Nos becos da vida


NOS BECOS DA VIDA


Luana e suas fantasias sexuais, criatividade não lhe faltava, marido viajante dentre esses tantos dias fora de casa facilitava essas realizações, sempre gostou de viver em vário personagem, pela décima vez encarou no personagem de uma senhora que vivia ali nas imediações de sua rica mansão; dona Betina, muito conhecida por todos, dona Betina até tinha lá suas aparências joviais, seu rosto de belas linhas e face até não muito feia que escondia uma mulher muito interessante.
Nesse dia mais ou menos às dezesseis da tarde Luana olhava pela janela de sua sala, observava o movimento ali na rua em frente de seu portão a movimentação dos viciados e mulheres comercializando o corpo para custear seus vícios, na distância mais ou menos de quinze metros escondendo o rosto na cortina, anotava tudo e imaginava como seria fantasia desse dia, usar roupas de trapos e se misturar no meio daqueles persona da vida real, ainda queria ir mais longe, se prostituir tal qual aquela gente, sabia interpretar muito bem, sua profissão tem tudo a ver com isso, ela é uma iniciante atriz de teatro, coincidente terá que encenar um papel assim como esse dessas vidas em uma peça teatral.
Enquanto tomava banho, recebeu um telefonema meio que urgente, dizendo que não poderia voltar pra casa esse fim de semana, que aguardasse para o meio da semana próxima, voz do marido se despedindo, Luana sem medo de dar errado sua intenção, foi a dispensem e se vestiu de roupas já bem usadas, se tornou uma ótima mulher de poucas posses, olhou ao espelho e percebeu que fantástica transformação, pronta para desempenhar seu papel, quando se viu pronta percebeu que seu corpo estava também transformada por uma grande excitação, quando se vestia para fantasiar sentia uma enorme erotização, essa sua personagem agora terá que ser completa, assim como assiste com frequência de sua janela, a prostituição será o ponto principal, Luana terá que abrir mão de seus recatos e se soltar dessas redoma, em outras fantasias ela já praticou atos libidinoso, dessa prática ela gostava, se vestir nesses personagens de mulher leviana sempre seu fetiche, tudo indica que hoje ela irá se esbaldar.
Depois que estava pronta, saiu com carro, era mais ou menos umas vinte e três horas, levava com ela roupas para se trocar caso houvesse alguma urgência, vidros fumês ninguém podia reconhecer que nesse veículo dirigia uma senhora da sociedade, fina e muito conhecida que vai desempenhar seu papel com personagens vivos e reais.
Ficou algum tempo observando a movimentação das ruas, parada ali debaixo de uma árvore plantada no meio fio da sarjeta, lugar escuro e sombrio.
Quando as ruas ficaram deserta, Luana meio que disfarçada desce do carro e fecha tudo, arruma a roupa, coloca a bolsa pendurada nos ombros, depois alguns passos se infiltra no meio das prostitutas e aguarda para seu primeiro ato, tremia muito, não se sabe se era expectativa, excitação ou sei lá, o lugar era muito perigoso, nessas ruas já correu sangue, o comércio de sexo era uma constância e ficava bem ali pertinho da casa de dona Luana que sempre assistia tudo com muitas curiosidade a fim de participar destas transas sexuais. O desejo sexual levava os pensamento de Luana a altos graus de excitação, nessa mente povoava muitas loucuras sexual, essa noite ela vai por em prática todos aqueles sonhos eróticos e a história vai acontecer nesse momento.
A jovem senhora ficou intrigada com que acontecia, nada normal com esse senhor, percebeu alguns traços feminino naquele semblante, os trejeitos como se movimentava era próprio de uma personalidade feminina, Luana percebeu estranha aquelas atitudes - seria ele um homossexual, um travesti, bem... Isso não pode ser se assim fosse não teria me convidada para um programa, veremos no que se dá nesse desenrolar dessa história.
No momento que Luana tomou esse veículo a pedido desse senhor, não percebeu que esse motorista era muito delicado e até meio que afeminado, pelo menos isso vai lhe servir como experiência, tem homens que funciona dos dois modos, frente e verso, quer dizer bissexual, enquanto o dito cujo entrou para o banheiro para seu banho como se fosse dar início a uma relação, Luana ficou enlouquecida para saber de suas intimidades, queria por todas as maneiras visualizar esse corpo para ver se percebe esses segredos debaixo dessa personagem tão intrigante de aparências duvidosa, com medo, e muita expectativa no que poderia acontecer, Luana transvestida de roupas muito simples imitando Betina; uma usuária de drogas que por ali fazia ponto, comercializava seu corpo a fim de manter seus vícios, se encontrando outro personagem transvestido.
Ficando só nesse ambiente, enquanto o suposto senhor estava em seu banho, Luana descobriu um corredor que dava para a área de serviço, localizou uma pequena janela de fácil acesso foi matar sua curiosidade ao que acontecia naquele banheiro onde esse senhor estava Luana arrumou uma cadeira, subiu e pôs se observar e grande foi a surpresa, ali diante dos olhos de Luana estava um corpo de mulher, não parecia em nada com o motorista que trouxe para casa a fim de fazer um programa, agora a farsa foi desfeita, Luana saiu, desceu da cadeira e voltou novamente para o quarto para dar a entender de inocente diante desse acontecido, ficou atenta para ver no que daria essa trama, estava certa que não se tratava de um homem seu acompanhante. Pronto, já está na hora de tudo ficar explicado, Lua aguarda o desfecho, logo aquela personalidade aparece em cena, tudo fica explicado, se tratava de uma senhora lésbica, também realizando suas fantasias, pensou que estava saindo com Betina sua namorada afetiva, pois Luana se vestiu de Betina para realizar a fantasia de prostituta. Agora a história ficou concluída, Betina não era Betina, e o senhor que buscava a acompanhante, não era o acompanhante, se tratava namorada homossexual da Betina.
Lá pelas tantas da noite, alguém bate a porta de Lilian a mesma que disfarçou de personalidade masculina certa que estava saindo com Betina, mas tudo ficou esclarecido quando entrou em cena a segunda Betina; a verdadeira, tudo foram desmentidos e assim que esse encontro foi realizado dessa maneira tão inoportuno, aproveitaram para fazerem um festinha a três mulheres em atos de lésbicos. Agora Luana se enriqueceu de conhecimento pronta para levar mais esse aprendizado para seus trabalhos artísticos.
Antherport/12/6/2020.




 

           

ABUSO



 O ABUSO.


Na segunda feira de um dia lá dos anos sessenta nos corredores daquele colégio pavilhão que davam acesso ás salas de aulas, um rapaz dirige-se apressado á sala de nº 28, se tratava do professor Hermes ao seu primeiro dia a ministrar aulas neste estabelecimento de ensino.

A classe estava fechada, e os alunos aguardavam este novo professor com grande expectativa, é que sempre foram professoras, hoje seria professor, chegou frente ao número 28 até parecia que a classe estava vazia tal o silencio que pairava em meio este grupo de aluno.

O Professor Hermes, toca a maçaneta da porta e vira, entra e vai entoando uma cantiga escolar muito cantada naquela época, só para ver a reação dos meninos e meninas ginasial desta escola, começou a cantar:
- Samba o lelé tá doente, tá com a cabeça rachada, samba lelé precisava de umas dezoito lambadas... ôi samba, samba, samba o lelé.  Der repente toda a classe também começaram a cantar, mas porém uma destas alunas não cantava, permanecia com a boca fechada , com expressão de como não gostou da cantiga, o professor Hermes observou atentamente aquela aluna muito fechada a si. Todos os alunos saudaram com um caloroso aplauso e deram boas vindas aquele professor que á partir desta data não seria apenas um mestre, mas também um amigo para todas as horas e de hoje até o fim de ano estará atendendo em uma salinha ali do lado da diretoria, qual quer aluno será orientado e solucionar qualquer problema mesmo que fosse de ordem familiar, ali em curta conversa com os meninos em meninas.

Prof. Hermes; o recenchegado  dirigiu-se até esta menina e pediu que mostrasse um daqueles cadernos a pesar que estas matérias foram ensinada no ano anterior, logo terminou aquele papo de mostrando aquele elo de amizade entre o pessoal da classe, sentou-se e pôs a foliar o caderninho da menina, verificou e percebeu que se tratava de uma aluna muito aplicada e inteligente, professor ali de cabeça baixa analisando aquelas matérias do ano passado, quando o professor ergueu a cabeça deparou com esta menina ali do lado, dizendo que gostaria de falar, e relatar alguns problemas, o professor atendeu a e disse que no final da aula dirigisse até sua sala para receber todos que se sentisse envolvidos com alguma situação difícil, ela disse que seria urgente, que o caso é sério, assim ficou acertado. Durante este período, neste primeiro dia de aula neste início de ano, o professor Hermes aproveitou para conhecer estes seus alunos que perdurará por até terminar o ano letivo. Faltando uns quinzes minutos para terminar a aula ele disse que encerraria a aula para atender qualquer que seja o problema, esperaria lá em sua saleta ao lado da diretoria.

Naquele momento estava sentada no sofá a espera das palavras deste seu mestre, a menina Letícia. - Entre Letícia, pode fica á vontade, não precisa sentir vergonha de nada, fale tudo com palavras esclarecedoras, estarei te ouvindo e tentando lhe ajudar, certeza que o problema que te aflige será solucionado.

