Entre meio a estas pernas, vou para todo lugar, subo escada em passarela, me esfrego em corrimão, sofro de tanto calor em meio a multidão.
Fico tão aborrecida, pra que tanta ocultação, a calcinha veda tudo, me sinto um coitadinha aqui nesta prisão,
sou um botãozinho em flora,
sou uma joia preciosa, mas fico assim escondida, querendo saltar pra fora.
Quando ao passear pelas ruas ou pelo mundo ai a fora, e aproximo a um homem, daqueles bem atraente, fico toda assanhada molhadinha e inquietante, vou logo querendo sexo, achando que já é hora.
Próximo do opositor me causa um intenso calor, fico toda enrubescida, me mostrando atrevida, com vontade de transar, safadinha, excitada e logo insisto em me dar.
Minha dona é malvada não me deixa a vontade, eu quero engolir todos homens, que vive nesta cidade, para matar minha fome, penso em tudo em fazer, quero um gozo incessante, quero ficar todo instante me fartando de prazer.
Uns me chamam de vagina, uns me diz ser bucetinha, outros me falam xoxota, no nordeste sou xibiu, chamem de que quiser, eu não ligo pra isso não, eu aceito todo nomes, que me chamam estes homens, deste imenso Brasil.
Para o facão sou a bainha, do parafuso sou porca, sou da chave a fechadura, sou da mulher a vagina, fui feita pra penetrar, eu quero porque me queres, disto eu sei muito bem, prepare meu amigo te digo e tenho certeza.
Eu relaxo tu me encacha, estou com tesão do caralho, estou a disposição não me venhas com moleza, em todas as posições; por cima ou por baixo, seja forte e potente, pois hoje vou lhe dar trabalho.
antonio herrero portilho.


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