NOS TEMPOS DOS VAMPIROS.

Aquele ser diabólico horrível estava por traz de um dos troncos daquelas frondosas árvores. Impaciente, com muita ansiedade, pronto para atacar mais uma vítima.

Já se ouvia ao longe um barulho de algo que se aproximava, com certeza seria aquilo que este senhor das trevas estava esperando.

Os relinches dos cavalos ecoava por toda a floresta, o trotear de mais ou menos meia dúzia de animais que se movendo com muita agilidade por entre os arvoredos conduzindo aquelas pessoas, no muito abatidas neste momento pelas noites acordados de sentinela no funeral.

Neste mesmo veiculo estava presente três senhoritas muito encantadoras com aqueles trajes do século xv além de sofrem pelos chacoalhar da carroça e os arranques dos cavalos ainda conseguiam dormir um pouco, com vestuários todo a carácter de uma celebração mortuária, todas as roupas pretas em respeito ao morto muito influente para aqueles povos.

Se percebiam o cheiro do defunto impregnado nas aquelas roupas aquele veiculo de tração animal estava regressando deste ato fúnebre, este falecido era uma personalidade muito importante para aquela região.

Era a mesma carruagem que sérvio para o cortejo funerário, aquela cor roxa azul escura e preta era a logo marca da diligencia. As três moças estava com aqueles belos pescoços expostos ao Cândido luar das mais ou menos a meia noite.

O cocheiro; senhor condutor dos animais que arrastava a carruagem gritavam com os animais para que eles andassem mais depressa e para espantar o seu próprio sono, os cavalos estavam espantados com algo e insistiam em não passar por uma determinada trilha.

Os animais relinchavam em alerta e empinava as patas dianteiras como não querer prosseguir aquela direção, um morcego estava incomodando aqueles animais e o instinto destes cavalos confirmava algo não muito amigável.

Este bicho sinistro tem como hábito de sugar sangues humanos estava mesmo perturbando a situação. Em um momento impensado sem tempo de se defender o pobre homem condutor desta carroça foi atacado, o morcego passou em um voo rasante e acabou riscando o pescoço do cocheiro e quando escorria o líquido vermelho até baixo de seu ombro, ao olhar para trás sentiu que alguém estava subindo a carruagem e vindo em direção a ele.

Achou tudo muito esquisito o lugar era muito deserto e era uma noite sombria. Aquela figura horrível com a capa preta e a gola erguida para cima. O vampiro sanguinário estava agindo com o intuito de saciar sua sede de sangue e a primeira vitima foi o cocheiro, o homem diabólico foi cravando os caninos em sua veia transbordante de sangue, dentro de alguns segundo já havia se apropriado de uma boa parte deste sangue, o cocheiro ficou pálido como um papel e se desfaleceu, mas; a carruagem continuou seu trajeto sem condutor. Com o veículo em movimento o ser diabólico ainda conseguiu abrir a portas do compartimento que acomodava as três moças e ao presenciar aqueles lindos pescoços sedosos rosado fluindo uma enorme quantidade de sangue, novo e muito suculento, mais saboroso na avaliação do experiente vampiro.

Aquelas senhoritas estavam dormindo com um sono muito profundo, apesar do barulho promovido não acordaram, o vampiro foi logo se apresentando por conta própria e encostou aquela boca sanguinária e cravou os dentes frontais e compridos em seu tecido muscular atingindo a canalização do sangue que percorria o seu corpo muito jovem, ela nem acordou, só emitiu um sussurro como se demonstrasse um momento de prazer e satisfação, a moça ofereceu para o vampiro um suprimento de primeiríssima qualidade, um sangue muito saboroso, já fazia muito tempo que o ser diabólico não presenciava tanta fartura de alimento aqui neste planeta....



escrito e postado em 11 de Dezembro de 2010 (antônio herrero portilho) 

UM CUTUCÃO INVESÍVEL


                           ENTRE O MAL E O BEM SÓ UM VENCERÁ 

  1.  

Preciso ver ou Ouvir para transmitir, visualizar para te contar, se há admiração, um espanto é normal, arregala se os olhos fica descabelado, as grenhas se levantam apesar do emaranhado. - com essa eu não contava, sem perceber adentrei ao território além dos limites dos infernos, todos os demônios estão aguardando em uma mesa de refeição preparando o manjar diabólico, olhando aos arredores acreditam que as refeições estão ainda respirando, aguarda. 


