, fervilhando de desejos, devido suas alturas, estaturas físicas serem iguais ela neste momento coincidência ou não acontece uma prévia penetração, ela facilita a entrada da cabeça do membro do Padeirinho em rápido acontecimento, só para que ele sentisse a prévia de que viria pela frente.

Gustavo sentou-se na beirada da cama e fechou os olhos e de pica dura apontando para o teto, esperava que ela viesse por cima e tomasse a iniciativa da penetração, logo algo mais calhente ele sentiu enquanto sonhava em delírio, em dado momento percebeu que algo úmido e quente se apoderou de seu pau, nada mais era que ela que abocanhou com enlouquecia seu órgão sexual rígido como um cerne de madeira, sugou e tentou engolir assim em vai e vem indo ao pé do pau até a cabeça, punhetando com os lábios macios e delicioso. Este rapaz foi até as nuvens, quase morreu de tezão tal era a habilidade que ela praticava este sexo oral, ficaram assim a alguns minutos até que inverteram as posições, agora é a vez dele executar uma oral nela.

Ela ficou de pé enquanto ele não fez rodeios e nem pensou muito, visualizou sua vagina linda e lisinha tal qual uma cherequinha novinha, assim como seu semblante também de mostrava; Traços inocentem de jovenzinha apesar de seus vinte e um anos, sua bocetinha se apresentava com pouco pelos, quase imperceptível, não se sabe se ela usava algum produto químico depilatório, aquela joia que ela possuía no meio destes pernocas roliças e tesudas era mesmo lindo de se ver. Seu clitóris estava bem avermelhado e bastante teso que saltava fora desta fenda quente cheia de tezão. Logo Gustavo abocanhou aquilo tudo e riscou a língua de baixo a cima nesta racha saborosa. No momento que ele passeava com a língua na entrada do túnel do prazer, enquanto caminhava por esta frestinha melada de gozo, elevou a língua á cima até que rosou o grelinho que imediatamente foi sugado com insistência.

Ela respirava fundo, enquanto seu ventre enchia e esvaziava, retorcia de prazer e com a habilidade do Padeirinho. Continuou vários minutos neste exercício prazeroso até que percebeu que tudo estava rodando em sua frente, parecia um brinquedo um parque de diversões e se estremeceu como uma erupção vulcânica, ela sentiu que lá dentro de seu ser jorrava uma cachoeira incessante; orgasmos que se multiplicavam em muitas facetas e ficava cada vez mais intenso, esta jovem senhora nunca sentiu sensações tão intensas, algo delirante, fenomenal estonteante.

Ai no momento em que entorpecia de prazer, ele foi com calma e muita habilidade e bem devagarinho introduziu o vantajoso membro naquele túnel encantado, sentiu que a vagina desta fêmea estava em desuso, tal era a estreiteza do canal que além de bem lubrificado o pau de Gustavo deslizava com dificuldade devida estar apertadinha como estivesse usado pouco aquela xoxota tão abençoada.

Ela soltava gritinhos de satisfações, como se estivesse orgasmo permanentes, se mexendo e acomodando a enorme pica de Gustavo o Padeirinho que nestas alturas dos acontecimentos já estava alcançando o final do canal vaginal, ela percebeu quando a cabeça do membro estacionou bem onde não tinha mais para onde ir, ela hora se mexia em seguida se relaxava e se buscando ainda mais prazer apesar de ter chegado ao limite.

Logo ela sentiu algo quente, muito quente que jorrava dentro de sua bocetinha, era Gustavo ejaculando esguichando com pressão seu líquido viscoso que saia em temperatura altíssima, ela sentiu que o gozo de Gustavo explodia dentro de suas entranhas, ambos simultâneo se esvaiam, ela soltou uns gritos fortes de prazer enquanto também descontroladamente gozava, enlouqueceu de vez quando pela primeira vez gozou com um membro penetrado em sua vagina, os dois terminaram seu esvaziamento em mesmo momento, ambos se enfraqueceram tal a quantidade de energia gastas nesta transa de loucura incalculável.

