Nas Aventuras de Gustavo, enquanto a bola rola.


 


AS AVENTURAS DO GUSTAVO



 Enquanto a bola rola.

O estádio  lotado,, toda a galera estava envolvida no jogo, mas, Gustavo ainda achou um cantinho entre as arquibancadas e uma parede que parecia da casa do zelador do estádio. Era um campo de futebol de uma cidade do interior, neste dia acompanhou a turma nesta partida de futebol de dois times pequenos e desconhecidos, o time de seus amigos que entraria em campo.
 
Enquanto a bola rolava Gustavo se esbaldava com as meninas, agora com Fabiana popozuda levadas amantes de um sexo caliente.
 
Descobriu um quartinho bem ali onde os pedreiros guardavam as ferramentas, abriu a porta e empurrou Fabiana para dentro e logo foi caindo em cima de uma porção de sacos de cimentos, Gustavo precisava de algo para forrar o local, antes que se sujassem de cimentos, começou a revirar todos os locais por ali e acabou encontrando algumas camisas que os peões trocavam as de passeios e vestiam estas só para o trabalho, percebeu que não estava tão suja, Fabiana tomou posse de uma destas roupas e mais que depressa se limpou em baixo; passou em sua boceta que ainda estava melada do gozo anterior á alguns minutos, sem pensar duas vezes e em um comum acordo confirmado pela troca de olhares assim começaram uma sessão de sexo oral, ela gostava de sentir o toque de uma boca quente em sua vagina, agora inflamada e desejosa, depois de muitos beijos calorosos o rapaz desceu a boca assim que mordicando aquela pele perfumada e saborosa e no instante chegou até o objetivo,  que era provar com sua própria boca aquela racha divinal, até parece que Fabiana sentia seu clitóris teso vibrar de desejos, der repente percebeu quando Gustavo tocou com a boca aquela maravilha que possuía entre aquelas colchas roliças e bem torneadas .
- Meu bem... Gustavo retire esse seu boné, não vê que assim fica difícil, enfia esta sua cabeça entre estas minhas pernas... Vai meu bem passa essa língua assim bem gostosa, isso, dê aquelas tremidas na língua, vai assim tá muito bom, estou toda tesuda, você é mesmo o máximo, gosto que chupa ai neste ponto, esse ai é meu botãozinho abençoado, estou começando a gozar, acho que não vou parar mais, isso tá muito bom, parece que estou me explodindo por dentro... Ai, que delícia, como isso é bom!!! Estou gozando... Ai.. Gozei, gozei, que bom...
 
Enquanto que Fabiana em cima dos sacos de cimentos, de pernas bem abertas expos sua xoxota de fresta bem avermelhada saltitando de tezão convidando Gustavo para uma penetração.
 
O rapaz posicionou seu membro mais que ereto, denso e enrijecido, antes a tocou com o dedo riscando a racha umedecida enquanto beijava chupando a língua de Fabiana que até atrapalhava o beijo por causa da respiração ofegante, Fabiana estava descontrolada e até tomava a iniciativa desta penetração, ela mesmo tratou de introduzir membro de Gustavo, o pegou com toda aquela delicadeza e impulsionando o corpo contra o corpo de Gustavo oferecendo suas entranhas para que o mesmo a mergulhe até a profundeza de seu ser de fêmea.
Fabiana feita louca enquanto aquele instrumento másculo estava totalmente preenchido entre as carnes de sua vagina, neste momento parece que apertava o pau de Gustavo, até parecia um abraço apertado em torno do mastro penetrante e vermelho em brasa.
 
Neste momento Gustavo estava deitado de barriga para cima enquanto ela cavalgava sobre aquele corpo obediente, ele permanecia calado deixando ser consumido por esta devoradora de homens.
 
Fabiana sempre buscava mais e mais, a cada transa ela se superava e evoluía se descobrindo formulas de satisfazer suas fantasia exacerbada e insana.
 
Logo ela desacelerou os vai e vens enquanto Gustavo começou dar umas estocadas contínuas, ela percebeu algo inundando suas entranhas, era o membro de Gustavo que lançava a toda pressão expelindo seu leite viscoso nesta profundeza feminina.
 

Fabiana soltou um grito triunfal e acompanhou Gustavo em suas gozadas...
 
Nossa que foda em!!.. Fabiana enquanto limpava sua xoxota com a camisa do pedreiro que havia guarda por, ali perguntava:-
 
- Quando que seu time voltará jogar aqui em minha cidade?.
 
- Agora vai demorar, só retornará a jogar na segunda fase do campeonato.
 
-Não tem problema, daqui até lá nos veremos para outro encontro.
 
-Ouça Gustavo, Marcaram um gol... e foi o time da casa.
 
- Fodas este jogo, estes pernetas, eu nem curto muito futebol, eu só
estou mesmo a passeio e comer estas meninas do interior.
 
- A é gostosão...
Agora me diga, Onde eu ponho esta camisa que eu me limpei, onde ela estava?
- Joga ai em qualquer lugar mesmo, já tá toda borrada de sua boceta.
 
- Ah tá... Coitado dos pedreiros.


 
Antonio Herrero Portilho. . 20/9/2015

 OS CANGACEIROS, O CORNO E DONA NENÉ.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015


Veja mainha tem  tiros explodindo ali pertinho e acolá, é os cabras de Virgulino que estão a guerrear, mainha eu to com medo, eles   tá vindo pra cá.

