O senhor das sombras em busca de sangue.

 O relógio da matriz batia meia noite, as luzes da rua apesar dos pinheiros plantado ali rente ao muro, os raios luminosos focavam aquelas artes de concreto e mármores nesse lado de cá dessas divisas. A cruz fixada ali na cabeceira do túmulo, naquela hora da noite fazia qualquer ser mortal delirar de horrores, colada sobre as duas linhas cruzadas,

uma chapinha ovalada de bronze lustroso, a escrita dizia: Perpétua, logo a baixo dessa pauta uma linha descrevia em poucas palavras algumas informação sobre o Jaz destes restos mortais. Conde Fredy'riks - viveu de mil oitocentos e oito até nesses dias de atuais de mil oitocentos e setenta e dois, não te assuste se as sombras da eternidade apagar todas as luzes de seus caminhos, quanto as suas dores e sofrimentos serão resultados daquelas sementes que você mesmo plantou nesse terreno pantanoso, passa logo, na eternidade tudo transcorre na velocidade da luz, apesar de você estar nesses caminhos sombrios e sem o claro divino, tudo encerrará como um piscar de olhos, aí outra vez assaltando inocentes nessas espreitas demoníacas.


Sobre a velha catedral em formato de morcego, aparecerá novamente e as badaladas do velho relógio estará ali debaixo de seus pés onde ninguém o alcançará,


logo aparecerá a primeira vítima, uma inocente transeunte estará caminhando como uma presa fácil. transbordando de sangue jovem e cheio de vitalidade. Fredy está de volta, muitas vidas pagaram com seu próprio sangue.

Antherport/16/6/22***

 


  1. A ESTAGIARIA DO CASTELO 

(continuação de; A escrava do Vampiro do castelo.

Bernadete saiu essa madrugada para o trabalho no castelo, acho que ela tem um estomago muito forte para trabalhar em um lugar como aquele, exala nesses ares mau cheiro de podridão, carne humana em estado de decomposição, muitas pessoas morrem nas mãos daqueles seres diabólicos, tudo leva a crer que esses restos mortais são descartados ali bem perto, Berna, não sei se volta, nessas condições acho já mais, morte confirmada. 

Ali é um local de sumiços de  pessoas, principalmente quando se trata do sexo feminino, não dura muito tempo que logo é considerada desaparecida, essa noite foi a simpática senhorita Bernadete, patrão vampiro a chamava de Berna,

Muito responsável em seu trabalho, sempre aposta com suas obrigações nesse castelo, Fred na falta de uma taça de sangue fez dela sua vítima, foi sugada até que suas carnes se tornassem brancas como um peixe fora d'água por algumas horas, Fred aproveitou até a última gota de seu sangue, assim foi o fim dessa meiga senhorita, esse vampiro lhe embebeu  seu líquido essencial para a vida.

Zuleica avó de Berna morava em uma casa de origens medieval, arquitetura simples nivelada entre as montanhas quase escondida nas encostas, de acessos dificultoso entre as rochas e caminhos que levava a uma via de margens mais larga, a qual usava-se para o trafego de carruagens ou carroças.

Zuleica mãe de Berna; a mesma que hoje jaz, pessoa meio esquisita muita entendida em assunto de bruxaria vampírica, percebia que o sumiço de sua filha Bernadete foi obra de Fredy o Vampiro mais tenebroso desses tempos, nada pode fazer, Zuleica e Fredy; ambos de formações sinistras sobrenatural, também vivia nesses mundo dos horrores, sempre praticavam essas feitiçarias, ela também tinha suas artimanhas e truques para adentrar nesse mundo das trevas, havia a necessidade de manter essa sua identidade secreta, os homens da santa inquisição apesar de outros tempos, ainda exerciam o trabalho de fiscalizar e exterminar todos que praticavam trabalhos secretos de magias e misticismo nesse começo do século quatorze,  estavam decapitando essas pessoas que praticavam esses cultos que os quais dizia ser aos diabos, Zuleica transformava em mariposa, assim sempre se livrava das garras do soldados dos religiosos, essa negra borboleta de hábitos noturnos pousavam em paredes residenciais, tronco de árvores que confundia com a textura da casca da madeira, mimetizava pela cor e luz. Muito difícil ser aprisionada, nada a alcançava para leva-la para a fogueira santa, assim diziam os soldados do apocalipse.

Morava sozinha, só algumas visitas de sua neta Malvina que vinha das distantes terras de um outro reinado, essa neta nesses ditos finais de semestres estaria sendo diplomada na categoria de Bruxa classificada como especialista em ato de vampírica, seguia a vocação de sua avó Zuleica.   

 Hoje Zuleica recebe uma visita, sua neta que vivia em outro povoado, outro reinado, veio para morar com sua avó Zuleica, a neta Malvina ficou órfã, seu pai e sua mãe foram mortos a espada a mando do rei, suspeitava de trabalhos em feitiçaria, mas apesar de Malvina ser uma formada em assuntos vampiros, não foi decapitada, vivia em segredo, sendo assim só restava a companhia de sua avó Zuleica, assim Malvina arrumou um teto, dentro de poucos dias teria que fazer uma viajem, ficaria por ali até sua volta.

