AUTÓPSIA

 AUTÓPSIA 


Rua São Lázaro prolongamento; naquela altura destes números estavam instalados tudo que levava em conta este assunto; A começar com uma grande universidade de Medicina, a alguns metros dali um hospital especializado em todos tipo de doenças. Instalado nos fundos deste hospital havia um grande compartimento para exames de autópsia, e uma espécie de via local que dava acesso aos veículos que transportavam os corpos para exames, via estas que ninguém respeitavam os 30k/h estabelecida por lei; as ambulâncias e carros que prestavam serviços a este hospital. Também levava ao estacionamento dos médicos e todos os funcionários deste grande estabelecimento.
Mais alguns metros frente para a rua de baixo existia um o cemitério e várias agencias funerárias sempre de portas abertas pronto para atender qualquer espécie de féretro. Estas empresas especializadas neste ramo de atividade sempre estavam disputando espaço e travando uma guerra de concorrência para trabalhar em seus valorosos enterros.
Naquela madrugada sombria já passavam das doze horas, tudo estava em silêncio lá fora.
O clima estava em temperatura baixa, soprava uma corrente de vento gelado que varria todas as árvores plantadas naqueles arredores, com uma garoa fina e a ação do vento fazia assoviar as folhas dos pinheiros plantados sobre as passarelas daquele cemitério, a vidraça embaçada nesta sala tão solitária que só trazia recordações de algo ligado com mortes.
Sentada atrás de uma escrivaninha em meio a alguns fichários e prontuário, diagnósticos, relatórios e seus arquivos de serviços já concluído. 
Nessas noites exaustivas aguardando o próximo serviço a executar, estava ela; aquela lindeza cheia de simpatia, naquela face de doce menina com traços de imigrante japonesa mas brasileira de fato.
As pálpebras quase encobrindo aqueles olhinhos lindos verdes como umas pepitas de esmeraldas; Celine quase não controlava mais seu sono, não repôs o sono das vezes anteriores e naquela noite a poucas horas, antes de entrar em serviços estava  na mesa de uma grande lanchonete deliciando algumas iguarias da cozinha oriental suas degustações preferidas.

Esta profissional sempre muito comprometida com seu serviço, levava muito a sério suas funcionalidades neste departamento, que embora lidar com mortos, mas  muito cuidadosa a não se misturar trabalhos ao alcoolismo. gozou de cem por cento de sua sobriedade.

Nesta noite  passou pela lanchonete existente no centro comercial, presenciou seus amigos e até um eis noivo fazendo parte deste grupo de beberrões, esta noite ele não bebia, só acompanhava seus amigos, não ingeriu nada de álcool, raro acontecer, pois sempre estava  com uma cervejinha e copos em mãos.

Isto acontece sempre, hoje mais um motivo, houve um acontecido naquelas próximas horas, não se sabe bem o que lhes davam este motivo de tanta euforia, alguma vitória de seu time de futebol, isto já era motivo para se encher a cara de cerveja e outras várias marcas de bebidas.

Neste calor da juventude estes moços não dão muita importância aos perigos que há em dirigir um em estado elevado de embriaguez, momento que os reflexos, ou agilidade de qualquer uma situação de perigo se torna comprometido.

Enquanto Dr.ª Celine tentava driblar o sono e a solidão naquele cenário de defuntos e cadáveres, com uma caneta entre os dedos rabiscava uma folha de sulfite em branco, mas assim mesmo cochilava de tanta vontade de dormir.

Em um dado momento ficou em alerta, se despertou com algo que ocorria lá fora naquela avenida. As ambulâncias com as sirenes ligadas fazendo um barulho enorme para abrir o trânsito, D.ª Celine parece que acordou deveras, ficou surpresa com este possível acidente de trânsito.
Passados alguns minutos decidiu abrir a portinhola que dava visão para os fundos do hospital e logo percebeu alguns veículos estacionando em seus espaços personalizados, tratavam se de seus amigos de serviços os médicos especializados em autópsia, estavam longe de seu ponto de visão, mas deu para constatar estas verdades, todos de valise preta em mãos que além de contrastando com as alvuras de seus jalecos, que em breve em alguns imprevistos poderão mancha-los de vermelhos de sangues humanos.

Cada um deles possuíam modelos e tipo seus instrumentos, ferramentas de trabalhos que não gostavam de compartilhar a seus amigos, isto era muito pessoal.
Dr.ª Celine percebeu quando tomaram o rumo pela passarela calçada de concreto que levava até a porta destes grande e renomado centro de exames de autópsia. Ela logo se levantou, disfarçou o sono e ficou pronta para recepcioná-los em seu início de trabalho, Dr. Guilherme, Dr. Albano e o mais novato e recém-formado Dr. Alcides que morria de desejos de pegar a senhorita Doutora Celine, mas ela não dava a mínima atenção, aliás, quem não gostaria de passar uma noite dividindo travesseiros com esta beldade.
Depois que Dr. Albano e Dr. Guilherme a cumprimentou pela chegada dirigiram ao grande salão de atividades, arrumando as ferramentas e instrumentos de trabalho.
Dr. Alcides após cumprimentar Dr.ª Celine, com um abraço caloroso e um beijo no pescoço não suportando algo tão convidativo; parece que só ela possuía de bonito, foi logo ousando em deslizar as mãos de leve em sua tão irresistível bundinha e desferiu um leve beliscãozinho e algumas tapinhas dizendo em voz baixa.
Ao trabalho garota, parece que está para chegar um presunto por ai para nós fatia-lo. Um destes jovens beberrão. Morreu, mas quase não houve fratura de natureza grave, pelo que vi de antemão nem feriu seu grande narigão.

Dr.ª Celine ficou um pouco apreensiva e muita preocupada, pois seu eis noivo possuía o apelido de Narigão por possuir umas grandes e largas narinas, e agora já estavam fazendo algum tipo de ligação com os dois assuntos.
É... Vamos aguardar disse ela com a voz meio que embaraçosa.
 