Em seguida dormiu recostada sobre o ventre do Padeirinho, cabelos jogados para trás e a face esquerda colada na pele do rapaz, no momento ensaiava uma cena, segurando próximo a boca o membro de Gustavo o Padeirinho, contornava a mão sobre o formato cilíndrico segurando como se estivesse exibindo um troféu em um momento de glória triunfal.

Os dois dormiram em seguida um sono muito compensador tal era o cansaço de ambos.

Por um imprevisto na estrada o carro de seu Arlindo o esposo desta mais nova amante do Padeirinho quebrou-se e ele se obrigou voltar para casa e sem que ela esperasse seu marido seu Arlindo chega a casa sobe a escadaria e dirige-se ao quarto deles e ao abrir a porta veja lá a cena que ele presenciou; Sua esposa dormindo nos braços do Gustavo o Padeirinho. Seu Arlindo olhou não se abalou em nada, achou tudo normal, somente começou a chorar vendo sua mulher nesta situação e soluçando dizia bem baixo:

- Coitadinha de minha esposa, ela esta desfrutando daquilo que ela merece, eu tenho muita dó dela,
pois a coitadinha não tem prazer na vida, por outro lado estou contente por ela estar se satisfazendo daquilo que eu não consigo lhe oferecer, por isso acho que ela tem mesmo que dar esta sua boceta para quem ela bem entender, já que eu não sou competente para isso, eu tenho pena desta sua carência.

Ele sai para seu dever e deixou um bilhete fixado na geladeira dizendo assim:

- Amor, estive aqui agora a pouco, vi você lá no quarto dormindo com seu amigo, pode ficar a vontade, aproveite bem estes seus momentos – Beijo querida vou ficar mais uns dias fora quando eu estiver voltando te ligo. Amo-Te.
Thauuu..
                                               -o0o-

Arlindo e sua esposa trabalhavam neste condomínio, não se tratava de patroa e nem patrão, depois Gustavo o Padeirinho ficou sabendo disso.


Antonio Herrero Portilho. 

FAMTASIAS SEXUAL. Dona Irene.