As pupilas delatam, o terror se instala. 

Vida frente a frente com o sinistro, fugir de cena, cala-se e retira-se de mansinho mas ao dar as costa percebe-se algo inexplicável... é segurando pelo colete, pegando por trás, circunda os braços, algo o aperta pelas costa, parece estrangular o peitoral.

 sinto me como uma nuvem de fumaça roxeada... nada mais faz sentido estou inexistente, eu me rendi, o mal venceu, me entrego.

antonio herrero - antherport

AS CINZAS DO MAIS PERVERSO DOS VAMPIROS


 
AS CINZAS DO MAIS PERVERSO DOS VAMPIROS

 

Nesse dia de pouco sol passeiam por aquelas vielas seres extra mundo... momento de muita nebulose quase ocultando corpos transfigurado de odores intragáveis de ares purulentos, mas,  logo  a noite há de vir.

 Nesse escuro a festa dos pirilampos, finalmente alguns misero raios de luzes. Nesse terreno pedregoso as rochas choram como vivente, alguns gemidos tenebrosos é a morte cutucando com um tridente as poucas podres carnes hora já humanas.  A cima dali como o estouro de uma manada, uma avalanche de mostrando como será o seu novo mundo, agora as portas dos infernos se abriram para Fredy, as dores e sofrimentos se confirmará em uma rotina, ele, criatura exclusa de todos benesses do divino, nessa eternidade, longos dias perturbará sua existência, você foi expulso em forma de morte, desse mundo real de brilho solar. nesse momento você estará sendo assistido pelos zumbis, bruxa, lobisomem sobre o mando de seu superior, o primeiro na hierarquia na ordem dos vampiros; seu superior, o maior dos vampiros existente nesse além das catacumbas. 

Enquanto isso meu blog: (UM DIA SIM, OUTRO TAMBÉM) estará te monitorando, seguindo suas etapas nessa sobre vida antes que seus ossos virem pó e sua carne pestilenta transformam em chorumes infectantes.

antherport/25 de novembro2022*** 


O senhor das sombras em busca de sangue.

 O relógio da matriz batia meia noite, as luzes da rua apesar dos pinheiros plantado ali rente ao muro, os raios luminosos focavam aquelas artes de concreto e mármores nesse lado de cá dessas divisas. A cruz fixada ali na cabeceira do túmulo, naquela hora da noite fazia qualquer ser mortal delirar de horrores, colada sobre as duas linhas cruzadas,

uma chapinha ovalada de bronze lustroso, a escrita dizia: Perpétua, logo a baixo dessa pauta uma linha descrevia em poucas palavras algumas informação sobre o Jaz destes restos mortais. Conde Fredy'riks - viveu de mil oitocentos e oito até nesses dias de atuais de mil oitocentos e setenta e dois, não te assuste se as sombras da eternidade apagar todas as luzes de seus caminhos, quanto as suas dores e sofrimentos serão resultados daquelas sementes que você mesmo plantou nesse terreno pantanoso, passa logo, na eternidade tudo transcorre na velocidade da luz, apesar de você estar nesses caminhos sombrios e sem o claro divino, tudo encerrará como um piscar de olhos, aí outra vez assaltando inocentes nessas espreitas demoníacas.


Sobre a velha catedral em formato de morcego, aparecerá novamente e as badaladas do velho relógio estará ali debaixo de seus pés onde ninguém o alcançará,


logo aparecerá a primeira vítima, uma inocente transeunte estará caminhando como uma presa fácil. transbordando de sangue jovem e cheio de vitalidade. Fredy está de volta, muitas vidas pagaram com seu próprio sangue.

Antherport/16/6/22***

 


  1. A ESTAGIARIA DO CASTELO 

(continuação de; A escrava do Vampiro do castelo.

Bernadete saiu essa madrugada para o trabalho no castelo, acho que ela tem um estomago muito forte para trabalhar em um lugar como aquele, exala nesses ares mau cheiro de podridão, carne humana em estado de decomposição, muitas pessoas morrem nas mãos daqueles seres diabólicos, tudo leva a crer que esses restos mortais são descartados ali bem perto, Berna, não sei se volta, nessas condições acho já mais, morte confirmada. 