Ele era daquele tipo de pessoa que não levava nada a sério, fanfarrão, falastrão e sempre estava metido em encrencas, dificilmente passava um fim de semana que o tal não tivera envolvido com algumas brigas, um desordeiro, fazia tudo contrário a leis, cometia as mil peripécias e trapalhadas, sempre se dizia que estavam com razão, lógico que  não convencia quase ninguém, poucas pessoas lhe davam crédito.

Além de tudo tentava passar uma imagem de garanhão, dizia que saía com as mulheres mais desejosas e gostosas daquela cidade; aquelas que todos sonhavam em pegar, mas não conseguia.

Infelizmente neste fim de semana aconteceu o inverso,  fez tudo certo, agiu como um perfeito cidadão, mas pela última vez nesta existência, estava coberto de razões, usou de tudo aquilo que não acostumava fazer, desceu a rua principal daquela cidade com seu Jeep modelo de veículo do exercito muito bem equipado com tudo que é exigido pela lei ao bom motorista no trânsito, e por incrível que pareça estava sóbrio, não havia bebido nada dês das dez horas da sexta feira última, levando em conta que se tratava das primeiras horas da segunda feira; já fazia algum tempo.

Esteve junto ao seu grupinho que sempre fizeram presença em quase todos os bares deste lugar, mas neste fim de Domingo  não bebeu.
 
 Enquanto dirigia seu Jeep muito comportado  e atencioso chegando ao semáforo, parou corretamente no limite que demanda a faixa do pedestre esperou sua vez ao abrir o sinal verde, e até ai tudo bem.

O trânsito estava muito agitado neste final de semana, as duas vias deste cruzamento estava ocorrendo um tráfego intenso apesar das altas horas.

Percebeu o sinal verde e mais que depressa colocou seu veículo em movimento para cumprir seu trajeto, mas infelizmente hoje não era seu dia de sorte, porque um grande caminhão de carga avançou o sinal vermelho e veio colher nosso amigo em cheio, foi uma lástima que isto veio acontecer logo agora que nosso herói estava pretendendo deixar esta vida louca para se dedicar as boas atitudes; assumir a postura de um bom cidadão cumpridor de todos os deveres com a pátria; isto havia jurado que cumpriria mudando completamente seu modo de proceder, se convertendo até o final de sua vida.
Parece que os Deuses da alegria não gostariam de vê-lo assim tão mudado, tão pacato e molengão o inverso do que ele sempre foi.

Faleceu imediatamente no local. A causa morte ainda não ficou definida não havia grandes traumas, talvez uma hemorragia interna com muita intensidade devido o forte impacto do grande veículo de transporte, nada pode se evitar e nem foi preciso nenhuma reanimação artificial, morte instantânea, podiam perceber um pequeno fluxo de sangue que jorrava pela boca, devido alguma suposta perfuração profunda, mas de estreito diâmetro, atingido  provenientes de algum ferro em um impacto violento.

Os exames serão concluídos dentro de algumas horas, tudo indica que  morreu devido o grande solavanco da batida, pois não houve grandes traumas.

A Dr.ª Celine em momento que estava se preparando para o início de seu trabalho, arrumando as luzes preparando aquela superfície plana semelhante a de uma mesa onde os corpos se estendiam para os trabalhos de abertura e acesso aos órgãos internos do morto. Súbito seus olhares atento percebeu na vidraça a cima um reflexo de luz vermelha que piscava e resplandecia no vidro do lado de fora, não ouviu o barulho do motor, só a rigidez dos pneus quando pararam por total, as portas bateu, ela percebeu que se tratava do carro do instituto de autópsia; o rabecão, Dr.ª Celine ficou sobre alerta e curiosa na expectava que poderia ser o seu eis noivo.

No momento que os enfermeiros estavam descarregando os corpos, Dr.ª Celine se retirou do ambiente; virou as costas e se dirigiu ao jardim lado do pátio existente naquela proximidade, parece que tinha certeza que se tratava deste seu antigo namorado e noivo, não queria se surpreender com esta realidade, acendeu um cigarro, foi ao banheiro que existia separado do pavilhão em que trabalhava os corpos para estes exames.
Os ajudantes que trabalhavam com o veículo de transporte de corpos a serviço desta central de autópsia descarregaram três presuntos e engavetaram no freezer dois dos três corpos, 
ficando com este que se tratava do acidente de trânsito ocorrido naquelas vias de grande movimentação.

Dr.ª Celine tomou coragem e com muita atenção, devagarinho foi descobrindo o rosto do morto, com muito cuidado retirou o lençol na parte da cabeça e logo foi confirmando tudo aquilo que estava previsto, era ele, agora ela já tinha certeza o rapaz que  namorou noivou e até quase casou-se; este que tanto lhe fez companhia nos melhores momentos de sua vida, o marrento, briguento e Bady boy bom de briga, agora  iria auxiliar o Dr. Guilherme e sua equipe no trabalho em exames deste corpo e D.ª Celine com suas mãos tão delicadas  ajudará a retalhar aquele corpo que já alguns seis anos passados já foi dela,  já conhecia muito bem esta geografia. 

Agora completaria seus conhecimentos nas partes internas deste corpo já sem vida, ao lado destes doutores ajudava a  pinçar os órgãos, cortar os ossos com estas ferramentas agressiva de corte elétrico outras ponte aguda, tesouras e mais.

A perfuração existente pelas costas se assemelhava muito com uma abertura de um projétil, havia uma hipótese que ele poderia ter feito este trajeto até este local, atingido por alguma arma ou algo de ferro, mas logo os peritos chegaram a uma conclusão, não havia nenhuma possibilidade, este ferimento aconteceu mesmo no acidente, apesar de se tratar de uma situação difícil de acontecer devido às costas estarem protegidas pelo banco do motorista, tudo ficou comprovado, apesar de não estar embriagado no momento do acidente, sóbrio como nunca,  o esmagamento da cabina do Jeep e a força impulsionada pelo grande caminhão, ficou comprovado que um dos ferros de espessura fina que guarnecia o teto desta capota deste veículo Jeep o feriu. Esta vitima no momento exato do perigo abaixou arqueando as costas para cima, seu sinto de segurança era do tipo Subabdominal além do mais  estava com uma folga generosa na sua extensão, alvo fácil para   este estilhaço que  perfurou suas costas,  na deformação do veículo este pequeno ferro penetrou e saiu provocando este ferimento que para estes experientes peritos não demorou nada a concluir esta veracidade.
autor/antherport 

A FIGUEIRA CENTENÁRIA

                                              A figueira centenária. 