A menina de cabeça baixa começa uma longa narrativa, tropeçava um pouco nas palavras, apertava as mãos, concertava os cabelos quando caia sobre o rosto, percebia-se que ela estava tomada de muita angustia até se manchava com a tinta da caneta se atrapalhando, mas mesmo assim relatava os fatos com expressão de muita timidez.

- É isso mesmo professor... Já não suporto mais esta vida. Sinto até rejeitada pelas minhas amigas, parece que toda a cidade já tem conhecimento disso, meu pai é mesmo um mostro, ele já pratica estes atos libidinosos á muito tempo, dês de muito pequena ele já me bolinava, faz algum tempo vem praticando relações sexuais comigo, parece que quanto mais eu vou crescendo, mais ele vai aumentando a frequência, agora quase todos os dias ele me abusa, eu não quero, mas ele me força a penetração, eu tenho o sentimento que estou toda machucada por dentro.

-Você pode relatar tudo que acontece, estou todo ouvido, diga pra eu como foi que ele de violentou pela primeira vez.

- Apesar de estar me apalpando, me bolinando, meu pai tocava em minhas nádegas dizendo que era grande e bonita, me beijava e tocava em meus seios que já estava despontando.

Á uns meses já passado assim como de costume, veio me pegar na saída da aula, fico em pânico quando ele estaciona o Jeep lá no portão para me pegar, como se fosse me levar para casa, ao em vez de me levar pra casa ele diz algumas palavra até me parece gentil, mas, eu sei que vai me machucar novamente.

- Oh!... Desculpe, estava me esquecendo de que tenho que buscar o rapaz da topografia que está trabalhando no nosso sítio, oh... Filha querida, não se importe não, mas eu tenho que ir até lá no sítio, logo eu volto é pertinho.

- É assim com estas mentirinhas que ele se desculpa. Disse a menina Letícia.

O lugar fica na zona rural arretirado mais ou menos uns 11 km, nós chegamos era mais ou menos umas 16 horas, não havia ninguém no lugar, tudo estava deserto, parou o Jeep debaixo de um pé de manga muito sombroso aí ele me veio com uma desculpa.

- Acho que cheguei tarde, ele se foi mais cedo, nem me avisou.

Naquele dado momento começou uma chuva, chovia bastante neste mês de novembro,

Letícia e seu pai se obrigaram a se trancar no Jeep até que a chuva passasse assim ela ia relatando ao professor Hemes, ele me enchia de elogios, dizia que eu sou a filha mais querida do mundo, que eu sou muito linda, com a mão escorada no câmbio do Jeep só com a pretensão de ficar tocando e perto de minha perna e logo aproveitou enquanto dizia algo me chamando atenção em momento inesperado ele pega minha perna no alto de minha cocha aproximando de minhas virilhas, pedi que ele tirasse a mão dali, que eu não estava gostando daquilo, ele insistiu dizendo:

- Não se preocupe não minha filha querida, isso é comum entre pai e filha, eu posso aproximar de você assim, você é minha filha.

- Tentei tirar sua mão de minha perna ele resistiu, aí me forçou, segurando com a outra mão, pediu que eu ficasse calminha que não ia me fazer mal algum, meu pai é um homem muito forte me prendeu entre seus braços, depois me tirou a calcinha, fiquei enfraquecida, perdi as forças, não consegui me safar de suas garras, isso enquanto me beijava e sugava minhas partes esfregando em mim aquele bigode felpudo deixando salivas gosmentas me causando arrepio, quando eu tentava me desvencilhar ele me apertava seu corpo contra meu quadril enquanto eu sentia que algo me penetrava com violência, neste dia meu pai me desvirginou, meu pai me inundou com aquele líquido viscoso, algo que eu sempre presenciava em suas práticas libidinosas, dês de quando eu ainda pequena me assediava sexualmente assim, tocava em minhas partes até houve ocasião em que masturbava exibindo seu membro naquele momento ápice de seu prazer. Ah... Outra coisa professor talvez isso lhe interesse como análise deste caso, mas ele quando me aproximava em momento em que eu dormia em meu quarto, sempre acordava assustada com o barulho que ele fazia ao me surpreender com suas atitudes covardes no momento destes abusos tinha como costume cantarolar uma cantiga escolar, da qual eu odeio muito.  

Quando ele invadia minhas intimidades; ambiente de dormir fechando a porta caminhava em minha direção cantando em voz baixa e depois aumentava o tom desta música que sempre que ouço me causa muita repugnância, isso ficou impregnado em minha mente, a imagem que me vem em mente é daqueles dentes amarelo do sarro do cigarro quase coberto por aquele bigode espinhoso que me causava muitas irritações.

Assim aproximava de mim quase que balbuciando aquela cantiga:

- Samba o lê, o lê, tá doente, tá com a cabeça rachada, Samba o lê tá precisando de umas dezoito lambadas. Samba oi Samba oi Samba o lê lê...

Assim ele dava início á sessão de maldades sobre á minha inocência, abria a braguilha de sua calça retirando seu membro e pedia que eu lhe masturbasse enquanto isso acontecia cantarolava bem baixinha esta detestável canção escolar.

- Leticia... Por favor, me diga aí... Você nunca levou este caso ao conhecimento das autoridades?

Percebe-se que estas formas de praticar estes incestos é realmente de pessoas doentias, psicopatas, estou interessado em resolver este caso, agora eu vou até o fim, dê no que der.

- Sim!.. Minha professora de português, eu sempre relatava tudo, ela sempre me ouvia, sempre esteve comigo, chegou até levar ao conhecimento dos delegados e Juízes que cuidava deste assunto; violência contra menores, mas em nada se resolveu, meu pai é muito influente neste município, possuidor de grandes posses e importante político faz parte de uma grande elite, toda a casta desta cidade sempre está se rendendo aos poderios de meu pai, atendendo suas ordens.

 - Qual é o cargo que ele exerce mesmo?

- É vice- prefeito, mas, porem até superior a todos, manda e desmanda espécie assim de Coronel, parece um deus, acima de tudo e de todos, assim fica difícil de qualquer forma de punição, a lei não o alcança, esta minha grande amiga e professora de nome Sônia agora aposentada, acho que nem mora mais nesta cidade, já levou este caso aos mais altos escalão de autoridade desta cidade, infelizmente estou só, ninguém me ouve, tenho esperança em suas atitudes inovadoras, acho que estou arrumando um amigo para me tirar deste sofrimento, aqui nesta cidade parece que todos se meda quando se trata de fazer justiça, ninguém me ajuda.

- Fique tranquila querida, pode ter certeza, agora este caso terá fim, ele pagará por este mau que está praticando, me aguarde.

- Peço que não deixe meu nome aparecer nestas suas investidas, caso ele fique sabendo que estou aqui levando isso ao seu conhecimento certeza que ele pode até me matar.

- Pode confiar em minha pessoa, eu vou te ajudar terei muito tempo para resolver isso, só tenho uma aula de 45minutos por semana, vai me sobrar tempo, isso não vai ficar barato, me aguarde, neste feriado municipal prolongado vou á capital, assim começarei investir neste caso, direi que você manda lembranças a sua professora Sonia que a qual eu também a conheço, sempre fui seu amigo dês de quando foi transferida para capital, depois te conto mais da professora Sonia, tem surpresas aí nesta pessoa Sonia.

Quando Hermes chega a capital de imediato vai procurar a professora Sonia; a fiel amiga confessora da aluna Leticia, Hermes em outra ocasião já havia obtido muitas informações de tudo que acontecia naquela cidade que agora passa a ser alvo de investigações de muitos fatos criminosos que acontece nos porões desta gente importante.

A criminalidade acontecia sobre os mandos da impunidade, o Professor Hermes a partir deste segundo contato com esta professora, já vivida e lecionada por muito tempo neste município adquiri muitas informações do que se passa neste lugarejo, agora irá fazer parte de uma equipe de três investigadores; Hermes, Fábio e Peter, logo se vê que o caso de Leticia não é simplesmente um fato isolado, existe uma enorme ramificação deste crime de pedofilia que envolve muita gente da alta sociedade nesta pequena cidade.

Primeiro dia de aula após os quatros dias de feriados, o professor entra para a sala de aula trazendo em sua bagagem relatada em pastas toda a jornada de trabalho para todo este ano, para inteirar-se com estes alunos pede que todo alunos escreva em dez linhas o nome do pai e da mãe, e elogie os, conte algo, assim feito por aí já descobriria o nome de muitos homens possíveis pedófilos residentes nestas imediações, inclusive o de Leticia.

O dia começa muito movimentado nesta pequena cidade, os investigadores começam seus trabalhos a fim de levantar informações, Peter vai procurar o sítio do qual Leticia relatou em seus depoimentos em certa quilometragem daquela estradinha calçada de pedras, mais ou menos dez km dista da zona urbana, do lado esquerdo o portal que dava acesso ás terras do pai de Leticia, nome do sítio; Portal da felicidade, do lado uma guarita e uma pequena casa de alvenaria como se a pessoa moradora desta propriedade seria mais ou menos um controlador de acesso,

Peter com poucas palavras convenceu este porteiro e conseguiu entrar nesta propriedade tão particular, ele se identificou como o amigo de um senhor que ali trabalhava como agrimensor e topografo construíam curva de nível e medição destas áreas ocupadas e adquiridas pelo pai de Leticia, Peter fez amizade com estes senhores engenheiros contratado por este proprietário e sitiante de tanta importância neste município, aproveitou para mapiar este ambiente, periciar analisando todos cantos desta propriedade; verificou o seleiro, as casas de guardar rações animais e outros compartimentos por ali existente. Logo percebeu ali do outro lado da estrada existia um aeroporto, uma grande edificação tipo assim clube nos níveis de uma boate, mais á baixo uma aldeia de nativos já civilizado.