Menina, bora corre pra dentro vai logo se esconder antes que uma bala perdida venha pega você.

Estes cabras de Lampião não perdoa nada não, enquanto não derramar sangue, com corpos estendidos ao chão, não sossega a escopeta nem por ordem do capeta eles não para não. 

Mainha cadê painho que nesta hora aqui não tá.

Seu pai é um cabra froxo tem medo de morrer, nem sua esposinha ele não vem  defender, eu quero que ele morra cabra não serve pra nada tem mesmo é que se foder.

Os cabras de lampião invadiram esta casa pelos fundos do quintal, trazia preso e marrado o pai da zezinha; marido de dono Nené painho de Balalau.

Como é seu cabra?... tá se borrando de medo?

Assim dizia dona Nené.

Tu precisa levar coro que é pra se aprender, eu ainda acho pouco, homem que é homem não peida nem na hora de morre... Tu não honra esse saco que fica ai pendurado que não serve mesmo pra nada, ai eu digo pros cabras, que passe a faca nos  ovos e dê pros cachorros come.

Eita que bichinha formosa que dá gosto de se vê, logo ela vira viúva, não vejo a hora de sê, vamos capa este corno e sua mulhe come.

Não faça isso não seu Quinzão, deixa o caba ir embora, estas coisas que tu qué eu vou lhe oferecer, faz muito tempo que to precisando outro home conhece, é agora que eu vou te.

Agora um de vocês, amarre meu caba no toco, enquanto nos vamos fudê... E tu corno safado, vai fica olhando tudo  que nós vai faze é hoje que vou a forra fazendo que tem que faze.

Não faça isso não mulhe, não me cornei não, respeite nossa união, casamento é coisa séria, isso tu não pode faze.

Faço sim, e isso você vai vê.

Como  Tenho que aguenta, minha mulhe com os cabas assim fuleira.

Em plena luz da manhã dona nené mainha, começa a se libera e logo em poucos instantes nuinha como nasceu ela começa fica mostrando o material, pros cangaceiro oiá... Mas, só começa a vadiagem depois que virgulino manda.

Cinco caba peladão pronto pra ataca, enquanto nené corria o olho, conferindo as ferramentas escolhendo com atenção em qual ela vai pega e foi logo com quinzão que ela foi se engraça. Chegou pra bem perto do cabra, juntou a mão nestas pencas que o caba chegou funga.

Vocês fica em posição que logo vou começa, quero pega nas mãos o que vocês tem pra dá, vou escolher mais grande que é pra mim se farta, não quero pinto miúdo já to cansando de usa, já basta o do meu corno que entorta pra entra, não endurece inteiro, só presta mesmo pra mijá.

Pronta dona Mocinha já escolheu o caba com quem tu que transa?... Tu vai fica com o Quinzão ou é mesmo o Zé Fuá, nas zonas em que passamos foram eleito os melhores pelas putas do luga, as mulherada as pernas reganha só pra vê o pau entra e sempre quem sai ganhando e Quinzão e Zé Fuá.

... Oli... Capitão Virgulino eu vou fica mesmo com dois que assim vai chacoalha, eu quero Quinzão entrando na frente e o meu furico novinho vou dá pro Zé Fuá enquanto Quinzão mi come vou relaxando minhas ancas arrebitando a popança pro pau de Zé Fuá entra, vou inche os dois buraco e o outro que sobra, vou deixa pro Severino a minha boca tampa.

Neste dia no sertão a cabocla Nené não deixou nada falta, foi comida e recomida gozou até se mela, foi de quatro, frango assado, de gangorra ou de cócoras, deitada sentada, de cata cavaco ou em pé, deu até cansa, começou de manhãzinha até o sol esquenta, só não meteram mais por que os cabas se amoleceram e assim não ia aguenta.

   Agora que acabou tudo, todos a se farta, vamos dá um jeito no corno que é pra ele sabe que aqui neste terreno é nois que vamos manda.

Enquanto Zé fuá com a faca na mão a limando pra afia como um corte de navalha até cabelo comprido dava pra apara, prontinho pro saco corta, partiu pro lado do caba a intensão é capa, dona Nené correu gritando deixa meu corno vive ele é meu marido e sempre há de ser  nois vamos viver junto até quando nois  morre, deixa ele se salva.

Só foi uma aventura, uma vez
na vida, daquele dia em diante dona Nené nunca mais traiu seu marido, respeito até o dia de morre.

                                     antherport


DELÍRIOS INSANOS

 DELÍRIOS INSANOS.