Já batia as 21h40minhs deste dia de agosto, noite um pouco nebulosa, mas aparentemente calma, a visão que se tinha a partir da janela humilde da casa de Brendha não era das mais apreciáveis, casa herdada de bisavós,  avós para pai, agora escritura lavrada em cartório constando proprietária a filha mais velha de nome Brendha, velha por dizer comparando aos quatros irmão, todos quatros irmãos ainda muito jovens.
Filha mais velha ajudavam os pais criarem os três irmãos mais novos, duas meninas contando com ela e dois meninos, dois mais novinhos mediava aí pelos sete anos de idade. Brendha, menina solitária, muito misteriosa, alguns  vizinhos via nela uma pessoa muito estranha, ainda mais cultuava uma seita secreta em que seus seguidores se reuniam de baixo de uma grande figueira que ficava à beira de uma estrada bem no fim da rua daquela cidade, esta moça fazia contato com os mortos, trabalhava com magia. Na saída da cidade, entre estes muros velhos até caindo aos poucos não guardava em nada este velho cemitério de mais de cem anos de existência.  Aos quarenta metros situava esta árvore centenária da espécie figueira, tronco de diâmetro enorme. As sextas feiras Brendha aguardava seus pais retornar do culto aí ela e suas amigas e outros amigos reuniam para suas preces chamam.
            Estava ansiosa, seu pai e sua mãe atrasaram, demorava muito voltar, o pessoal adepto desta seita descia a ladeira, passava de frente a casa de Brendha e chamava atenção dela dizendo que já estava na hora do evento começar, mas ela não podia deixar os irmãozinhos sozinhos, teria que aguardar seu pai e sua mãe chegar.
          Não pode participar dos trabalhos nesta noite, os pais de Brendha chegaram muito tarde, depois da celebração foram a um encontro espiritual.
          Nesta reunião ficaram faltando dois seguidores; Jacó e Brenda, Jacó teve que fazer hora extra no trabalho ajudar os doutores a fazer uma autópsia em um cadáver, teria que preencher um laudo médico em um presunto exposto em câmara fria a três dias, não deu para participar, o dever lhe foi mais preciso.   
           Mal amanheceu o dia todos ficaram sabendo do ocorrido, mais uma moça foi sacrificada em ritual de magia e veja logo quem seria esta vítima; Brendha estava escalada para morrer, mas o atraso do retorno dos pais impossibilitou a ida á este ritual macabro.
Jacó; o rapaz namorado da moça que morreu assassinada, ambos os amigos de Brendha, também participava destes encontros noturnos secretos, ele aparentava uns vinte oito anos, trinta talvez com aparência de Europeu devido sua pele clara e olhos azuis, as exigência de serviço, com suas próprias mãos teve que sepultar sua própria namorada, foi muito sofrido para Jacó que exercia a função de coveiro daquele velho cemitério, infelizmente com essa sua profissão já sepultou muito de seus amigos até irmãos ali naquela terra fria e fertilizada por uma infinidade de corpos desde mais de um século de existência.
Cibele era o nome da defunta namorada de Jacó o coveiro daquela cidade. Jacó também tinha muita história para contar, aliás, segredos esses que foram revelados todos para sua namorada Cibele que agora só existe no mundo dos mortos, na verdade Brendha, Cibele e Jacó todos possuidores de poderes paranormais. Agora que o grande amor da vida de Jacó jaz surge grandes interesses pela a jovem encantadora, linda como um pingo d’água de nome Brendha que era de personalidade muito semelhante à Cibele, foi fácil Jacó esquecer Cibele apesar de muito bela que foi nestes poucos anos de vida muito jovial,  Brendha também já havia ficado com Jacó sem que ninguém soubesse este encontro aconteceu á alguns dias recente, ela percebeu que Jacó era um bom amante, sabia como tratar uma mulher na hora do amor intenso.
Na noite de 14 de setembro deste mesmo ano de morte de Cibele, tinha que fazer uma reunião entre amigos de faculdade, tratava-se de um trabalho para final de ano, ficaram várias horas estudando em grupo para fechar o ano com as matérias em dia, se formaria daqui a mais um ano, seria uma fisioterapeuta.
Nesta noite Brendha combinou que sairia para algumas horas de amores com o namorado da amiga Cibele, o lugar de encontro foi o velho cemitério o mesmo que Jacó trabalhava no setor de sepultamento, local; necrotério sobre o granito de velar mortos tanto para Jacó como pra Brendha não existiria lugar mais adequado, adoravam este clima de velórios, este período noturno foi dividido em várias sessões, repetiram muitas doses de amor, antes de morrer Cibele foi traída pelo namorado e sua melhor amiga foi o pivô de tudo isso, morreu inocente não sabia de nada. Brendha e Jacó  estão intimamente ligados em um romance insolúvel ambos adoradores do mundo Gótico, gostavam de passear pelas alamedas deste campo santo, visitava os mausoléus mais antigos, Jacó conhecia muitas histórias destes habitantes perpétuos engavetados ali, falava com intimidade destes restos mortais, passavam horas sentadas em catacumbas de mármores gélidos,  contava histórias de fantasmas passeando em plena lua cheia, quando tirava guarda, neste cemitério, existiam peças de valores altíssimos de famílias tradicionais que foram sepultaram em carneiras e expostos em capelas,  havia riscos de serem roubados e comercializados por se tratar de metal de altos valores.
Jacó caminhando lado à lado  com sua namorada Brendha em passos vagarosos pelas passarelas em que dividem as quadras de covas,  convidou Brendha para visitar o mausoléu da família e contar um pouco da história dos entiqueridos, depois de caminhar alguns oitentas metro chegaram, era uma capela quase toda de vidro fumê, mas encostando os olhos nesta parede de vidros dá para enxergar, ela despertou interesse em saber quem são estes engavetados, aguçando a curiosidade lançou a primeira pergunta de um longo diálogo.
- Me conte quem são estes seus parentes... Gostaria de saber estas histórias. Brendha perguntou com exigência de respostas e foi respondida caprichosamente.
- São seis gavetões, estes mortos estavam em catacumbas, fizemos a exumação dos cadáveres e trouxemos para cá, para que fiquem todos alojados em um só ambiente.
-Aquele primeiro lá é o senhor Augusto, morreu à pouco mais de cincoenta anos, foi meu bisavô, dizem meus familiares mais antigos que, minha personalidade é muito parecida com estes meus bisavós  Augusto e Filomena. Aquela outra segunda de cima para baixo é de dona Renata, o outro foi meu bisavô cunhado. E tudo foi esclarecido.
-Sim!... Tem aquela da esquerda, está vazia, estamos para usa-la dês de alguns anos, mas a postulante ainda não morreu, estamos aguardando já alguns anos mas acho que agora vai, está bem próxima.
-Diz aí quem é ela que já está preparando para essa hora fatal, diz aí. Disse Brendha cheia de curiosidade.
Jacó respondeu com firmeza para admiração de Brenda sua querida namorada.
-Aquela gaveta está aguardando dona Filó, aquela que eu disse, minha bisa paterna que parece muito com a minha personalidade, a matriarca de toda esta família, agora em novembro completará 99 anos de vida se é que chega a completar. Depois lhe conto mais sobre a história de minha família que já vem de dezenas de geraçoes, eu tenho informações de tudo. 
Antonio Herrero/03/9/17    
      

