Aventura, pão e sexo, parte 2

 



AVENTURA PÃO E SEXO PARTE 2


Na periferia desta cidade, bem ali naquela esquina já se podia encontrar caso alguém desejasse comprar algumas iguarias, confeitos, pães quentinhos e delicioso, tirado do forno agora. Gustavo; o padeirinho agora exerce seu trabalho lá nesta padaria, como dizem os populares ele é um padeiro confeiteiro de mão cheio. Além de profissional neste ramo, também muito sedutor, as mulheradas se assanham quando está próxima a ele, sua voz, seu jeito de olhar, e até a respiração que ele executa motiva a atração destas senhoras tão carentes, casadas, mas, inexperiente, acostumadas neste papai mamãe.

Estas personas femininas conviviam com aquela porcaria de sexo mau feito sem emoções nenhuma, não gozavam; orgasmo sempre acontecia em ocasiões de toques em seus próprios corpos; ato de masturbação, assim buscava um prazer mais consistente, nada extraordinário.

Maridão agia como aqueles frangotes inexperientes, quer dizer parecia um galo, transas rápida e ejaculação precoce. Suas mulheres se apresentavam com um incêndio de grandes proporções e estes machos de meia tigela munidos de uma minúscula mangueirinha no tamanho de pequeno alcance, de apagar umas pequenas chamas; tal qual um fogo de um simples palito de sorvete, assim sendo a obrigação conjugal sempre ficava pelas metades, deixando algo a desejar.  Suas esposas queriam mais e mais e não eram agraciadas por estes incompetentes maridos molengas e nada inspiradores,  semi-brochas .

Elas sonhavam em busca de um membro competente e com ereção duradoura; isso que já não presenciavam a muitas décadas, dês de que casaram se.

Mas nem tudo está perdido porque existe nestas imediações um rapaz valente e viril com muitas disposições sexuais “O Padeirinho” que agora estabelecido neste novo endereço nesta vila bem próximo este condomínio que agora será um cenário para suas aventuras, haverá muitas tarefas a cumprir, certeza que nenhuma figura feminina sentirá falta de uma boa transa e seus companheiros que vá buscar outra forma de se satisfazer seus minúsculos e ineficientes pintos.

Dai que o padeirinho entra em ação, estas mulheres dês de quando passavam pelo crivo dele ai aprendiam a rebolar e até tentava passar estas novas experiências a estes seus companheiros, mas os tais ainda não aprendiam, ou não executava direito por faltar ferramentas de perfeito funcionamento.

Caso ele faça um relatório de quantas ele pegou daria uma lista enorme, ele não gostava de repetir a mesma foda com a mesma parceira, sempre estava renovando e consumindo carnes novas, parece que o cara permanecia vinte e quatro hora de pau duro, não sossegava o bicho nem pra mijar.

   Em todos os comércios que ele for contratado certeza de crescimento e se torna rentável, tudo que ele bota a mão vira ouro e seus pães, bolos e tudo que possa servir em festa de qualquer comemoração, certeza que o sabor agradava 100%. A mulherada gosta da maneira que ele põe a mão na massa.

Hoje naquela hora de menos movimentos de consumo, ele aguardava a vinda de seus fregueses enquanto imaginava e pensava lá com seus botões como será sua próxima vítima, dês de quando levantou hoje está com uma carga enorme de tezão, precisa trocar o óleo urgentemente e acha que já está demorando de mais.

Logo algo lhe chama atenção, parou do outro lado daquela rua um carro; daqueles mais simples, carro popular.

Uma mulher, a qual estava ao comando deste veículo desce e atravessa a rua e dirigi com seus próprios passos e logo adentram ao estabelecimento ao qual o padeirinho estava sempre pronto para atender estes compradores de seus bolos, pães e tudo aquilo ele com habilidade confeitavam.

Esta jovem senhora parece não veio comprar, ela veio mesmo a fim de olhar para a cara deste tão elogiado padeiro, estava certa para o que queria.