                                        

Demostrava total relaxamento, suavidade, ternura de inigualável beleza.
Em sua face esboçavam os finos traços de sua sublime delicadeza.  A noite embalava seus delírios; seus sonhos proibidos, de prazeres ensandecidos.
Deixava ser levada por caminhos alucinantes.  A excitação em demasia tomava conta de seu corpo, febril, você ansiosa e provocante.
Como chama ardente incendiava sua pele, impulsionando seus instintos de mulher, expandia e fixavam em sua imaginação como lavas vulcânicas brotando das fendas fumegantes.
Áreas exógenas sensíveis à flor da pele tornavam se latentes, no momento que seu ventre ofegante movimentava repetidamente, como o acasalamento de uma fera, um ser animal.
Neste vai e vem de tantas sensações, você se pronunciava em choro, gemidos, sussurro.
A sua boca expressava  tudo que no momento seu coração exigia, seus órgãos em alarido gritava, nas profundezas de seu universo feminino.
Algo se exauria em momento exaustivo, luxuria incessante; Prazer carnal. Seus olhos fechados como se estivesse gozando de um sabor inigualável, agora aliviado, as lágrimas molhavam seu rosto no instante sublime da paixão.
As forças da imaginação tocando seu íntimo, e com o auxilio de seus movimentos, mãos obediente fazia aflorar em suas insígnias de mulher, sensações enlouquecidas. 
Espalhava por todo ambiente fascinantes fragrância de fêmea no cio, aroma agradável de amor. Com muito suor correndo pela extensão do seu corpo.
Suas mãos presas entre as pernas como uma menininha apegada a sua preciosa bonequinha; como que duas mãos aprisionavam com carinho uma pombinha com as asas inquietantes.
Acalentava esta sua joia de fazer amor, recipiente de condicionar o instrumento másculo reprodutor.
Parece que pulsava de tanto ansiedade; urgência de se entregar em completa vaidade, loucura insana e voracidade.
Isto que possuis; portal da sua alma feminina, furor, em fulguração, mas agora mansa e domada esfomeada. Isto que reside entre meio suas duas coluna bem torneadas que te põe de pé, que sustenta seu ventre, ninho sagrado da procriação.
Esta danadinha vadia comilona precisa de um bravo guerreiro que se apresente de cabeça erguida em posição de sentido, que lhe sacie a sede de prazer, que suas carnes sejam dilaceradas, com uma ferramenta em brasa, ferro vermelho incandescente que lhe enlouqueça de prazer  lhe leve por lugares imaginários, de delicia, de muitas fantasias, que dê prazer, em todos os momentos que seu corpo precisar fazer amor. 
Antherport.

09/02/2009

Nos becos da vida.

 Luana e suas fantasias sexuais, criatividade não lhe faltava, marido viajante dentre esses tantos dias fora de casa facilitava essas realizações, sempre gostou de viver em vários personagens, pela décima vez encarou no personagem de uma senhora que vivia ali nas imediações de sua rica mansão; dona Betina, muito conhecida por todos, dona Betina até tinha lá suas aparências joviais, seu rosto de belas linhas e face até não muito feia que escondia uma mulher muito interessante.