Ali é um local de sumiços de  pessoas, principalmente quando se trata do sexo feminino, não dura muito tempo que logo é considerada desaparecida, essa noite foi a simpática senhorita Bernadete, patrão vampiro a chamava de Berna,

Muito responsável em seu trabalho, sempre aposta com suas obrigações nesse castelo, Fred na falta de uma taça de sangue fez dela sua vítima, foi sugada até que suas carnes se tornassem brancas como um peixe fora d'água por algumas horas, Fred aproveitou até a última gota de seu sangue, assim foi o fim dessa meiga senhorita, esse vampiro lhe embebeu  seu líquido essencial para a vida.

Zuleica avó de Berna morava em uma casa de origens medieval, arquitetura simples nivelada entre as montanhas quase escondida nas encostas, de acessos dificultoso entre as rochas e caminhos que levava a uma via de margens mais larga, a qual usava-se para o trafego de carruagens ou carroças.

Zuleica mãe de Berna; a mesma que hoje jaz, pessoa meio esquisita muita entendida em assunto de bruxaria vampírica, percebia que o sumiço de sua filha Bernadete foi obra de Fredy o Vampiro mais tenebroso desses tempos, nada pode fazer, Zuleica e Fredy; ambos de formações sinistras sobrenatural, também vivia nesses mundo dos horrores, sempre praticavam essas feitiçarias, ela também tinha suas artimanhas e truques para adentrar nesse mundo das trevas, havia a necessidade de manter essa sua identidade secreta, os homens da santa inquisição apesar de outros tempos, ainda exerciam o trabalho de fiscalizar e exterminar todos que praticavam trabalhos secretos de magias e misticismo nesse começo do século quatorze,  estavam decapitando essas pessoas que praticavam esses cultos que os quais dizia ser aos diabos, Zuleica transformava em mariposa, assim sempre se livrava das garras do soldados dos religiosos, essa negra borboleta de hábitos noturnos pousavam em paredes residenciais, tronco de árvores que confundia com a textura da casca da madeira, mimetizava pela cor e luz. Muito difícil ser aprisionada, nada a alcançava para leva-la para a fogueira santa, assim diziam os soldados do apocalipse.

Morava sozinha, só algumas visitas de sua neta Malvina que vinha das distantes terras de um outro reinado, essa neta nesses ditos finais de semestres estaria sendo diplomada na categoria de Bruxa classificada como especialista em ato de vampírica, seguia a vocação de sua avó Zuleica.   

 Hoje Zuleica recebe uma visita, sua neta que vivia em outro povoado, outro reinado, veio para morar com sua avó Zuleica, a neta Malvina ficou órfã, seu pai e sua mãe foram mortos a espada a mando do rei, suspeitava de trabalhos em feitiçaria, mas apesar de Malvina ser uma formada em assuntos vampiros, não foi decapitada, vivia em segredo, sendo assim só restava a companhia de sua avó Zuleica, assim Malvina arrumou um teto, dentro de poucos dias teria que fazer uma viajem, ficaria por ali até sua volta.

 Quando o sol já estava se escondendo por completo, a noite avançava a passos largos, devido clima muito frio, a casa estava com portas e janelas fechadas, em situação repentina, Malvina passa a sentir falta de sua avó, procurou por todos os lugares aí ela sentiu que havia perdido de vista, sabendo dessas atividades, malvina não se preocupou em nada, já sabia de suas peripécias ligada a esse sobrenatural, aproveitou aquele começo de noite para conferir sua bagagem, em seguida procurou seu leito de dormir, assim fez, embrenhou noite a dentro, tinha certeza que sua avó logo viria.

 Hoje levantou-se antes dos primeiros raios do sol, quando procurava pela sua avó não a encontrou, conferiu todos os cômodos dessa casa e já ficou confirmado, Zuleica sua avó, não estava em casa ou fazia presença de uma outra forma.