  FANTASIAS Sexual
                              
Quando Irene chegou de viagem de férias naquela noite, percebeu um ambiente calmo que pairava sobre sua bela moradia, parecia que estava tudo em ordem e continuava do mesmo jeito que a deixara dês do dia que saiu de viagem. A janela de seu quarto parecia tão solitária, só havia sinal de abandono nesta mansão, percebia-se tudo escuro lá dentro, seu caseiro não cuidou com cuidado das faxinas a qual fora incumbido.
Irene estacionou seu carro em sua garage e mais que depressa se dirigiu até a caixa de luz, estava escuro, mas o facho de claridade do farol do carro que estava aceso deixava tudo nítido, à chave geral que ligava todo o esquema elétrico dos compartimentos deste enorme casarão precisava ser acionada, esta casa era tão grande para esta quase solitária mulher, tanto mistério guardava em suas intimidades! Ela tinha hábitos muito estranho com sua maneira de se relacionar, suas atividades sexuais não era apenas coisa superficial, acontecia muita insanidade em seus atos de prazeres carnais, usava todas as formas de extrair de seu corpo prazeres desenfreada com muitas depravações.  Em sua mansão sempre houve estes encontros com seus parceiros que muito apreciava estas práticas de sexo, existia um compartimento nesta casa reservado para esta finalidade com infinidades de acessórios e objetos de brincar de prazer. Já aconteceram muitas seções de sexo de formas mais escabrosas que se podem imaginar muitas noites a fio de intensas orgias com torturas com muitas humilhações, criatividade infinita, onde tudo se resolve a base de sadomasoquismo e muitas outras formas de satisfazer suas fantasias. 
Senhor Agnaldo ficou em sobressalto quando ouviu o barulho do carro quando ela bem forte acelerou pela última vez, o homenzinho veio logo ao encontro de dona Irene parecia preocupado com a patroa e foi logo perguntado se precisava de algo, ele sempre sentia medo das advertências a que viera ocorrer em algumas de suas displicências. Ele: um homem de estatura raquítica media mais ou menos uns cento e cinquenta e cindo sentimentos comparando a estatura desta jovem senhora tão grande e valente, seu Agnaldo não passava de um frágil inseto rasteiro que em nada superava os destemidos volumes corpóreos desta fera de batons. Quando dona Irene lhes exigiam algumas obrigações, este indefeso ser humano se atrapalhava de tanto apavoramento, este nanico tremia na base.
Penetrou a chave no buraco da fechadura rodou a e empurrou a porta para entrar, quando olhou para onde colocaria seus pés em seus primeiros passos pela casa foi logo percebendo um envelope de correspondência caído sobre o piso da entrada da sala, como se alguém houvesse colocado o por baixo da porta, pegou o nas mãos e foi logo perguntando ao senhor Agnaldo se o carteiro havia passado por ali nestes dias. Disse que não, não presenciou ninguém dos correios nestes dias, ela foi logo percebendo que o envelope estava sem selo e certeza que esta correspondência foi colocada bem ali debaixo da porta pelo seu próprio autor, um de seus grandes admirador e praticante destes atos sexuais de natureza sadomasoquista que busca o prazer pela a dor e a humilhação. 
Este seu empregado e caseiro estavam sempre a sua disposição, ele sempre prestava umas variedades de outros servicinhos naquela casa, dona Irene pedia muita ajuda a ele até fora de hora, devido muitos anos de trabalhos prestados para esta senhora, havia muita cumplicidade entre este empregado e patroa. Ela não ocultava nada, suas intimides não era segredo para ele, muitas vezes seu Agnaldo foi exigido para que a servisse na piscina, quantas vezes ele a presencio em completa nudez, sabia e tinha certeza que este minúsculo homem não a oferecia nenhum perigo, estava certa que em qualquer embate ele seria massacrado por esta poderosa fêmea possuidora de um belo corpo bem estético de deixar qualquer homem em completo apetite sexual. 
Senhor Agnaldo sentiu vibrar os ouvidos quando Irene sua patroa exigiu com a vós de austeridade, bradou com ato de bravura e insistência que a seguisse até seu quarto para que fizesse uma limpeza em algo que ficou pelo chão antes da ida quando saiu para viaje, e retirar os pós que havia caído durante estes dia que esteve fora, seu Agnaldo obedeceu às ordens e assim o fizera. 