 Quando o sol já estava se escondendo por completo, a noite avançava a passos largos, devido clima muito frio, a casa estava com portas e janelas fechadas, em situação repentina, Malvina passa a sentir falta de sua avó, procurou por todos os lugares aí ela sentiu que havia perdido de vista, sabendo dessas atividades, malvina não se preocupou em nada, já sabia de suas peripécias ligada a esse sobrenatural, aproveitou aquele começo de noite para conferir sua bagagem, em seguida procurou seu leito de dormir, assim fez, embrenhou noite a dentro, tinha certeza que sua avó logo viria.

 Hoje levantou-se antes dos primeiros raios do sol, quando procurava pela sua avó não a encontrou, conferiu todos os cômodos dessa casa e já ficou confirmado, Zuleica sua avó, não estava em casa ou fazia presença de uma outra forma.

 Logo deparou com algo estranho frente aos seus olhos, percebeu uma enorme borboleta preta de hábito noturno, estava pousada na parede, confundia a visão, quase imperceptível conforme a coloração das rochas que formava esses divisórios entre a cozinha e o quarto de dormir, de aspecto diabólico, se observasse bem poderia perceber a nítida figura de uma bruxa naquelas asas desse inseto aterrorizador, Malvina sabia que sua avó possuía aquele poder de se transformar em mariposa para driblar os caçadores de bruxas, por isso não quis enxota-la, deixe ela pousada lá. - já estou imaginando que algo inesperado poderá acontecer, ela previu antecipada. Disse a neta sabedora desses feitiços, mas porem precisava guardar em segredo devido essas perseguições a essas atividades, tal qual a sua avó exercia.Malvina esperava o dia amanhecer por totalidade para dirigir-se até o velho castelo, buscava se empregar como auxiliar de assunto vampiresco; essa é sua formação, inclusive seu futuro patrão, o velho vampiro Fredy a esperava para sua contratação como estagiaria nesses variados serviços, certeza que Malvina estaria contratada, seu perfil confere em tudo que o senhor Fredy precisa para ajuda a esses afazeres não muito normal, difícil alguém preencher essa vaga, tipo de profissão quase extinta, Malvina era a pessoa certa para essas atividade, apreciava e admirava esse ramo de atividade.

 A neta de dona Zuleica percebeu um trotear de cavalos que pisava ali em frente da porta de dona Malvina, a moça abriu a porta e logo percebeu, era dois cavaleiros do rei que vieram buscar Zuleica:

 - Estamos aqui em busca de Zuleica, o que você é dela? Perguntou o soldado em tom de voz com austeridade, Deixou Malvina muito preocupada, mas respondeu dizendo que sua avó não morava mais lá, que havia se mudado para muito longe dali, que a busca seria em vão.

 Mesmo assim os soldados foram conferir, reviram todos os pertences, deixaram a casa de cabeça para baixo, mas não encontraram nada, os soldados se sentiram frustrados e disseram:

 - Essa busca ainda não acabou, nós voltaremos a qualquer hora.

 - Sinta-se à vontade, estou dizendo que minha avó não pertence mais a esse reinado, foi embora para bem distante daqui. Disse Malvina ainda meio amedrontada desviando os interesses desses cavaleiros do rei, até que os soldados batessem em retirada.

 - Eles já se foram, posso voltar ao meu normal? Respondeu Malvina -  sim não tem mais ninguém para nos incomodar, mas me diga onde você está que não estou te vendo? Perguntou Malvina exigindo resposta.

 - Aqui oh... não está vendo essa mariposa aqui no alto da parede, sou eu. Não se preocupe, dessa estamos livres, mas logo estarei indo embora daqui.

 Poucos instantes após essa visita, Malvina percebeu um fenômeno da natureza, o céu escureceu tamanha era a revoada de mariposas que saía da velha caverna desabitada que ficava a uns quatrocentos metros retirado dali. Em um momento espetaculoso em que a dança de horrores acontecia nesses ares e se deslocavam em direção do horizonte, ainda em forma de mariposa, despediu de sua neta fazendo recomendações para que cuidasse bem da casa e fique morando até sua volta a um dia qualquer, partiu comovida por deixar tudo para trás, nesse clima de tristeza, mas evitando qualquer situação de morte em fogueira, morriam queimadas em praças públicas, Zuleica alça voo e ainda consegue alcançar no final daquela fileira de borboletas noturnas, se infiltrou no bando e seguiu viagem para bem longe dali pelo menos uma mariposa naquele bando era diferente, tinha vida, era humana, enquanto que Malvina é contratada para os trabalhos extra ordinário no castelo do conde Fredy, ficaria a cargo de acompanhar e atender as necessidade desse velho Vampiro ainda perigoso e sanguinário, agora na condição de estagiaria desses horrores que ocupa a vaga de sua tia Bernadete; Berna como dizia Fredy.  