 Logo deparou com algo estranho frente aos seus olhos, percebeu uma enorme borboleta preta de hábito noturno, estava pousada na parede, confundia a visão, quase imperceptível conforme a coloração das rochas que formava esses divisórios entre a cozinha e o quarto de dormir, de aspecto diabólico, se observasse bem poderia perceber a nítida figura de uma bruxa naquelas asas desse inseto aterrorizador, Malvina sabia que sua avó possuía aquele poder de se transformar em mariposa para driblar os caçadores de bruxas, por isso não quis enxota-la, deixe ela pousada lá. - já estou imaginando que algo inesperado poderá acontecer, ela previu antecipada. Disse a neta sabedora desses feitiços, mas porem precisava guardar em segredo devido essas perseguições a essas atividades, tal qual a sua avó exercia.Malvina esperava o dia amanhecer por totalidade para dirigir-se até o velho castelo, buscava se empregar como auxiliar de assunto vampiresco; essa é sua formação, inclusive seu futuro patrão, o velho vampiro Fredy a esperava para sua contratação como estagiaria nesses variados serviços, certeza que Malvina estaria contratada, seu perfil confere em tudo que o senhor Fredy precisa para ajuda a esses afazeres não muito normal, difícil alguém preencher essa vaga, tipo de profissão quase extinta, Malvina era a pessoa certa para essas atividade, apreciava e admirava esse ramo de atividade.

 A neta de dona Zuleica percebeu um trotear de cavalos que pisava ali em frente da porta de dona Malvina, a moça abriu a porta e logo percebeu, era dois cavaleiros do rei que vieram buscar Zuleica:

 - Estamos aqui em busca de Zuleica, o que você é dela? Perguntou o soldado em tom de voz com austeridade, Deixou Malvina muito preocupada, mas respondeu dizendo que sua avó não morava mais lá, que havia se mudado para muito longe dali, que a busca seria em vão.

 Mesmo assim os soldados foram conferir, reviram todos os pertences, deixaram a casa de cabeça para baixo, mas não encontraram nada, os soldados se sentiram frustrados e disseram:

 - Essa busca ainda não acabou, nós voltaremos a qualquer hora.

 - Sinta-se à vontade, estou dizendo que minha avó não pertence mais a esse reinado, foi embora para bem distante daqui. Disse Malvina ainda meio amedrontada desviando os interesses desses cavaleiros do rei, até que os soldados batessem em retirada.

 - Eles já se foram, posso voltar ao meu normal? Respondeu Malvina -  sim não tem mais ninguém para nos incomodar, mas me diga onde você está que não estou te vendo? Perguntou Malvina exigindo resposta.

 - Aqui oh... não está vendo essa mariposa aqui no alto da parede, sou eu. Não se preocupe, dessa estamos livres, mas logo estarei indo embora daqui.

 Poucos instantes após essa visita, Malvina percebeu um fenômeno da natureza, o céu escureceu tamanha era a revoada de mariposas que saía da velha caverna desabitada que ficava a uns quatrocentos metros retirado dali. Em um momento espetaculoso em que a dança de horrores acontecia nesses ares e se deslocavam em direção do horizonte, ainda em forma de mariposa, despediu de sua neta fazendo recomendações para que cuidasse bem da casa e fique morando até sua volta a um dia qualquer, partiu comovida por deixar tudo para trás, nesse clima de tristeza, mas evitando qualquer situação de morte em fogueira, morriam queimadas em praças públicas, Zuleica alça voo e ainda consegue alcançar no final daquela fileira de borboletas noturnas, se infiltrou no bando e seguiu viagem para bem longe dali pelo menos uma mariposa naquele bando era diferente, tinha vida, era humana, enquanto que Malvina é contratada para os trabalhos extra ordinário no castelo do conde Fredy, ficaria a cargo de acompanhar e atender as necessidade desse velho Vampiro ainda perigoso e sanguinário, agora na condição de estagiaria desses horrores que ocupa a vaga de sua tia Bernadete; Berna como dizia Fredy.  

11/62022/ antherport. 

 


        A ESCRAVA DO VAMPIRO

O vampiro Fredy se movia com dificuldade, mesmo que ansioso procurava por todos compartimentos daquele castelo, chamava com a voz alta e retumbante causando eco por todas as alas que existia naquele velho Castelo, exigia a atenção com insistência de sua ajudante em assuntos especiais.


