PASSAGEIRA DA NOITE

Naquelas tantas da noite, cenário sombrio, iluminação ineficiente, potência de mais ou menos uns cinco lampiões ainda que a neblina se encarregasse de escurecer mais um pouco.

As janelas dos casebres se fecharam mais cedo, todos os seres vivos não dava a cara para o frio penetrante daquelas horas dessa noite. Todos se esconderam em seu ambiente residencial, só se ouviam os uivos dos cães bandoleiros, os gatos atravessavam as ruas com rapidez, pareciam fugir de algo, o pelo arrepiado e o rabo teso.
 
O relógio da matriz marcava as doze badaladas no momento que um carro preto, marca Chevrolet modelo recente, diminuía a velocidade e até que parou mesmo no meio da rua, a porta da frente que ladeava o motorista se abriu, ouviam-se gritarias, o casal trocava diálogos em vozes altas, se tratava de um desentendimento, a jovem senhora desceu, colocou os dois pés no chão e bateu a porta do veículo com força, tão raivosa que estava, esqueceu sua bolsa no banco do carro, o homem motorista jogou a em pleno leito da rua, ela abaixou e pegou a bolsa conferiu os pertences ainda tudo estava lá, até um feixe de notas graúdas, ele não tirou nada, o seu bom dinheirinho ainda estava tudo certo em outro compartimento de sua bolsa. 

Tomada de um nervosismo infernal, as palavras de baixo calão continuavam, são ditas em clima de berros em escândalos.

A pé de sapatos saltos agulhas, nesses terrenos esburaco, grande dificuldade nas marcações dos passos pôs a caminhar por essa via pública deserta, parecia que estava voltando de onde veio uma inquietação naquela figura de mulher, tremula pelo clima ou indignação e medo do perigo nessa hora da noite.

Estava  longe de sua casa, chegar até lá seria impossível a pé.
Clarice caminhava procurando uma forma de passar a noite sem que ninguém a percebesse, os carros de aluguéis não não atendiam chamadas nesse local devido a ser área perigosa, muito violento essa localização nessa vila de moradias montanhosas que existia por ali, felizmente hoje não havia ninguém nas ruas, nem mesmo os marginais, acho que o frio deixou todos preguiçosos, sorte dela pois uma senhora jovem e de ótima aparência atraente, Clarice seria um bom petisco para os tarados e estupradores, disso ela tinha medo, já quase no fim da rua enxergou uma luz, parece que era em uma construção que ainda estava em obra, pensou em adentrar sorrateiramente, mas der repente deu de cara com um senhor todo se enrolado de uma manta de frio, homem idoso aparentava mais ou menos uns sessenta anos , pessoa a qual ela já a conhecia, mas não lembra de onde, não se sabe se foi em um de seus programinhas que os quais ganharia alguns cem pratas cada... quer dizer... sei não, pode ser, a final são tantos homens que conheço nessa vida que levo.

-Bom dia senhor, acho que já passa das vinte e quatro horas, e é bom dia mesmo.
- bom dia, disse o senhor após aspirar uma tragada de seu cigarro branco, se retorcendo do frio apesar de estar bem agasalhado.

  - o senhor me desculpe, mas eu me encontro em uma situação muito difícil, estava com um acompanhante até agora pouco.

Senhor interrompeu a narrativa da moça e completou:

- vi quando vocês passaram por aqui, anotei até a placa do veículo... Isso é um habito, pois costumo jogar na loteria e muitas vezes procuro essa coincidência de números, já ganhei alguns trocados no jogo do zoológico.

Diga lá pra mim o que te apoquenta? Acho que vocês vinham daquela casa de prostituição estabelecida ali.

- sim, nós estávamos lá, pratico minhas horas ociosas para fazer uns contatos com meus caras. Hoje para mim foi um dia de cão, não deu nada certo, só dei bola fora, mas assim mesmo ainda consegui ganhar uns mil reais.

- porque você desceu do carro, não estava bem acompanhada? Ele não causou nenhuma estupidez com você, diga lá, qual coisa extraordinária eu tenho o nº da placa do carro, podemos fazer um boletim de ocorrência.

- deixe isso pra lá, logo ele vai vir chorando aos meus pés, e o cachê dele sempre foi bom, da próxima vez eu acerto as contas com ele.

- muito cuidada princesa, essas noites são muito perigosa.

- obrigado por preocupar tanto comigo.
- eu já vi muitas mortes acontecer por aqui, já faz sete anos que estou por aqui.
 
-nós nos desentendemos, começamos a brigar a ponto dele me tirar do carro, queria fazer comigo coisas que estava fora do combinado, o que foi conversado fiz, mas, o que foi fora do programa eu resistiu e não fiz, agora fiquei sozinha por essas ruas, não tenho como chegar a minha casa, é muito longe, preciso urgentemente de um lugar para eu passar a noite, não importo como, qualquer cantinho até amanhecer aí eu pego um taxi e vou embora, prometo que não vou te aborrecer já mais.

- a senhora tem sorte minha jovem senhora, eu posso arrumar minha cama pra senhora, sou o guarda dessa construção, você se arruma lá até chegar a hora de eu dormir, não se preocupe, não vou tirar proveito dessa situação em que está passando, se um dia a gente se encontrar por aí nesse mundão sem dono, aí combinaremos até  dar umas umbigada, apesar desses meus cinquenta e nove  anos ainda faço bom sexo, estou muito inteiro ainda, hoje, por exemplo: não estou em condições, já me desgastei tudo que eu tinha armazenado, por isso não vou te aborrecer em nada, amanhã bem cedo você passa a minha caminha de volta.

- sim senhor,  um dia te vejo, aí vai rolar uma programa legal.

- não vai pensar que esse favorzinho vai ficar na graça. Agora vá dormir logo.