Peter dirigiu até á aldeia e conversou bastante com o chefe... Cacique desta tribo conseguindo muitas informações importantíssimas através destes diálogos. A professora Sonia enquanto lá na capital, relatou muitos fatos e intercalava com o que o cacique dizia.

Aterrissavam grandes aeronaves neste aeroporto, eram turistas em busca de manter contatos com as meninas menores, meninas novinhas as quais serviam como exploração de sexo enquanto aconteciam grandes festas, a pedofilia estava instalada nesta cidade do interior,

Peter aguardava estas festas acontecer para comprovação dos fatos relatados pelo índio e informação da professora Sonia. Pierre amigo de Peter montou escuta telefônica todos os contatos telefônicos destes pedófilos estavam sendo gravado e já ficou comprovado que o pai da menina Leticia estava no topo desta lista de delinquentes.

Pelas gravações obtidas notificaram que nesta próxima semana estará aterrissando um destes aviões com grande negociante destes exploradores sexuais em atos criminosos.

Nestes sábado deste mês está para acontecer a grande festa ali neste grande clube para eventos, mas, porem algo irá estragar esta festa, já de prontidão a grande equipe de policiais está pronto para agir, todos bem posicionados aguardando a hora exata, as crianças será atraída com a recepção de palhaços, promessa de participar em programas de televisões, modelos de grandes marcas etc. a verdade é que tudo não passa de uma falsa, não passa de formas de atrair às garras destes criminosos.

São dez horas da manhã, sobrevoa sobre o céu desta pequena cidade uma aeronave de porte médio, ali estariam os grandes chefões destes crimes, enquanto outra parte desta quadrilha já hospedava nestes hoteizinhos estabelecidos para turistas nesta região ao qual eles diziam ser reduto das meninas mais bonitas do Brasil.

Aterrissou o primeiro avião ás nove horas e quarenta e cinco minutos e logo às dez horas chega outra parte deste esquadrão do crime,

Três policiais disfarçadamente transitava pelo aeroporto particular, observava tudo enquanto anotava todos os detalhes, documentava em fotos discretas sem que eles não percebessem, tudo pronto para um flagrante.

Já á alguns dias as propagandas destes acontecimentos estavam sendo exibidos nestes veículos de comunicação, os cartazes fixava por todos os espaços visuais, todos aguardavam ser um grande acontecimento e quando chegam as 13horas dão o início, havia uma grande quantidade de pessoas organizando esta festa com aparência infantil, alguns destes estavam envolvidos com este crime, muitos senhores desta sociedade eram praticante de atos incestuosos apesar de legitimados pedófilos, a mãe e pai de Leticia encabeça esta lista destes delinquentes sexual e tudo está confirmado pela equipe de policiais investigadores.

Os shows começam com muitas músicas infantis, muitas meninas dançando, comédias com palhaçadas e tudo mais. Pronto! estas meninas já foram escolhida e separada foram fotografadas e tudo ficaria confirmado para o  dia seguinte longe dos olhos dos populares e pais e mães das crianças. 

Nesta segunda feira logo após o início do período desta manhã, estas oito meninas foram chamada para fora deste colégio diziam que  se tratavam do concurso do dia anterior, um pequeno ônibus as conduziram para outro ambiente, elas embarcaram nesta condução e desembarcaram em outro lugar, quer dizer clube.

Os policiais já estavam preparados, só estavam aguardando o momento exato; quando os fatos fossem serem confirmados,

Um destes agentes já estava infiltrado em meio esta apresentação destas meninas, aí o flagrante seria arbitrado. Estes senhores negociantes de pornografia infantil estavam pronto para acionar as câmeras fotográficas no momento em que estes homens exigiriam em que estas meninas se despissem para que as fotografassem e abusassem, mas os policiais no momento exato os abordaram bradando voz de prisão.  

Com as algemas e mais que rápido conduziram os à carceragem, todos foram presos em flagrante, agora estão todos a disposição da lei. Incluído nesta mesma apreensão  o pai e a mãe da menina Leticia, a mãe foi de imediato liberada por falta de provas, está confirmado que o professor Hemes, estes  policiais em ajuda com a professora Sonia, assim foram desbaratada uma grande quadrilha que praticava incesto, exploração sexual com crianças.

19/3/20

17 – Antonio Herrero Portilho.

 


Hallowem; O grande dia das bruxas

No escuro desta noite, no fundo negro deste céu neste lugar, algo fenomenal estava para acontecer, demostrava coisa de outro mundo.

Alguém com trajes muito diferentes com tom de roxo e negro, com alguns símbolos místicos... algo muito funesto estão se movendo neste espaço celeste.

Os chapéus de copas altas e pontiagudas combinavam com o nariz longo e quebrado para baixo, as verrugas nas pontas destas narinas sempre destacaram como um desenho imprescindível, isto sempre foi à marca registrada destas meninas bruxas.

   Com os vais e vem de certo veículo aéreo de natureza desconhecido, algo que se assemelhavam com motociclos, motos voadoras, mas na verdade se tratava de algo simples de uso caseiro destinado a limpeza de casas... eram as vassouras que as conduziam encavaladas em seus cabos direcionando, buscando uma rota a qual as desejarias navegar por estes espaços nesta noite.

Naquelas horas próximas a este local, o céu ficou tumultuado, muito corre, corre.

O tráfego aéreo ficou infernal, isto algumas horas que antecedia a grande festa e conferência.

Estas pessoinhas misteriosas nestas ocasiões memoráveis se reuniam para um grande encontro; elas do sexo feminino com aspectos de grande estranheza se juntavam para esta grande assembleia, neste país do além, onde nesta época se encontravam.

Daquela noite até nos dias atuais não mais se presenciaram coisas mais extraordinária.

O cenário todo elaborado com infinidades de arranjos típicos deste tema, local deste grande acontecimento: Uma clareira, dia trinta e um de outubro a meia noite, em meio a floresta, estava marcada para este grande acontecimento.

Este último dia do mês de outubro ficaria para sempre marcado na lembrança tal era o tamanho deste evento macabro; algo de assustar, as imagens de terror causavam espantos até naquelas criaturas que já estavam acostumadas, horror que dava medo e calafrios, fazia até arrepiar os cabelos, este encontro era mesmo de deixar qualquer um boquiaberto.

Estas meninas bruxas exóticas quando estavam reunidas para estes eventos tinha como hábito levantar várias conversações, aquelas figuras belas de bruxas a debita aos cultos do halloween, neste momento com suas línguas afiadas e maldosas comentavam tudo que já haverá acontecido nestas temporadas que estavam ausentes.  Estas amigas e companheiras sempre persistiram nestes laços fraternos, aproveitavam para relatarem seus eventuais fatos que não poderia de forma nenhuma ficar esquecida esta irmandade a cada ano se encontrava para estas eventualidades, e aproveitavam para pôr as fofocas em dias. Como podemos imaginar fofocas de bruxas nem se pode ter uma ideia como seria as intimidades destas criaturinhas extra mundo. Todas falavam simultaneamente e assim sendo este ambiente se tornava um grande alarido formando um completo alvoroço com estas tagarelas, coisa horrível.

Der repente toca-se uma sirene e algumas badaladas de um velho sino em forte som, todas as bruxas se silenciaram e ficam atentas para o que está para  acontecer, no palco abre-se a cortina, em seguida entra em cena alguns integrantes da Família Adamo, trazendo e segurando em mãos um caixão de defunto todo de cor roxo escuro com detalhes de preto com vermelho, as bruxas vibraram com este ato  os carregadores colocam a urna funerária no assoalho no centro do palco enquanto se acomodam por ali nos fundos do cenário. Em seguida este ambiente ficou tomado de uma enormidade de fumaça que quase encobria algumas cenas que apareciam em meio estas névoas entrementes o caixão para defuntos se abre e uma criatura salta para fora, as meninas narigudas de chapelão ficaram aplaudindo sem sessar, tal era o impacto deste ato. Eis que aparece em meio do tablado esta figura de terror: O conde Drácula, ele que deveria comandar estes discursos para estas bruxas; assistentes muito especiais.

Ele motivado por um exibicionismo exagerado se apresentou para a plateia expondo seu porte físico tão bem preservado pelas grandes quantidades de sangues ingeridos; alimento primordial para a vitalidade deste; o maior dos vampiros.

Neste momento da se início a grande conferência e assim inicia o grande discurso sobre este dia do HALLOWEEN.

As bruxas a cada ponto importante do discurso reverenciavam o estendendo a mão e dizendo com forte som em gritaria:

ALELUIA, ALELUIA!... SALVE O NOSSO GRANDE MESTRE, O DE TODOS OS TEMPOS, DE TODOS OS SÉCULOS. ...AMÉM.

(Antônio Herrero Portilho)18/8/2013



 



Juca o mau convertido
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                                                                                                                                               Pelo menos cinco vezes ao ano o administrador da fazenda, com o consentimento de seu patrão fazendeiro disponibilizava um meio de transporte que buscaria uma personagem muito especial, Irene; a pregadora.

Senhor administrador havia se convertido há pouco tempo, era um evangelizado.