11/62022/ antherport. 

 


        A ESCRAVA DO VAMPIRO

O vampiro Fredy se movia com dificuldade, mesmo que ansioso procurava por todos compartimentos daquele castelo, chamava com a voz alta e retumbante causando eco por todas as alas que existia naquele velho Castelo, exigia a atenção com insistência de sua ajudante em assuntos especiais.


- Berna, Berna onde está você, preciso de sua ajuda urgente, se estiver me ouvindo compareça lá na capela do castelo, isso é urgente, rápido Berna. Espero você lá. ( poderia se dizer  o velho vampiro, estava perdendo as forças e seu envelhecimento avançava a cada hora que passava).                                       

Nesse momento nosso ser vampiresco necessita urgente de algumas poções de sangue, caso houvesse alguma longa demora, Fredy poderia entrar em um processo de deterioração total; o corpo desse vampiro desaparecerá em uma poça de espécie de chorume, toda sua carne se desmanchará levando ao fim  transformando em um esqueleto, sem volta a vida.

Rapidinho aparece Berna que irá providenciar tudo que senhor Fredy necessitava

- Traga urgente, eu preciso é pra já ( Fredy disse a sua criada exigindo pressa), Não estou nem  conseguindo me movimentar.

- Sim, sim!... já estou a caminho, vou arranjar esse seu sangue urgente, para já.

Berna encontrou com sua superior Sofia quando descia as escadarias;  morada desses seres maléficos...Sofia; outra personalidade ligada às feitiçarias e bruxarias,  parceira número um do criatura das trevas... perguntou com exigência de resposta:

- Onde vai toda as pressas com essa enorme seringa em mãos, não venha me dizer que Fredy está em crise outra vez.

- Vou tentar colher alguns ml de alguém por aí, sei que hoje não está fácil, mas terei que voltar com missão cumprida, caso não consiga, nem sei em que vai se dar isso (disse Berna em tempo de pressa e apavoramento, ainda conseguiu dar um tchau a sua amiga de serviço naquele castelo.)

Berna saio pelas ruas quase deserta, estava desesperada e com urgência de coletar um pouco de sangue, seu patrão e vampiro estava em fortes crises, só um pouco desse líquido vermelho enrubescido poderia salvar desse transtorno final, Berna teria que trazer essa seringa completa desse líquido, para senhor Fredy o único recurso, e ainda mais; urgente, antes que aquele ser diabólico se desmanche entre carne e ossos.

Infelizmente, Berna não conseguiu coletar esse sangue, voltou para o castelo de seringa vazia, muito decepcionada por não ter ajudado seu patrão, agora o que teria como resposta a sua de salvar a vida de seu mestre, só se dizer que não encontrou ninguém por aquelas ruelas, foi um resultado muito sinistro para Berna, teve que pagar com seu próprio sangue, Fredy já estava quase desmoronando de tanta fraqueza, ainda mais, certo que não conseguiu voltar com a seringa cheia, no momento que Berna estava acertando as contas com esse vampiro, as serviçais do castelo, sofia com a ajuda de uma terceira pessoa surpreendeu Berna por trás e aplicou um golpe de mata leão, a moça ficou imobilizada, caída ao chão frente a esse Vampiro, com muita dificuldade conseguiu se movimentar de seu trono enquanto se valia de suas últimas reservas de energia, abaixou onde ela estava estendida, quase batendo com seus nariz ao chão, até com a posição meio em falso, mas conseguiu cravar suas duas presas no pescoço de Berna, no momento que ele sugava esse sangue, ia se fortalecendo gradualmente enquanto a levantava  nos braços, em seguida o corpo de Berna se transformou em uma Múmia branca sem nenhuma gota desse líquido que irriga todo aquele corpo e que dá origem a vida. 

Fredy se saciou daquele alimento, para ele sagrado até que sua boca ficou toda manchada de vermelho de mostrando uma cena de horror. 

Nesses dias atuais já não se encontra mais com a capacidade de ir a caça de suas vítimas, anda devagar e suas proteções espirituais já o abandonaram, não consegue mais pousar na torre da igreja para visualizar suas vítimas, não consegue mais a metamorfose de se transformar em morcego, a velhice o alcançou e já está quase lhe aplicando uma rasteira. 

Nesses próximos dias ele estará deixando esse plano espiritual, viajando para a eternidade, quer dizer, eternidade, eternidade não sei não, o mundo dos vampiros é muito transformador, pode até ser que logo ele estará na pele de um outro vampiro mais novo e mais diabólico, assim como Drácula, aí não precisará que as serviçais do Castelo saiam com seringas em mãos para tratar seu patrãozinho vampiros envelhecido. 

Berna também estará de volta em uma missão vampiresca. Em breve Fredy e Berna atacando os passageiros das noites nessas ruas sombrias dessa cidadezinha.


Antonio Herrero Portilho/01/6/22. 