- Berna, Berna onde está você, preciso de sua ajuda urgente, se estiver me ouvindo compareça lá na capela do castelo, isso é urgente, rápido Berna. Espero você lá. ( poderia se dizer  o velho vampiro, estava perdendo as forças e seu envelhecimento avançava a cada hora que passava).                                       

Nesse momento nosso ser vampiresco necessita urgente de algumas poções de sangue, caso houvesse alguma longa demora, Fredy poderia entrar em um processo de deterioração total; o corpo desse vampiro desaparecerá em uma poça de espécie de chorume, toda sua carne se desmanchará levando ao fim  transformando em um esqueleto, sem volta a vida.

Rapidinho aparece Berna que irá providenciar tudo que senhor Fredy necessitava

- Traga urgente, eu preciso é pra já ( Fredy disse a sua criada exigindo pressa), Não estou nem  conseguindo me movimentar.

- Sim, sim!... já estou a caminho, vou arranjar esse seu sangue urgente, para já.

Berna encontrou com sua superior Sofia quando descia as escadarias;  morada desses seres maléficos...Sofia; outra personalidade ligada às feitiçarias e bruxarias,  parceira número um do criatura das trevas... perguntou com exigência de resposta:

- Onde vai toda as pressas com essa enorme seringa em mãos, não venha me dizer que Fredy está em crise outra vez.

- Vou tentar colher alguns ml de alguém por aí, sei que hoje não está fácil, mas terei que voltar com missão cumprida, caso não consiga, nem sei em que vai se dar isso (disse Berna em tempo de pressa e apavoramento, ainda conseguiu dar um tchau a sua amiga de serviço naquele castelo.)

Berna saio pelas ruas quase deserta, estava desesperada e com urgência de coletar um pouco de sangue, seu patrão e vampiro estava em fortes crises, só um pouco desse líquido vermelho enrubescido poderia salvar desse transtorno final, Berna teria que trazer essa seringa completa desse líquido, para senhor Fredy o único recurso, e ainda mais; urgente, antes que aquele ser diabólico se desmanche entre carne e ossos.

Infelizmente, Berna não conseguiu coletar esse sangue, voltou para o castelo de seringa vazia, muito decepcionada por não ter ajudado seu patrão, agora o que teria como resposta a sua de salvar a vida de seu mestre, só se dizer que não encontrou ninguém por aquelas ruelas, foi um resultado muito sinistro para Berna, teve que pagar com seu próprio sangue, Fredy já estava quase desmoronando de tanta fraqueza, ainda mais, certo que não conseguiu voltar com a seringa cheia, no momento que Berna estava acertando as contas com esse vampiro, as serviçais do castelo, sofia com a ajuda de uma terceira pessoa surpreendeu Berna por trás e aplicou um golpe de mata leão, a moça ficou imobilizada, caída ao chão frente a esse Vampiro, com muita dificuldade conseguiu se movimentar de seu trono enquanto se valia de suas últimas reservas de energia, abaixou onde ela estava estendida, quase batendo com seus nariz ao chão, até com a posição meio em falso, mas conseguiu cravar suas duas presas no pescoço de Berna, no momento que ele sugava esse sangue, ia se fortalecendo gradualmente enquanto a levantava  nos braços, em seguida o corpo de Berna se transformou em uma Múmia branca sem nenhuma gota desse líquido que irriga todo aquele corpo e que dá origem a vida. 

Fredy se saciou daquele alimento, para ele sagrado até que sua boca ficou toda manchada de vermelho de mostrando uma cena de horror. 

Nesses dias atuais já não se encontra mais com a capacidade de ir a caça de suas vítimas, anda devagar e suas proteções espirituais já o abandonaram, não consegue mais pousar na torre da igreja para visualizar suas vítimas, não consegue mais a metamorfose de se transformar em morcego, a velhice o alcançou e já está quase lhe aplicando uma rasteira. 

Nesses próximos dias ele estará deixando esse plano espiritual, viajando para a eternidade, quer dizer, eternidade, eternidade não sei não, o mundo dos vampiros é muito transformador, pode até ser que logo ele estará na pele de um outro vampiro mais novo e mais diabólico, assim como Drácula, aí não precisará que as serviçais do Castelo saiam com seringas em mãos para tratar seu patrãozinho vampiros envelhecido. 