Muitas outras mulheres já lhe havia informada a respeitos deste personagem tão levado ao sexo, a verdade que estes dois neste momento se atraiam para uma aventura; ir para cama, der repente em um movimento impensado seus olhares se encontram, ficaram frente a frente, face a face quase ao alcance de um beijo que só não aconteceu por ela tratar de um momento discreto.

Esta formosa mulher movimentava por este ambiente, vestida de trajes a convidativos, saia curta promovendo tudo aquilo que ela possuía, e olha que se tratava de coisa boa em!

E enquanto parece que lia uma tabela de preços ali exposta, ela de costas para os olhos do rapaz pensava em uma forma de chamar atenção dele, e proposital deixou que as chaves do veículo caíssem ao chão. E se abaixando para pegar este chaveiro ao chão deixou a mostra uma das mais belas partes de seu prazeroso corpo, o Padeirinho colou seus olhares compulsivos ali nestas belas carnes a qual ela expos para que ele sentisse certeza de tudo aquilo que era dela, ela possuía uma lindíssima bunda, era realmente muito gostosa estas suas nádegas, uma loucura inacreditável e ainda mais com aquela calcinha tunchada bem ao meio destas delícias, o rapaz presenciou toda aquela loucura que era só dela, virou de frente para este moço fez algumas perguntas desnecessária  e pediu com delicadeza para que arrumasse um copo de água mineral, bebeu a água mesmo sem sede e assim iniciou um diálogo:

-Você viu como andas estes reservatórios, como está em baixo nível?

-Vi sim, vi agora a minutos estes volume morto, até enxerguei parte da Cantareira, confesso que fiquei com muita sede, você nem imagina como eu quero beber desta água.

-Mas este reservatória que você parece referir é propriedade privada, mas, porem não é tão restrito o acesso, quem sebe você ainda poderá provar desta água, insista que você consegue, vai que dá certo.

-Neste momento me comparo a um homem em um deserto quase me desfalecendo de tanta sede e veja o que me aparece em minha frente? Um Oásis com um tão vasto manancial mas porem um coração maldoso constrói divisas não permitindo nem que eu molhe minha língua.

-Ah meu caro Padeirinho, deixe de tro-ló-ló e vá direto ao assunto, eu sei mesmo que você quer mesmo e me fuder, já vi que você já me comeu com estes seus olhos de tarado e até já percebi este alto volume em suas virilhas, dês de quando entrei aqui você tá ai com este pau duro saltando dentro das calças, será logo mais direto ao assunto, o que você quer eu também quero e porque não levar isto em frente, quando dois corpos se atrai não se deve reprimir, é pecado.

Aproximando deste jovem em clima de excitação quando ele ia abrindo a boca para pronunciar alguma palavra ela foi e tapou lhe a boca com a mão fechada e disse;

-Confirmo sua proposta, pode ir lá à minha casa que vamos fazer uma bela festinha, e hoje ainda, o mais rápido possível.

Ela ainda bem próximo a ele, quase abraçando movimentou seu braço, ainda deslizou sua mão entre as pernas do Padeirinho, mas ainda por cima das calças se apossou de seu membro endurecido como um pilar de concreto o rapaz quase enlouqueceu de tezão, ela percebeu claramente que ali existia realmente farturas e ela queria aquilo tudo para ela, somente para ela e ninguém mais.


                                                                        

                                                                               PARTE 03 Parece que eu já estava adivinhando, esta cesta já está pronta, já faço várias entregas dês de quando cheguei aqui com meu estabelecimento.

-Então faça isso rápido.

-Só me dê uns segundos, preciso arrumar minha irmã para que ela me substitua, é rapidinho.

Gustavo o padeirinho era um maníaco sexual... Pera ai, pera ai, pera ai... No bom sentido só pra que ninguém entenda mal;  uma espécie assim de pervertido compulsivo, suas parceira enlouquecia com suas relações quando elas deixavam ser abusada, ele chegava ao extremo dos extremos e suas companheiras aceitavam, pois já sabia com quem estavam lidando.

Condomínio paraíso laranjal, nos tempos das antigas existia ali uma plantação de laranjas tipo exportação, visão de uma vasta extensão plana, nos dias de hoje, um residencial, as mansões estavam ali construídas de maneira que uma residência ficava a uns 100 metros retirada uma a outra. Este parque residencial se protegia em suas divisas de uma resistente muralha, forte e intransponível.