AUTÓPSIA

 AUTÓPSIA 


Rua São Lázaro prolongamento; naquela altura destes números estavam instalados tudo que levava em conta este assunto; A começar com uma grande universidade de Medicina, a alguns metros dali um hospital especializado em todos tipo de doenças. Instalado nos fundos deste hospital havia um grande compartimento para exames de autópsia, e uma espécie de via local que dava acesso aos veículos que transportavam os corpos para exames, via estas que ninguém respeitavam os 30k/h estabelecida por lei; as ambulâncias e carros que prestavam serviços a este hospital. Também levava ao estacionamento dos médicos e todos os funcionários deste grande estabelecimento.
Mais alguns metros frente para a rua de baixo existia um o cemitério e várias agencias funerárias sempre de portas abertas pronto para atender qualquer espécie de féretro. Estas empresas especializadas neste ramo de atividade sempre estavam disputando espaço e travando uma guerra de concorrência para trabalhar em seus valorosos enterros.
Naquela madrugada sombria já passavam das doze horas, tudo estava em silêncio lá fora.
O clima estava em temperatura baixa, soprava uma corrente de vento gelado que varria todas as árvores plantadas naqueles arredores, com uma garoa fina e a ação do vento fazia assoviar as folhas dos pinheiros plantados sobre as passarelas daquele cemitério, a vidraça embaçada nesta sala tão solitária que só trazia recordações de algo ligado com mortes.
Sentada atrás de uma escrivaninha em meio a alguns fichários e prontuário, diagnósticos, relatórios e seus arquivos de serviços já concluído. 
Nessas noites exaustivas aguardando o próximo serviço a executar, estava ela; aquela lindeza cheia de simpatia, naquela face de doce menina com traços de imigrante japonesa mas brasileira de fato.
As pálpebras quase encobrindo aqueles olhinhos lindos verdes como umas pepitas de esmeraldas; Celine quase não controlava mais seu sono, não repôs o sono das vezes anteriores e naquela noite a poucas horas, antes de entrar em serviços estava  na mesa de uma grande lanchonete deliciando algumas iguarias da cozinha oriental suas degustações preferidas.

Esta profissional sempre muito comprometida com seu serviço, levava muito a sério suas funcionalidades neste departamento, que embora lidar com mortos, mas  muito cuidadosa a não se misturar trabalhos ao alcoolismo. gozou de cem por cento de sua sobriedade.

Nesta noite  passou pela lanchonete existente no centro comercial, presenciou seus amigos e até um eis noivo fazendo parte deste grupo de beberrões, esta noite ele não bebia, só acompanhava seus amigos, não ingeriu nada de álcool, raro acontecer, pois sempre estava  com uma cervejinha e copos em mãos.

Isto acontece sempre, hoje mais um motivo, houve um acontecido naquelas próximas horas, não se sabe bem o que lhes davam este motivo de tanta euforia, alguma vitória de seu time de futebol, isto já era motivo para se encher a cara de cerveja e outras várias marcas de bebidas.

Neste calor da juventude estes moços não dão muita importância aos perigos que há em dirigir um em estado elevado de embriaguez, momento que os reflexos, ou agilidade de qualquer uma situação de perigo se torna comprometido.

Enquanto Dr.ª Celine tentava driblar o sono e a solidão naquele cenário de defuntos e cadáveres, com uma caneta entre os dedos rabiscava uma folha de sulfite em branco, mas assim mesmo cochilava de tanta vontade de dormir.

Em um dado momento ficou em alerta, se despertou com algo que ocorria lá fora naquela avenida. As ambulâncias com as sirenes ligadas fazendo um barulho enorme para abrir o trânsito, D.ª Celine parece que acordou deveras, ficou surpresa com este possível acidente de trânsito.
Passados alguns minutos decidiu abrir a portinhola que dava visão para os fundos do hospital e logo percebeu alguns veículos estacionando em seus espaços personalizados, tratavam se de seus amigos de serviços os médicos especializados em autópsia, estavam longe de seu ponto de visão, mas deu para constatar estas verdades, todos de valise preta em mãos que além de contrastando com as alvuras de seus jalecos, que em breve em alguns imprevistos poderão mancha-los de vermelhos de sangues humanos.

Cada um deles possuíam modelos e tipo seus instrumentos, ferramentas de trabalhos que não gostavam de compartilhar a seus amigos, isto era muito pessoal.
Dr.ª Celine percebeu quando tomaram o rumo pela passarela calçada de concreto que levava até a porta destes grande e renomado centro de exames de autópsia. Ela logo se levantou, disfarçou o sono e ficou pronta para recepcioná-los em seu início de trabalho, Dr. Guilherme, Dr. Albano e o mais novato e recém-formado Dr. Alcides que morria de desejos de pegar a senhorita Doutora Celine, mas ela não dava a mínima atenção, aliás, quem não gostaria de passar uma noite dividindo travesseiros com esta beldade.
Depois que Dr. Albano e Dr. Guilherme a cumprimentou pela chegada dirigiram ao grande salão de atividades, arrumando as ferramentas e instrumentos de trabalho.
Dr. Alcides após cumprimentar Dr.ª Celine, com um abraço caloroso e um beijo no pescoço não suportando algo tão convidativo; parece que só ela possuía de bonito, foi logo ousando em deslizar as mãos de leve em sua tão irresistível bundinha e desferiu um leve beliscãozinho e algumas tapinhas dizendo em voz baixa.
Ao trabalho garota, parece que está para chegar um presunto por ai para nós fatia-lo. Um destes jovens beberrão. Morreu, mas quase não houve fratura de natureza grave, pelo que vi de antemão nem feriu seu grande narigão.