A bela e sex viúva de nome Fryda

 


Pedro e Jacó jogaram as pás nos ombros, seguiram por aquela passarela que mais parecia um túnel tal era o avanço dos galhos das árvores entrelaçando a mais ou menos uns quatro metros e meio, pouco mais altos que nossas cabeças.

Atrás a recém-viúva ainda com o terço enrolado nos dedos, logo Pedro se dispersou, largou a companhia do amigo naquela caminhada neste sombrio cemitério, foi cuidar de outras obrigações nesse campo santo, parece que estava chegando outro cadáver nesta hora, ele foi conferir e dar ao novo presunto um caixão apropriado para esses casos, para que o ML verifique o que causou aquele sinistro; caixão para acondicionar defuntos, enquanto que Jacó caminhava rumo ao quartinho de guardar ferramentas, parece que por hoje não chegará mais nenhum enterro, só se for de fora dessa cidade, o obituário desse município não consta mais nenhum féretro por hoje.
A senhora toda elegante de lenço preto ainda enrolando no pescoço alcançou e tocou nos ombros do rapaz, não parecia nenhum pouco ter acabado de enterrar seu marido, muito sorridente e com certo assanhamento, sorrindo até pelos cotovelos, roupas não muito adequada para acompanhar um enterro ainda mais quando se tratava de seu marido.
Jacó um sujeito ainda novo, mas trabalhava dês de quando passou sua maior idade nesse mesmo serviço, desse mesmo cemitério, nunca presenciou assim uma viúva tão alegre, tinha a mania de quando estava falando com alguém cutucar com os dedos, pegar na mão, encostar a cabeça nos ombros da pessoa com quem estava falando.
- pensei que a senhora estivesse chorando a essas horas, a final é seu marido que acabei de soterrar agora nesse momento, é mesmo uma viúva alegre, muito me surpreende.
- eu sou mesmo sexy... Isso não é bom meu rapaz?  Quero viver minha vida com intensidade, sou muito jovem, esse aí que ficou de baixo da terra agora a pouco, ele  me disse em leito de morte:
Jacó ficou atento para o que ela revelaria.
+ Fryda minha querida, divirta-se minha princesa, essa vida é sua, faça dela o que bem entender desfrute, dê e se entregue a todo prazer.
- isso era o que eu sempre fantasiava em plena vida conjugal, não realizei, lhe fui fiel, agora estou dispensada de todas essas obrigações. (Disse Fryda em tom de palavras vaidosa de mostrando toda a sensualidade nos movimentos e gestos na boca. Esse rapaz não era de negar fogo, não passa nenhuma coelhinha que ele não taca o pau, até parecia que Fryda sabia dessa grande disposição para o sexo além desse ofício tão funesto)
- a mim me faz pensar que a senhora não amava mais seu marido, diz assim com desprezo, parece que gostou mesmo de sua morte, olha minha querida, já enterrei muitos maridos, mas nunca percebi uma viúva tão sexy e espontânea como você.
- Olha aqui Jacó, você não percebeu minhas intenções, quero realizar uma minha fantasia com você, gostaria que você me blindasse com esse meu estranho prazer, quero transar com o coveiro que enterrou meu marido, e sabendo que esse coveiro é você isso já me excita muito e muito, vejo que está próximo de eu realizar meu desejo, em uma expectativa enlouquecida.
Fryda tomou o braço do coveiro Jacó, apertou a mão do rapaz, Jacó percebeu a maciez da pele daquela fêmea linda de corpo gostoso, sonho de consumo de qualquer homem de sexo sadio.
Jacó percebeu uma energia que parecia vibrar percorrendo toda a extensão do corpo genuinamente masculino, Fryda puxou o rapaz levou o para trás de uma capela de catacumba, lugar discreto, fora das dos olhos dos curiosos, porem o cemitério naquela hora se encontrava totalmente deserto, Fryda entrou na espécie assim de capela, chamou com insistência Jacó que já estava entrando também,  desceu a calcinha ficando aparente aquela bunda linda e toda rosada, qualquer um enlouquecia diante de um lindo presente, o rapaz observava aquilo tudo e pensava que hoje seria seu grande dia de sorte.
A recente viúva de corpo atraente virou se de frente, Jacó fixou os olhos de admiração naquelas curvas nuas e convidativo, em minutos esses corpos se emaranharam, se embaraçaram completamente tomados por volúpia de vaidade, ela ficou enlouquecida de prazer, sua tão sonhada fantasia foi realizada em clima de insanidade, terminada essa sessão Fryda ainda continuava fora de si, deitada sobre quele piso frio se enrolada naqueles utensílios que usara para forrar aquele local funesto de fazer amor.
 
