Gustavo, o padeirinho e a moça da lojinha de preços populares.

Gustavo o padeirinho e a moça da lojinha dos preços populares .  A aventura continua. Magda trabalhava na lojinha de preços baixos, as portas deste estabelecimento de utilidades e suvinis,  fazia parte do mesmo prédio que havia um comércio de deposito de matérias de construção, mas o salãozinho dos preços em contas vendia mesmo tudo á preços baixíssimo e o freguês levava de graça um sorriso maravilhoso e simpático desta vendedora balconista que mais parecia a rainha da beleza. Estas Angelinas Julies desta era, ou quer dizer; deste século não chegava aos pés desta loucura de mulher, um corpão!!!... E ainda mais, gostava de vestir com calças, ou shortinhos agarradíssimo que moldava todas aquelas curvas fantásticas e desejosas uma doçura de garota, encantava a todos tanto indo como voltando, frente verso... Nós sas senhora que lasca e racha!!! Coisa de louco! ... Essa moça, todos queria, todos a desejavam nem que fosse um minutinho com Magda, mas vá se contentado em só olhar e lamber os beiços... Essa beldade não andava por aí dando mole, só saia se o cara fosse mesmo de seu agrado, estes Miguelzinho que se atrevesse qualquer que seja algum assédio já levava não de cara dura, ela nasceu em família de religiosos evangélicos e ainda conservava os costumes obedecer aos pais que os mesmos disciplinava estas duas moça; Magda e Aline debaixo de muito regime assim como o pastor da igreja obrigava todos os irmãos e irmãs. Naquelas imediações só havia duas mulheres que se destacavam as mais gostosas e tesudas; Magda e Aline, gêmeas, mas Magda se diferenciava por um pouco maior em estatura, beleza em dose dupla, Magda solteira, Aline casada, mas residiam ali na vizinhança, seu Brandão locutor da rádio FM sempre foi o maridão protetor de Aline, ciumento que parecia doentio, mal sabia que Gustavo o padeirinho, o garanhão ali do lugar já pegou Aline. Ele sabia, mas fazia de conta que não sabia... E se passava por inocente, assim lhe doía menos suas chifradas impetuosas e tempestivas, diziam as más línguas que Brandão estaria ameaçando de morte o padeirinho Gustavo, ele não podia nem lembrar que sua esposa dividiu a fruta com o tal, tão obcecado que até não come mais pães só pelo fato de seu traidor ser padeiro. Brandão sempre carregou com sigo a tendência a homicida, o padeirinho que se cuida com este demente compulsivo, muito mais quando se tratava em corneação, coisa de louco mesmo!! Gustavo quase não tinha mais tempo para nada, estava centralizando atenção na construção de seu estabelecimento que logo estaria em faze de acabamento, os pedreiros dava o duro para terminar a obra no tempo combinado. Nesta sexta feira chegou logo de manhã, assim que os pedreiros começaram seus horários de serviço, o mestre da obra pediu que Gustavo providenciasse um relatório de matériais, assim como materiais hidráulicos e outras peças de cerâmica e como o deposito mais perto estava bem ali no mesmo endereço que trabalhava Magda a menina mais bonita deste bairro... Magda estava de olho no padeirinho, enquanto que o padeirinho já contava com fato consumado, só faltava á conversa configurar. Nesta manhã esta moça estava arrumando as mercadorias nas prateleiras do estabelecimento quando ouviu lá do outro lado da parede que demandava o materiais de construção a voz que ela mais conhecia, era a fala de Gustavo que no balcão comprava as peças de encanamento para sua construção, Magda prestava atenção em toda a conversa de Gustavo enquanto dialogava com o vendedor que assim conferia a lista : - 03 torneiras cromada, registro de água 02 rejunte, cimento, argamassa mais 6 metros quadrado de piso porcelanato, esse é para o banheiro. Gustavo apenas confirmou e aproveitou para perguntar se havia possibilidade de indicar onde ficava o banheiro deste estabelecimento, que precisava usar o. Magda ouviu muito bem e ficou na expectativa, pois o banheiro situava no corredor bem ali nos fundos da loja que trabalhava por sorte dava para avistar muitas cenas exibida ali neste toalete masculino e pela fresta da porta entre aberta assistiu Gustavo quando urinava na bacia sanitária, Magda se encantou com o que viu neste momento, admirada com o que era de posse de Gustavo, ela ficou pasma, não tirou os olhares até que o padeirinho chocalhou o bastão assim até que pingasse as últimas gotas, Magda viu e atestou com seus próprios olhos que ali havia em abundância daquilo que ela estava procurando. Gustavo guardou para dentro da calça aquele enorme pinto flexível tremulante, em seguida conseguiu acondicionar os grandes testículos formando um grande volume no alto das virilhas assim como era de costume, Magda assistiu tudo com aqueles olhos que a terra haverá de comer e só imaginava ter aquilo tudo só para ela em seus devaneios.   