                                                   o0-0o


Nesse dia mais ou menos às dezesseis da tarde Luana olhava pela janela de sua sala, observava o movimento ali na rua em frente de seu portão a movimentação dos viciados e mulheres comercializando o corpo para custear seus vícios, na distância mais ou menos de quinze metros escondendo o rosto na cortina, anotava tudo e imaginava como seria fantasia desse dia, usar roupas de trapos e se misturar no meio daqueles persona da vida real, ainda queria ir mais longe, se prostituir tal qual aquela gente, sabia interpretar muito bem, sua profissão tem tudo a ver com isso, ela é uma iniciante atriz de teatro, coincidente terá que encenar um papel assim como esse dessas vidas em uma peça teatral.
Enquanto tomava banho, recebeu um telefonema meio que urgente, dizendo que não poderia voltar pra casa esse fim de semana, que aguardasse para o meio da semana próxima, voz do marido se despedindo, Luana sem medo de dar errado sua  intenção, foi a dispensem e se vestiu de roupas já bem usadas, se tornou uma ótima mulher de poucas posses, olhou ao espelho e percebeu que fantástica transformação, pronta para desempenhar seu papel, quando se viu pronta percebeu que seu corpo estava também transformada por uma grande excitação, quando se vestia para fantasiar sentia uma enorme erotização, essa sua personagem agora terá que ser completa, assim como assiste com frequência de sua janela, a prostituição será o ponto principal, Luana terá que abrir mão de seus recatos e se soltar dessas redoma, em outras fantasias ela já praticou atos libidinoso,  dessa prática ela gostava, se vestir nesses personagens de mulher leviana sempre seu fetiche, tudo indica que hoje ela irá se esbaldar.
Depois que estava pronta, saiu com carro, era mais ou menos umas vinte e três horas, levava com ela roupas para se trocar caso houvesse alguma urgência, vidros fumês ninguém podia reconhecer que nesse veículo dirigia uma senhora da sociedade, fina e muito conhecida que vai desempenhar seu papel com personagens vivos e reais.
Ficou algum tempo observando a movimentação das ruas, parada ali debaixo de uma árvore plantada no meio fio da sarjeta, lugar escuro e sombrio.
Quando as ruas ficaram deserta, Luana meio que disfarçada desce do carro e fecha tudo, arruma a roupa, coloca a bolsa pendurada nos ombros, depois alguns passos se infiltra no meio das prostitutas e aguarda para seu primeiro ato, tremia muito, não se sabe se era expectativa, excitação ou sei lá, o lugar era muito perigoso, nessas ruas já correu sangue, o comércio de sexo era uma constância e ficava bem ali pertinho da casa de dona Luana que sempre assistia tudo com muitas curiosidade a fim de participar destas transas sexuais. O desejo sexual levava os pensamento de Luana a altos graus de excitação, nessa mente povoava muitas loucuras sexual, essa noite ela vai por em prática todos aqueles sonhos eróticos e a história vai acontecer nesse momento.
A jovem senhora ficou intrigada com que acontecia, nada normal com esse senhor, percebeu alguns traços feminino naquele semblante,  os trejeitos como se movimentava era próprio de uma personalidade feminina, Luana percebeu  estranha aquelas atitudes - seria ele um homossexual, um travesti, bem... Isso não pode ser se assim fosse não teria me convidada para um programa, veremos no que se dá nesse desenrolar dessa história. 
No momento que Luana tomou esse veículo a pedido desse senhor, não percebeu que esse motorista era muito delicado e até meio que afeminado, pelo menos isso vai lhe servir como experiência, tem homens que funciona dos dois modos, frente e verso, quer dizer bissexual, enquanto o dito cujo entrou para o banheiro para seu banho como se fosse dar início a uma relação, Luana ficou enlouquecida para saber de suas intimidades, queria por todas as maneiras visualizar esse corpo para ver se percebe esses segredos debaixo dessa personagem tão intrigante de aparências duvidosa, com medo, e muita expectativa no que poderia acontecer, Luana transvestida de roupas muito simples imitando Betina; uma usuária de drogas que por ali fazia ponto, comercializava seu corpo a fim de manter seus vícios, se encontrando outro personagem transvestido.
Ficando só nesse ambiente, enquanto o suposto senhor estava em seu banho, Luana descobriu um corredor que dava para a área de serviço, localizou uma pequena janela de fácil acesso foi matar sua curiosidade ao que acontecia naquele banheiro onde esse senhor estava Luana arrumou uma cadeira, subiu e pôs se observar e grande foi a surpresa, ali diante dos olhos de Luana estava um corpo de mulher, não parecia em nada  com o motorista que trouxe para casa a fim de fazer um programa, agora a farsa foi desfeita, Luana saiu, desceu da cadeira e voltou novamente para o quarto para dar a entender de inocente diante desse acontecido, ficou atenta para ver no que daria essa trama, estava certa que não se tratava de um homem seu acompanhante. Pronto, já está na hora de tudo ficar explicado, Lua aguarda o desfecho, logo aquela personalidade aparece em cena, tudo fica explicado, se tratava de uma senhora lésbica, também realizando suas fantasias, pensou que estava saindo com Betina sua namorada afetiva, pois Luana se vestiu de Betina para realizar a fantasia de prostituta. Agora a história ficou concluída, Betina não era Betina, e o senhor que buscava a acompanhante, não era o  acompanhante, se tratava namorada homossexual da Betina.
Lá pelas tantas da noite, alguém bate a porta de Lilian a mesma que disfarçou de personalidade masculina certa que estava saindo com Betina, mas tudo ficou esclarecido quando entrou em cena a segunda Betina; a verdadeira, tudo foram desmentidos e assim que esse encontro foi realizado dessa maneira tão inoportuno, aproveitaram para fazerem um festinha a três mulheres em atos de lésbicos. Agora Luana se enriqueceu de conhecimento pronta para levar mais esse aprendizado para seus trabalhos artísticos.
Antherport/12/6/2020.            

A inesquecível Sueli.

                               A INESQUECÍVEL SUELI.

                         
Mulher de um corpo fabuloso, morena clara, cabelos negros ondulados, comprido até aos ombros, sempre linda e esboçava toda a gostosura que uma fêmea pode oferecer a um macho cheio de disposição e criatividade na hora de fazer amor. Vista de frente, nossa!.. Só de imaginar fico excitado, vendo pelas costas não tem quem não admira aquelas formas bem desenhadas, Sueli é mesmo de matar qualquer um de desejos, eu tão próximo, mas não dava em nada quando chegava alguém para atrapalhar minhas fantasias imaginativas e o que mais me chateava ela me chamar de papai, ai eu perdia toda a tezão.

Sueli tinha filhos, mas a vovó que cuidava durante a semana, ela vivia quase só, marido alcoólatra, um bêbado que caia pelas calçadas desta favela, assim mesmo não era uma mulher fácil que qualquer um chega e já vai ganhando, sempre discreta, mesmo que dê suas transadinha, mas tudo no absoluto sigilo, eu ainda não a peguei, mas a qualquer hora destas vai acontecer, as vezes fico um pouco sem papo pois a conheço dês de quando nascera, minha idade é muito a cima da dela, sempre diz que me tem como um pai que ela nunca conheceu, por isso não se preocupa muito em se cobrir sua nudez; senta de qualquer jeito, não cuida muito com as posições das pernas, quando se abaixas dá pra ver tudo a sua genitália mostrada pelas laterais da calcinha, ai não tem papai que aguenta.
   
Levantei-me bem de manhã, era um dia de domingo que estava para nascer dentro de poucos minutos, ainda estava escuro e havia muita névoa neste topo do morro, tudo estava em silêncio naquela favela, pois até agora a pouco todos dançavam nas baladas, todos se divertia nestes bailes, o consumo de cerveja e refrigerante foi bastante, agora é só curtir a ressaca,  não tinha quase ninguém nos becos e ruas, tudo calma.