 Fryda e Jacó se saciaram do prazer do sexo, Fryda realizou sua fantasia, agora cada um pra seu lado, e eu vou continuar aqui com meus enterros, agora já vem chegando outro defunto fresco tomara que venha com outra viúva bem novinha e bem gostosa.
Antherpot/03/06/2019.     

O inferno de antes, não é como o de agora.


 

                  

Do lado de lá o inferno, eu do lado de



Além das margens de profundo barranco, é onde se localiza o inferno; territórios dos demônios, não ouse conquistar esse mundo, a perversidade mora lá, eles fazem a pior política, ali tudo transcorre para a contrariedade, o bom e salutar é trocado pelo ruim, o errado para eles é o nosso bom, vivem em um eterno negacionismo de um mundo retratado em suas mentes  como terra plana, um lugar nada amistoso, lá o cheiro de enxofre  é tão forte de arder as narinas, enquanto aquelas criaturinhas abomináveis permanecem horas interruptas monitorando a terra a fim de capturar os deles que povoam nessa superfície esfera global. A lei divina é muito severa e difícil de seguir, assim os fracos de fé acabam se desviando e é aí que caem em nossas armadilhas. 

A velha estrada entre as árvores secas segue sobre os altos e baixos níveis que forma uma imagem horripilante; a alameda do terror termina nos portões das criaturas monstruosas, mas, porém, é tudo muito bem organizado.

O ancião das trevas sempre foi o responsável pela portaria, tinha seus mais novos descendentes trabalhando no portal de entrada, catalogavam todos que ali chegavam classificando os  em triagens de serviço executado pelo controlador de acesso que apesar dos abres e fecham desses pesados portões de ferro aponta tudo que entra e saía daquele lugar assombroso.  

Quando chega esses exemplares humanos os descarregamentos se davam bem ali do lado de dentro desse portal acolhedor e insensato.

A encarregada dessa função anotava tudo em prancheta, até os corpos a serem desembarcadas dessas conduções de trabalho de carga, seriam verificadas uma a uma, a entidade dotada de muita simpatia de ares sorridentes encaminhava esses volumes de es viventes cada um a seus devidos lugares.

Enquanto todos olham para baixo, surge dos altos um monstrengo metade avião, e a outra parte parece um gigantesco caminhão esquisito, ora parecia com uma enorme Van ou veículo feito na engenhosidade projetado em madeira, ou quer dizer um material estranho, carregado e apinhado de corpos esvaziados de espíritos, aterrissa ali do lado de dentro desse cercado causando um forte impacto no solo, chega até levantar  uma poeira dos infernos, desce de suas acomodações; cabine de comando um bicho feroz, parece formato homem, parece formato lobo, caminha até à simpática entidade zinha diabólica e entrega um calhamaço de papéis, assim como o motorista entrega as notas ficais na guarita do guarda rodoviário, tudo no inferno acontece em semelhança aos fatos aqui na terra.

Logo a pestinha conferente esses documentos manifestos romaneio.  Esboçando aquele sorriso de simpatia, saca a caneta Bic que está presa no longo degote, começa a fazer as anotações e conferir esse tipo assim de mercadorias aportada ali.

Ninguém não perceberam esse fera subindo, mais, ele já estava lá em cima da carga munido de um enorme garfo tridente, logo começará a jogar esses eis vivente, enquanto cutuca todos esses volumes de carga, súbito um voz em reclame lá entres esses emaranhado de couro, carne ossos: 

- Oh... mais respeito ai oh cara, mereço ser tratado com mais educação, eu fui um deputado antes de estar aqui.

- Grande coisa seu estrupício, você chegando até aqui não vale mais nada, nada, nada, aqui é assim, ganha mais quem fala menos. (A entidade incumbida de descarregar toda aquela carga, ainda por abuso deu lhe uma cutucada com o tridente no traseiro desse político; esse deputado.) completou dizendo:- Cala boca aí seu lixo, eu sei de tudo que você andou praticando lá na sua terrinha feito um torrão de terra, sua capivara aqui tá extensa, aguarde mais um tempo aí você sentirá quando seu traseiro sujo começar arder na grelha do churrasco semanal de meus sobrinhos.

Logo começa a descarga, esses volumes corpóreo eram atirados do alto da carga, jogados como se fossem trapos, caiam se levantavam e saiam andando, quando não correndo, correndo, mas, não adiantava em nada, havia um cercado intransponível, coisas estranha aconteciam nesse submundo dos diabos, eram jogados ao chão em queda violenta, se fosse no mundo dos mortais, não sobreviriam, mas quando se trata desse mundo infernal tudo é possível, seria bom que ficassem inteiros mesmo até que o veredito fosse promulgado, agora outras leis esses corpos mortos haverão de seguirem. 

A moça diabólica dá por encerrado seus trabalhos, a carga foram desfeitas, todos esses recém-chegados já estão classificados e relacionados, agora fica a cargo de outra entidade a leva-los cada um em seu setor, a diabinha simpática e sex retorna á sua sala de maldades, de frente de um enorme painel de controle distribui as tarefas a cada um desses cumpridores dessas sentenças proferidas a cada um, aguardem que vem chumbo do grosso para cada um que vir a sofrer pena aqui nesse território infernal.

Os apenados são soltos a uma extensa área de gramado toda alambrada, enquanto ali poderiam se dispersar, as cenas de penitências serão emposta pela diabinha, a mesma da descarga, sobre os controles nesse painel de comando.      

                                          O MAIS PURO AMOR.