 O caipira Juca proprietário desta fazenda ficou todo contentes em saber que a pastora estaria de volta a esta sua propriedade, foi até o celeiro e tomou posse das arreatas as quais seriam vestidas no animal ao qual iria puxar a charrete até a estrada que passava ali nas mais ou menos dez quilômetros da cede da fazenda, fazia gosto de ir ao encontro desta senhora pastora.

Tudo arrumado agora Juca estava pronto para buscar a pastora que estaria naqueles dias promovendo cultos naquelas fazendas, ela; a mulher que diziam referência no assunto de religiões nestas imediações.

E lá vai Juca pelos caminhos entre as pastagens em direção do ponto do ônibus que chegaria daqui a poucas horas, embarcaria na charrete de Juca o condutor.

Ele olhava nos ponteiros do relógio e consultava as horas de minuto a minuto tomado pela grande impaciência e torcendo para que chegue logo a tal condução.

 

Lá na curva da estrada, buzinando e alto e escandaloso som, era ela a jardineira que traria Irene a pregadora da palavra de Deus.

Logo este velho ônibus estaciona a beira da estrada, e veja lá quem colocou os pés neste solo de terra vermelha; A pastora Irene.

 

O grandalhão Juca até tremia quando firmava a vista naquela mulherona,  forçosamente desviava os olhos daquelas vantajosas curvas daquele corpão, achava  que estaria cometendo alguns daqueles pecados que estão citados naquele livro que a mesma carregava debaixo de suas axilas,  tinha receio que não deveria sentir desejos por esta mulher, ser uma  mulher de Deus, assim como ela pregava em seus discursos religiosos, ficava se controlando e até virava-se de costas para não de mostrar estes sinais de excitação e morria de vergonha  se ela  percebesse.

- Juca meu irmão na fé, não precisa se preocupar em se esconder, tenho conhecimento de sua timidez, não se preocupe com isso, Jesus te ama e ele está reservando uma grande bênção para você.

 

Mas quando falava em Jesus Juca sentia que suas tesão esfriar rapidamente assim como se estivesse jogado um grande balde de água fria sobre “ele”.

 - Pronto pastora Irene, já estou a seu dispor, pode falar...

- Me ajude a subir na charrete, onde está sua gentileza, meu jovem senhor?

- Sim, sim.

 Irene apoia um dos pés no estribo daquele veículo de tração animal, e Juca ficou meio receoso, apatetado; não sabia mesmo como faria para ajudá-la.

 - Vamos logo irmão Juca, não precisa ficar com vergonha, me pega por trás e força que eu consigo subir.

Ele até que enfim criou coragem e entrou em ação, colocou as mãos nas grandes nádegas da pastora e impulsionou até que ela em um salto se assentou sobre ao estofado da charrete, até o cavalo que ia puxar este trole sentiu que ali estava se acomodando uma pessoa de Deus e em seguida começou a esbaforir continuadamente, impressionante como os animais sentem isso, será? Aí Juca cutuca a bunda do cavalo com o cabo do reio e diz ao animal – Vamos eia...

 - Olha pastora, vou lhe contar uma coisa, não sei se sabe, acho que o Frederico precisa de orações, ele as vezes fica espirrando muito todo o tempo e fica muito irritado, parece que quer sair correndo, acho que isso é coisa do diabo que quer o apoderar, você precisa orar por ele.

- Vamos logo cavalinho, vamos.

 Dizia Juca ao seu animal que puxava o trole.

 A pastora Irene se interessou pelo caso, já pensou em fatorar alguns $$$.

 - Sim... Tá bom quando você falar com esse seu Frederico diga para ele dar uma chegadinha à minha igreja que vou fazer uns trabalhos de oração para ele, mas; para o dito cujo se curar, precisa pagar o dízimo, diz a ele.

 - Não tem jeito de eu levar o Frederico lá na sua Igreja, e nem pagar o dízimo.

- Por que não pode levar o seu Frederico no culto?

- Ele tá com intestino solto, mija muito e fica com a espingarda a ponto de bala, acho que é espírito mesmo, mas; ainda vou pegar ele de reio e vou lascar várias chibatadas nele, até ele aprender a respeitar os outro e deixar de ser sem vergonha... Eiaaa, força cavalinho.

 - Olha irmão Juca, não há obstáculo para Deus, basta ter fé que a fé cura qualquer problema, te pergunto ele tem fé?

- Nenhum pouquinho, ele é um descontrolado mesmo! Com este jeitão assim calado mais é um desavergonhado de marca maior.

 Durante aquele papo entre os dois se perceberam que um forte odor invadiu as narinas daqueles dois, e o cheiro estava insuportável, coisa do demônio Ufa! Será?

- Olha meu irmão Juca, acho que terei que abrir a bíblia e começa a rezar, quando o diabo se aproxima ele tem estas características, a verdade que o diabo apresenta um cheiro forte, quando está nestes ambientes, de Deus, igual a este momento agora, você não está sentindo este cheiro forte Juca? Isso é o diabo.

- É eu também acho que o Frederico também tem o Diabo dentro dele, tá sentindo este cheiro é mesmo dele, não disse que ele estaria com o intestino arruinado, tá aí a prova.

- Como assim irmão Juca?

- É... Estou falando do Frederico, este meu Cavalo.

- Ô gloria... Aleluia... Este seu Frederico é mesmo este seu cavalo, este do qual você está falando?

- Sim, ele mesmo, meu cavalo, este aí que está puxando a charrete, por que você pensava que fosse uma pessoa de que eu estava falando, este cheiro de pum que estamos cheirando vem dele, isto é, se não foi você pastora porque eu não fui.

- Eu não Juca, então foi ele mesmo; seu cavalo, bicho do diabo... Tá amarrado...

- Eita!... Vamos cavalo, vamos. Frederico... Há... Cavalo lerdo sô...

 E por aquelas trilhas lá ia Juca, a pastora e o cavalo Frederico já chegando ao destino final.

A pastora Irene perdurou por ali até o Domingo de manhã, realizando cultos, fazendo visitas e arrecadando ofertas e dízimos destes moradores proprietários destes sítios e fazendas, dizia ela que era para comprar uma casa no céu e que Jesus precisava destes dinheiros para construir uma nova Canaã para que todos que obedecem a palavra de Deus fossem morar lá neste paraíso, falava e ditava prova através deste livro,  que o Messias voltaria e levariam em arrebatamento todos que obedecessem a doutrina de Deus.

 Depois de algumas horas de descanso se esbaldando de muitas regalias oferecidas a esta charlatona que sempre pregava a estas peças a estes pobres crentes em Deus que se inundavam suas mentes com um montão de lorotas bíblicas, depois que está personagem muito espertalhona escalpelava todos convencendo os e impondo uma religião e a necessidade de aceitar Jesus.

Através de um discurso inflado de baboseiras criando um fanatismo exacerbado, depois desta intensa atividade criminosa de estelionatos, buscava se estes descansos em um compartimento todo luxuoso construído nesta fazenda para que ela se desfrutasse destes momentos cansativos destas solenidades religiosas.

 Às sete horas da manhã deste Domingo lá estava novamente Juca o Condutor, com a charrete toda arrumada para esta curta viaje e aguardava dona Irene na porta da casa grande.

Der repente surge a Pastora na porta da grande casa de malas em mãos, e já se podia notar o estado de mau humor da tal religiosa, não gostava de se levantar muito cedo, ficava muito nervosa.

 - Vamos logo pastora, logo o ônibus passará e não podemos perdê-lo; este é o único por hoje, o outro só amanhã neste mesmo horário, você não vai deixar esta viaje para amanhã?

 

- De forma nenhuma deixaria para amanhã, não vejo a hora de sumir logo deste lugar horrível... Só se vê bois para todo lado e este fedor de animais, coisa horrorosa... Detesto estas obrigações matinais ruralistas, prefiro morrer que ficar mais um dia nesta desgraça de fazenda, o lugarzinho praguejado, isso deve ser a cópia verdadeira do inferno.

 

- Não fala assim não pastora, você é muito mal agradecida. Olha... Sabe aquele leite, aquele pão e todo aquele café da manhã que você tomou quando se levantou?  Eu e os peões da fazenda...  Precisamos acordar a quatro da manhã para polos em sua mesa, a senhora devia agradecer a Deus por toda aquela mesa farta de alimentos que pomos em sua mesa, não é isto a vontade de Deus; este que você prega?

 - Que se danem estes idiotas e otários... Não estou nem aí pra eles... Não torres as paciências Juca... Porra, caralho!  Tange este seu cavalinho peidorrento com mais rapidez, quero se ver livre deste lugar logo, o mais rápido possível.

 - Nossa que braveza irmã, para que fazer esta desfeita deste povo que te tratou tão bem.

 - Ah... são mesmo, tá achando ruim, porque? Seu caipira veado, vamos logo, toque esta carroça.

 - Não precisa se apressar pastora, vai sobrar tempo, a jardineira só passa às nove e trinta da manhã.

 - Desculpe Juca, estou muito nervosa, isso não pega bem para uma pessoa de Deus; Mais acho que isso é mesmo a minha TPM que está se mostrando este descontrole..., Mas parece que não é não, ainda está longe o dia desta pré... Acho que é nervosismo normal... Sei lá.

 - Oiá... Já vi falar de muitos demônios; este eu não conhecia... TPM, Ochente. me explica pra que eu entenda.