Subia a escadaria que levava ao piso superior, o homenzinho a seguia assim como fosse um cãozinho obediente, aqueles passos pelos degraus ao qual ela pisava e avançava adiante causando um barulho do salto de seu sapato bem alto provocando um som ritmado que impregnava na mente daquele homem promiscuo cheio de fantasias de sadismo com líquidos purulentas e fétidas  deixando o excitado por estar sendo comandado por uma enorme mulher que demostrava tantas exuberância com este porte avantajado.
Seu Agnaldo começou a faxina pelo banheiro com mais atenção ao Box, pois Irene estaria se preparando para um belo banho, este faxineiro e caseiro foi logo pronunciando que não haveria muito serviço para executar e que já estava tudo limpo, foi saindo do banheiro para terminar a tarefa que lhe foi incumbido espanando todo o pó no dormitório de dona Irene, e assim o fez.
Quando ela foi para o banho deixou em cima da cama o envelope que só abriria quando estivesse totalmente descansada da viaje de banho tomado... Pediu para seu Agnaldo que fosse até a cozinha e preparasse um lanche bem gostoso e lhe trouxera aos seus aposentos, neste quarto. 
Dentro de alguns minutos seu lanche chegou, seu obediente empregado a serviu com muita gentileza em umas enormes bandejas com várias iguarias, servida de bastante sustância, acompanhado de uma refrigerante coca cola.
Terminou sua refeição, e ao passar alguns minutos procurou se inteirar das suas tarefas que depois desta viaje cansativa e estressante, ainda não era muito tarde a noite, tinha muito tempo pela frente, lembrou que teria que abrir um envelope muito misterioso que o encontrou na entrada da porta da sala, tudo indicava que se tratava de um dos praticantes das seções de sadomaso... Dentre várias correspondências, esta foi a mais interessante, o máximo que ela poderia fazer é ler a grande correspondência que lhe fora enviada por este tão secretíssimo a débito destas práticas tão estranha que ela sentia muito prazer em realizar a seus clientes sexo maníaco, isto ficou confirmado e o encontro se daria no outro dia as 21 h 40 min e tudo estariam combinado e este cliente seria um novato mais cheio de ideias promíscua. 
Quando chegou o outro dia o ambiente já estava tudo arrumado, a sala para sexo e orgia e castigo sado maso estava toda preparada, o senhor Agnaldo arrumou todos os objetos, correntes, algemas, máscaras para tapar o rosto só restando dois furos nos lugares dos olhos, este empregado de dona Irene sempre auxiliava sua patroa nestas atividades em que todos os clientes amantes desta prática de prazer e tudo que estava para oferecer para seus amigos, ficariam relacionados em documentos assinados pelo cliente.
Neste grande momento esperado eis que adentra pelo enorme portão da mansão um automóvel ocupado por um casal de idade ainda muito jovens, ele ao volante e sua esposa de acompanhante no banco de carona, senhora ruiva de corpo muito formoso ambos praticantes destas formas estranhas de fazer amor, tudo que ele gostava sua esposa também o acompanhava com muito gosto e prazer, eles tinham gostos idênticos até para estas práticas de sexo com castigo. Esta noite promete.
Estacionaram o carro sobre uma das árvores, mau o motor cessou seu Agnaldo foi ao encontro para recepciona-los auxilia-los como fazia com todo o cliente que desta casa usufruíam, cumprimentou os visitantes novatos e os encaminhou até o local onde seriam realizadas estas práticas, na mesma mansão neste cômodo. Chegando a tal sala de prazeres seu Agnaldo pediu que o casal aguardasse alguns minuto e que ficassem a vontade, nus se for possível, os dois começaram a se livrar das roupas em estante estavam pelados como vieram ao mundo aguardando a grande rainha a grande Irene devassa e perversa quando estava executando seus chicotes para castigo e dominação.
Dentro de alguns instantes ela desce a escadarias que dá acesso a sala de sexo e castigos, já sabia de tudo que estes queriam realizar, estava escrito no relatório, agora era só dar inicio o que estava no contrato, ficou combinado que a senhora ruivas só iria assistir seu esposo sendo humilhado, assim seria sua forma de prazer que ela apreciava, às vezes até ajudava em desferir os golpes de chicote em seu próprio marido que enquanto não presenciar o sangue de seu companheiro esvair não chegava ao auge do prazer e gozo total. 
Dona Irene se aproximou do casal falando alto com autoridade e acionava o chicote acertando as costas nuas deste senhor que a cada chicotada e ato de sofrimento causado pela grande fêmea Irene lhe aumentava mais e mais seus prazeres, era tudo que este casal gostaria de sentir, o gozo extremo.