Á partir de agora não mais ficaria só em sonhos, todo seu pensamento passaria ser obcecações. Terminando toda aquela visualização ás encenações de Gustavo, a moça sentiu que o fundo de sua calcinha ensopou de algo pegajoso e morno, sua bocetinha ficou toda inundada, lubrificada lacrimejando de um breve orgasmo,  foi ao banheiro e limpou-se com uma toalhinha descartável, enxugou toda a extensão daquela fresta vermelha como uma fruta adocicada, olhou de perto aquela gosma que mais parecia baba de bebê cheirou, depois jogou na lixeira e disse em pensamento: - Tudo culpa daquele padeirinho tarado, você me paga Gustavinho disse ela com expressão de vingança. Logo voltou ao comando de seu serviço aí Magda ficou na porta para assistir a partida de seu amado, mesmo que seja só em pensamento. Os rapazes dos carregamentos e descargas providenciaram a entrega no endereço anotado, enquanto que Gustavo saiu com seu carro em direção ao centro da cidade, mas naquele corre, corre as pressas, Gustavo deixou cair um documento, era o cartão do CPF, Magda assistiu quando caiu, ele quando saiu não viu que estava perdendo este documento, Magda ficou de entregar pessoalmente quando ele retornar ao trabalho. N’outro dia a moça desce a rua pela calçada em que esta construindo a obra do padeirinho, e veja lá quem está estacionado bem ali, Gustavo o padeirinho, Magda passou, cumprimentou com bom dia e aproveitou para perguntar: - Que mal eu te pergunte meu rapaz, você não perdeu nenhum documento ontem quando comprava na loja de material de construção... Não é? A moça firmou as vista em seu rosto com admiração. - Pois é e não é que perdi mesmo, foi o meu CPF, perdi sim, por quê? Você o achou? Apalpou os bolsos e tirou a carteira. A moça insistiu que ele prestasse atenção em sua fala, e disse: - Sim está aqui, pode conferir se este mesmo, disse a ele com um sorriso de simpatia. - Olha! Eu vou deixar o meu telefone anotado neste papelzinho aqui para quando você perder os seus documentos, você me ligar para que eu o procure, eu adoro procurar estas coisas de homens, me estimula, e exita por as mãos  nestes seus documentos, vou te procurar, pode ser assim?.. E entregou a anotação com ar de como se estivesse entregando não só o telefone, mas tudo de si e finalizando com um gesto na mão tirando de sua boca um beijo e entregando a ele este padeirinho comedor de meninas inocentes... Aí ele fez um gesto de positivo a ela que ao mesmo tempo respondeu como tivesse confirmando suas propostas. - Me liga tá, estarei aguardando, hoje é minha folga, tenho muito tempo pra tudo, não vou trabalhar, tchau meu amor. O padeirinho pensou lá com seus botões e zíperes: - Essa já está no papo, não demora nada vai sentir todo o poderio do tão famigerado Gustavo o confeiteiro; eu a seu dispor... mal posso esperar. Gustavo perdeu alguns minutos com olhares fixos naquele corpinho cheio de pecado, ele continuou estático ali na calçada observando o balançar daquela bundinha deliciosa desta lindeza de nome Magda, de passos cadenciados desaparece ao virar a esquina, e o padeirinho volta á seus afazeres na obra. Hoje Gustavo está inspirado, certeza que o bicho vai pegar. O cunhado de Magda; senhor Brandão esposo de Aline sua irmã gêmea, está perturbado é que Aline saiu hoje cedo não se sabem para onde foi, e o Senhor Brandão está com a mente suja, com uma pulga atrás da orelha imaginando que Aline está fazendo alguma coisa errada, deixou o programa nas direções de outro profissional na rádio em que trabalha de locutor, só para procurar Aline, para ele Aline está mesmo nos braços de algum rapaz por aí nestes motéis, e por motivo de Gustavo ter tido um alguns casos com Aline, o suspeito número um é o tal padeirinho Gustavo, estes pensamentos de desconfiança está deixando o cara supere nervoso é hoje que ele vai cometer este crime que tanto fala por aí em bocas pequenas, já procurou por vários motéis para descobrir se caso ela estava em algum destes e toda procura foi inútil até agora. Enquanto Brandão estava louco varrido, Gustavo se esbaldava  no hotelzinho mais próximo dali onde eles moravam, distanciava mais ou menos um seis quilômetros, logo adiante do alagadiço; um pequeno pântano. Gustavo e Magda passaram horas memoráveis, Magda foi comida de todas as