Nego João era um caboclo de sorte, sempre que lançava os olhares para qualquer mocinha do arraial... Aquelas que viviam de vezes em quando caminhando pelas estradinhas da fazenda...Assim ele dizia consigo:
- Esta está no papo.
Ele não perdoava nenhuma carne nova e macia cheirando menina donzela.

Dia destes lá vinha Suzana... Cabocla bonita!... Uma belezura, um espetáculo de moça menina, a pedido de seus pais não conversava com ninguém, muito sincera, passava sempre de cabeça baixa nem olhava pros lado, mas quando topava com caboclo João não se continha, precisava sempre lançar umas olhadelas disfarçadas por entre os cabelo cumpridos que terminam lá naqueles seios bonitos e moreno.

Ela parecia mesmo uma flor de açucena, com aqueles vestidinho de chita, que quando contornava os busto mostravam aqueles peitinhos durinho e apetitosos com as pontinhas dos mamilos apontando pro céu.
Uma verdadeira fruta das mais adocicada, tentava esconder tudo isto com um tecido fininho, fininho que contra a luz dava mesmo para enxergar todo aqueles contornos delicioso de morena formosa, tal qual uma flor em botão.

Mais; porem olha quem estava ali bem nas margens destes caminhos... Ali na curva da estradinha lado ao cercado de ordenhar as vacas leiteiras... João todo cheio de panca sentando em um palanque do curral, não tirava os olhos daqueles movimentos cadenciados de andar de menina simples, às vezes ele pensava em voz alta assim:

- Mais não tem problema não... Pode ser matuta, caipira que não sabe falar direito.. Tá bom assim mesmo.
Expressava com gestos obscenos com as mãos nas virilhas, como se tivesse acondicionando algum volume dentro das calças, com aquele jeitão de conquistador sertanejo, e terminava a prosa dizendo:
- Sendo bonita e jeitosa é o que basta.

Suzana passou bem ali pertinho do tal, escondeu seu rosto tímido entre as madeixas e abriu aquele sorriso largo e insinuante, parecia que ela dizia com seu coração:

- Um dia eu te pego João do meu coração você vai ser só meu, você vai ver só quando eu te pegar. Aguarde.

João também ficava murmurando algumas palavras de esperança:

- Suzana querida você não me escapa, sua danadinha de gostosura, estou contando os minutos para que esta hora chegue, não vai demorar.

Der repente João percebeu que ela deixou cair algo no chão do caminho; era seu lencinho de cabelo, correu e foi logo pegar o lenço alcançado a bela tocou a em seus ombros e aproveitou para lhe fazer uma gentileza dizendo:

- Olha que caiu de você, seu lenço, acho que você não percebeu, não vá deixar estes lindos cabelos soltos por ai... Pode prender para não sair voando por ai a fora, este eu peguei e te entreguei se fosse seu coração que tivesse caídos eu não devolveria nunca mais, ficava só para mim, já que você não quer me entregar eu ia apoderar dele, morena do meu coração... sô...

Suzana olhou para os olhos do rapaz e ficou encantada, nem acreditava que estava ao lado do tal que diziam todas as mães destas localidades:

- Cuidado com este tal João, ele é desrespeitador de mocinhas, não perdoa nenhuma virgem destas que estão por ai dando moleza, você Suzana exijo que você se preserve para não fazer feio para nossa família.

Assim elas todas respondiam:

Sim mamãe, ninguém vai fazer mal para nós... Pode confiar mamãe..
Suzana com a cabeça baixa olhando para o peito do rapaz disse:

- Aprenda a não pegar para você aquilo que não é seu, você espere até a hora que eu decidir te dar...
aguarde qualquer hora desta, meu coração será só teu... João do meu coração.

Ela seguiu em frente, João ficou agradecidos pelas suas palavras.

Naquele começo de tarde a mãe de Suzana percebeu a falta de algumas aves que povoava o terreiro da casa, alguns belos gansos estavam desaparecidos. A mãe de Suzana já sabia aonde estas aves iam quando desapareciam, já era de costume esconder lá nos lagos que formam o ribeirão, procuravam águas com abundancia e lá existia com certeza, até uma pequena cascata de mais ou menos uns cinco metros de altura, ficava nos fundos do sítio, era lá o paraíso dos gansos da mãe de Suzana: a morena mais linda de todo o arraial.

Como a senhora mãe da moça estava muito ocupada com algumas obrigações no lar, já estava quase pronto uma fornada de pães que acabara de colocar no forno, ai não pode ir a capturas das aves; apesar de não ficar longe dali, era bem lá na várzea, mandou que esta sua filha fizesse isto por ela, resgatar e trazer de volta estes animais domésticos fugitivos, e assim o fez.

Suzana sai por ali na aquela direção cortando atalho por entre os capins Jaraguá, capinzal alto, quase dava para encobrir uma pessoa de tão alto, e a moça por ali vai a mando de sua mamãe.

João estava indo em direção dos pastos para pegar seu jumento de cela que montava para campear os bezerros que estavam quase nas mesmas direções que a menina caminhava, ela procurava os gansos e ele ia em busca do jumento e dos bezerros nascido a poucos dias.

Quando João enxergou o jumento e ficou pronto para botar o cabresto neste animal, veja lá que sorte, percebeu a sua sonhadora vítima atravessando o vale a uns oitenta metros dali, era a Suzana indo em direção do lago onde poderia estar escondidos os gansos...
João percebeu quando ela passou por baixo de uma cerca de arame farpado já quase chegando a barranca do ribeirão.

Ficou agitado, coração queria pular pra fora daquele peito, parecia um leão querendo pular na caça. Com os olhos arregalados querendo logo fazer uma loucura quando viu aquelas carnes novinhas de moça passando ali bem próximo dele. Amarrou o jumento em um tronco de uma pequena árvore e foi em direção da moça, seguindo os paços da tal, devagarzinho tal qual um gato esperto, à pouca distância a seguia com muita cautela.