A senhora ruiva, com a ajuda do senhor Agnaldo, trataram de chegarem a uns dos estagio mais intenso, e aprisionou o novato com cordas de maneira que o mesmo ficara deitado ao assoalho de bruços exposto a toda forma de castigo, e muitos, que ninguém nem imagina. Muitos golpes fora desferido sobre as costas deste amante do prazer e dor, ele gemia e sussurrava percebia se que este senhor estava resolvendo suas fantasias que estavam tão guardadas em seus obscuros instintos sexuais, ele e sua esposa a senhora ruiva afeiçoada pelas altas depravações e chegava ao ápice das sensações de completos gozos torrenciais vivido entre este casal de novatos. 
No decorrer desta noite inesquecível muitas formas praticadas pelo sadomasoquismo o senhor novato recebeu de Irene e sua própria esposa, todo o tipo e forma de castigo e degradação a qual estava previsto pelos seus desejos este casal procurava e foi atendido na mansão de dona Irene que muitos intendido nestas modalidades e praticas diziam ser o palácio dos prazeres do sadomasoquismo com outras várias formas de praticar sexo com orgasmos e dor.
Enquanto dona Irene fumava um grosso charuto soltando grandes baforadas de fumaças o senhor novato estava amarrado às mãos e os pés, estatelado ao piso desta sala, suas costas estava toda ferida de ataque de chicote e queimadura de velas, e enquanto sentia dores também sentia prazer soltando gritos de satisfação. Para este senhor seria as realizações de seus maiores desejos já vividos e este grito parecia que o mesmo queria mais e mais a fim de extrapolar as medidas destes atos gostosos e prazerosos. Enquanto isso dona Irene e a senhora ruiva sua esposa estava de pé bem posicionada, duas grandes mulheres nuas e prontas para finalizar com o mais esperado momento pelo o qual ele aguardava com muitas expectativas, enquanto a ruiva sua esposa pisava suas costas com dedicação, forçando cada fez mais o sofrimento ao qual ele estava sempre desejando, obter para completar ainda mais suas fantasias as quais ela conhecia muito bem e sempre lhe oferecia para sua satisfação, os urros aumentava porque ele queria mais, e mais e logo foi completado com aquilo que já tinha praticado e eles apreciavam, enquanto isso Irene estava se preparando para desferir o último golpe, ela abaixou-se até seu rosto, soltou algumas fumaças de seu charuto que ainda queimava em brasa e disse algumas palavras perguntando algo, este humilhado respondeu que sim gesticulando com a cabeça, ela apagou o charuto em suas costas, esfregando o até o mesmo se espatifar provocando fortes queimaduras, terminando ficou de pé e elevou os quadris a frente, empinou-o oferecendo o presente que ele tanto esperava destas duas mulheres. 
Deitado aos pés destas duas mulheres, pronto para receber tudo que lhe era oferecido e já fora combinado a princípio, em dado momento começou sentir algo, como líquidos quente que esguichava e batia forte em suas costas, as duas fêmeas exercia uma duradoura micção, mijavam caprichosamente sobre aquela carne esfolada deste humilhado senhor,   o amarelo destas substâncias expelidas por elas, se misturava com o sangue dos ferimentos ocasionado pelas chicotadas, elas imprimiam cada vez mais velocidade impulsionando atingindo propositalmente as chagas, ele sentia que aguçava ainda suas dores e ardências nos locais daqueles cortes das chibatadas e queimadura que charuto provocou, mas quanto mais intenso as dores e humilhação o prazer aumentava ainda mais, ai ele gritava menos, não havia mais forças para nada, nem para gloriar este feito, se enfraqueceu entregando se a tudo que lhe era praticado por estas duas mulheres,  e aceitava estes suplícios como a maior realização de todos dos tempos em sua vida enquanto estes atos lhe faziam conquistar várias ejaculações de contentamento, neste momento elas também sentiram se satisfeitas e também foram agraciadas por estes orgasmos enlouquecidos providos de muitas insanidades.
Terminando tudo, este senhor adormeceu ali ao chão ao meio das grandes poças destes líquidos amarelados expelidos pelas  entranhas destas valentes mulheres promiscuas, feito por dona Irene e sua esposa aquela senhora Ruiva. Lá fora da mansão a noite terminou calma e serena, depois que todos os desejos foram resolvidos a vida tomou seus rumos costumeiros como era antes, o casal voltaram para suas casas, este senhor o novato continuou com sua vida de executivo em suas funções de grande importância no comércio e indústria, sua  esposa a senhora ruiva em casa não mudou em nada, voltou para o círculo de amizade deste grupo de senhoras as quais  ela frequentava, dona Irene em seu castelo dos prazeres continuou recebendo seus convidados como sempre. 