 - Juca é o seguinte; quando nós mulheres estamos no dia que antecede a menstruação, ficamos tomadas por um descontrole emocional, vai daí que ficamos muito nervosas e agressivas, isso não é demônio não, isso é normal, faz parte da sexualidade feminina, todo o mês vem para nós mulheres... Tá entendendo Juca meu irmão de fé.

- Isso não sara com orações?

 Não Juca, não isso não pode cessar enquanto a mulher atingir mais ou menos uns cinquenta e três anos, a TPM é um fato normal.

 - Eu também tenho uns problemas com meu sexo... Aí que vergonha pastora, não consigo pronúncia esta palavra, fica muito envergonhado... Não comente com ninguém, fico com vergonha que as pessoas descobrem que eu sou brocha.

 - Brocha mesmo?

 -É... Eu tenho uns brochamento.

 - Ahaa... ra ra ra ra... Ah é este de o defeito que você tem Irmão Juca?

 - É sim... Mas não precisa me vaiar, não faça gozação com isto, fico muito chateado sô...

 Ela não se continha a crise de riso, teve que se segurar, quase se mijou de rir do tão simplório Juca; o Grandalhão.

 - Fico muito nervoso também quando as coisas não do certo para mim, tal qual você, quero impor minha marca de macho, mas não consigo, meus nervos amolecem e me dá uma tremedeira, aí nunca chega aos fatos consumados, fico evitando repetir a fornicação para não passar vergonha.  Outra noite quase que eu arrebentei com um baile de danças que existia lá no arraial, isto tudo por causa de meu este problema de sexo, só estou falando pra você por que você é uma mulher de Deus, acho que você conserva os segredos de confissões, mais ainda tenho muita vergonha de tratar deste assunto, será que tem orações para me curar... Mi dê uma cura para esta minha doença sexual... Sexual; Assim que você fala né?

 - Sim, tem cura sim meu irmão Juca, Hoje não dá para praticar esta cura mais na próxima vez que eu voltar aí nós trataremos diste assunto, mas; isto vai lhe custar um preço alto, talvez você não tenha este dinheiro, você sabe como é né, Jesus não age sem dízimo, você tem condições financeira para bancar isto?

 - Simmm... Tenho dinheiro que pague isto e muito mais, a propósito, a senhora sabe a quem pertence estas terras, esta fazenda que você está visitando?

 - Não vai dizer que a ti pertence?

 -... Isto tudo é meu patrimônio, você ainda não viu nada, eu sou um homem de muitas posses, de um rebanho de vacas leiteiras e gado de cortes, sou simples assim mais tenho bala na agulha, é muito dinheiro e estou disposto a gastar com isto até me curar de vez.

 - Quando eu chegar a cidade eu vou procurar me informar a respeito de quem é realmente estas terra e se é verdade se você não está me mentindo.

 - Pode perguntar ao tabelião da cidade e aqui está o endereço dele que por sinal é meu amigo, ai também o meu cartão mostrando que sou pecuarista.

 - Ah sim... Ele também é meu amigo, aí é fácil saber.

 - Vamos depressa cavalinho, upa Frederico.

 E Juca novamente cutuca o traseiro de seu animalzinho para que puxe este carrossel com mais rapidez.

 - Juca escute ai que vou te falar... Antes de atravessar aquela ponte você pare a charrete; estas risadas frouxas e estes baques das rodas nos buracos me buliu com a minha bexiga, estou estourando de vontade mijar, finalmente aquela moita de bambu a beira d’água vai me quebrar o galho, não aguento mais me segurar.

  - O córrego e a moita de bambu tá um pouco longe em.

 - Acho que dá pra aguentar.

 - Vamos cavalos, depressa...

 Enquanto isso Nego Jão o benzedor destas regiões estava por ali nas margens daquele riacho colhendo ervas para fazer remédios, desta vez pretendia curar uma cachorra de um de seus amigos e frequentador de seu terreiro (templo onde realiza cultos Afro), procurava pela a tal de erva do bicho indicada para combater coceiras e rabugices conforme ele dizia a público. Eis que lá de um pouco longe enxergou a charrete que vinha levantando poeira na estradinha, nego Jão correu e foi esconder no capinzal, quando percebeu que o trole iria estacionar na margem daquela estrada, nego Jão correu foi procurar um lugar mais seguro e optou pela  moita de bambu que estava plantada bem na beira da ponte, Nego Jão escondeu bem ali, entre a ponte e a moita deste arbusto, ficou alojado entre as madeira da ponte e os grandes troncos de bambus, evitando que alguém o descobrisse sua intenção; estava em propriedade particular e evitava que ninguém o visse nestes lugares.

Der repente Nego Jão ouviu uma vó de comando que dizia ao animal.

- Oaaa... pissiuuu... Pare um pouco cavalinho, é hora de beber água no riacho.

 A pastora Irene disse com uma vó quase bocejando:

 - É aqui mesmo que eu gostaria parar; a única moita mais alta, só tem capim rasteiro nestas pastagens, não vou demorar, é rapinho, aguarde.

- Enquanto isso vou deixar o Frederico beber água, pode ficar à vontade o ônibus demora a chegar.

 - Tá bom...

 Nego Jão ouviu tudo e logo começou a botar os olhões no que ia acontecendo. O vento tocava na moita destes bambus, rangia tronco com tronco e provocava aquele som estridente, as águas do riacho fazia chuã, as vacas leiteiras mugiam enquanto pastavam, Juca assoviava-se distraindo enquanto Irene terminava com seu ato mictório.  Os pássaros gorjeando dizendo: bem te vi, bem te vi, bem te vi; como se estivesse presenciando e atestando aquela cena dantesca de dona Irene acrescentando alguns litros na vazão destas correntezas murmurantes incomodando estes peixes com esta poluição destes líquidos com odor de amônia.

Quando dona Irene se esvaziou tudo que estava sobrando em sua bexiga, chamou pelo Juca que estava por ali aguardando este feito e soltou um grito bem alto:

 - Juca, veja aí em minha bolsa; esta da cor verde, e traga-me este pacote de toalhinhas descartáveis, preciso enxugar-me, me molhei minhas pernas, ande logo Juca... Isso é rápido.

 - Sim já vai, já vai.

 Quando Juca abriu o zíper daquela bolsa quase caiu de costa de susto em ver tamanha quantidade de dinheiro, vários pacotes de cem e cinquenta e até um calhamaço de cheques ao portador em nome dela; a Pastora Irene, tudo isso arrecado nos cultos naqueles povoados em que habitava aqueles fazendeiros e sitiantes.

 - Vamos Juca, isto é pra hoje.

- Tô indo, tô chegando.

 Enquanto isso Nego Jão presenciava tudo lá de onde ele estava escondido.

 Juca pegou um dos pacotes de dinheiro que fazia parte daquele montante guardado naquela bolsa, correu e escondeu em uma daquelas moitas de capines enquanto a pastora gritava aos berros.

 - Vem logo Juca, isso é urgente.

 - Já vai.

 Nego Jão percebeu tudo de onde ele estava escondido, só não sabia de que se tratava aquele pacote, e continuava observando tudo.

- Pronto tô aqui pastora... vixiii, desculpe não sabia que você estava assim tão descoberta.

 

- Não precisa ter vergonha não Juca, isso é normal, agora pegue estes papéis descartáveis e ajude a me enxugar, estou toda mijada pelas pernas, sabe como é estas necessidades feitas no mato só da nesta.

 - Nossa Pastora você mijou tanto que nem dá pra imaginar, tal qual a mimosa.

 - Quem é a mimosa?

 - Minha vaquinha malhada.

 - Tá tudo bem, tudo pronto, vamos embora logo.

 Juca saiu na frente e foi logo arrumar a charrete, estacionou bem ao lado do barranco pronto para a pastora subir com mais facilidade. Enquanto isso Nego Jão não perdia um movimento daqueles dois. Logo que estavam prontos para partir, Juca ditou um comando de vós para o cavalinho e logo desapareceram pela estradinha em direção do ponto do ônibus que logo chegaria.

Nego Jão foi depressa procurar o que Juca tirou da bolsa da pastora e escondeu na moita de capim e veja o que ele encontrou; um belo pacote de dinheiro em notas de cem e outro em notas de cinquenta, calculava se em mais ou menos em uns doze ou quinze mil, se apossou para si e ficou saltitante de contente, escondeu em outro lugar para mais tarde pegar sem nenhuma suspeita, mas ficou por ali com sua colheita de ervas para remédio caseiro.

Nego Jão daí algum tempo percebeu um barulho era a charrete que vinha se aproximando, correu e se escondeu ali em seu lugar de costume e ficou observando os movimentos, Juca foi até uma pequena árvore e amarrou seu cavalinho, depois disto se dirigiu à moita de bambu, justamente onde ele e a pastora estavam resolvendo aquele imprevisto e não perdia nenhum lance.

Juca ao chegar neste lugar foi logo descendo as calças até os joelhos, fechou os olhos e firmou o pensamento em sei lá o que... Lógico que na Pastora, em seguida cuspiu na mão direita e segurou com os cinco dedos seu membro e deu início a uma masturbação, ficou longos minutos nesta orgia solitária até que se esvaiu, completou seu ato libidinoso, enquanto que nego Jão assistia tudo e pensava lá com seus botões.