Dr.ª Celine ficou um pouco apreensiva e muita preocupada, pois seu eis noivo possuía o apelido de Narigão por possuir umas grandes e largas narinas, e agora já estavam fazendo algum tipo de ligação com os dois assuntos.
É... Vamos aguardar disse ela com a voz meio que embaraçosa.
 
Ele era daquele tipo de pessoa que não levava nada a sério, fanfarrão, falastrão e sempre estava metido em encrencas, dificilmente passava um fim de semana que o tal não tivera envolvido com algumas brigas, um desordeiro, fazia tudo contrário a leis, cometia as mil peripécias e trapalhadas, sempre se dizia que estavam com razão, lógico que  não convencia quase ninguém, poucas pessoas lhe davam crédito.

Além de tudo tentava passar uma imagem de garanhão, dizia que saía com as mulheres mais desejosas e gostosas daquela cidade; aquelas que todos sonhavam em pegar, mas não conseguia.

Infelizmente neste fim de semana aconteceu o inverso,  fez tudo certo, agiu como um perfeito cidadão, mas pela última vez nesta existência, estava coberto de razões, usou de tudo aquilo que não acostumava fazer, desceu a rua principal daquela cidade com seu Jeep modelo de veículo do exercito muito bem equipado com tudo que é exigido pela lei ao bom motorista no trânsito, e por incrível que pareça estava sóbrio, não havia bebido nada dês das dez horas da sexta feira última, levando em conta que se tratava das primeiras horas da segunda feira; já fazia algum tempo.

Esteve junto ao seu grupinho que sempre fizeram presença em quase todos os bares deste lugar, mas neste fim de Domingo  não bebeu.
 
 Enquanto dirigia seu Jeep muito comportado  e atencioso chegando ao semáforo, parou corretamente no limite que demanda a faixa do pedestre esperou sua vez ao abrir o sinal verde, e até ai tudo bem.

O trânsito estava muito agitado neste final de semana, as duas vias deste cruzamento estava ocorrendo um tráfego intenso apesar das altas horas.

Percebeu o sinal verde e mais que depressa colocou seu veículo em movimento para cumprir seu trajeto, mas infelizmente hoje não era seu dia de sorte, porque um grande caminhão de carga avançou o sinal vermelho e veio colher nosso amigo em cheio, foi uma lástima que isto veio acontecer logo agora que nosso herói estava pretendendo deixar esta vida louca para se dedicar as boas atitudes; assumir a postura de um bom cidadão cumpridor de todos os deveres com a pátria; isto havia jurado que cumpriria mudando completamente seu modo de proceder, se convertendo até o final de sua vida.
Parece que os Deuses da alegria não gostariam de vê-lo assim tão mudado, tão pacato e molengão o inverso do que ele sempre foi.

Faleceu imediatamente no local. A causa morte ainda não ficou definida não havia grandes traumas, talvez uma hemorragia interna com muita intensidade devido o forte impacto do grande veículo de transporte, nada pode se evitar e nem foi preciso nenhuma reanimação artificial, morte instantânea, podiam perceber um pequeno fluxo de sangue que jorrava pela boca, devido alguma suposta perfuração profunda, mas de estreito diâmetro, atingido  provenientes de algum ferro em um impacto violento.

Os exames serão concluídos dentro de algumas horas, tudo indica que  morreu devido o grande solavanco da batida, pois não houve grandes traumas.

A Dr.ª Celine em momento que estava se preparando para o início de seu trabalho, arrumando as luzes preparando aquela superfície plana semelhante a de uma mesa onde os corpos se estendiam para os trabalhos de abertura e acesso aos órgãos internos do morto. Súbito seus olhares atento percebeu na vidraça a cima um reflexo de luz vermelha que piscava e resplandecia no vidro do lado de fora, não ouviu o barulho do motor, só a rigidez dos pneus quando pararam por total, as portas bateu, ela percebeu que se tratava do carro do instituto de autópsia; o rabecão, Dr.ª Celine ficou sobre alerta e curiosa na expectava que poderia ser o seu eis noivo.