 Autor Antonio Herrero Portilho


                                          PASSAGEIRA DA NOITE

Naquelas tantas da noite, cenário sombrio, iluminação ineficiente, potência de mais ou menos uns cinco lampiões ainda que a neblina se encarregasse de escurecer mais um pouco.

As janelas dos casebres se fecharam mais cedo, todos os seres vivos não dava a cara para o frio penetrante daquelas horas dessa noite. Todos se esconderam em seu ambiente residencial, só se ouviam os uivos dos cães bandoleiros, os gatos atravessavam as ruas com rapidez, pareciam fugir de algo, o pelo arrepiado e o rabo teso.
 
O relógio da matriz marcava as doze badaladas no momento que um carro preto, marca Chevrolet modelo recente, diminuía a velocidade e até que parou mesmo no meio da rua, a porta da frente que ladeava o motorista se abriu, ouviam-se gritarias, o casal trocava diálogos em vozes altas, se tratava de um desentendimento, a jovem senhora desceu, colocou os dois pés no chão e bateu a porta do veículo com força, tão raivosa que estava, esqueceu sua bolsa no banco do carro, o homem motorista jogou a em pleno leito da rua, ela abaixou e pegou a bolsa conferiu os pertences ainda tudo estava lá, até um feixe de notas graúdas, ele não tirou nada, o seu bom dinheirinho ainda estava tudo certo em outro compartimento de sua bolsa. 

Tomada de um nervosismo infernal, as palavras de baixo calão continuavam, são ditas em clima de berros em escândalos.

A pé de sapatos saltos agulhas, nesses terrenos esburaco, grande dificuldade nas marcações dos passos pôs a caminhar por essa via pública deserta, parecia que estava voltando de onde veio uma inquietação naquela figura de mulher, tremula pelo clima ou indignação e medo do perigo nessa hora da noite.

Estava  longe de sua casa, chegar até lá seria impossível a pé.
Clarice caminhava procurando uma forma de passar a noite sem que ninguém a percebesse, os carros de aluguéis não não atendiam chamadas nesse local devido a ser área perigosa, muito violento essa localização nessa vila de moradias montanhosas que existia por ali, felizmente hoje não havia ninguém nas ruas, nem mesmo os marginais, acho que o frio deixou todos preguiçosos, sorte dela pois uma senhora jovem e de ótima aparência atraente, Clarice seria um bom petisco para os tarados e estupradores, disso ela tinha medo, já quase no fim da rua enxergou uma luz, parece que era em uma construção que ainda estava em obra, pensou em adentrar sorrateiramente, mas der repente deu de cara com um senhor todo se enrolado de uma manta de frio, homem idoso aparentava mais ou menos uns sessenta anos , pessoa a qual ela já a conhecia, mas não lembra de onde, não se sabe se foi em um de seus programinhas que os quais ganharia alguns cem pratas cada... quer dizer... sei não, pode ser, a final são tantos homens que conheço nessa vida que levo.

-Bom dia senhor, acho que já passa das vinte e quatro horas, e é bom dia mesmo.
- bom dia, disse o senhor após aspirar uma tragada de seu cigarro branco, se retorcendo do frio apesar de estar bem agasalhado.

  - o senhor me desculpe, mas eu me encontro em uma situação muito difícil, estava com um acompanhante até agora pouco.

Senhor interrompeu a narrativa da moça e completou:

- vi quando vocês passaram por aqui, anotei até a placa do veículo... Isso é um habito, pois costumo jogar na loteria e muitas vezes procuro essa coincidência de números, já ganhei alguns trocados no jogo do zoológico.

Diga lá pra mim o que te apoquenta? Acho que vocês vinham daquela casa de prostituição estabelecida ali.