Sueli acabou de fechar a porta de seu barraco, demorou alguns minutos retornou para fora passou quase pisando em mim, mas não me viu, me escondi aqui detrás desse pedaço de muro, percebi que ela fazia xixi bem ali na encosta deste morro, não era uma das noites muito clara, ameaçava chover, certeza que logo, logo a água da chuva lavaria todo o cheiro da urina.
 Ela tinha muito medo de chuva, sempre fui eu que a protegi na hora destes temporais, bastava cair nem que fosse alguns raios do pequeno já motivava ela correr para o meu cômodo,  o meu barraco e o dela ficava no mesmo nível de terreno rochoso, havia alguns arbustos entre aquele chão de pedras, sou negro, a minha cor em meio esta noite escura dificultava ela me enxergar, eu até prendia a respiração para que ela não me percebesse, poderia ela pensar que eu estava ali a proposito, mas não adiantou em nada eu tomar estes devidos cuidados, antes que se levantasse me perguntou:
- É você que tá aí papai?
- Sim, sou eu, desculpe, peço que entenda que não foi a proposito eu já estava aqui.
- Perguntei por perguntar, eu sabia que era você que estava aí, liga não isso é normal, considere que sou sua filha, entre pai e filha não pode existir pudor.
- A tá, não vá pensando assim se não eu acabo te adotando como minha filha mesmo.
- Fique tranquilo papai.

A chuva foi se aproximando, os pingos aumentando, Sueli e eu tivemos que correr para dentro antes que nos molhassemos

Aquela noite a chuva não parava, Sueli veio dormir comigo na minha cama e vocês pensam que sou de ferro? Esqueça isso de pai e filha, ela nunca foi minha filha, eu sempre a desejava assim como qualquer homem deseja uma mulher, eu estava loucamente de desejos, grande foi a sensação de penetrara-la em sua mais deliciosa xereca de mulher adulta, fizemos um amor gostoso, devido a grande expectativa e espera de muito tempo, mau aguentei ter aquela mulherona em minha cama, nesta noite repetimos algumas vezes, nunca vou me esquecer estes instantes memoráveis dormindo de conchinha com a minha mais linda morena.

Alfredo seu marido agora está pensando em largar a bebida, converteu-se a uma seita religiosa, adquiriu uma bíblia agora só pensa em converter os amigos e leva-los para sua igreja, imagine que um dia desse ele me veio fazendo uma pregação tentando me converter, disse para que eu largue de fornicação, fornicação é coisa do diabo, Sueli gritou em voz alta lá da janela de seu barraco.
- Larga não papai Não largue... fornicar é coisa boa!...

23/4/2918.
 

    

Fantasia sexual; Sexo na horta.

                                            SEXO NA HORTA 

Hoje ela já levantou cedinho para brigar com seu empregado, chamava atenção deste trabalhador por coisas simples e desnecessárias, dizia se muita disposta para trabalhar, que teria de entregar várias dezenas de caixas de verduras para o grande comprador que levaria para os grandes centros de consumo,  ai onde ela exigia o máximo de seu único empregado que desdobrava em muitos para satisfazer os gostos de sua patroa que além de trabalhar nesta horta também ajudava tratar das criações; lidar no pomar e roça.

Exigente e prepotente chamando seu Clóvis para lhe passar algumas ordens.

- Como é seu Clóvis eu te pago para isto?  Para ficar folgado e dormindo até estas horas, vamos logo, vá buscar o garanhão para cobrir a potra... Faça  isto logo.

Ela tinha mesmo uns costumes mesmo meio esquisitos, exigia de seu Clóvis que fizeste este trabalho, acho que só para lhe satisfazer seus caprichos e ficavam várias horas observando os animais a se acasalar. Até parece que ela gostaria mesmo de participar destas orgias se fazendo zoofilia  animalescas.  


 Dona Zezinha é muito imaginativa, sempre está  observando os alimentos existente no plantio da horta,   daí ela usa muita criatividade.

Quando tem gente nas proximidades ela tenta abster se destes impulsos  sexual, mas assim mesmo fica em contato disfarçadamente se escondendo entre as folhagens se deliciando com suas fantasias com seus frutos e até leguminosas, estica seu braço como fosse apanha-los, leva a mão naqueles pepinos viçosos e grossos  e desliza suas mãos como se estivesse entre seus cincos dedos um órgão masculino deslizando abarcando toda a forma cilíndrica. 

Às  vezes fixando os olhares nas legumes  acaba até por ficar excitada, a começar pelos nabos roliços,  as cenouras com as pontas rombudas, quiabos e mandiocas.


Ela só pensa em sexo com depravação; Ambiciosa com a pretensão de fazer uso de tudo que cilíndricos para que manualmente e voltando para suas partes genitais ela mesma introduza tirando dai seu prazer com intensos orgasmos que a leva aos delírios.

Falta de bom gosto; substitui o homem por um frio fruto da terra que só serviria  para cozinha. Enquanto isto, fico eu aqui sobrando, sendo trocado por um insignificante fruto da horta dizia seu Clóvis quando ficava sabendo destas bizarrices de sua patroa. 