- sim, senhor, pode ficar a vontade, não vou alterar em nada seu cantinho, confesso que seus lençóis ficaram até mais perfumados.

Seu Abrão em gesto de brincadeira – Você não tem o costume de cair da cama, ou não? essa é bem alta.

- só quando eu tomo umas meias dúzia de cerveja, como hoje eu não tomei nada mesmo, então não correremos esse risco.

Clarice dirigiu-se até o fundo, encontrou o cômodo em que seu Abrão dormia durante o dia, esse quarto nessa construção já estava acabado, tinha o banheiro, chuveiro e uma caminha bem limpinha, seu Abrão era um senhor muito caprichoso.

Clarice até tomou uma chuveirada, se enxugou com suas próprias roupas, se preparou para dormir, era pouco mais de meia noite.

Ela dormiu em seguida, poucos minutos assim que descansou as costas no colchão dessa caminha tão aconchegante.

Essa casa de prostituição ficava a uns quinhentos metros arretirada do local em que se encontrava o posto de guardas do senhor Abrão e o trânsito que ia e voltava nessa rodovia BR passava por ali, seu Abrão passava a noite acordado, além de se divertir com o movimento, também guardava os bens armazenados nessa obra.

Às cinco horas da manhã já aproximava, o velho se dirigiu para os fundos, levou seu radio de pilhas com sigo e como de costume começou a passar um cafezinho saboroso, pegou nos guardados a caixa de filtros de papéis e todos os vasilhames, preparando com a água logo já estava fervendo começou a coar, jogando jogando o líquido quente e fumegante no pó de café colhendo uma garrafa térmica quase pela boca,  no radio velho de seu Abrão já anunciava a hora certa para se despertar, preocupado com Clarice que dormia a soltas e bem a vontade, a chamou e até deu uns chacoalhes fazendo que a moça acordasse logo que nascerá o dia e a peonada da obra já-já retornaria a labuta.

Clarice acordou meio que sonolenta assim como quisesse ficar mais, mas senhor Abrão disse com firmeza que ali não poderia ficar mais.

O velho senhor convidou a para que tomasse o café fresquinho e saboroso, já estava pronto na mesa.

- Saborosíssimo seu café, muito bom esse seu cantinho, acho que voltarei mais vezes, posso, senhor Abrão.

- Sim será um prazer recebe-la em meu lugarzinho, você pode vir quantas vezes quiseres, é uma senhora muito bonita, limpa, garanto que os meus lençóis agora estão  mais perfumados, o sofrimento meu é; não vou te esquecer por essa semana toda.

- Não se preocupe, em breve estarei de volta.

Clarice abriu a bolsa tomou o seu telefone móvel e chamou um taxi.

- ah... Já ia me esquecendo, deixei um presentinho para o senhor debaixo do travesseiro, não decepcione, é pouco mais ajuda.

Abrão seguiu até a cama que ela dormiu e foi conferir.

-Não, não, não posso aceitar, pode ficar com você esse dinheiro é seu não gosto de ficar com dinheiro de mulher.

- Não se preocupe senhor Abrão, amanhã eu ganho mais.

Batendo com a mão entre as duas virilhas, um pouco à baixo do ventre ela dizia com orgulho:

- essa aqui me faz ganhar muito mais que isso em dinheiro.

- não quero, esse dinheiro é seu.
 
- Não... É seu, é de bom coração! Exclamou em voz alta, tomou o taxi que estava esperando em frente e foi-se embora prometendo voltar.

Não demorou dois dias Clarice estava de volta, Abrão contou sua história, Clarice ficou muito triste, assumio as dores desse seu  mais novo amigo que estava passando por uma separação, já fazia alguns meses que não voltava para casa, morava no interior, essa empresa construtora tinha obra em muitos estados da federação, vez em quando  se mudava para outra obra em outra cidade conforme seu superior ordenasse.

- porque a empresa se interessaria em manter um empregado sem qualificação com tantos anos de trabalho? (Questionou Clarice perguntando)

Abrão foi logo respondendo:

- Não sou vigilante, sou encarregado do setor de pedreiros de acabamentos, nem  um qualquer,  responsável por um setor muito imortante, a empresa me paga um bom salário por essa minha função, tenho problema de insônia e prefiro ficar aqui nas folgas de meu amigo, acabo me de lembrar amanhã ninguém trabalha, posso dormir o dia quase todo, mesmo que não fora tenho a liberdade de dar as minhas dormidinhas, meus amigos pedreiros são muito eficientes, não preciso ficar em cima do serviço, eles trabalham direitinho.

Sofro muito com essa separação, sempre fui apaixonado pela minha esposa, nunca a traí, não sei como fazer sexo com outra mulher, criei meus quatros filhos, hoje já casados, agora que poderíamos tornar um casal sem filhos por perto me veio essa separação. Disse o velho com ar de decepção.

- pois é seu Abrão, hoje o senhor vai fazer uma nova história em sua vida, não vá me frustrar em, esse material aqui é de primeira e tá bem cotado no mercado do sexo, o que muitos pagam caro para ter, o senhor vai ter de presente e vamos que vamos que a noite é nossa.
Clarice esqueceu se de seu marido truculento, das brigas, dos esfolamentos, não se lembra de mais das dores dos socos e sopapos em que levou de seu marido violento.

Abrão deixou para o esquecimento os traumas da separação, a noite de amor veio trazer a cura desses males que atingia aquelas duas criaturas, essa noite foi apenas uma noite das mil e umas que viram, tudo veio a calhar na vida dos dois.

