OS RECLAMES DA VAGINA DE BETY

Olha, escute aqui meus amigos, vou lhes contar esta história que passou na vida de minha dona Béty, eu sou parte dela, não existe outra maneira de nos separar-nos, dês de quando nasci estou com ela, sou um órgão do seu corpo, me localizo entre meios as suas  pernas e tenho muitas histórias para contar, eu sou a xoxota da Béty.                                                                                                                                            Quando estávamos lá na cidade... Cidade que Bety mora eu vivia muito atarefada, trabalhava quase todos os dias, é que Bety estava com muita atividades sexuais, transava todos os fins de semana, e alguns que ia aparecendo nos dias úteis,  ela abria as pernas e eu que levava fumo, Bety é uma sexo maníaca compulsiva   me usa para seus prazeres sexuais, sou o devaneio destes homens desta cidade.                                                                                                                             Já alguns meses nós estávamos em uma missão, é que Bety é voluntária em uma destas entidades religiosas que viajam pelos sertões quase não habitados cuidando da saúde de índios, sertanejos e caboclos ribeirinhos.                                              Bety exerce a função de uma das enfermeiras chefe deste grupo, não que eu ficava parada sem nenhuma atividade, sempre havia algumas transas, pois os homens deste grupo quando ficavam muito tempo em abstinência ficavam muito afoitos e vai dai que sobrava trabalho para eu, ai era quando Bety me entregava em relações, Engoli membros de todos os tamanhos e formatos, Bety se esbaldava de prazeres.                                                                                                                                   Hoje   está voltando para casa, deixou seus amigos lá no acampamento, mas logo estará regressando, só vai resolver alguns probleminhas e logo retorna para seu local de serviço lá nos confins do nosso país, agora  está aguardando um avião que estará levando para casa e estamos aqui neste aeroporto aguardando esta aeronave que não demorará.                                                                                                  Eu estava ali tão quietinha e bem agasalhada no meio daquelas pernas quentes, minha dona estava sentada naquele banco, naquele aeroporto do interior.              O tempo estava todo nublado e caia uma chuva fina bastante para deixar as roupas molhadas, mas eu não sofria nenhuma influência deste mau tempo, só estava um pouco arrepiada, mas nada a ver com temperatura ambiente, é que eu sou mesmo sapeca; faminta.                                                                                                  Minha dona é mesmo muito gostosona e mantém uma enorme disposição para estas relações, não perde uma oportunidade de dar uma boa trepada.  Eu; esta joia delicada que acabo pagando o pato, tudo sobra mesmo para mim, não tem como negar, sou mesmo uma bocetinha escrava do prazer.                                                 Essa minha dona, se excita por qual quer motivo e minhas reações é a obediência de seus prazeres, a tal vive o tempo todo buscando formulas para momentos de prazeres; só pensa em sexo essa mulher minha dona, e eu tenho que estar sempre disposta a alimentar suas fantasias, já ouve vezes que até ouvi suspirando de prazer por qualquer motivo.                                                                          Agora mesmo ela passa a mão disfarçadamente em mim ainda por cima dos tecidos, mas percebi claramente o momento que seu dedo roçou meus grandes lábios de cima em baixo repetindo umas três ou quatro vezes, até meu botãozinho ficou vermelhinho de tanto sangue, causou em mim uma coceirinha gostosa, certeza que ela está com muita vontade de me dar.                                                            Qual será o motivo desta tezãozinha repentina?  Não estou percebendo nada além da calcinha que me oculta, acho que pode ser reação de alguns pensamentos, ou lembranças de alguma transa gostosa, aliás, estou até mesmo sufocada, meio apertada, ainda bem que está manhã fui  totalmente depilada, carequinha, carequinha do jeito que eu gosto, só alguns pelos na parte mais alta a baixo do ventre, senão assim estivesse estaria eu sofrendo, é que os pelos me pica muito, prefiro estar lisinha.                                                                                                            Pronto!... Agora ficou mais gostoso, não estou tão sufocada, ela se levantou, fiquei livre e mais à vontade  começa a dar alguns passos, onde  estará me levando?... Ai que raiva, se não fosse esta calcinha preta eu estaria enxergando com mais facilidade, por que me esconder tanto? Eu gosto mesmo é de liberdade, do jeito que está essa vedação mal da para ver alguma coisa, só percebo muitas pessoas andando para lá e para cá, ela está indo em direção de um balcão de informação, e parece que  vai perguntar algo para aquela moça recepcionista.                Enquanto isso a minha amiga aqui do outro lado; “bundinha”, está reclamando em demasia:


- Aiii ... Não estava aguentando mais este peso enorme em cima de mim, como é sofrido ser bunda, estou toda amarrotada de ficar neste banco duro, porque será que estes administradores destas construções  não oferece bancos mais confortáveis, acuda meu Juju, me livra deste sofrimento, oh Glóriaaa,... Ainda bem que sou uma bunda bonita e bem feita.  Esta minha dona ai; “Bety” não está nem ai, nem se compadece com o meu sofrimento, sempre eu que levo a pior.

- Ei, amiga ai de detrás, faz-me o favor, deixe de reclamar... Ah caralho que chororô...

- Tá bom, tá bom, já parei, vou me calar.

        Dai alguns minutos.

- Acho que estou recebendo um aviso lá de cima... Já sei... é a sofrida bexiga da Bety que está querendo transbordar... Nossa! Agora vem trabalho... Porem já era de se esperar, tanta cerveja que ela tomou antes de sair lá da casa daquela sua amiga, agora as águas vão rolar.

Escutei quando a recepcionista disse:

- É lá naquele corredor, nas últimas portas.

       Será que nestes lugares tão distantes, no interior existe banheiro limpo... Não gosto de banheiro sujo, quero ficar sentadinha, nada de sacrifício para exercer minha micção.

       Enquanto isso minha dona me levava para meu trabalho costumeiro de drenar todo aquele líquido ocioso que estava armazenado naquele reservatório que fica um pouco acima de mim. Enquanto ela caminhava, eu só ouvia o toc. toc. toc. de seu sapato pelo assoalho em direção do toalete.

- Nossa que corredor longo, parece que nunca chega... ufaaa... Finalmente chegou eis aqui a grande sala... Até que não está tão sujo, quebra-se um galho, não vejo a hora de me ver livre desta prisão... Deste tecido preto, nem que for por poucos minutos, quero liberdade.

      Der repente ouvi o ranger das dobradiças da porta, ela entrou, agora é minha vez de entrar em ação, acho que vai ser uma longa mijada, estou sentindo que algo vai explodir e não demorará nada.

          Sentou-se no vaso sanitário e abriu bem as pernas deixando o canal da uretra bem livre com os lábios bem afastados e logo em seguida aquele barulho musical do xixi.

        Pronto terminei esse meu trabalho, só um problema estou toda molhada, pois o líquido batia na louça e respingava em mim... Mas acho que Bety vai logo me enxugar... Eita!.. Parece que não tem papel higiênico... Danou-se... Mas ela está dando um jeito... vixiiii... Éra tudo o que eu queria, agora ela enxuga o xixi com a calcinha e eu estarei livre desta tortura, Bety joga a calcinha preta no sexto de lixo eu estou completamente pelada e solto... ai que alivio... Que bom...

Der repente o avião aterrissou e ela percebeu claramente que era realmente o seu avião, este que a levaria de volta para sua casa e para completar a história o piloto era um dos amigos mais íntimos de Bety, certeza que a xoxotinha  terá intensas atividade.

Chegando a hora do embarque ela tomou sua bagagem e seguiu em direção da porta de acesso do avião,  Bety cumprimentou seu amigo piloto desta aeronave e foi logo se acomodando na cabine ao lado deste seu amigo que daqui a pouco estará voando acima dos planos de voos das garças brancas.


antoniohportilho/28/5/2014


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  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....