Ela ia a frente dirigindo seu belo carro muito vagarosamente, é que não queria perde-lo de vista, logo atrás o padeirinho a seguia com sua bicicleta de entregas á domicilio.  Já estava tudo combinada à algumas horas passadas recente, tudo idealizado para este ato memorável; um encontro amoroso cheio de perdições, este padeirinho se tratava de um experiente em aventuras sexuais, sua fama corria de boca em boca ele ser uns dos machos mais competente e muito bem requisitados, estas mulheres desfrutavam destas vantagens que ele oferecia. Todas diziam ele ser um amante competentíssimo.

Chegando á portaria deste residencial, ela em vós discreta trocou algumas palavras ao rapaz sentinela desta guarita disse:

- Deixe que o rapaz entre, preciso dele lá em minha casa, eu me responsabilizo por tudo, é de minha confiança.

- Só vou permitir a entrada dele por ser de meu conhecimento, se assim não fosse eu não permitiria, pois assim estaria eu infringindo as regras, ele é meu amigo eu também o confio “PADEIRINHO”

-Ok?

-Ok...

O rapaz aguardou que a Senhora guardasse o carro na garagem e ambos dirigiram ao pavilhão ali bem próximo, certeza, hoje acontecerá uma bela festa, esta farra será de primeira. Tudo já esquematizado, feriado prolongado, patrões a viagem de negócios:

-Só falta dar folga aos empregados domestico, ou até nem precisa, basta dizer que caso alguém chamar dizer que eu não estou pra ninguém, esta são as ordens da patroa.

Ela disse isso para que ele ficasse mais a vontade.

-Pronto, pode deixar a cesta ai na cozinha, suba aqui venha conhecer meus aposentos.

-Sim já estou pronto.

-Me aguarde alguns minutos, quero tomar um banho.

-Sim!

O Padeirinho mal esperava este momento crucial, seu membro pulsava e lateja de tanto tezão, enlouquecido pela espera desta tão sonhada penetração. Ela era realmente uma fêmea exuberante, tinha um corpo perfeito, pele sedosa com perfume próprio dela, puramente excitação e ele um rapaz sortudo.

Der repente ela sai do banho ainda molhada corre ao encontro do rapaz que nestas alturas do acontecimento já se encontra de pé e despido, com grande impacto ela deixa seu corpo se chocar com o corpo dele, como uma locomotiva descarrilhada corpo febril, fervilhando de desejos, devido suas alturas, estaturas físicas serem iguais ela neste momento coincidência ou não acontece uma prévia penetração, ela facilita a entrada da cabeça do membro do Padeirinho em rápido acontecimento, só para que ele sentisse a prévia de que viria pela frente.

Gustavo sentou-se na beirada da cama e fechou os olhos e de pica dura apontando para o teto, esperava que ela viesse por cima e tomasse a iniciativa da penetração, mas, algo mais calhente ele sentiu enquanto sonhava em delírio, em dado momento sentiu que algo úmido e quente se apoderou de seu pau, nada mais era que ela que abocanhou com enlouquecia seu órgão sexual rígido como um cerne de aroeira, sugou e tentou engolir assim em vai e vem indo ao pé do pau até a cabeça, punhetando com os lábios macios e delicioso, este rapaz foi até as nuvens, quase morreu de tezão tal era a habilidade que ela praticava este sexo oral, ficaram assim a alguns minutos até que inverteram as posições, agora é a vez dele executar uma oral nela. Ela ficou de pé enquanto ele não fez rodeios e nem pensou muito, visualizou sua vagina linda e lisinha tal qual uma cherequinha de uma a pré-adolescente, assim como seu semblante de mostrava traços inocentem de menininha apesar de seus vinte e sete anos, sua bocetinha se apresentava com pouco pelos, quase imperceptível, não se sabe se ela usava algum produto químico depilatório, aquela joia  que ela possuía no meio destes pernocas roliças e tesudas era mesmo lindo de se ver, parecia possuir uma fresta bem comparada com a de uma menina, seu clitóris estava bem avermelhado e bastante teso que saltava fora desta fenda quente cheia de tezão, logo Gustavo abocanhou aquilo tudo e riscou a língua de baixo a cima nesta racha saborosa, no momento que ele passeava com a língua na entrada do túnel do prazer enquanto caminhava por este reguinho melado de gozo, elevou a língua á cima até que rosou o grelinho que imediatamente foi sugado com insistência. Ela respirava fundo com se seu ventre estivesse enchendo e esvaziando, retorcia de prazer e com a habilidade do Padeirinho ela sentiu que lá dentro de seu ser jorrava uma cachoeira incessante; orgasmos que se multiplicavam e ficava mais intenso, esta menina senhora nunca sentiu sensações tão intensas, algo delirante, fenomenal estonteante.