As aventuras noturnas das noites de orgias ficaram perdido na história de Clarice que agora viverá  somente para Abrão e serão felizes para sempre.

antherport/ 01/6/19
 
 
 
 
 

Prazeres celestiais

 

                                         Prazeres celestiais

Ela meio sentada, de costas apoiada nas paredes construídas de pedras, sobre um monte de feno que servia para forrar esse local em hora de fechar os olhos, ainda não sabe como veio parar ali, até a gora tudo isso não passava  de um sonho, local meio que estranho,- sinto muita leveza, até parece que meus sessenta e oito quilos não está mais aqui comigo, aqui sou magra de corpo muito bonito, isso eu estou percebendo, só que um esperdiço, agora que eu gostaria mesmo de usufruir dessa minha sexualidade, não vejo nenhum macho por aqui que poderia me dar prazer, bom... Vamos aguardar um pouco, vai que aparece algum amordaçado de espada em mãos, aí eu me realizo.


- Não sei por que estou tão excitada, não vejo nenhum motivo aqui é tão estranho, mas mesmo assim meus órgãos estão latejando; um furor que invade bem no meio dessas gostosas pernocas que eu tenho certeza que qualquer homem de verdade gostaria de possuir. Sinto muita necessidade... Vontade de uma penetração como mulher de fato, um homem que me realize por completa.
Parece que alguém ouviu os pensamentos de Dana, ela começou ouvir alguns passos que vinha lá dos outros compartimentos, logo um belo jovem aproximou de Dana.
- por mil deuses, como você é linda! Peço que você me acompanhe até a minha cabana.
- e o que quer de mim meu belo jovem? ( Dana fez caras e bocas ao indagar demostrando muita sensualidade, olhos brilhantes de fêmea no cio)
O anjo Cassiel jogou o arco e flecha no chão, Dana percebeu que debaixo daquelas roupas existia algo grande e roliço que mexia involuntariamente dentro daquelas roupas de anjo, desceu a mão até as virilhas e começou soltar as amarras que segurava aquela vestimenta, Dana nem piscava com tamanha expectativa, logo Cassiel exibiu um enorme membro de cabeça altiva e bem irrigada de sangue; líquido vermelho, o mesmo que promove a mais densa ereção, Dana enlouqueceu quando percebeu aquele monumento apontando para ela, enlouqueceu, queria saltar pra cima e se apoderar desse pinto que via como o objeto mais adorado de sua vida.
O anjo insultava a menina fêmea em alto estado de excitação, fazia algumas carícias superficial a flor da pele, as mãos do anjo massageou as nádegas de Dana, depois deslizou ainda mais nessa geografia, os dedos de Cassiél passou sobre a frestinha frenética latejante de prazer, ela de boca úmida não falou nada, mas abocanhou esse instrumento com muita gula, quando Cassiel sentiu-se engolido em movimento de vai e vem, sentiu um delírio profundo, um prazer estarrecedor, suas asas tremulavam incessantemente dando demonstração de prazer maior além dos limites. Antes que viesse a inundação, Dana tomou a iniciativa, procurou a posição mais confortável, nesse momento ambos deitados, ela com suas próprias mãos introjetou todo o ferrão incandescente do anjo Cassiel em suas entranhas, ela sentiu as estocadas empurrando abrindo as carnes esponjosas abrindo espaço assim como a travessia do mar vermelho. Ficaram um bom tempo nessa brincadeira amável, Cassiel experimentou todas as formas de fazer amor, Dana não se esquivou, em tudo ela acompanhava com experiência de muitos anos de atividade essas delícias prazerosas. ela e Cassiel chegaram juntos no ponto de destinos, tocaram a fita de chegada com sincronismo, foi um gran finale, o amor se completou nesse cenário purgativo, ela já havia morrido à algumas horas, estava nesse local astral a qual lhe foi reservada, seu mestre celestial nesse momento a blindou com essa realização desse desejo, não veio para esse lugar para sofrer como um purgatório, será mais feliz que os tempos de vivências lá na terra, certeza que  vai gostar dessa estadia.
Logo um senhor de barbas compridas chega nesse ambiente, trazendo uma espécie assim de bolsa... Um pacote, sei lá, pede que os dois se levantar, e vai fazendo logo algumas piadinhas:
- seus safados esbaldaram de prazer...  Né?... Se aproxime, chegue até aqui, agora bata essas suas asas é pode ir, não precisa vestir suas roupas, depois eu levo lá pra você.
O rapaz anjo abriu suas asas, antes de impulcionar o voo o velho deu um tapa na bunda de Cassiel e logo ele planou naqueles ares meio que celeste.
- Agora é você Dana, se aproxime, tenho um presentinho para você.
Nesse momento Dana pensou que fosse alguma punição, ficou com medo, ela transou com um anjo filho desse senhor  deus chefe idoso, mas seguiu esses passos a frente e se aproximou  do velho, parece meio acanhada, vergonhosa e tremula.
- não precisa se preocupar ficando com medo, não vou punir ninguém, você ágio certo, pode ficar a vontade, faça dessa estadia aqui o que você sentir vontade, eu não vou proibir nada, agora como eu disse trouxe um presente para você deixe-me eu pegar aqui nesse embrulho, mas vire as costas, é uma surpresa.
A moça deu lhe as costas, enquanto o velho abriu o pacote e retirou um par de asas brancas, muito branca, encostou-se às costas da moça e fez um gesto assim como se estivessem colando, ou fixando algo as costas de Dana.
Dana ganhou um par de asas, o velho pediu para que ela exercitasse um pouco as mesmas, ela bateu as asas e viu que já estava pronta para voar e até alcançar o amigo que acabara de conhecer. O velho disse que ela estava pronta, agora pode dar uma curta corrida e levantar voo, o ancião deu tapa na bunda da jovem asada e ela impulsionou vou sobre esse espaço parecido com céu.
Mais a frente ainda em voo Dana ficou questionando:
- quem será aquele velho tão camarada, seria deus ou é o diabo? Se for deus como pode permitir sexo, o mesmo que todos religiosos tanto condenam. Se for o diabo? Seria o diabo um cara muito bondoso, ah sei lá, isso está me deixando muito confusa, eu acho mesmo que não existe nada disso de deus e diabo. e isso que está acontecendo comigo é comum nessa outra faze de nossas existências extra-terrestre. Só sei que é assim disse a moça alada enquanto estreia esse par de  belas asas alva como a neve..
a/h/p* 21/10/2019  
 

   
 
 

                                  A INESQUECÍVEL SUELI.