A moça chegou ao lago onde estavam as aves, como já previam elas estavam lá, os gansos festejavam com tantos espaços pra divertirem.
Estava ali escondido entre os arbustos observando todos os movimentos da menina.
Ela subiu em cima de uma pedra bem próxima a cachoeira, olhava para todos os lados para conferir se havia algum intruso, mas não sabia que ele estava lá entre as folhagens e as pedras, bem escondido focando os olhares sobre ela e em seus movimentos.

Não percebendo ninguém nas imediações começou lentamente se despir, estava ela pretendendo se banhar na cachoeira ciente que estava mesmo sozinha.

Ele a comia com os olhos famintos, estava aguardando o momento certo para agir, e ousar com suas persuasões, estava com os olhos fixos na expectava de sua nudez e só pensava em corteja-la.

No momento que Suzana estava retirando a última peça e se obrigava a se sustentar com uma só perna, veja que desgraça, escorregou da pedra em que estava, pois ali havia uma grande camada de lodo muito escorregadio, foi uma fatalidade, caiu bem lá dentro do lago cheio de pedras, local onde estavas situado as maiores profundezas.

Suzana se batia, e tentava se livrar das águas profundas, tentava nadar, mas não conseguia, não tinha habilidade para este esporte.
João veio logo correndo e perguntando se estava tudo bem... Você quer que te salve disse João.

- Sim, venha logo que estou me afogando, depressa, depressa João, aqui é muito fundo e eu não sei nadar.

Ele não pensou duas vezes, se atirou no lago com aquela bravura que só ele possuía, desta vez estava a vida de Suzana em jogo, apostava tudo em salva-la, claro que isso que mais queria, sem duvida.
Aproximou de Suzana para agarra-la, a água estava no nível de quase chegando a altura dos ombros, até ficava um pouco difícil de pega-la.
A nado conseguiu toma-la em seus braços e com algumas dificuldades tira-la para fora d’água estendendo a sobre as pedras quase plana, por sorte Suzana não bebeu quase nenhum gole de água, não ocorreu nenhum afogamento, apenas estava cansada de tanto se bater para se salvar.

Passando alguns minutos já recuperava deste imprevisto.

João ali do lado a tratava com muito carinho com palavras tentado acalma-la deste acidente.

Acabou ficando íntimo, enquanto que ela toda nua ali presente aos cuidados de João, enquanto o que tanto queria praticar tudo àquilo que estava em mente dês do momento do primeiro olhar, ela com todo o impulso de menina mulher também pretendia dar início a uma relação amorosa.

Os gansos de Suzana estavam lá se divertindo com aquela grande quantidade de água naquele regato que formava o lago, nadando livre sem nenhuma preocupação tal qual a tranquilidade de sua dona, agora entregues aos caprichos daquele que a cortejava com tanto apreço e dedicação.

As bocas se abriam em respostas as indagações dos corpos. As mãos deslizavam em toda a geografia daqueles pelos e peles, enquanto os músculos viril de João se estendiam transformando em densa rigidez.

Era tudo recíproco; estes corpos se compreendiam e se rendiam a volúpia dos desejos enlouquecedores, Suzana entregou a seu grande herói sua mais pura e alva virgindade a seu amado, sabedor de que já se achava na condição de possuidor de todo aquele monumento quase amortecido que agora em seus braços a segurava ciente que podia dar início as estas exigências destes pedidos que ambos desejavam com tanta expectativa.

Entre meio a muitas carícias, abraços e beijos, corações disparados em alta tensão, Suzana deu início a repedidos movimentos impulsionando em um completo frenesi roçando sua pele ao encontro do corpo de seu companheiro agora iniciado o ato tão esperado e desejado por ela.

Agora enlouquecida de um prazer duradouro, no íntimo de suas insígnias, o mais belo portal do amor, baixo ao ventre de Suzana estava em completo relaxamento e logo percebeu quilo que todos os chefes de família dizia ser intruso e prejudicial às mocinhas, ela sentia, agora adentrando ao seu corpo tenro e febril, que entorpecida de prazer dirigia os olhares para o alto ultrapassando as folhagens das matas e alcançando o céu.

Parece que ela neste momento estava chegando até as nuvens no momento que João bem devagarinho introduziu como se fosse um punhal que mata de amor lentamente uma mocinha... de nome Suzana. Foi desferindo cautelosamente sua arma fatal de extinguir virgindade destas meninas carentes e esperançosas por este ato.

A pequena queda d’água derramava o líquido precioso que surgia das entranhas das pedrarias rochosas, desta paisagem.

Dentro de alguns minutos em que este casal estavam em completa ação compenetrada sobre aquilo que praticavam, Suzana percebeu em seu mais profundo ser que algo exauria, inundava seu ser em torrenciais avalanches causando grandes inundações dentro de seu corpinho que agora se transformaria para uma mulher completa e apita a todas as necessidades exigidas pelos prazeres carnais.

Este homem de nome João exercia muito bem estas relções, praticava com experiências já repedidas diversas vezes com suas inúmeras aventuras vividas nestes lugares, muitas meninas moças assim como Suzana já deram início a vida sexual com ajuda deste rapaz que por ali vivia.

Diziam as mães e os pais que ele fazia mal às moças deste lugarejo, desonrava as famílias, quando estas meninas apareciam desvirginadas se tornava motivo de vergonha para os pais; mas isto sempre foi costume deste lugar, estes chefes de família assim pensavam e assim exigiam de suas filhas moças.

As pretensões deles seria de gosto que as filhas casassem virgens sem máculas, mas João estava lá para contrariar estes pais autoritários, exigentes que sempre entendiam que a vontades deles teriam que ser a vontades das filhas e haveria que ser obedecidas a risca.

Hora de cada um tomar seus rumos. Saíram do meio dos arbustos para ver se ninguém flagraram algo, vendo que não havia nenhuma alma viva neste instante ai foram embora.

Suzana recolheu seus gansos que outrora estava em completa candura, cor bem alva, agora havia deixado esta alvura para atrás.

Aquela brancura das aves não é mais a mesma e a virgindade de Suzana também ficou para o passado, e o lago, os gansos a cascata agora é águas passadas, Suzana a partir de já, é uma iniciante dos prazeres do sexo.