 

- É mesmo um filho da puta, este Juca, só vive aí nos cinco contra um, quer dizer nesta bronha, depois lá no bar quando estamos reunidos ele mente contando tantas vantagens que pega todas as meninas do povoado, mas não é verdade, ele é mesmo um frouxo, perdeu a oportunidade da comer aquela pastora e agora fica aí nesta punhetosa.

Juca foi logo até onde havia escondido o dinheiro que pegou da pastora, mas não estava lá, lógico que quem se apoderou do dinheiro foi o Nego Jão o Curandeiro do povoado.

 

Então ficou assim; Irene a pregadora roubou o povo com suas enganações religiosas, Juca se apoderou de uma parte deste dinheiro, acho que a mesma nem percebeu, certeza que nem contou, nem somou; mas era mais ou menos uns cento e oitenta mil, isso que fazia parte deste dinheiro, enquanto que Nego Jão roubou este mesmo dinheiro do caipira Juca.

 

- Eiaaa.... Vamos Frederico, vamos logo para casa.... Irene... Eita Pastora gostosa, muito boa esta mulher... he he he he ... Opss... Não pode desejar pastora, ela é mulher de Deus...Opss...Vamos cavalinhos, vamos cavalinho.... Que se dane aquele dinheiro... eu tenho muito mais que aquilo...

Antônio Herrero Portilho-(07/7/2014)


Gustavo o padeirinho e a moça da lojinha dos preços populares


Gustavo o padeirinho e a moça da lojinha dos preços populares . 

 A aventura continua. 
 Magda trabalhava na lojinha de preços baixos, as portas deste estabelecimento de utilidades e suvinis,  fazia parte do mesmo prédio que havia um comércio de deposito de matérias de construção, mas o salãozinho dos preços em contas vendia mesmo tudo á preços baixíssimo e o freguês levava de graça um sorriso maravilhoso e simpático desta vendedora balconista que mais parecia a rainha da beleza. Estas Angelinas Julies desta era, ou quer dizer; deste século não chegava aos pés desta loucura de mulher, um corpão!!!... E ainda mais, gostava de vestir com calças, ou shortinhos agarradíssimo que moldava todas aquelas curvas fantásticas e desejosas uma doçura de garota, encantava a todos tanto indo como voltando, frente verso... Nós sas senhora que lasca e racha!!! Coisa de louco! ... Essa moça, todos queria, todos a desejavam nem que fosse um minutinho com Magda, mas vá se contentado em só olhar e lamber os beiços... Essa beldade não andava por aí dando mole, só saia se o cara fosse mesmo de seu agrado, estes Miguelzinho que se atrevesse qualquer que seja algum assédio já levava não de cara dura, ela nasceu em família de religiosos evangélicos e ainda conservava os costumes obedecer aos pais que os mesmos disciplinava estas duas moça; Magda e Aline debaixo de muito regime assim como o pastor da igreja obrigava todos os irmãos e irmãs. Naquelas imediações só havia duas mulheres que se destacavam as mais gostosas e tesudas; Magda e Aline, gêmeas, mas Magda se diferenciava por um pouco maior em estatura, beleza em dose dupla, Magda solteira, Aline casada, mas residiam ali na vizinhança, seu Brandão locutor da rádio FM sempre foi o maridão protetor de Aline, ciumento que parecia doentio, mal sabia que Gustavo o padeirinho, o garanhão ali do lugar já pegou Aline. Ele sabia, mas fazia de conta que não sabia... E se passava por inocente, assim lhe doía menos suas chifradas impetuosas e tempestivas, diziam as más línguas que Brandão estaria ameaçando de morte o padeirinho Gustavo, ele não podia nem lembrar que sua esposa dividiu a fruta com o tal, tão obcecado que até não come mais pães só pelo fato de seu traidor ser padeiro. Brandão sempre carregou com sigo a tendência a homicida, o padeirinho que se cuida com este demente compulsivo, muito mais quando se tratava em corneação, coisa de louco mesmo!! Gustavo quase não tinha mais tempo para nada, estava centralizando atenção na construção de seu estabelecimento que logo estaria em faze de acabamento, os pedreiros dava o duro para terminar a obra no tempo combinado. Nesta sexta feira chegou logo de manhã, assim que os pedreiros começaram seus horários de serviço, o mestre da obra pediu que Gustavo providenciasse um relatório de matériais, assim como materiais hidráulicos e outras peças de cerâmica e como o deposito mais perto estava bem ali no mesmo endereço que trabalhava Magda a menina mais bonita deste bairro... Magda estava de olho no padeirinho, enquanto que o padeirinho já contava com fato consumado, só faltava á conversa configurar. Nesta manhã esta moça estava arrumando as mercadorias nas prateleiras do estabelecimento quando ouviu lá do outro lado da parede que demandava o materiais de construção a voz que ela mais conhecia, era a fala de Gustavo que no balcão comprava as peças de encanamento para sua construção, Magda prestava atenção em toda a conversa de Gustavo enquanto dialogava com o vendedor que assim conferia a lista : - 03 torneiras cromada, registro de água 02 rejunte, cimento, argamassa mais 6 metros quadrado de piso porcelanato, esse é para o banheiro. Gustavo apenas confirmou e aproveitou para perguntar se havia possibilidade de indicar onde ficava o banheiro deste estabelecimento, que precisava usar o. Magda ouviu muito bem e ficou na expectativa, pois o banheiro situava no corredor bem ali nos fundos da loja que trabalhava por sorte dava para avistar muitas cenas exibida ali neste toalete masculino e pela fresta da porta entre aberta assistiu Gustavo quando urinava na bacia sanitária, Magda se encantou com o que viu neste momento, admirada com o que era de posse de Gustavo, ela ficou pasma, não tirou os olhares até que o padeirinho chocalhou o bastão assim até que pingasse as últimas gotas, Magda viu e atestou com seus próprios olhos que ali havia em abundância daquilo que ela estava procurando. Gustavo guardou para dentro da calça aquele enorme pinto flexível tremulante, em seguida conseguiu acondicionar os grandes testículos formando um grande volume no alto das virilhas assim como era de costume, Magda assistiu tudo com aqueles olhos que a terra haverá de comer e só imaginava ter aquilo tudo só para ela em seus devaneios.   Á partir de agora não mais ficaria só em sonhos, todo seu pensamento passaria ser obcecações. Terminando toda aquela visualização ás encenações de Gustavo, a moça sentiu que o fundo de sua calcinha ensopou de algo pegajoso e morno, sua bocetinha ficou toda inundada, lubrificada lacrimejando de um breve orgasmo,  foi ao banheiro e limpou-se com uma toalhinha descartável, enxugou toda a extensão daquela fresta vermelha como uma fruta adocicada, olhou de perto aquela gosma que mais parecia baba de bebê cheirou, depois jogou na lixeira e disse em pensamento: - Tudo culpa daquele padeirinho tarado, você me paga Gustavinho disse ela com expressão de vingança. Logo voltou ao comando de seu serviço aí Magda ficou na porta para assistir a partida de seu amado, mesmo que seja só em pensamento. Os rapazes dos carregamentos e descargas providenciaram a entrega no endereço anotado, enquanto que Gustavo saiu com seu carro em direção ao centro da cidade, mas naquele corre, corre as pressas, Gustavo deixou cair um documento, era o cartão do CPF, Magda assistiu quando caiu, ele quando saiu não viu que estava perdendo este documento, Magda ficou de entregar pessoalmente quando ele retornar ao trabalho. N’outro dia a moça desce a rua pela calçada em que esta construindo a obra do padeirinho, e veja lá quem está estacionado bem ali, Gustavo o padeirinho, Magda passou, cumprimentou com bom dia e aproveitou para perguntar: - Que mal eu te pergunte meu rapaz, você não perdeu nenhum documento ontem quando comprava na loja de material de construção... Não é? A moça firmou as vista em seu rosto com admiração. - Pois é e não é que perdi mesmo, foi o meu CPF, perdi sim, por quê? Você o achou? Apalpou os bolsos e tirou a carteira. A moça insistiu que ele prestasse atenção em sua fala, e disse: - Sim está aqui, pode conferir se este mesmo, disse a ele com um sorriso de simpatia. - Olha! Eu vou deixar o meu telefone anotado neste papelzinho aqui para quando você perder os seus documentos, você me ligar para que eu o procure, eu adoro procurar estas coisas de homens, me estimula, e exita por as mãos  nestes seus documentos, vou te procurar, pode ser assim?.. E entregou a anotação com ar de como se estivesse entregando não só o telefone, mas tudo de si e finalizando com um gesto na mão tirando de sua boca um beijo e entregando a ele este padeirinho comedor de meninas inocentes... Aí ele fez um gesto de positivo a ela que ao mesmo tempo respondeu como tivesse confirmando suas propostas. - Me liga tá, estarei aguardando, hoje é minha folga, tenho muito tempo pra tudo, não vou trabalhar, tchau meu amor. O padeirinho pensou lá com seus botões e zíperes: - Essa já está no papo, não demora nada vai sentir todo o poderio do tão famigerado Gustavo o confeiteiro; eu a seu dispor... mal posso esperar. Gustavo perdeu alguns minutos com olhares fixos naquele corpinho cheio de pecado, ele continuou estático ali na calçada observando o balançar daquela bundinha deliciosa desta lindeza de nome Magda, de passos cadenciados desaparece ao virar a esquina, e o padeirinho volta á seus afazeres na obra. Hoje Gustavo está inspirado, certeza que o bicho vai pegar. O cunhado de Magda; senhor Brandão esposo de Aline sua irmã gêmea, está perturbado é que Aline saiu hoje cedo não se sabem para onde foi, e o Senhor Brandão está com a mente suja, com uma pulga atrás da orelha imaginando que Aline está fazendo alguma coisa errada, deixou o programa nas direções de outro profissional na rádio em que trabalha de locutor, só para procurar Aline, para ele Aline está mesmo nos braços de algum rapaz por aí nestes motéis, e por motivo de Gustavo ter tido um alguns casos com Aline, o suspeito número um é o tal padeirinho Gustavo, estes pensamentos de desconfiança está deixando o cara supere nervoso é hoje que ele vai cometer este crime que tanto fala por aí em bocas pequenas, já procurou por vários motéis para descobrir se caso ela estava em algum destes e toda procura foi inútil até agora. Enquanto Brandão estava louco varrido, Gustavo se esbaldava  no hotelzinho mais próximo dali onde eles moravam, distanciava mais ou menos um seis quilômetros, logo adiante do alagadiço; um pequeno pântano. Gustavo e Magda passaram horas memoráveis, Magda foi comida de todas as posições já inventada a cada intervalo saboreavam um lanche, bebericava alguma cervejinha e algumas doses de bebidas fortes. Para surpresa de Magda a camareira; a moça que servia pela janelinha discreta, pelo que ela entendeu era a sua maior inimiga devida se tratar de uma grande linguaruda e invijosa, na verdade esta amiga de Magda que trabalhava de arrumar as camas e limpar os quartos sempre fofocava tudo que sabia para o namorado desta agora amiga de Gustavo, ela ficou enfurecida quando leu um bilhetinho que veio junto com o drink dizendo que contaria tudo para o namorado de Magda. Esta parceira de Gustavo não se importou muito com a ameaça e continuou com seus atos libidinoso e delicioso, Magda que dava as cartas, ela queria assim, daquele jeito, deitada por baixo de pernas abertas, hora vinha por cima de cócoras. Na verdade esta moça estava mesmo esfomeada, gostava mesmo de rolas grandes e roliças, assim como Gustavo lhe oferecia com muito prazer. Terminaram a seção de sexo ardente foram ao banheiro e tomaram um belo banho pegaram suas roupas e se vestiram pronto para pegar o carro para retornar para suas casas, ela só aguardaria a bronca do namorado, pois a camareira disse que contaria tudo, mas Magda vingou de uma maneira bem apropriada. Enquanto Gustavo dava partida no carro a moça ainda estava no quarto. Gustavo não sabia por que ela ainda ficou no quarto, mas logo que saiu ela contou que pelo fato não gostar e brigar muito com a camareira, Magda juntou aqueles forros e cortinas e travesseiros em cima da cama e fez xixi encharcando tudo aquilo desta sua urina só para que sua inimiga empregada deste hotel ter bastante trabalho e sofrer para limpar tudo. Quando Gustavo saiu pela portaria logo percebeu que havia muitos animais ali na pista, eram as capivaras que viviam neste rio que passava bem ali, estes animais roedores tem o hábito de pastar em grandes turmas ( vara).   Gustavo atravessou no meio destes animais e grande foi a surpresa, ele percebeu que o Senhor Brandão estava ali estacionado bem perto do motel e vendo que Gustavo saía viu esta acompanhante e já imaginou que seria sua esposa, tudo possível, ambas gêmeas. Sua esposa Aline cunhada saiu e não havia aparecido em casa nesta manhã, ficou louco babando, tirou o revolver e começou atirar tentando passar mas os bicho tomou toda a pista e ele quase não conseguiu alcançar, Brandão atirava nas capivaras para elas saírem da frente, até andou matando algumas meias dúzia deste bicho, mas seu Brandão estava de azar, a viatura do IBAMA estava por ali por perto e quando o comando ouviu os tiros acelerou a viatura e tentava pegar Brandão por ter cometido um crime ambiental, Brandão tentava pegar o moço que saiu do motel suspeitando que sua esposa estava traindo com Gustavo. Logo ali á uns 900 metros os carros pararam e o sargento Florestal saiu da viatura e foi logo perguntando: - Vocês podem me explicar o que está acontecendo?  que porra é essa? diguem aí. Brandão respondeu que sua esposa estava o traindo com o rapaz do carro da frente, Magda saiu do carro de Gustavo e disse que ele estaria engando, não sou sua esposa, sou sua cunhada irmã gêmea de sua esposa, tá explicado senhor Brandão, sou maior de idade, vacinada, diplomada e saio com bem eu quiser, o senhor não tem nada com isso, sua esposa Aline nesta manhã acompanhou a mãe até o culto em horário de vigia, ela tá lá na igreja orando com minha mãe, agora vá pra casa esfriar esta sua cabeça meu cunhado preocupado. O sargento Florestal disse: - Ir pra casa uma ova!!!... Ele vai ter que me explicar esta matança de animais, você vai ser processado e pode até pegar uns anos de cadeia para o senhor largar de ser besta, vamos você está preso senhor Brandão, pode entrar na viatura,  vais dizer toda esta história para o delegado. Gustavo seguiu em frente com sua garota mais linda e gostosa desta cidade. Magda aproveitou bem seu dia de folga agora conhece como Gustavo faz sexo muito gostoso, Aline está orando na igreja evangélica... vai saber... se tá mesmo, a faxineira do Motel e inimiga número um de Magda agora terá uma enorme trabalheira só pelo fato de não manter sua língua quieta, poderia estar livre desta,  terá que lavar as roupas de cama, cortinas, travesseiros, Magda comprometeu o serviço desta faxineira linguaruda. deixou suas marcas ali naqueles tecidos branquinhos e alvos. Assim termina mais uma aventura de GUSTAVO; O padeirinho sedutor. Antonio Herrero Portilho/10/12/de2016.