                                (Antonio Herrero Portilho)

Mulher de um corpo fabuloso, morena clara, cabelos negros ondulados, comprido até aos ombros, sempre linda e esboçava toda a gostosura que uma fêmea pode oferecer a um macho cheio de disposição e criatividade na hora de fazer amor. Vista de frente, nossa!.. Só de imaginar fico excitado, vendo pelas costas não tem quem não admira aquelas formas bem desenhadas, Sueli é mesmo de matar qualquer um de tezão, eu tão próximo, mas não dava em nada quando chegava alguém para atrapalhar minhas fantasias imaginativas e o que mais me chateava ela me chamar de papai, ai eu perdia toda a tezão.

Sueli tinha filhos, mas a vovó que cuidava durante a semana, ela vivia quase só, marido alcoólatra, um bêbado que caia pelas calçadas desta favela, assim mesmo não era uma mulher fácil que qualquer um chega e já vai ganhando, sempre discreta, mesmo que dê suas transadinha, mas tudo no absoluto sigilo, eu ainda não a peguei, mas a qualquer hora destas vai acontecer, as vezes fico um pouco sem papo pois a conheço dês de quando nascera, minha idade é muito a cima da dela, sempre diz que me tem como um pai que ela nunca conheceu, por isso não se preocupa muito em se cobrir sua nudez; senta de qualquer jeito, não cuida muito com as posições das pernas, quando se abaixas dá pra ver tudo a sua genitália mostrada pelas laterais da calcinha, ai não tem papai que aguenta.
   
Levantei-me bem de manhã, era um dia de domingo que estava para nascer dentro de poucos minutos, ainda estava escuro e havia muita névoa neste topo do morro, tudo estava em silêncio naquela favela, pois até agora a pouco todos dançavam nas baladas, todos se divertia nestes bailes, o consumo de cerveja e refrigerante foi bastante, agora é só curtir a ressaca,  não tinha quase ninguém nos becos e ruas, tudo calma.

Sueli acabou de fechar a porta de seu barraco, demorou alguns minutos retornou para fora passou quase pisando em mim, mas não me viu, me escondi aqui detrás desse pedaço de muro, percebi que ela fazia xixi bem ali na encosta deste morro, não era uma das noites muito clara, ameaçava chover, certeza que logo, logo a água da chuva lavaria todo o cheiro da urina.
 Ela tinha muito medo de chuva, sempre fui eu que a protegi na hora destes temporais, bastava cair nem que fosse alguns raios do pequeno já motivava ela correr para o meu cômodo,  o meu barraco e o dela ficava no mesmo nível de terreno rochoso, havia alguns arbustos entre aquele chão de pedras, sou negro, a minha cor em meio esta noite escura dificultava ela me enxergar, eu até prendia a respiração para que ela não me percebesse, poderia ela pensar que eu estava ali a proposito, mas não adiantou em nada eu tomar estes devidos cuidados, antes que se levantasse me perguntou:
- É você que tá aí papai?
- Sim, sou eu, desculpe, peço que entenda que não foi a proposito eu já estava aqui.
- Perguntei por perguntar, eu sabia que era você que estava aí, liga não isso é normal, considere que sou sua filha, entre pai e filha não pode existir pudor.
- A tá, não vá pensando assim se não eu acabo te adotando como minha filha mesmo.
- Fique tranquilo papai.

A chuva foi se aproximando, os pingos aumentando, Sueli e eu tivemos que correr para dentro antes que nos molhassemos

Aquela noite a chuva não parava, Sueli veio dormir comigo na minha cama e vocês pensam que sou de ferro? Esqueça isso de pai e filha, ela nunca foi minha filha, eu sempre a desejava assim como qualquer homem deseja uma mulher, eu estava loucamente de tezão, grande foi a sensação de penetrara-la em sua mais deliciosa xereca de mulher adulta, fizemos um amor gostoso, devido a grande expectativa e espera de muito tempo, mau aguentei ter aquela mulherona em minha cama, nesta noite repetimos algumas vezes, nunca vou me esquecer estes instantes memoráveis dormindo de conchinha com a minha mais linda morena.

Alfredo seu marido agora está pensando em largar a bebida, converteu-se a uma seita religiosa, adquiriu uma bíblia agora só pensa em converter os amigos e leva-los para sua igreja, imagine que um dia desse ele me veio fazendo uma pregação tentando me converter, disse para que eu largue de fornicação, fornicação é coisa do diabo, Sueli gritou em voz alta lá da janela de seu barraco.
- Larga não papai Não largue... fornicar é coisa boa!...

23/4/2918.