João foi até onde estava amarrado o pobre animal jumento, desamarrou, montou e logo foi procurar os bezerros que era seu serviço.

Enquanto que Suzana voltava para sua casa cumprindo o que sua mãe havia lhe incumbido.

Tangia os gansos enquanto os mesmos faziam um barulho gritante.

Suzana estava intrigada com a cor dos gansos, achava que eles foram mais brancos, a cor dos gansos não mudou nada, é que ela mudou a maneira de ver as coisas, aquele coraçãozinho fragilizado já não é mais o mesmo, não estas mais voltado para o romantismo e ternura, até as flores não são mais as mesmas, a partir de agora ela sabe bem o que quer e fez uma grande descoberta nesta tarde, descobriu as mais intensas formas de amar e se entregar de verdade a um homem.

(Texto de Antonio Herrero Portilho.)

Nas Aventuras de Gustavo, enquanto a bola rola.


 


AS AVENTURAS DO GUSTAVO



 Enquanto a bola rola.

O estádio  lotado,, toda a galera estava envolvida no jogo, mas, Gustavo ainda achou um cantinho entre as arquibancadas e uma parede que parecia da casa do zelador do estádio. Era um campo de futebol de uma cidade do interior, neste dia acompanhou a turma nesta partida de futebol de dois times pequenos e desconhecidos, o time de seus amigos que entraria em campo.
 
Enquanto a bola rolava Gustavo se esbaldava com as meninas, agora com Fabiana popozuda levadas amantes de um sexo caliente.
 
Descobriu um quartinho bem ali onde os pedreiros guardavam as ferramentas, abriu a porta e empurrou Fabiana para dentro e logo foi caindo em cima de uma porção de sacos de cimentos, Gustavo precisava de algo para forrar o local, antes que se sujassem de cimentos, começou a revirar todos os locais por ali e acabou encontrando algumas camisas que os peões trocavam as de passeios e vestiam estas só para o trabalho, percebeu que não estava tão suja, Fabiana tomou posse de uma destas roupas e mais que depressa se limpou em baixo; passou em sua boceta que ainda estava melada do gozo anterior á alguns minutos, sem pensar duas vezes e em um comum acordo confirmado pela troca de olhares assim começaram uma sessão de sexo oral, ela gostava de sentir o toque de uma boca quente em sua vagina, agora inflamada e desejosa, depois de muitos beijos calorosos o rapaz desceu a boca assim que mordicando aquela pele perfumada e saborosa e no instante chegou até o objetivo,  que era provar com sua própria boca aquela racha divinal, até parece que Fabiana sentia seu clitóris teso vibrar de desejos, der repente percebeu quando Gustavo tocou com a boca aquela maravilha que possuía entre aquelas colchas roliças e bem torneadas .
- Meu bem... Gustavo retire esse seu boné, não vê que assim fica difícil, enfia esta sua cabeça entre estas minhas pernas... Vai meu bem passa essa língua assim bem gostosa, isso, dê aquelas tremidas na língua, vai assim tá muito bom, estou toda tesuda, você é mesmo o máximo, gosto que chupa ai neste ponto, esse ai é meu botãozinho abençoado, estou começando a gozar, acho que não vou parar mais, isso tá muito bom, parece que estou me explodindo por dentro... Ai, que delícia, como isso é bom!!! Estou gozando... Ai.. Gozei, gozei, que bom...
 
Enquanto que Fabiana em cima dos sacos de cimentos, de pernas bem abertas expos sua xoxota de fresta bem avermelhada saltitando de tezão convidando Gustavo para uma penetração.
 
O rapaz posicionou seu membro mais que ereto, denso e enrijecido, antes a tocou com o dedo riscando a racha umedecida enquanto beijava chupando a língua de Fabiana que até atrapalhava o beijo por causa da respiração ofegante, Fabiana estava descontrolada e até tomava a iniciativa desta penetração, ela mesmo tratou de introduzir membro de Gustavo, o pegou com toda aquela delicadeza e impulsionando o corpo contra o corpo de Gustavo oferecendo suas entranhas para que o mesmo a mergulhe até a profundeza de seu ser de fêmea.
Fabiana feita louca enquanto aquele instrumento másculo estava totalmente preenchido entre as carnes de sua vagina, neste momento parece que apertava o pau de Gustavo, até parecia um abraço apertado em torno do mastro penetrante e vermelho em brasa.
 
Neste momento Gustavo estava deitado de barriga para cima enquanto ela cavalgava sobre aquele corpo obediente, ele permanecia calado deixando ser consumido por esta devoradora de homens.
 
Fabiana sempre buscava mais e mais, a cada transa ela se superava e evoluía se descobrindo formulas de satisfazer suas fantasia exacerbada e insana.
 
Logo ela desacelerou os vai e vens enquanto Gustavo começou dar umas estocadas contínuas, ela percebeu algo inundando suas entranhas, era o membro de Gustavo que lançava a toda pressão expelindo seu leite viscoso nesta profundeza feminina.
 

Fabiana soltou um grito triunfal e acompanhou Gustavo em suas gozadas...
 
Nossa que foda em!!.. Fabiana enquanto limpava sua xoxota com a camisa do pedreiro que havia guarda por, ali perguntava:-
 
- Quando que seu time voltará jogar aqui em minha cidade?.
 
- Agora vai demorar, só retornará a jogar na segunda fase do campeonato.
 
-Não tem problema, daqui até lá nos veremos para outro encontro.
 
-Ouça Gustavo, Marcaram um gol... e foi o time da casa.
 
- Fodas este jogo, estes pernetas, eu nem curto muito futebol, eu só
estou mesmo a passeio e comer estas meninas do interior.
 
- A é gostosão...
Agora me diga, Onde eu ponho esta camisa que eu me limpei, onde ela estava?
- Joga ai em qualquer lugar mesmo, já tá toda borrada de sua boceta.
 
- Ah tá... Coitado dos pedreiros.


 
Antonio Herrero Portilho. . 20/9/2015

  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....