Berna também estará de volta em uma missão vampiresca. Em breve Fredy e Berna atacando os passageiros das noites nessas ruas sombrias dessa cidadezinha.


Antonio Herrero Portilho/01/6/22. 

AUTÓPSIA

 AUTÓPSIA 


Rua São Lázaro prolongamento; naquela altura destes números estavam instalados tudo que levava em conta este assunto; A começar com uma grande universidade de Medicina, a alguns metros dali um hospital especializado em todos tipo de doenças. Instalado nos fundos deste hospital havia um grande compartimento para exames de autópsia, e uma espécie de via local que dava acesso aos veículos que transportavam os corpos para exames, via estas que ninguém respeitavam os 30k/h estabelecida por lei; as ambulâncias e carros que prestavam serviços a este hospital. Também levava ao estacionamento dos médicos e todos os funcionários deste grande estabelecimento.
Mais alguns metros frente para a rua de baixo existia um o cemitério e várias agencias funerárias sempre de portas abertas pronto para atender qualquer espécie de féretro. Estas empresas especializadas neste ramo de atividade sempre estavam disputando espaço e travando uma guerra de concorrência para trabalhar em seus valorosos enterros.
Naquela madrugada sombria já passavam das doze horas, tudo estava em silêncio lá fora.
O clima estava em temperatura baixa, soprava uma corrente de vento gelado que varria todas as árvores plantadas naqueles arredores, com uma garoa fina e a ação do vento fazia assoviar as folhas dos pinheiros plantados sobre as passarelas daquele cemitério, a vidraça embaçada nesta sala tão solitária que só trazia recordações de algo ligado com mortes.
Sentada atrás de uma escrivaninha em meio a alguns fichários e prontuário, diagnósticos, relatórios e seus arquivos de serviços já concluído. 
Nessas noites exaustivas aguardando o próximo serviço a executar, estava ela; aquela lindeza cheia de simpatia, naquela face de doce menina com traços de imigrante japonesa mas brasileira de fato.
As pálpebras quase encobrindo aqueles olhinhos lindos verdes como umas pepitas de esmeraldas; Celine quase não controlava mais seu sono, não repôs o sono das vezes anteriores e naquela noite a poucas horas, antes de entrar em serviços estava  na mesa de uma grande lanchonete deliciando algumas iguarias da cozinha oriental suas degustações preferidas.

Esta profissional sempre muito comprometida com seu serviço, levava muito a sério suas funcionalidades neste departamento, que embora lidar com mortos, mas  muito cuidadosa a não se misturar trabalhos ao alcoolismo. gozou de cem por cento de sua sobriedade.

Nesta noite  passou pela lanchonete existente no centro comercial, presenciou seus amigos e até um eis noivo fazendo parte deste grupo de beberrões, esta noite ele não bebia, só acompanhava seus amigos, não ingeriu nada de álcool, raro acontecer, pois sempre estava  com uma cervejinha e copos em mãos.

Isto acontece sempre, hoje mais um motivo, houve um acontecido naquelas próximas horas, não se sabe bem o que lhes davam este motivo de tanta euforia, alguma vitória de seu time de futebol, isto já era motivo para se encher a cara de cerveja e outras várias marcas de bebidas.

Neste calor da juventude estes moços não dão muita importância aos perigos que há em dirigir um em estado elevado de embriaguez, momento que os reflexos, ou agilidade de qualquer uma situação de perigo se torna comprometido.

Enquanto Dr.ª Celine tentava driblar o sono e a solidão naquele cenário de defuntos e cadáveres, com uma caneta entre os dedos rabiscava uma folha de sulfite em branco, mas assim mesmo cochilava de tanta vontade de dormir.

Em um dado momento ficou em alerta, se despertou com algo que ocorria lá fora naquela avenida. As ambulâncias com as sirenes ligadas fazendo um barulho enorme para abrir o trânsito, D.ª Celine parece que acordou deveras, ficou surpresa com este possível acidente de trânsito.
Passados alguns minutos decidiu abrir a portinhola que dava visão para os fundos do hospital e logo percebeu alguns veículos estacionando em seus espaços personalizados, tratavam se de seus amigos de serviços os médicos especializados em autópsia, estavam longe de seu ponto de visão, mas deu para constatar estas verdades, todos de valise preta em mãos que além de contrastando com as alvuras de seus jalecos, que em breve em alguns imprevistos poderão mancha-los de vermelhos de sangues humanos.