posições já inventada a cada intervalo saboreavam um lanche, bebericava alguma cervejinha e algumas doses de bebidas fortes. Para surpresa de Magda a camareira; a moça que servia pela janelinha discreta, pelo que ela entendeu era a sua maior inimiga devida se tratar de uma grande linguaruda e invijosa, na verdade esta amiga de Magda que trabalhava de arrumar as camas e limpar os quartos sempre fofocava tudo que sabia para o namorado desta agora amiga de Gustavo, ela ficou enfurecida quando leu um bilhetinho que veio junto com o drink dizendo que contaria tudo para o namorado de Magda. Esta parceira de Gustavo não se importou muito com a ameaça e continuou com seus atos libidinoso e delicioso, Magda que dava as cartas, ela queria assim, daquele jeito, deitada por baixo de pernas abertas, hora vinha por cima de cócoras. Na verdade esta moça estava mesmo esfomeada, gostava mesmo de rolas grandes e roliças, assim como Gustavo lhe oferecia com muito prazer. Terminaram a seção de sexo ardente foram ao banheiro e tomaram um belo banho pegaram suas roupas e se vestiram pronto para pegar o carro para retornar para suas casas, ela só aguardaria a bronca do namorado, pois a camareira disse que contaria tudo, mas Magda vingou de uma maneira bem apropriada. Enquanto Gustavo dava partida no carro a moça ainda estava no quarto. Gustavo não sabia por que ela ainda ficou no quarto, mas logo que saiu ela contou que pelo fato não gostar e brigar muito com a camareira, Magda juntou aqueles forros e cortinas e travesseiros em cima da cama e fez xixi encharcando tudo aquilo desta sua urina só para que sua inimiga empregada deste hotel ter bastante trabalho e sofrer para limpar tudo. Quando Gustavo saiu pela portaria logo percebeu que havia muitos animais ali na pista, eram as capivaras que viviam neste rio que passava bem ali, estes animais roedores tem o hábito de pastar em grandes turmas ( vara).   Gustavo atravessou no meio destes animais e grande foi a surpresa, ele percebeu que o Senhor Brandão estava ali estacionado bem perto do motel e vendo que Gustavo saía viu esta acompanhante e já imaginou que seria sua esposa, tudo possível, ambas gêmeas. Sua esposa Aline cunhada saiu e não havia aparecido em casa nesta manhã, ficou louco babando, tirou o revolver e começou atirar tentando passar mas os bicho tomou toda a pista e ele quase não conseguiu alcançar, Brandão atirava nas capivaras para elas saírem da frente, até andou matando algumas meias dúzia deste bicho, mas seu Brandão estava de azar, a viatura do IBAMA estava por ali por perto e quando o comando ouviu os tiros acelerou a viatura e tentava pegar Brandão por ter cometido um crime ambiental, Brandão tentava pegar o moço que saiu do motel suspeitando que sua esposa estava traindo com Gustavo. Logo ali á uns 900 metros os carros pararam e o sargento Florestal saiu da viatura e foi logo perguntando: - Vocês podem me explicar o que está acontecendo?  que porra é essa? diguem aí. Brandão respondeu que sua esposa estava o traindo com o rapaz do carro da frente, Magda saiu do carro de Gustavo e disse que ele estaria engando, não sou sua esposa, sou sua cunhada irmã gêmea de sua esposa, tá explicado senhor Brandão, sou maior de idade, vacinada, diplomada e saio com bem eu quiser, o senhor não tem nada com isso, sua esposa Aline nesta manhã acompanhou a mãe até o culto em horário de vigia, ela tá lá na igreja orando com minha mãe, agora vá pra casa esfriar esta sua cabeça meu cunhado preocupado. O sargento Florestal disse: - Ir pra casa uma ova!!!... Ele vai ter que me explicar esta matança de animais, você vai ser processado e pode até pegar uns anos de cadeia para o senhor largar de ser besta, vamos você está preso senhor Brandão, pode entrar na viatura,  vais dizer toda esta história para o delegado. Gustavo seguiu em frente com sua garota mais linda e gostosa desta cidade. Magda aproveitou bem seu dia de folga agora conhece como Gustavo faz sexo muito gostoso, Aline está orando na igreja evangélica... vai saber... se tá mesmo, a faxineira do Motel e inimiga número um de Magda agora terá uma enorme trabalheira só pelo fato de não manter sua língua quieta, poderia estar livre desta,  terá que lavar as roupas de cama, cortinas, travesseiros, Magda comprometeu o serviço desta faxineira linguaruda. deixou suas marcas ali naqueles tecidos branquinhos e alvos. Assim termina mais uma aventura de GUSTAVO; O padeirinho sedutor. Antonio Herrero Portilho/10/12/de2016.

Nenhum comentário:

  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....