 OS RECLAMES DA VAGINA DE BETY

Olha, escute aqui meus amigos, vou lhes contar esta história que passou na vida de minha dona Béty, eu sou parte dela, não existe outra maneira de nos separar-nos, dês de quando nasci estou com ela, sou um órgão do seu corpo, me localizo entre meios as suas  pernas e tenho muitas histórias para contar, eu sou a xoxota da Béty.                                                                                                                                            Quando estávamos lá na cidade... Cidade que Bety mora eu vivia muito atarefada, trabalhava quase todos os dias, é que Bety estava com muita atividades sexuais, transava todos os fins de semana, e alguns que ia aparecendo nos dias úteis,  ela abria as pernas e eu que levava fumo, Bety é uma sexo maníaca compulsiva   me usa para seus prazeres sexuais, sou o devaneio destes homens desta cidade.                                                                                                                             Já alguns meses nós estávamos em uma missão, é que Bety é voluntária em uma destas entidades religiosas que viajam pelos sertões quase não habitados cuidando da saúde de índios, sertanejos e caboclos ribeirinhos.                                              Bety exerce a função de uma das enfermeiras chefe deste grupo, não que eu ficava parada sem nenhuma atividade, sempre havia algumas transas, pois os homens deste grupo quando ficavam muito tempo em abstinência ficavam muito afoitos e vai dai que sobrava trabalho para eu, ai era quando Bety me entregava em relações, Engoli membros de todos os tamanhos e formatos, Bety se esbaldava de prazeres.                                                                                                                                   Hoje   está voltando para casa, deixou seus amigos lá no acampamento, mas logo estará regressando, só vai resolver alguns probleminhas e logo retorna para seu local de serviço lá nos confins do nosso país, agora  está aguardando um avião que estará levando para casa e estamos aqui neste aeroporto aguardando esta aeronave que não demorará.                                                                                                  Eu estava ali tão quietinha e bem agasalhada no meio daquelas pernas quentes, minha dona estava sentada naquele banco, naquele aeroporto do interior.              O tempo estava todo nublado e caia uma chuva fina bastante para deixar as roupas molhadas, mas eu não sofria nenhuma influência deste mau tempo, só estava um pouco arrepiada, mas nada a ver com temperatura ambiente, é que eu sou mesmo sapeca; faminta.                                                                                                  Minha dona é mesmo muito gostosona e mantém uma enorme disposição para estas relações, não perde uma oportunidade de dar uma boa trepada.  Eu; esta joia delicada que acabo pagando o pato, tudo sobra mesmo para mim, não tem como negar, sou mesmo uma bocetinha escrava do prazer.                                                 Essa minha dona, se excita por qual quer motivo e minhas reações é a obediência de seus prazeres, a tal vive o tempo todo buscando formulas para momentos de prazeres; só pensa em sexo essa mulher minha dona, e eu tenho que estar sempre disposta a alimentar suas fantasias, já ouve vezes que até ouvi suspirando de prazer por qualquer motivo.                                                                          Agora mesmo ela passa a mão disfarçadamente em mim ainda por cima dos tecidos, mas percebi claramente o momento que seu dedo roçou meus grandes lábios de cima em baixo repetindo umas três ou quatro vezes, até meu botãozinho ficou vermelhinho de tanto sangue, causou em mim uma coceirinha gostosa, certeza que ela está com muita vontade de me dar.                                                            Qual será o motivo desta tezãozinha repentina?  Não estou percebendo nada além da calcinha que me oculta, acho que pode ser reação de alguns pensamentos, ou lembranças de alguma transa gostosa, aliás, estou até mesmo sufocada, meio apertada, ainda bem que está manhã fui  totalmente depilada, carequinha, carequinha do jeito que eu gosto, só alguns pelos na parte mais alta a baixo do ventre, senão assim estivesse estaria eu sofrendo, é que os pelos me pica muito, prefiro estar lisinha.                                                                                                            Pronto!... Agora ficou mais gostoso, não estou tão sufocada, ela se levantou, fiquei livre e mais à vontade  começa a dar alguns passos, onde  estará me levando?... Ai que raiva, se não fosse esta calcinha preta eu estaria enxergando com mais facilidade, por que me esconder tanto? Eu gosto mesmo é de liberdade, do jeito que está essa vedação mal da para ver alguma coisa, só percebo muitas pessoas andando para lá e para cá, ela está indo em direção de um balcão de informação, e parece que  vai perguntar algo para aquela moça recepcionista.                Enquanto isso a minha amiga aqui do outro lado; “bundinha”, está reclamando em demasia:


- Aiii ... Não estava aguentando mais este peso enorme em cima de mim, como é sofrido ser bunda, estou toda amarrotada de ficar neste banco duro, porque será que estes administradores destas construções  não oferece bancos mais confortáveis, acuda meu Juju, me livra deste sofrimento, oh Glóriaaa,... Ainda bem que sou uma bunda bonita e bem feita.  Esta minha dona ai; “Bety” não está nem ai, nem se compadece com o meu sofrimento, sempre eu que levo a pior.

- Ei, amiga ai de detrás, faz-me o favor, deixe de reclamar... Ah caralho que chororô...

- Tá bom, tá bom, já parei, vou me calar.

        Dai alguns minutos.

- Acho que estou recebendo um aviso lá de cima... Já sei... é a sofrida bexiga da Bety que está querendo transbordar... Nossa! Agora vem trabalho... Porem já era de se esperar, tanta cerveja que ela tomou antes de sair lá da casa daquela sua amiga, agora as águas vão rolar.

Escutei quando a recepcionista disse:

- É lá naquele corredor, nas últimas portas.

       Será que nestes lugares tão distantes, no interior existe banheiro limpo... Não gosto de banheiro sujo, quero ficar sentadinha, nada de sacrifício para exercer minha micção.

       Enquanto isso minha dona me levava para meu trabalho costumeiro de drenar todo aquele líquido ocioso que estava armazenado naquele reservatório que fica um pouco acima de mim. Enquanto ela caminhava, eu só ouvia o toc. toc. toc. de seu sapato pelo assoalho em direção do toalete.

- Nossa que corredor longo, parece que nunca chega... ufaaa... Finalmente chegou eis aqui a grande sala... Até que não está tão sujo, quebra-se um galho, não vejo a hora de me ver livre desta prisão... Deste tecido preto, nem que for por poucos minutos, quero liberdade.