Cada um deles possuíam modelos e tipo seus instrumentos, ferramentas de trabalhos que não gostavam de compartilhar a seus amigos, isto era muito pessoal.
Dr.ª Celine percebeu quando tomaram o rumo pela passarela calçada de concreto que levava até a porta destes grande e renomado centro de exames de autópsia. Ela logo se levantou, disfarçou o sono e ficou pronta para recepcioná-los em seu início de trabalho, Dr. Guilherme, Dr. Albano e o mais novato e recém-formado Dr. Alcides que morria de desejos de pegar a senhorita Doutora Celine, mas ela não dava a mínima atenção, aliás, quem não gostaria de passar uma noite dividindo travesseiros com esta beldade.
Depois que Dr. Albano e Dr. Guilherme a cumprimentou pela chegada dirigiram ao grande salão de atividades, arrumando as ferramentas e instrumentos de trabalho.
Dr. Alcides após cumprimentar Dr.ª Celine, com um abraço caloroso e um beijo no pescoço não suportando algo tão convidativo; parece que só ela possuía de bonito, foi logo ousando em deslizar as mãos de leve em sua tão irresistível bundinha e desferiu um leve beliscãozinho e algumas tapinhas dizendo em voz baixa.
Ao trabalho garota, parece que está para chegar um presunto por ai para nós fatia-lo. Um destes jovens beberrão. Morreu, mas quase não houve fratura de natureza grave, pelo que vi de antemão nem feriu seu grande narigão.

Dr.ª Celine ficou um pouco apreensiva e muita preocupada, pois seu eis noivo possuía o apelido de Narigão por possuir umas grandes e largas narinas, e agora já estavam fazendo algum tipo de ligação com os dois assuntos.
É... Vamos aguardar disse ela com a voz meio que embaraçosa.
 
Ele era daquele tipo de pessoa que não levava nada a sério, fanfarrão, falastrão e sempre estava metido em encrencas, dificilmente passava um fim de semana que o tal não tivera envolvido com algumas brigas, um desordeiro, fazia tudo contrário a leis, cometia as mil peripécias e trapalhadas, sempre se dizia que estavam com razão, lógico que  não convencia quase ninguém, poucas pessoas lhe davam crédito.

Além de tudo tentava passar uma imagem de garanhão, dizia que saía com as mulheres mais desejosas e gostosas daquela cidade; aquelas que todos sonhavam em pegar, mas não conseguia.

Infelizmente neste fim de semana aconteceu o inverso,  fez tudo certo, agiu como um perfeito cidadão, mas pela última vez nesta existência, estava coberto de razões, usou de tudo aquilo que não acostumava fazer, desceu a rua principal daquela cidade com seu Jeep modelo de veículo do exercito muito bem equipado com tudo que é exigido pela lei ao bom motorista no trânsito, e por incrível que pareça estava sóbrio, não havia bebido nada dês das dez horas da sexta feira última, levando em conta que se tratava das primeiras horas da segunda feira; já fazia algum tempo.

Esteve junto ao seu grupinho que sempre fizeram presença em quase todos os bares deste lugar, mas neste fim de Domingo  não bebeu.
 
 Enquanto dirigia seu Jeep muito comportado  e atencioso chegando ao semáforo, parou corretamente no limite que demanda a faixa do pedestre esperou sua vez ao abrir o sinal verde, e até ai tudo bem.

O trânsito estava muito agitado neste final de semana, as duas vias deste cruzamento estava ocorrendo um tráfego intenso apesar das altas horas.

Percebeu o sinal verde e mais que depressa colocou seu veículo em movimento para cumprir seu trajeto, mas infelizmente hoje não era seu dia de sorte, porque um grande caminhão de carga avançou o sinal vermelho e veio colher nosso amigo em cheio, foi uma lástima que isto veio acontecer logo agora que nosso herói estava pretendendo deixar esta vida louca para se dedicar as boas atitudes; assumir a postura de um bom cidadão cumpridor de todos os deveres com a pátria; isto havia jurado que cumpriria mudando completamente seu modo de proceder, se convertendo até o final de sua vida.
Parece que os Deuses da alegria não gostariam de vê-lo assim tão mudado, tão pacato e molengão o inverso do que ele sempre foi.