No momento que os enfermeiros estavam descarregando os corpos, Dr.ª Celine se retirou do ambiente; virou as costas e se dirigiu ao jardim lado do pátio existente naquela proximidade, parece que tinha certeza que se tratava deste seu antigo namorado e noivo, não queria se surpreender com esta realidade, acendeu um cigarro, foi ao banheiro que existia separado do pavilhão em que trabalhava os corpos para estes exames.
Os ajudantes que trabalhavam com o veículo de transporte de corpos a serviço desta central de autópsia descarregaram três presuntos e engavetaram no freezer dois dos três corpos, 
ficando com este que se tratava do acidente de trânsito ocorrido naquelas vias de grande movimentação.

Dr.ª Celine tomou coragem e com muita atenção, devagarinho foi descobrindo o rosto do morto, com muito cuidado retirou o lençol na parte da cabeça e logo foi confirmando tudo aquilo que estava previsto, era ele, agora ela já tinha certeza o rapaz que  namorou noivou e até quase casou-se; este que tanto lhe fez companhia nos melhores momentos de sua vida, o marrento, briguento e Bady boy bom de briga, agora  iria auxiliar o Dr. Guilherme e sua equipe no trabalho em exames deste corpo e D.ª Celine com suas mãos tão delicadas  ajudará a retalhar aquele corpo que já alguns seis anos passados já foi dela,  já conhecia muito bem esta geografia. 

Agora completaria seus conhecimentos nas partes internas deste corpo já sem vida, ao lado destes doutores ajudava a  pinçar os órgãos, cortar os ossos com estas ferramentas agressiva de corte elétrico outras ponte aguda, tesouras e mais.

A perfuração existente pelas costas se assemelhava muito com uma abertura de um projétil, havia uma hipótese que ele poderia ter feito este trajeto até este local, atingido por alguma arma ou algo de ferro, mas logo os peritos chegaram a uma conclusão, não havia nenhuma possibilidade, este ferimento aconteceu mesmo no acidente, apesar de se tratar de uma situação difícil de acontecer devido às costas estarem protegidas pelo banco do motorista, tudo ficou comprovado, apesar de não estar embriagado no momento do acidente, sóbrio como nunca,  o esmagamento da cabina do Jeep e a força impulsionada pelo grande caminhão, ficou comprovado que um dos ferros de espessura fina que guarnecia o teto desta capota deste veículo Jeep o feriu. Esta vitima no momento exato do perigo abaixou arqueando as costas para cima, seu sinto de segurança era do tipo Subabdominal além do mais  estava com uma folga generosa na sua extensão, alvo fácil para   este estilhaço que  perfurou suas costas,  na deformação do veículo este pequeno ferro penetrou e saiu provocando este ferimento que para estes experientes peritos não demorou nada a concluir esta veracidade.
autor/antherport 

A FIGUEIRA CENTENÁRIA

                                              A figueira centenária. 