      Der repente ouvi o ranger das dobradiças da porta, ela entrou, agora é minha vez de entrar em ação, acho que vai ser uma longa mijada, estou sentindo que algo vai explodir e não demorará nada.

          Sentou-se no vaso sanitário e abriu bem as pernas deixando o canal da uretra bem livre com os lábios bem afastados e logo em seguida aquele barulho musical do xixi.

        Pronto terminei esse meu trabalho, só um problema estou toda molhada, pois o líquido batia na louça e respingava em mim... Mas acho que Bety vai logo me enxugar... Eita!.. Parece que não tem papel higiênico... Danou-se... Mas ela está dando um jeito... vixiiii... Éra tudo o que eu queria, agora ela enxuga o xixi com a calcinha e eu estarei livre desta tortura, Bety joga a calcinha preta no sexto de lixo eu estou completamente pelada e solto... ai que alivio... Que bom...

Der repente o avião aterrissou e ela percebeu claramente que era realmente o seu avião, este que a levaria de volta para sua casa e para completar a história o piloto era um dos amigos mais íntimos de Bety, certeza que a xoxotinha  terá intensas atividade.

Chegando a hora do embarque ela tomou sua bagagem e seguiu em direção da porta de acesso do avião,  Bety cumprimentou seu amigo piloto desta aeronave e foi logo se acomodando na cabine ao lado deste seu amigo que daqui a pouco estará voando acima dos planos de voos das garças brancas.


antoniohportilho/28/5/2014


Gustavo, o padeirinho e a moça da lojinha de preços populares.