Um dia deste seu Clóvis percebendo alguns gemidos dentro do banheiro, foi procurar saber o que estava acontecendo, veja só, ele flagrou  dona Zezinha com a prova do crime em  mãos, ia saindo do pequeno lavabo  que existe nesta horta, no momento que a mesma estava com um grande pepino segurando e se glorificando pelo gozo triunfal que obteve, estava ela satisfeita e feliz com este feito. Após seus momentos de prazer dispensou seu amante pepino que foi atirado ao longe; Pobre pepino agora é desprezado como se nunca serviu para nada. Ela é uma  sexo maníaca compulsiva, vive sonhando diariamente com seus erotismo desenfreado.

Quando chega o feriado que não há mais ninguém no sitio ela vai até o pasto dos cavalos bem ali perto da grande casa, coloca o cabresto no garanhão da raça campo Lino e sai troteando, vestida com trajes bem minúsculos; biquíni bem pequeno deixando aquele par de belas cochas amostras, encavalada no animal sem arreio e sem nada em contato direto com o couro do cavalo que alem de receber aquele peso corpóreo desta cavaleira que  sentia os movimentos do cavalo em suas partes mais íntimas friccionando causando um calor que surgia das entranhas em contato com o animal. 

Assim ela ia em direção dos fundos do sitio, lá onde existe uma grande reserva de plantação de bambus ornamentais, passa a tarde todo nas margens daqueles ribeirão, ela e seu garanhão, fazendo nãos sei o que. 

Depois chega tardinha ela volta com uma cara de com quem comeu e se fartou,  abre a porteira e solta o cavalo no pasto... O bicho fica pinoteando e relinchando correndo daqui pra ali, parece todo feliz por algum feito. 

Dona Zezinha agora já cansada das atividades deste dia, que não era dia de trabalho: Feriado,  mais se cansou com tantas aventuras; ela e seu cavalo Garanhão da raça campo lino.

Amanhã bem cedinho começa  novamente o trabalho de cultivar as verduras, ai começa tudo de novo; dona Zezinha e seus sonhos sádicos.

antherport/01/8/21

A VOLTA DE GUSTAVO; O PADEIRINHO SEDUTOR.

 A volta de GUSTAVO; O Padeirinho Sedutor.


O som que mais se destacava nesta manhãzinha era o rádio ligado apesar de baixo volume, Gustavo gostava de ouvir um programa sertanejo na radio local, pelas ruas solitárias daquele bairro tudo estava calmo e sereno mas, com o som de fundo  os latidos dos cães da rua e o barulho intermitente e gritante dos grilos que moravam naquelas praças. O carro de Gustavo descia bem de vagar ladeira á baixo, como se estivesse procurando um endereço.

Nesta manhã, com os primeiros claros do dia, Aline conseguiu ouvir o barulho bem baixinho do motor do carro deste Padeirinho; Gustavo, ela foi conferir para ver o que estava acontecendo. Quase todos os maridões que moravam nestas imediações não podiam ouvir este nome “Gustavo, o padeirinho” que estes guardiões, de suas esposas já ficavam de alertas e com este gesto de preocupação coçava a cabeça, procurando alguma protuberância, algo relacionado com infidelidade conjugal; quer dizer traição mesmo, ou no popular, algo relacionado com cornos.

Aline levantou-se ainda  quase nua, mas, enrolada na manta de abrigar-se do frio, saiu na sacada, debruçou na mureta e confirmou esta verdade, era ele, isso não tinha nenhuma dúvida, parou ao lado do terreno baldio de frente do sobrado de Aline.

Esta mulher nem podia imaginar este encontro com este rapaz, ficava tomada de uma enorme excitação e expectativa, este momento tão esperado não lhe saia de seus pensamentos,  estava tiritando de tesão, suas pernas tremia tal era sua pressa de tê-lo em seu poder para se esbaldar de prazer.                                                                                           Quando em fofocas com suas amigas revelava em segredo que quando sente a presença deste galã até involuntariamente sente que faz xixi aos pingos nas calcinhas, parecendo uma égua no cio.

Observou quando Gustavo saiu do carro e parou de frente ao terreno vazio e com alguns papéis na mão parece que media a extensão deste lote ainda com a capina a ser feita, o capim estava na altura dos joelhos.

Gustavo não sabia que Aline morava ali naquele endereço, eles já tiveram alguns encontros, mas, fora de seus habitats, os fatos que estão acontecendo são pura coincidência, mas, quando o pecado está para acontecer o diabo sempre dá uma forcinha.

Esta jovem mulher não lhe tiravam os olhos, a vista panorâmica deste sobrado lhe favorecia em tudo, pois esta propriedade ficava bem ali em frente.                                         Aline  ouviu quando um senhor que passava por essa calçada ainda perguntou a Gustavo: 

_ Bom dia seu Gustavo, Vai construir ai?
Respondeu Gustavo sem prestar atenção a quem indagava:

_ Sim!... Vou construir um estabelecimento comercial aqui neste ponto, gostei daqui deste lugar.

Apesar do rádio do carro ligado, ainda que o som estivesse baixo, Aline lá de cima da sacada ouviu direitinha a intenção deste rapaz, já foi pensando no pior e disse com sigo em pensamento:

_ Esse meu cara morando aqui bem pertinho, eu acho que isso vai se tornar um inferno, vai ser difícil  disfarçar esta minha atração por este persona, vai que a namorada dele descubra essas nossas relações amorosas... Ainda mais eu com este marido ciumento e descontrolado, essa rua vai virar um palco de guerra... Bom... Veremos em que vai dar isso.