INTENSO PAVOR

Primeira Parte. 

O corpo do Coronel Antão - INTENSO PAVOR


Todas as vezes que caia um temporal, Coronel Antão ia em direção dessa grande e misteriosa árvore.

Passava todo o temporal debaixo da velha figueira; árvore centenária, corria a boca a boca que os ancestrais de Coronel Antão faziam torturas aos escravos e escolhia esse lugar para suas celebrações macabra, as vezes usava para açoitar ou em momentos sacrificar esses pobres seres indefesos, o tronco era debaixo da velha figueira, reza a lenda que nas sextas feiras em um determinado horário ouvia se gemidos que ecoavam desde dos tempos negros da escravatura. As amarras e chibatas ainda zuniam assim como nos tempos já passado, um resto de assombração persistiam em se apresentar seus lamentos cheios de dores.

Coronel Antão corria para debaixo dessa árvore, não no intensão de se abrigar do mau tempo, mas seguia esse ritual como uma exigência das entidades espirituais de forças maiores.

Todos já sabiam que esse senhor Antão já fez pacto com o diabo, ele só passou a ser rico milionário depois que vendeu sua alma para o demo, senhor das catacumbas dos infernos... em comum acordo era deveras parceiro do Diabo, mas conforme ficara acertado em pacto de sangue, em uma determinada data, o diabo viria para leva-lo, isso já ficou firmado.

O misterioso senhor Antão tinha uma super percepção de quando se aproximava qualquer tempestade, suas entidades espirituais sempre o alertavam, hoje bem de manhã esse homem recebeu essa revelação que dizia aproximar um grande temporal, ele ficou contente com esse aviso.

Hoje nessa tarde acontecerá. Olhando para o céu pode se perceber um aspecto estranho que de mostra nesses ares, essa brisa refrescante tem cheiro de chuva, a revoadas de pássaros rumo ao sul.  Já anuncia essa verdade


O tempo impiedoso passa fazendo marcas de destruição, além de derriçar as folhas e galhos dessa gigantesca figueira, deixava escorrer um rio de águas partindo do ponto mais alto dessa árvore até as raízes: tentáculos como os braços fortes desses caboclos resistentes formados para essa lida.

Tudo se tratava de uma barganha, eles ofereciam seus trabalhos em esforços por essa tão pouca miséria de cifras em tostões, maus davam para se alimentar essas três bocas famintas, insuficiente para acalmar a fome massacrante, nessa troca, coronel Antão sempre saia ganhando, esses empregados camponeses vendiam suas forças quase de graça, ficava faltando para alimentação desses seus filhos,   uma tristeza que saltava aos olhos de qualquer observador, ver aquelas crianças desnutridas de faces amareladas quase esverdeada pela palidez, de ficar chocado com tanta desumanidade, Coronel Antão poderia tratar melhor seus colaboradores, mas o que imperava naquelas leis trabalhistas, maltratava os mais humildes, quem ditavam as regras eram os mais poderosos senhores adeptos do coronelismo.


Naquela moradia precária Justino, sua esposa e seus dois filhinhos inocentes se penalizava pelo que poderia acontecer nessas intemperes climáticas, se protegiam como podiam desse bravio temporal.

Os relâmpagos trincavam o céu com grande luminosidade, as telhas de cerâmica da humilde casinha de Justino, tremulavam, encharcando dessa água dita como abençoada, mas inundava e causava até a morte aos desabrigados.

Aqueles seres tão desprotegidos das promessas divina, ainda que esse deus a qual eles prestavam essa fé nunca estendeu as mãos pelo ao menos a essas crianças.