- sim, nós estávamos lá, pratico minhas horas ociosas para fazer uns contatos com meus caras. Hoje para mim foi um dia de cão, não deu nada certo, só dei bola fora, mas assim mesmo ainda consegui ganhar uns mil reais.

- porque você desceu do carro, não estava bem acompanhada? Ele não causou nenhuma estupidez com você, diga lá, qual coisa extraordinária eu tenho o nº da placa do carro, podemos fazer um boletim de ocorrência.

- deixe isso pra lá, logo ele vai vir chorando aos meus pés, e o cachê dele sempre foi bom, da próxima vez eu acerto as contas com ele.

- muito cuidada princesa, essas noites são muito perigosa.

- obrigado por preocupar tanto comigo.
- eu já vi muitas mortes acontecer por aqui, já faz sete anos que estou por aqui.
 
-nós nos desentendemos, começamos a brigar a ponto dele me tirar do carro, queria fazer comigo coisas que estava fora do combinado, o que foi conversado fiz, mas, o que foi fora do programa eu resistiu e não fiz, agora fiquei sozinha por essas ruas, não tenho como chegar a minha casa, é muito longe, preciso urgentemente de um lugar para eu passar a noite, não importo como, qualquer cantinho até amanhecer aí eu pego um taxi e vou embora, prometo que não vou te aborrecer já mais.

- a senhora tem sorte minha jovem senhora, eu posso arrumar minha cama pra senhora, sou o guarda dessa construção, você se arruma lá até chegar a hora de eu dormir, não se preocupe, não vou tirar proveito dessa situação em que está passando, se um dia a gente se encontrar por aí nesse mundão sem dono, aí combinaremos até  dar umas umbigada, apesar desses meus cinquenta e nove  anos ainda faço bom sexo, estou muito inteiro ainda, hoje, por exemplo: não estou em condições, já me desgastei tudo que eu tinha armazenado, por isso não vou te aborrecer em nada, amanhã bem cedo você passa a minha caminha de volta.

- sim senhor,  um dia te vejo, aí vai rolar uma programa legal.

- não vai pensar que esse favorzinho vai ficar na graça. Agora vá dormir logo.

- sim, senhor, pode ficar a vontade, não vou alterar em nada seu cantinho, confesso que seus lençóis ficaram até mais perfumados.

Seu Abrão em gesto de brincadeira – Você não tem o costume de cair da cama, ou não? essa é bem alta.

- só quando eu tomo umas meias dúzia de cerveja, como hoje eu não tomei nada mesmo, então não correremos esse risco.

Clarice dirigiu-se até o fundo, encontrou o cômodo em que seu Abrão dormia durante o dia, esse quarto nessa construção já estava acabado, tinha o banheiro, chuveiro e uma caminha bem limpinha, seu Abrão era um senhor muito caprichoso.

Clarice até tomou uma chuveirada, se enxugou com suas próprias roupas, se preparou para dormir, era pouco mais de meia noite.

Ela dormiu em seguida, poucos minutos assim que descansou as costas no colchão dessa caminha tão aconchegante.

Essa casa de prostituição ficava a uns quinhentos metros arretirada do local em que se encontrava o posto de guardas do senhor Abrão e o trânsito que ia e voltava nessa rodovia BR passava por ali, seu Abrão passava a noite acordado, além de se divertir com o movimento, também guardava os bens armazenados nessa obra.

Às cinco horas da manhã já aproximava, o velho se dirigiu para os fundos, levou seu radio de pilhas com sigo e como de costume começou a passar um cafezinho saboroso, pegou nos guardados a caixa de filtros de papéis e todos os vasilhames, preparando com a água logo já estava fervendo começou a coar, jogando jogando o líquido quente e fumegante no pó de café colhendo uma garrafa térmica quase pela boca,  no radio velho de seu Abrão já anunciava a hora certa para se despertar, preocupado com Clarice que dormia a soltas e bem a vontade, a chamou e até deu uns chacoalhes fazendo que a moça acordasse logo que nascerá o dia e a peonada da obra já-já retornaria a labuta.