Gustavo o padeirinho e a moça da lojinha dos preços populares .  A aventura continua. Magda trabalhava na lojinha de preços baixos, as portas deste estabelecimento de utilidades e suvinis,  fazia parte do mesmo prédio que havia um comércio de deposito de matérias de construção, mas o salãozinho dos preços em contas vendia mesmo tudo á preços baixíssimo e o freguês levava de graça um sorriso maravilhoso e simpático desta vendedora balconista que mais parecia a rainha da beleza. Estas Angelinas Julies desta era, ou quer dizer; deste século não chegava aos pés desta loucura de mulher, um corpão!!!... E ainda mais, gostava de vestir com calças, ou shortinhos agarradíssimo que moldava todas aquelas curvas fantásticas e desejosas uma doçura de garota, encantava a todos tanto indo como voltando, frente verso... Nós sas senhora que lasca e racha!!! Coisa de louco! ... Essa moça, todos queria, todos a desejavam nem que fosse um minutinho com Magda, mas vá se contentado em só olhar e lamber os beiços... Essa beldade não andava por aí dando mole, só saia se o cara fosse mesmo de seu agrado, estes Miguelzinho que se atrevesse qualquer que seja algum assédio já levava não de cara dura, ela nasceu em família de religiosos evangélicos e ainda conservava os costumes obedecer aos pais que os mesmos disciplinava estas duas moça; Magda e Aline debaixo de muito regime assim como o pastor da igreja obrigava todos os irmãos e irmãs. Naquelas imediações só havia duas mulheres que se destacavam as mais gostosas e tesudas; Magda e Aline, gêmeas, mas Magda se diferenciava por um pouco maior em estatura, beleza em dose dupla, Magda solteira, Aline casada, mas residiam ali na vizinhança, seu Brandão locutor da rádio FM sempre foi o maridão protetor de Aline, ciumento que parecia doentio, mal sabia que Gustavo o padeirinho, o garanhão ali do lugar já pegou Aline. Ele sabia, mas fazia de conta que não sabia... E se passava por inocente, assim lhe doía menos suas chifradas impetuosas e tempestivas, diziam as más línguas que Brandão estaria ameaçando de morte o padeirinho Gustavo, ele não podia nem lembrar que sua esposa dividiu a fruta com o tal, tão obcecado que até não come mais pães só pelo fato de seu traidor ser padeiro. Brandão sempre carregou com sigo a tendência a homicida, o padeirinho que se cuida com este demente compulsivo, muito mais quando se tratava em corneação, coisa de louco mesmo!! Gustavo quase não tinha mais tempo para nada, estava centralizando atenção na construção de seu estabelecimento que logo estaria em faze de acabamento, os pedreiros dava o duro para terminar a obra no tempo combinado. Nesta sexta feira chegou logo de manhã, assim que os pedreiros começaram seus horários de serviço, o mestre da obra pediu que Gustavo providenciasse um relatório de matériais, assim como materiais hidráulicos e outras peças de cerâmica e como o deposito mais perto estava bem ali no mesmo endereço que trabalhava Magda a menina mais bonita deste bairro... Magda estava de olho no padeirinho, enquanto que o padeirinho já contava com fato consumado, só faltava á conversa configurar. Nesta manhã esta moça estava arrumando as mercadorias nas prateleiras do estabelecimento quando ouviu lá do outro lado da parede que demandava o materiais de construção a voz que ela mais conhecia, era a fala de Gustavo que no balcão comprava as peças de encanamento para sua construção, Magda prestava atenção em toda a conversa de Gustavo enquanto dialogava com o vendedor que assim conferia a lista : - 03 torneiras cromada, registro de água 02 rejunte, cimento, argamassa mais 6 metros quadrado de piso porcelanato, esse é para o banheiro. Gustavo apenas confirmou e aproveitou para perguntar se havia possibilidade de indicar onde ficava o banheiro deste estabelecimento, que precisava usar o. Magda ouviu muito bem e ficou na expectativa, pois o banheiro situava no corredor bem ali nos fundos da loja que trabalhava por sorte dava para avistar muitas cenas exibida ali neste toalete masculino e pela fresta da porta entre aberta assistiu Gustavo quando urinava na bacia sanitária, Magda se encantou com o que viu neste momento, admirada com o que era de posse de Gustavo, ela ficou pasma, não tirou os olhares até que o padeirinho chocalhou o bastão assim até que pingasse as últimas gotas, Magda viu e atestou com seus próprios olhos que ali havia em abundância daquilo que ela estava procurando. Gustavo guardou para dentro da calça aquele enorme pinto flexível tremulante, em seguida conseguiu acondicionar os grandes testículos formando um grande volume no alto das virilhas assim como era de costume, Magda assistiu tudo com aqueles olhos que a terra haverá de comer e só imaginava ter aquilo tudo só para ela em seus devaneios.   Á partir de agora não mais ficaria só em sonhos, todo seu pensamento passaria ser obcecações. Terminando toda aquela visualização ás encenações de Gustavo, a moça sentiu que o fundo de sua calcinha ensopou de algo pegajoso e morno, sua bocetinha ficou toda inundada, lubrificada lacrimejando de um breve orgasmo,  foi ao banheiro e limpou-se com uma toalhinha descartável, enxugou toda a extensão daquela fresta vermelha como uma fruta adocicada, olhou de perto aquela gosma que mais parecia baba de bebê cheirou, depois jogou na lixeira e disse em pensamento: - Tudo culpa daquele padeirinho tarado, você me paga Gustavinho disse ela com expressão de vingança. Logo voltou ao comando de seu serviço aí Magda ficou na porta para assistir a partida de seu amado, mesmo que seja só em pensamento. Os rapazes dos carregamentos e descargas providenciaram a entrega no endereço anotado, enquanto que Gustavo saiu com seu carro em direção ao centro da cidade, mas naquele corre, corre as pressas, Gustavo deixou cair um documento, era o cartão do CPF, Magda assistiu quando caiu, ele quando saiu não viu que estava perdendo este documento, Magda ficou de entregar pessoalmente quando ele retornar ao trabalho. N’outro dia a moça desce a rua pela calçada em que esta construindo a obra do padeirinho, e veja lá quem está estacionado bem ali, Gustavo o padeirinho, Magda passou, cumprimentou com bom dia e aproveitou para perguntar: - Que mal eu te pergunte meu rapaz, você não perdeu nenhum documento ontem quando comprava na loja de material de construção... Não é? A moça firmou as vista em seu rosto com admiração. - Pois é e não é que perdi mesmo, foi o meu CPF, perdi sim, por quê? Você o achou? Apalpou os bolsos e tirou a carteira. A moça insistiu que ele prestasse atenção em sua fala, e disse: - Sim está aqui, pode conferir se este mesmo, disse a ele com um sorriso de simpatia. - Olha! Eu vou deixar o meu telefone anotado neste papelzinho aqui para quando você perder os seus documentos, você me ligar para que eu o procure, eu adoro procurar estas coisas de homens, me estimula, e exita por as mãos  nestes seus documentos, vou te procurar, pode ser assim?.. E entregou a anotação com ar de como se estivesse entregando não só o telefone, mas tudo de si e finalizando com um gesto na mão tirando de sua boca um beijo e entregando a ele este padeirinho comedor de meninas inocentes... Aí ele fez um gesto de positivo a ela que ao mesmo tempo respondeu como tivesse confirmando suas propostas. - Me liga tá, estarei aguardando, hoje é minha folga, tenho muito tempo pra tudo, não vou trabalhar, tchau meu amor. O padeirinho pensou lá com seus botões e zíperes: - Essa já está no papo, não demora nada vai sentir todo o poderio do tão famigerado Gustavo o confeiteiro; eu a seu dispor... mal posso esperar. Gustavo perdeu alguns minutos com olhares fixos naquele corpinho cheio de pecado, ele continuou estático ali na calçada observando o balançar daquela bundinha deliciosa desta lindeza de nome Magda, de passos cadenciados desaparece ao virar a esquina, e o padeirinho volta á seus afazeres na obra. Hoje Gustavo está inspirado, certeza que o bicho vai pegar. O cunhado de Magda; senhor Brandão esposo de Aline sua irmã gêmea, está perturbado é que Aline saiu hoje cedo não se sabem para onde foi, e o Senhor Brandão está com a mente suja, com uma pulga atrás da orelha imaginando que Aline está fazendo alguma coisa errada, deixou o programa nas direções de outro profissional na rádio em que trabalha de locutor, só para procurar Aline, para ele Aline está mesmo nos braços de algum rapaz por aí nestes motéis, e por motivo de Gustavo ter tido um alguns casos com Aline, o suspeito número um é o tal padeirinho Gustavo, estes pensamentos de desconfiança está deixando o cara supere nervoso é hoje que ele vai cometer este crime que tanto fala por aí em bocas pequenas, já procurou por vários motéis para descobrir se caso ela estava em algum destes e toda procura foi inútil até agora. Enquanto Brandão estava louco varrido, Gustavo se esbaldava  no hotelzinho mais próximo dali onde eles moravam, distanciava mais ou menos um seis quilômetros, logo adiante do alagadiço; um pequeno pântano. Gustavo e Magda passaram horas memoráveis, Magda foi comida de todas as posições já inventada a cada intervalo saboreavam um lanche, bebericava alguma cervejinha e algumas doses de bebidas fortes. Para surpresa de Magda a camareira; a moça que servia pela janelinha discreta, pelo que ela entendeu era a sua maior inimiga devida se tratar de uma grande linguaruda e invijosa, na verdade esta amiga de Magda que trabalhava de arrumar as camas e limpar os quartos sempre fofocava tudo que sabia para o namorado desta agora amiga de Gustavo, ela ficou enfurecida quando leu um bilhetinho que veio junto com o drink dizendo que contaria tudo para o namorado de Magda. Esta parceira de Gustavo não se importou muito com a ameaça e continuou com seus atos libidinoso e delicioso, Magda que dava as cartas, ela queria assim, daquele jeito, deitada por baixo de pernas abertas, hora vinha por cima de cócoras. Na verdade esta moça estava mesmo esfomeada, gostava mesmo de rolas grandes e roliças, assim como Gustavo lhe oferecia com muito prazer. Terminaram a seção de sexo ardente foram ao banheiro e tomaram um belo banho pegaram suas roupas e se vestiram pronto para pegar o carro para retornar para suas casas, ela só aguardaria a bronca do namorado, pois a camareira disse que contaria tudo, mas Magda vingou de uma maneira bem apropriada. Enquanto Gustavo dava partida no carro a moça ainda estava no quarto. Gustavo não sabia por que ela ainda ficou no quarto, mas logo que saiu ela contou que pelo fato não gostar e brigar muito com a camareira, Magda juntou aqueles forros e cortinas e travesseiros em cima da cama e fez xixi encharcando tudo aquilo desta sua urina só para que sua inimiga empregada deste hotel ter bastante trabalho e sofrer para limpar tudo. Quando Gustavo saiu pela portaria logo percebeu que havia muitos animais ali na pista, eram as capivaras que viviam neste rio que passava bem ali, estes animais roedores tem o hábito de pastar em grandes turmas ( vara).   Gustavo atravessou no meio destes animais e grande foi a surpresa, ele percebeu que o Senhor Brandão estava ali estacionado bem perto do motel e vendo que Gustavo saía viu esta acompanhante e já imaginou que seria sua esposa, tudo possível, ambas gêmeas. Sua esposa Aline cunhada saiu e não havia aparecido em casa nesta manhã, ficou louco babando, tirou o revolver e começou atirar tentando passar mas os bicho tomou toda a pista e ele quase não conseguiu alcançar, Brandão atirava nas capivaras para elas saírem da frente, até andou matando algumas meias dúzia deste bicho, mas seu Brandão estava de azar, a viatura do IBAMA estava por ali por perto e quando o comando ouviu os tiros acelerou a viatura e tentava pegar Brandão por ter cometido um crime ambiental, Brandão tentava pegar o moço que saiu do motel suspeitando que sua esposa estava traindo com Gustavo. Logo ali á uns 900 metros os carros pararam e o sargento Florestal saiu da viatura e foi logo perguntando: - Vocês podem me explicar o que está acontecendo?  que porra é essa? diguem aí. Brandão respondeu que sua esposa estava o traindo com o rapaz do carro da frente, Magda saiu do carro de Gustavo e disse que ele estaria engando, não sou sua esposa, sou sua cunhada irmã gêmea de sua esposa, tá explicado senhor Brandão, sou maior de idade, vacinada, diplomada e saio com bem eu quiser, o senhor não tem nada com isso, sua esposa Aline nesta manhã acompanhou a mãe até o culto em horário de vigia, ela tá lá na igreja orando com minha mãe, agora vá pra casa esfriar esta sua cabeça meu cunhado preocupado. O sargento Florestal disse: - Ir pra casa uma ova!!!... Ele vai ter que me explicar esta matança de animais, você vai ser processado e pode até pegar uns anos de cadeia para o senhor largar de ser besta, vamos você está preso senhor Brandão, pode entrar na viatura,  vais dizer toda esta história para o delegado. Gustavo seguiu em frente com sua garota mais linda e gostosa desta cidade. Magda aproveitou bem seu dia de folga agora conhece como Gustavo faz sexo muito gostoso, Aline está orando na igreja evangélica... vai saber... se tá mesmo, a faxineira do Motel e inimiga número um de Magda agora terá uma enorme trabalheira só pelo fato de não manter sua língua quieta, poderia estar livre desta,  terá que lavar as roupas de cama, cortinas, travesseiros, Magda comprometeu o serviço desta faxineira linguaruda. deixou suas marcas ali naqueles tecidos branquinhos e alvos. Assim termina mais uma aventura de GUSTAVO; O padeirinho sedutor. Antonio Herrero Portilho/10/12/de2016.