Já batia as 21h40minhs deste dia de agosto, noite um pouco nebulosa, mas aparentemente calma, a visão que se tinha a partir da janela humilde da casa de Brendha não era das mais apreciáveis, casa herdada de bisavós,  avós para pai, agora escritura lavrada em cartório constando proprietária a filha mais velha de nome Brendha, velha por dizer comparando aos quatros irmão, todos quatros irmãos ainda muito jovens.
Filha mais velha ajudavam os pais criarem os três irmãos mais novos, duas meninas contando com ela e dois meninos, dois mais novinhos mediava aí pelos sete anos de idade. Brendha, menina solitária, muito misteriosa, alguns  vizinhos via nela uma pessoa muito estranha, ainda mais cultuava uma seita secreta em que seus seguidores se reuniam de baixo de uma grande figueira que ficava à beira de uma estrada bem no fim da rua daquela cidade, esta moça fazia contato com os mortos, trabalhava com magia. Na saída da cidade, entre estes muros velhos até caindo aos poucos não guardava em nada este velho cemitério de mais de cem anos de existência.  Aos quarenta metros situava esta árvore centenária da espécie figueira, tronco de diâmetro enorme. As sextas feiras Brendha aguardava seus pais retornar do culto aí ela e suas amigas e outros amigos reuniam para suas preces chamam.
            Estava ansiosa, seu pai e sua mãe atrasaram, demorava muito voltar, o pessoal adepto desta seita descia a ladeira, passava de frente a casa de Brendha e chamava atenção dela dizendo que já estava na hora do evento começar, mas ela não podia deixar os irmãozinhos sozinhos, teria que aguardar seu pai e sua mãe chegar.
          Não pode participar dos trabalhos nesta noite, os pais de Brendha chegaram muito tarde, depois da celebração foram a um encontro espiritual.
          Nesta reunião ficaram faltando dois seguidores; Jacó e Brenda, Jacó teve que fazer hora extra no trabalho ajudar os doutores a fazer uma autópsia em um cadáver, teria que preencher um laudo médico em um presunto exposto em câmara fria a três dias, não deu para participar, o dever lhe foi mais preciso.   
           Mal amanheceu o dia todos ficaram sabendo do ocorrido, mais uma moça foi sacrificada em ritual de magia e veja logo quem seria esta vítima; Brendha estava escalada para morrer, mas o atraso do retorno dos pais impossibilitou a ida á este ritual macabro.
Jacó; o rapaz namorado da moça que morreu assassinada, ambos os amigos de Brendha, também participava destes encontros noturnos secretos, ele aparentava uns vinte oito anos, trinta talvez com aparência de Europeu devido sua pele clara e olhos azuis, as exigência de serviço, com suas próprias mãos teve que sepultar sua própria namorada, foi muito sofrido para Jacó que exercia a função de coveiro daquele velho cemitério, infelizmente com essa sua profissão já sepultou muito de seus amigos até irmãos ali naquela terra fria e fertilizada por uma infinidade de corpos desde mais de um século de existência.
Cibele era o nome da defunta namorada de Jacó o coveiro daquela cidade. Jacó também tinha muita história para contar, aliás, segredos esses que foram revelados todos para sua namorada Cibele que agora só existe no mundo dos mortos, na verdade Brendha, Cibele e Jacó todos possuidores de poderes paranormais. Agora que o grande amor da vida de Jacó jaz surge grandes interesses pela a jovem encantadora, linda como um pingo d’água de nome Brendha que era de personalidade muito semelhante à Cibele, foi fácil Jacó esquecer Cibele apesar de muito bela que foi nestes poucos anos de vida muito jovial,  Brendha também já havia ficado com Jacó sem que ninguém soubesse este encontro aconteceu á alguns dias recente, ela percebeu que Jacó era um bom amante, sabia como tratar uma mulher na hora do amor intenso.
Na noite de 14 de setembro deste mesmo ano de morte de Cibele, tinha que fazer uma reunião entre amigos de faculdade, tratava-se de um trabalho para final de ano, ficaram várias horas estudando em grupo para fechar o ano com as matérias em dia, se formaria daqui a mais um ano, seria uma fisioterapeuta.
Nesta noite Brendha combinou que sairia para algumas horas de amores com o namorado da amiga Cibele, o lugar de encontro foi o velho cemitério o mesmo que Jacó trabalhava no setor de sepultamento, local; necrotério sobre o granito de velar mortos tanto para Jacó como pra Brendha não existiria lugar mais adequado, adoravam este clima de velórios, este período noturno foi dividido em várias sessões, repetiram muitas doses de amor, antes de morrer Cibele foi traída pelo namorado e sua melhor amiga foi o pivô de tudo isso, morreu inocente não sabia de nada. Brendha e Jacó  estão intimamente ligados em um romance insolúvel ambos adoradores do mundo Gótico, gostavam de passear pelas alamedas deste campo santo, visitava os mausoléus mais antigos, Jacó conhecia muitas histórias destes habitantes perpétuos engavetados ali, falava com intimidade destes restos mortais, passavam horas sentadas em catacumbas de mármores gélidos,  contava histórias de fantasmas passeando em plena lua cheia, quando tirava guarda, neste cemitério, existiam peças de valores altíssimos de famílias tradicionais que foram sepultaram em carneiras e expostos em capelas,  havia riscos de serem roubados e comercializados por se tratar de metal de altos valores.
Jacó caminhando lado à lado  com sua namorada Brendha em passos vagarosos pelas passarelas em que dividem as quadras de covas,  convidou Brendha para visitar o mausoléu da família e contar um pouco da história dos entiqueridos, depois de caminhar alguns oitentas metro chegaram, era uma capela quase toda de vidro fumê, mas encostando os olhos nesta parede de vidros dá para enxergar, ela despertou interesse em saber quem são estes engavetados, aguçando a curiosidade lançou a primeira pergunta de um longo diálogo.
- Me conte quem são estes seus parentes... Gostaria de saber estas histórias. Brendha perguntou com exigência de respostas e foi respondida caprichosamente.
- São seis gavetões, estes mortos estavam em catacumbas, fizemos a exumação dos cadáveres e trouxemos para cá, para que fiquem todos alojados em um só ambiente.
-Aquele primeiro lá é o senhor Augusto, morreu à pouco mais de cincoenta anos, foi meu bisavô, dizem meus familiares mais antigos que, minha personalidade é muito parecida com estes meus bisavós  Augusto e Filomena. Aquela outra segunda de cima para baixo é de dona Renata, o outro foi meu bisavô cunhado. E tudo foi esclarecido.
-Sim!... Tem aquela da esquerda, está vazia, estamos para usa-la dês de alguns anos, mas a postulante ainda não morreu, estamos aguardando já alguns anos mas acho que agora vai, está bem próxima.
-Diz aí quem é ela que já está preparando para essa hora fatal, diz aí. Disse Brendha cheia de curiosidade.
Jacó respondeu com firmeza para admiração de Brenda sua querida namorada.
-Aquela gaveta está aguardando dona Filó, aquela que eu disse, minha bisa paterna que parece muito com a minha personalidade, a matriarca de toda esta família, agora em novembro completará 99 anos de vida se é que chega a completar. Depois lhe conto mais sobre a história de minha família que já vem de dezenas de geraçoes, eu tenho informações de tudo. 
Antonio Herrero/03/9/17    
      

A bela e sex viúva de nome Fryda

 


Pedro e Jacó jogaram as pás nos ombros, seguiram por aquela passarela que mais parecia um túnel tal era o avanço dos galhos das árvores entrelaçando a mais ou menos uns quatro metros e meio, pouco mais altos que nossas cabeças.