Clarice acordou meio que sonolenta assim como quisesse ficar mais, mas senhor Abrão disse com firmeza que ali não poderia ficar mais.

O velho senhor convidou a para que tomasse o café fresquinho e saboroso, já estava pronto na mesa.

- Saborosíssimo seu café, muito bom esse seu cantinho, acho que voltarei mais vezes, posso, senhor Abrão.

- Sim será um prazer recebe-la em meu lugarzinho, você pode vir quantas vezes quiseres, é uma senhora muito bonita, limpa, garanto que os meus lençóis agora estão  mais perfumados, o sofrimento meu é; não vou te esquecer por essa semana toda.

- Não se preocupe, em breve estarei de volta.

Clarice abriu a bolsa tomou o seu telefone móvel e chamou um taxi.

- ah... Já ia me esquecendo, deixei um presentinho para o senhor debaixo do travesseiro, não decepcione, é pouco mais ajuda.

Abrão seguiu até a cama que ela dormiu e foi conferir.

-Não, não, não posso aceitar, pode ficar com você esse dinheiro é seu não gosto de ficar com dinheiro de mulher.

- Não se preocupe senhor Abrão, amanhã eu ganho mais.

Batendo com a mão entre as duas virilhas, um pouco à baixo do ventre ela dizia com orgulho:

- essa aqui me faz ganhar muito mais que isso em dinheiro.

- não quero, esse dinheiro é seu.
 
- Não... É seu, é de bom coração! Exclamou em voz alta, tomou o taxi que estava esperando em frente e foi-se embora prometendo voltar.

Não demorou dois dias Clarice estava de volta, Abrão contou sua história, Clarice ficou muito triste, assumio as dores desse seu  mais novo amigo que estava passando por uma separação, já fazia alguns meses que não voltava para casa, morava no interior, essa empresa construtora tinha obra em muitos estados da federação, vez em quando  se mudava para outra obra em outra cidade conforme seu superior ordenasse.

- porque a empresa se interessaria em manter um empregado sem qualificação com tantos anos de trabalho? (Questionou Clarice perguntando)

Abrão foi logo respondendo:

- Não sou vigilante, sou encarregado do setor de pedreiros de acabamentos, nem  um qualquer,  responsável por um setor muito imortante, a empresa me paga um bom salário por essa minha função, tenho problema de insônia e prefiro ficar aqui nas folgas de meu amigo, acabo me de lembrar amanhã ninguém trabalha, posso dormir o dia quase todo, mesmo que não fora tenho a liberdade de dar as minhas dormidinhas, meus amigos pedreiros são muito eficientes, não preciso ficar em cima do serviço, eles trabalham direitinho.

Sofro muito com essa separação, sempre fui apaixonado pela minha esposa, nunca a traí, não sei como fazer sexo com outra mulher, criei meus quatros filhos, hoje já casados, agora que poderíamos tornar um casal sem filhos por perto me veio essa separação. Disse o velho com ar de decepção.

- pois é seu Abrão, hoje o senhor vai fazer uma nova história em sua vida, não vá me frustrar em, esse material aqui é de primeira e tá bem cotado no mercado do sexo, o que muitos pagam caro para ter, o senhor vai ter de presente e vamos que vamos que a noite é nossa.
Clarice esqueceu se de seu marido truculento, das brigas, dos esfolamentos, não se lembra de mais das dores dos socos e sopapos em que levou de seu marido violento.

Abrão deixou para o esquecimento os traumas da separação, a noite de amor veio trazer a cura desses males que atingia aquelas duas criaturas, essa noite foi apenas uma noite das mil e umas que viram, tudo veio a calhar na vida dos dois.

As aventuras noturnas das noites de orgias ficaram perdido na história de Clarice que agora viverá  somente para Abrão e serão felizes para sempre.

antherport/ 01/6/19
 
 
 
 
 

  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....