O sonho daquele chefe de família; Justino, mulher e dois filhos, era de melhorar as condições de vida, dar conforto a essas três criaturas desamparadas pelo patrão, esse endemoniado home de negócio, que só visava o lucro as custas desses esfarrapados operários.

Já chegava as últimas horas dessa tarde quando essa chuva diminuiu bastante, quase cessando os últimos pingos, Justino; o pobre homem trabalhador dessas roças, apanha um machado e mais algumas ferramentas, assim como um belo revólver que possuía dês de muito tempo, só para caso de algum ataque de animais selvagens, nessas propriedade do Coronel Antão havia muitos animais perigosos, pensava com essa arma defender desses perigos, deixa sua pequena casinha, mulher e filhos e vai em direção dos campos, intenção derrubar um coqueiro de palmito para acompanhar em sua refeição, só restava esse afazer, depois desse meio dia a chuva não deixou ninguém trabalhar.

O nevoeiro cobria os caminhos a seguir, uma nevasca que quase não se via nada.

Justino vivia o tempo todo reclamando por suas péssimas condições de vida, questionava, resmungava e até xingava a Deus que se dizia o criador de tudo, mas para ele nunca atendeu suas orações, dizia e repetia que venderia a alma para o diabo, assim como seu patrão coronel Antão fez, repetia várias vezes – Deus não dá nada para ninguém, veja como nosso patrãozinho é rico e poderoso além de ser uma pessoa cruel, perverso praticante de tantas atrocidades e feito pacto com o diabo... e é rico.

Se o diabo aparecesse para mim eu me entregaria de corpo e alma, também seria um muito rico, agora dizendo a verdade, eu nem pra isso sirvo... ter uma prosa com esse tão encantado anjo muito querido.

Enquanto Justino caminhava naquelas trilhas em meio esse chuvisqueiro, resto que sobrou dessa tempestade que caiu agora a pouco, enxugava o rosto com as mãos, enquanto que seus olhos enchiam de água desses pingos que caia.

Com um saco de estopa nas costas com suas ferramentas, em um breve momento percebe se que as folhas dos arbustos se mexeram, em seguida surge do nada uma voz que chamou pelo nome algumas vezes esse pobre homem:

- Meu deus que será isso, seria deus falando comigo, ouviu meus reclames indignado pela minha situação miserável que se encontra minha família próximo de morrermos de fome além de esforçar-me para colocar comida na mesa, mas tudo que ganho nesse trabalho escravo não dá para matar a fome desses meus três viventes, eu, minha mulher, meus dois filhos.

Der repente a entidade interrompe os pensamentos de Justino e diz como exigência.

                                                                                                             - Senhor Justino, senhor Justino, eu quero ser seu amigo, tenho boas notícias para você, se quiser me ouvir, gostaria de falar com você? Disse essa voz do nada.

Justino abriu seu saco de ferramentas, pegou seu revólver e perguntava com insistência.

- Quem está aí, diga por favor, se não eu atiro. Disse com bravura apontando a arma para o mato.

- Calma seu Justino, sou seu amigo, pode abaixar a arma, quero ter uma conversinha com você, não fique bravo comigo não, vamos conversar amigavelmente, você não vai se arrepender, ainda a pouco você disse que entregaria a alma para o diabo, eu estava aqui perto e escutei dizer desse seu desejo de ficar rico, sua oportunidade chegou, você poderá se tornar um homem muito rico, pense bem nisso, tão rico como seu patrão, então, você não precisa ficar cruel como ele, sua esposa e seus filhinhos serão bem tratados cheios de belezuras... Disse o Cramulhão oferecendo muitas maravilhas enquanto Rufino dava toda atenção às propostas desse diabinho do bem.


- Caso nós confirmamos essas minhas propostas, já vou te adiantar logo, não quero culto e nem qualquer tipo de orações, aqueles santos que você tem naquele oratório, vou te adiantar, terá que jogar fora, diabos não gostam de imagens, é o inverso de tudo que demostra a fé divina. Essa voz misteriosa dizia a seu Justino se dizendo muito interessado por essa sua causa.

Justino se fazendo de difícil por momento deixou de dar atenção a esse diabinho, essa entidade, assim voltou a insistir chamando atenção para as maravilhas oferecida por esse diabinho.

- Justino enquanto caminhava pensava nas condições de fazer o pacto com o diabo, olhava para sua situação de miséria de sua pequena família e cada vez mais se convencia que esse seria uma ótima condição:

- Estou quase aceitando, afinal o diabo não é esse sujeito tão mau que o povo descreve, todos que chamam por ele, atende com urgência e presteza, enquanto que eu a tantos anos vivo rezando em pedidos, orações e promessas em aclamações, até hoje cada dia pior, estou convencido, vou aceitar, agora pergunto a você meu parceiro, qual será os próximos passos para firmar o pacto? Justino diz sim as propostas da entidade.

Essa trilha em que Justino seguia passava ao lado da misteriosa árvore centenária; a figueira encantada. O pobre homem enquanto mudava seus passos em direção dos coqueirais já se sentia que tudo estava mudando em sua vida, a começar por sentir se fortalecidos, parece que já sente mais vigoroso, como um ser humano, curado de uma forte anemia, Justino percebeu que agora tudo estava surtindo efeito, ao chegar sobre a proteção da velha figueira o diabo chama Justino para debaixo dessa misteriosa árvore, essa entidade vai ditando as regras de um ritual, enquanto Justino seguia o que era dito, o homem aceitava tudo o que lhe fora dito, como uma celebração de batizado.

A voz misteriosa disse ao Justino:

-Agora você abra esse saco de estopa, e pegue sua faca e faça um pequeno corte no pulso direito, deixe que esse seu sangue que exale ao vento, agora você é um dos nossos, aguarde para as próximas horas você terá os primeiro sinais desse seu pacto.

O diabo encerrou essa confirmação, tudo aconteceu sobre a proteção dessa árvore centenária. Justino continuou a fazer o que ele estava determinado, colher os palmitos nos coqueirais das guabirobas

Quando Justino voltava seguindo pela mesma trilha aconteceu um fato muito curioso, ele já estava imaginando que o pacto já estava surtindo efeito, Justino percebeu que de encontro a sua direção, surge um cavaleiro a galope, parece que não se sustentava direito nos arreios do animal, como se estivesse bêbado, passou por Justino, olhou para trás, viu que deixou cair uma grande bolsa de couro cru, tudo indica que aquele cavaleiro era um dos administrador do coronel Antão, a grande bolsa estava cheia de dinheiro que seria para pagar os empregados que trabalhavam nessa colheita de cana de açúcar, Justino ficou assustado quando ouviu um tiro de trabuco. Justino agora estava com a bolsa superlotada de notas graúdas, o cavaleiro foi assassinado, tudo indica, que foi uma tocaia. O pobre homem ficou confuso, não sabia se entregava o dinheiro ao dono que conforme alguns papeis que estava junto das notas e o portador seria o administrador do coronel Antão, Justino indeciso sentou se as margens da trilha pensando no que faria.

Em dado momento uma águia aproxima de Justino, ela gritava alto e voava em círculo, Justino começou a sentir medo, tudo aquilo dava pavor, logo a grande ave se aproxima de Justino e se transforma no diabo, pela primeira vez Justino viu a figura do diabo, aproximou e deu seus cordiais cumprimentos demonstrando ser muito amigo desse seu mais recente iniciado.

-Justino, Justino meu amado discípulo, essa sua primeira posse, foi tudo organizado por mim, não se preocupe com esse dinheiro, você não está praticando nenhum ato desonesto, não está roubando, esse dinheiro é seu.  Disse a entidade acalmando as tensões de Justino.

- Mas isso é muito dinheiro, tenho medo de alguém saber que estou de posse dessa grande quantia, posso até ir preso por acoitar produto que a mim não pertence.

- Não se preocupe eu já armei tudo, ninguém vai te pegar. Deixe comigo, eu te darei toda cobertura. Você está me compreendendo meu discípulo? Você ainda terá que aguardar umas quatros semanas para começar a gastar esse seu rico dinheirinho, já tenho em vista, você vai comprar aquela casa que se situa naquele endereço cujo já é de meu conhecimento, espere a poeira abaixar, eu estarei dando cobertura de tudo. 

- Sim, sim, tudo entendido.  Justino concordando com as propostas de seu mestre.

- Onde fica essa casa? Qual endereço? Pergunta Justino.

- Não se preocupe, na hora você vai saber, quero te adiantar a próxima e primeira tarefa a cumprir, coronel Antão está cumprindo seus últimos dias aqui na terra, você será o substituto, Coronel Antão morre dia dezessete desse mês, morte por arma de fogo, o fato acontecerá quando a vítima estará em meio uma confusão, haverá vários disparo de arma de fogo, mas ele morrerá pelo disparo de sua arma, você Justino acionará o gatilho de seu revólver e matará Coronel Antão logo quando ele chegava amontado em seu cavalo, Coronel Antão era um frequentador assíduo desse estabelecimento, hoje ele chegou na hora errada.  Na porta desse boteco onde haverá essa grande confusão, homens atirando com armas de fogo, esfaqueamento de peixeira até espancamento, se pegando em lutas corporais assim morre Coronel Antão, e eu estarei lá no funeral dele a fim de resgatar o corpo desse grande personagem, se vai Coronel Antão, ressurge Justino o mais novo discípulo do diabo.   Assi Essa entidade revela tudo com antecipação.

Antônio Herrero Portilho/11/3/2024*** 

  

 

  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....