Este marido traído, agora vítima do Padeirinho trabalha em uma estação de rádio desta cidade aqui onde moram estes amantes; Aline e Gustavo, nome dele é seu Brandão, locutor de programa de radio e uma espécie assim de gerente da emissora, até fazia reportagem policial, acompanhava a viatura da policia para reportar as ocorrências que viraria notícia.

Seu Brandão era mesmo um homem de estatura grande, enorme e ainda mais um por menor; bruto que nem sopa de prego, sujeito sempre falava alto, gesticulava muito as mãos quando expressava, carregava debaixo das axilas uma pastinha fechada de zíper, o volume contido parecia um revolver; apetrecho este que ele não desapegava.

O Padeirinho sabia disso, mas, não se preocupava, não tinha medo de perigo.
Aline depois de muitas observações deixou seu lugar de vigília e foi lá onde ele estava, atravessou a rua e chegou ao local assim como se estivesse transitando normalmente pela rua, o Padeirinho tão compenetrado com seus afazeres que nem percebeu quando ela encostou sobre seu carro, enfiou a mão até o painel deste veículo e com os dedos desligou o rádio, para conferir se ele prestasse atenção.

O Padeirinho logo virou de frente e com muito espanto e admiração, presenciou Aline bem ali perto dele.
Antes mesmo de cumprimenta-la disse com a voz firme e arrogante:
_Porque desligou o rádio, estava eu ouvindo estas músicas? E continuou com suas tarefas de medições deste terreno.
Aline disse ao Padeirinho que naquele momento não tinha saco para ouvir aquele locutor falar, não estava com estas disposições, cansada de ouvir o som destas palavras.
_ Não entendi.
Aline respondeu com ar de indagação _ Quase todas as noites e todos os dias ouço este cara falar, já não suporto ouvi-lo mais.

