SONHOS ERÓTICOS
(só para adultos)
Demostrava total relaxamento, suavidade,
ternura de inigualável beleza.
Em sua face esboçavam os
finos traços da sua sublime delicadeza.
A noite embalava seus delírios; sonhos
proibidos de prazeres ensandecidos.
Deixava ser levada por
caminhos alucinantes.
A excitação em demasia tomava
conta de seu corpo febril, você ansiosa e provocante.
Como chamas ardentes
incendiava sua pele, impulsionando seus instintos de mulher, expandia e fixavam
em sua imaginação como lavas vulcânicas brotando das fendas fumegantes.
As áreas exógenas sensíveis à flor da pele
tornavam se latentes, no momento que seu ventre ofegante movimentava
repetidamente, como o acasalamento de uma fera, um ser animal.
Neste vai e vem de tantas
sensações, você se pronunciava em choro, gemidos, sussurro.
A sua boca expressava tudo
que no momento seu coração exigia, seus órgãos em alarido gritavam, nas
profundezas de seu universo feminino.
Algo se exauria em momento
exaustivo, luxuria incessante; Prazer carnal.
Seus olhos fechados como se
estivesse gozando de um sabor inigualável, agora aliviado.
As lágrimas molhavam seu
rosto no instante sublime da paixão.
As forças da imaginação
tocando seu íntimo, e com o auxílio de seus movimentos, mãos obedientes fazia
aflorar em suas insígnias de mulher, sensações enlouquecidas.
Espalhava por todo ambiente
fascinantes fragrância de fêmea no cio, aroma agradável de amor com muito suor
correndo pela extensão do seu corpo.
Suas mãos presas entre as
pernas como uma menininha apegada a sua preciosa bonequinha; como que duas mãos
aprisionavam com carinho uma pombinha com as asas inquietantes.
Acalentava esta sua joia de
fazer amor, recipiente de condicionar o instrumento másculo reprodutor.
Parece que pulsava de tanta
ansiedade; urgência de se entregar em completa vaidade, loucura insana e
voracidade.
Isso que possuis; portal da
sua alma feminina, furor, em fulguração, agora mansa e domada, mas esfomeada.
Algo existente entre meio
suas duas colunas bem torneadas que te põe de pé, que sustenta seu ventre,
ninho sagrado da procriação.
Essa danadinha vadia comilona,
precisa de um bravo guerreiro que se apresente de cabeça esguia, em posição de
sentido, que lhe sacie a sede de prazer, suas carnes sejam dilaceradas com uma
ferramenta em brasa, ferro vermelho incandescente que te enlouqueça de prazer, te
leve por lugares imaginários de delícias, e muitas fantasias, dando o prazer
que sua carne exige em todos os momentos que seu corpo precisar de fazer amor.
Antônio Herrero Portilho.
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