Ai no momento que ela estava entorpecida de prazer ele foi com calma e muita habilidade e bem devagarinho foi introduzindo o vantajoso membro naquele túnel encantado, sentiu que a vagina desta fêmea estava em desuso, tal era a estreiteza do canal que além de bem lubrificado o pau de Gustavo deslizava com dificuldade devida estar apertadinha como estivesse usado pouco aquela xoxota tão abençoada. Ela soltava gritinhos de satisfações, como se estivesse orgasmo permanentes, se mexendo e acomodando a enorme pica de Gustavo o Padeirinho que nestas alturas dos acontecimentos já estava alcançando o final do canal vaginal, ela percebeu quando a cabeça do membro estacionou bem onde não tinha mais para onde ir, ela hora se mexia em seguida se relaxava e se buscando ainda mais prazer apesar de ter chegado ao limite. Logo ela sentiu algo quente, muito quente que jorrava dentro de sua bocetinha, era Gustavo ejaculando esguichando com pressão seu líquido viscoso que saia em temperatura altíssima, ela sentiu que o gozo de Gustavo explodia dentro de suas entranhas, ela soltou um grito forte de prazer no exato momento que também começou gozar, ela enlouqueceu de vez quando pela primeira vez gozou com um membro penetrado em sua vagina, os dois terminaram seu esvaziamento simultâneo, ambos se enfraqueceram tal a quantidade de energia gastas nesta transa de loucura incalculável.

Logo em seguida ela dormiu recostada sobre o ventre do padeirinho, cabelos jogados para trás e a face esquerda colada na pele do rapaz, no momento ensaiava uma cena, segurando próximo a boca o membro de Gustavo o padeirinho, contornava a mão sobre o formato roliço  como se estivesse exibindo um troféu em um momento de glória triunfal. Os dois dormiram em seguida um sono muito compensador tal era o cansaço de ambos.

Por um imprevisto na estrada o carro de seu Arlindo o esposo desta mais nova amante do padeirinho quebrou-se e ele se obrigou voltar para casa e sem que ela esperasse seu marido seu Arlindo chega a casa sobe a escadaria e dirige-se ao quarto deles e ao abrir a porta veja lá a cena que ele presenciou; sua esposa dormindo nos braços do Gustavo o Padeirinho. Seu Arlindo olhou não se abalou em nada, somente começou a chorar vendo sua mulher nesta situação e soluçando dizia bem baixo:

- Coitadinha de minha esposa, ela esta desfrutando daquilo que ela merece, eu tenho muita dó dela, pois a coitadinha não tem prazer na vida, por outro lado estou contente por ela estar se satisfazendo daquilo que eu não consigo oferecer a ela, por isso acho que ela tem mesmo que dar esta sua buceta para quem ela bem entender, já que eu não sou competente para isso, eu tenho pena desta sua carência.

Ele sai para seu dever e deixou um bilhete fixado na geladeira dizendo assim:

- Amor, estive aqui agora a pouco, vi você lá no quarto, pode ficar a vontade, aproveite bem estes seus momentos – Beijo querida vou ficar mais uns dias fora quando eu estiver voltando te ligo. Amo-Te. Thauuu..

Arlindo e sua esposa trabalhavam neste condomínio, não se tratava de patroa e nem patão, depois o Gustavo o Padeirinho ficou sabendo disso.

Antonio Herrero Portilho.


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  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....