_Continuo não entendendo.
_ Não sabia que este locutor é o meu marido?
_ Não acredito, fala sério.
_ Falo sério sim, tá, e sabe onde moro? – Naquele sobrado bem ali de frente
_ Nossa!... Isto não vai dar certo, seu marido assim tão ciumento e metido a valentão, eu acho que vai acontecer alguma desgraça, pois não sou de aturar marido traído e ciumento, corno chorão é uma merda, mesmo que nossos encontros já se passaram Algum tempo.
_Ah!... Então você é esposa do tão famigerado Brandão?
_Por quê?... Você medrou desta vez, tá com medo do meu corno?
_ Lógico que não, estou querendo parar com estas minhas aventuras, não vou mais procurar mulher fora de casa, e dedicar mais á minha namoradinha, só se for um caso muito especial; uma dona muito gostosona para eu voltar á palavra à trás.
_ Então?... Eu não sou? - disse ela fazendo uma pose sensual.
_ Não me atentes para estes convites, que eu acabo perdendo a cabeça e recomeçando tudo novamente, acho que vai ser agora.
_Gustavo meu lindo, quero repetir aqueles momentos de glórias que vivemos naquele dia, você lembra né?
_ A proposito; seu maridão esta no programa do radio de que hora em diante?
_ Ele vai para emissora depois das cinco da manhã e sai quase ao meio dia, quando não almoça fora, outra coisa, ele tem uma insistência que todos os dias eu almoce com ele, ai ele me telefona.
_ Pois bem... Amanhã bem cedinho vou vir para indicar o local de trabalho para os pedreiros, ai depois nós nos encontramos, você siga para o final daquela rua ai eu paro o carro você entra, nós vamos lá naquele motel daquela vez. Combinado?
_ Certinho Gustavo, seu Padeirinho safado, a fim de me consumir né? Então fica assim.
Quando aconteceu o outro dia, tudo foi feito conforme combinado, Aline entrou no carro e dirigiram rumo a tal Taverna do Amor, enquanto isto o radio estava ligado no programa sertanejo apresentado pelo marido de Aline; senhor Brandão, isso era seguro, não corria perigo, pois enquanto o locutor falava ela tinha certeza onde ele estava; programa ao vivo.
Quando foram aproximando do local de fazer amor já perceberam uma fila enorme de carros logo na entrada que ficava aproximadamente uns duzentos metros da rodovia. Tratava-se mesmo de um dos mais belos motéis destas regiões, última vez que estiveram por ali ainda se tratava de um pequeno motel, agora novo proprietário, mais amplo com mais suíte Vips, toda esta arquitetura exótica retratava o sexo a começar pela entrada, havia um desenho de uma enorme vagina em luzes multicolorida que vista a noite percebia de longe aquele luminoso piscando como se estivesse esperando a clientela. e o horário de mais movimento era mesmo na parte da noite, mas hoje dia de sábado logo de manhã já estava formado aquele furdunço; carros buzinando de mostrando pressa para entrar, meio esquisito!...Logo... De manhã!!... _Que será que está acontecendo? Disse Aline. _fazer amor logo sábado de manhãzinha, e essa pressa. Der repente um senhor gritou em um megafone _ Promoção!...Reinauguração, Agora tudo pela metade do preço, o pessoal já sabia desta promoção.
Pronto!... Chegou a vez de Gustavo passar pela guarita, o controlador de acesso tomou suas anotações e assim os dois pombinhos foram para seus aposentos, certeza que nesta manhã promete muito... Vai rolar de tudo, os dois estavam ansiosos para este início.
Enquanto isso o radio do carro estava ligado no programa sertanejo dirigido por Brandão; o esposo de Aline que neste momento se encontra nos confortáveis braços de Gustavo Padeirinho sedutor e debaixo do chuveiro lá estavam eles nas maiores das sacanagens, quando saíram do banho foram logo para a cama, enquanto ambos nus e em altas tenções. Aline deitou-se de pernas bem abertas oferecendo gratuitamente aquilo tudo para este seu macho competente, experiente. Ela relaxou-se e expos sua genitália para ser penetrada com precisão.
Gustavo já algumas horas sentia seu membro enrijecido, agora que se livrou das calças ai sim tudo se petrificou, ficou muito endurecido pronto para a penetração nesta joia de boceta que lhe esperava latejando de tesão, se posicionou de membro apontando para o túnel de amor que Aline possuía em meio aquela racha vermelha e lagrimosa, já estava molhada e lubrificada enquanto o membro de Gustavo deslizou com facilidade se aprofundando contemplando aquele altar sagrado situados além das entranhas de Aline, ai tudo se confirmou conforme já era previsto; apesar de se tratar de muito apertadinha. Ela mal começou o intento já estava no estágio mais avançado destes prazeres, ofegantes como uma égua no cio, Gustavo e Aline ficou esta manhã inteira com estas orgias, no intervalo entre uma e outra tomavam seus drinques, se alimentavam e recomeçava cada vez mais quente, esta jovem senhora era superintendida nesta arte de fazer amor, o Padeirinho não ficava a menos, ambos transavam com qualidade e intensidade, muitos orgasmos foram vividos neste dia de sábado.
Gustavo e Aline dirigiram ao chuveiro, se banharam, se vestiram pronto para encerrar este capítulo desta jornada de amores intensos, Gustavo cumpriu sua missão, ela sentiu-se aliviada por completar este vazio em seu corpo de mulher que nestes dias estava tão carente de amor.
Aline percebeu que seu marido já á alguns minutos não estava na locução do programa deste radio, poderia ser algum motivo para suas preocupações, se tratava de um senhor enlouquecido de ciúmes, certeza que mataria qualquer um que ousassem alguma aventura com sua esposa que a qual ele considerava fidelíssima dona do lar.
Der repente o radio divulgou em edição extraordinária – Atenção!, Atenção radio-ouvinte, estamos com nosso link nas ruas, traremos para vocês as notícias em cima da hora, neste momento está acontecendo um fato; mais uma ocorrência policial lá no Motel Taverna do Amor, nossas reportagens já estão lá - Fala dai, amigo Brandão, relata o que está acontecendo.
_ Alô amigos da 90.05 FM, estamos diretamente aqui onde um senhor que se considerou traído, o nome dele: José Galhardo, o fazendeiro dono destas terras aqui do lado deste motel, ele muito furioso, colérico de ódio com um revolver em mãos e o dedo no gatilho ameaça matar o cara que está com sua mulher aqui no motel em uma das suítes. Este corno... Quer dizer... este marido traído está acionando disparos para todos os lados agora está havendo um corre, corre danado, alguns casais estão se evadindo, uns puderam fugir com seus carros, conseguiram pelos portões do fundo.
_ Vamos logo Gustavinho, meu marido está no outro pavilhão, fugiremos por aqui, se ele me pegar aqui estou frita.
_ Pelos portões dos fundos, rápido, rápido escaparemos.
_ Pisa neste acelerador... Caralhos que fodas, acho que ele me viu, passamos por ele naquela ala.
Enquanto os tiros furavam tudo, Brandão também começou atirar no carro do Padeirinho e enlouquecido xingava e esbravejava.
_ Maldita, desgraçada, me corneando, vou furar os pneus do carro daquele fila da puta.
Acertou só dois tiros nos porta malas traseiro do carro do Gustavo, o casal estavam tão apavorado que nem deram conta que os tiros saíram da arma de Brandão, acharam que os projéteis originavam da arma do fazendeiro.
Brandão agora já tinha a certeza, estava sendo traído, acabou por conscientizar que ele era mesmo chifrudo, sua esposa lhe traia durante a programação do radio, enquanto ele tocava as músicas dor de corno, sua Aline promovia suas orgias particulares longe dos olhos ferozes deste locutor, que através das ondas do radio promovia o amor em sofrimento em algumas vezes tocava Milionário e José Rico, Trio Parada dura, sem contar aquela música do Fio de Cabelo que Brandão gostava tanto.
Gustavo e Aline conseguiram se safar, parou o carro nas imediações da casa dela que acabou de chegar á seu lar doce lar.
_Ufa!... Que aventura incrível, que emoção, agora eu vou aguardar o maridão pra vê se ele me percebeu lá no Motel.
Gustavo o Padeirinho sedutor já está pronto para outra aventura, da próxima vez a vítima de Gustavo será a balconista da lojinha de confecções; uma garota linda, gostosa, corpo exuberante, uma joia de menina, agora já estão quase ás vias de fatos, certeza, Gustavo não vai deixar batida.


Antônio Herrero Portilho/25/01/2016.

  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....