Faleceu imediatamente no local. A causa morte ainda não ficou definida não havia grandes traumas, talvez uma hemorragia interna com muita intensidade devido o forte impacto do grande veículo de transporte, nada pode se evitar e nem foi preciso nenhuma reanimação artificial, morte instantânea, podiam perceber um pequeno fluxo de sangue que jorrava pela boca, devido alguma suposta perfuração profunda, mas de estreito diâmetro, atingido  provenientes de algum ferro em um impacto violento.

Os exames serão concluídos dentro de algumas horas, tudo indica que  morreu devido o grande solavanco da batida, pois não houve grandes traumas.

A Dr.ª Celine em momento que estava se preparando para o início de seu trabalho, arrumando as luzes preparando aquela superfície plana semelhante a de uma mesa onde os corpos se estendiam para os trabalhos de abertura e acesso aos órgãos internos do morto. Súbito seus olhares atento percebeu na vidraça a cima um reflexo de luz vermelha que piscava e resplandecia no vidro do lado de fora, não ouviu o barulho do motor, só a rigidez dos pneus quando pararam por total, as portas bateu, ela percebeu que se tratava do carro do instituto de autópsia; o rabecão, Dr.ª Celine ficou sobre alerta e curiosa na expectava que poderia ser o seu eis noivo.

No momento que os enfermeiros estavam descarregando os corpos, Dr.ª Celine se retirou do ambiente; virou as costas e se dirigiu ao jardim lado do pátio existente naquela proximidade, parece que tinha certeza que se tratava deste seu antigo namorado e noivo, não queria se surpreender com esta realidade, acendeu um cigarro, foi ao banheiro que existia separado do pavilhão em que trabalhava os corpos para estes exames.
Os ajudantes que trabalhavam com o veículo de transporte de corpos a serviço desta central de autópsia descarregaram três presuntos e engavetaram no freezer dois dos três corpos, 
ficando com este que se tratava do acidente de trânsito ocorrido naquelas vias de grande movimentação.

Dr.ª Celine tomou coragem e com muita atenção, devagarinho foi descobrindo o rosto do morto, com muito cuidado retirou o lençol na parte da cabeça e logo foi confirmando tudo aquilo que estava previsto, era ele, agora ela já tinha certeza o rapaz que  namorou noivou e até quase casou-se; este que tanto lhe fez companhia nos melhores momentos de sua vida, o marrento, briguento e Bady boy bom de briga, agora  iria auxiliar o Dr. Guilherme e sua equipe no trabalho em exames deste corpo e D.ª Celine com suas mãos tão delicadas  ajudará a retalhar aquele corpo que já alguns seis anos passados já foi dela,  já conhecia muito bem esta geografia. 

Agora completaria seus conhecimentos nas partes internas deste corpo já sem vida, ao lado destes doutores ajudava a  pinçar os órgãos, cortar os ossos com estas ferramentas agressiva de corte elétrico outras ponte aguda, tesouras e mais.

A perfuração existente pelas costas se assemelhava muito com uma abertura de um projétil, havia uma hipótese que ele poderia ter feito este trajeto até este local, atingido por alguma arma ou algo de ferro, mas logo os peritos chegaram a uma conclusão, não havia nenhuma possibilidade, este ferimento aconteceu mesmo no acidente, apesar de se tratar de uma situação difícil de acontecer devido às costas estarem protegidas pelo banco do motorista, tudo ficou comprovado, apesar de não estar embriagado no momento do acidente, sóbrio como nunca,  o esmagamento da cabina do Jeep e a força impulsionada pelo grande caminhão, ficou comprovado que um dos ferros de espessura fina que guarnecia o teto desta capota deste veículo Jeep o feriu. Esta vitima no momento exato do perigo abaixou arqueando as costas para cima, seu sinto de segurança era do tipo Subabdominal além do mais  estava com uma folga generosa na sua extensão, alvo fácil para   este estilhaço que  perfurou suas costas,  na deformação do veículo este pequeno ferro penetrou e saiu provocando este ferimento que para estes experientes peritos não demorou nada a concluir esta veracidade.
autor/antherport 

  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....