Atrás a recém-viúva ainda com o terço enrolado nos dedos, logo Pedro se dispersou, largou a companhia do amigo naquela caminhada neste sombrio cemitério, foi cuidar de outras obrigações nesse campo santo, parece que estava chegando outro cadáver nesta hora, ele foi conferir e dar ao novo presunto um caixão apropriado para esses casos, para que o ML verifique o que causou aquele sinistro; caixão para acondicionar defuntos, enquanto que Jacó caminhava rumo ao quartinho de guardar ferramentas, parece que por hoje não chegará mais nenhum enterro, só se for de fora dessa cidade, o obituário desse município não consta mais nenhum féretro por hoje.
A senhora toda elegante de lenço preto ainda enrolando no pescoço alcançou e tocou nos ombros do rapaz, não parecia nenhum pouco ter acabado de enterrar seu marido, muito sorridente e com certo assanhamento, sorrindo até pelos cotovelos, roupas não muito adequada para acompanhar um enterro ainda mais quando se tratava de seu marido.
Jacó um sujeito ainda novo, mas trabalhava dês de quando passou sua maior idade nesse mesmo serviço, desse mesmo cemitério, nunca presenciou assim uma viúva tão alegre, tinha a mania de quando estava falando com alguém cutucar com os dedos, pegar na mão, encostar a cabeça nos ombros da pessoa com quem estava falando.
- pensei que a senhora estivesse chorando a essas horas, a final é seu marido que acabei de soterrar agora nesse momento, é mesmo uma viúva alegre, muito me surpreende.
- eu sou mesmo sexy... Isso não é bom meu rapaz?  Quero viver minha vida com intensidade, sou muito jovem, esse aí que ficou de baixo da terra agora a pouco, ele  me disse em leito de morte:
Jacó ficou atento para o que ela revelaria.
+ Fryda minha querida, divirta-se minha princesa, essa vida é sua, faça dela o que bem entender desfrute, dê e se entregue a todo prazer.
- isso era o que eu sempre fantasiava em plena vida conjugal, não realizei, lhe fui fiel, agora estou dispensada de todas essas obrigações. (Disse Fryda em tom de palavras vaidosa de mostrando toda a sensualidade nos movimentos e gestos na boca. Esse rapaz não era de negar fogo, não passa nenhuma coelhinha que ele não taca o pau, até parecia que Fryda sabia dessa grande disposição para o sexo além desse ofício tão funesto)
- a mim me faz pensar que a senhora não amava mais seu marido, diz assim com desprezo, parece que gostou mesmo de sua morte, olha minha querida, já enterrei muitos maridos, mas nunca percebi uma viúva tão sexy e espontânea como você.
- Olha aqui Jacó, você não percebeu minhas intenções, quero realizar uma minha fantasia com você, gostaria que você me blindasse com esse meu estranho prazer, quero transar com o coveiro que enterrou meu marido, e sabendo que esse coveiro é você isso já me excita muito e muito, vejo que está próximo de eu realizar meu desejo, em uma expectativa enlouquecida.
Fryda tomou o braço do coveiro Jacó, apertou a mão do rapaz, Jacó percebeu a maciez da pele daquela fêmea linda de corpo gostoso, sonho de consumo de qualquer homem de sexo sadio.
Jacó percebeu uma energia que parecia vibrar percorrendo toda a extensão do corpo genuinamente masculino, Fryda puxou o rapaz levou o para trás de uma capela de catacumba, lugar discreto, fora das dos olhos dos curiosos, porem o cemitério naquela hora se encontrava totalmente deserto, Fryda entrou na espécie assim de capela, chamou com insistência Jacó que já estava entrando também,  desceu a calcinha ficando aparente aquela bunda linda e toda rosada, qualquer um enlouquecia diante de um lindo presente, o rapaz observava aquilo tudo e pensava que hoje seria seu grande dia de sorte.
A recente viúva de corpo atraente virou se de frente, Jacó fixou os olhos de admiração naquelas curvas nuas e convidativo, em minutos esses corpos se emaranharam, se embaraçaram completamente tomados por volúpia de vaidade, ela ficou enlouquecida de prazer, sua tão sonhada fantasia foi realizada em clima de insanidade, terminada essa sessão Fryda ainda continuava fora de si, deitada sobre quele piso frio se enrolada naqueles utensílios que usara para forrar aquele local funesto de fazer amor.
 
 Fryda e Jacó se saciaram do prazer do sexo, Fryda realizou sua fantasia, agora cada um pra seu lado, e eu vou continuar aqui com meus enterros, agora já vem chegando outro defunto fresco tomara que venha com outra viúva bem novinha e bem gostosa.
Antherpot/03/06/2019.     

  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....