Aventura, pão e sexo, parte 2

 



AVENTURA PÃO E SEXO PARTE 2


Na periferia desta cidade, bem ali naquela esquina já se podia encontrar caso alguém desejasse comprar algumas iguarias, confeitos, pães quentinhos e delicioso, tirado do forno agora. Gustavo; o padeirinho agora exerce seu trabalho lá nesta padaria, como dizem os populares ele é um padeiro confeiteiro de mão cheio. Além de profissional neste ramo, também muito sedutor, as mulheradas se assanham quando está próxima a ele, sua voz, seu jeito de olhar, e até a respiração que ele executa motiva a atração destas senhoras tão carentes, casadas, mas, inexperiente, acostumadas neste papai mamãe.

Estas personas femininas conviviam com aquela porcaria de sexo mau feito sem emoções nenhuma, não gozavam; orgasmo sempre acontecia em ocasiões de toques em seus próprios corpos; ato de masturbação, assim buscava um prazer mais consistente, nada extraordinário.

Maridão agia como aqueles frangotes inexperientes, quer dizer parecia um galo, transas rápida e ejaculação precoce. Suas mulheres se apresentavam com um incêndio de grandes proporções e estes machos de meia tigela munidos de uma minúscula mangueirinha no tamanho de pequeno alcance, de apagar umas pequenas chamas; tal qual um fogo de um simples palito de sorvete, assim sendo a obrigação conjugal sempre ficava pelas metades, deixando algo a desejar.  Suas esposas queriam mais e mais e não eram agraciadas por estes incompetentes maridos molengas e nada inspiradores,  semi-brochas .

Elas sonhavam em busca de um membro competente e com ereção duradoura; isso que já não presenciavam a muitas décadas, dês de que casaram se.

Mas nem tudo está perdido porque existe nestas imediações um rapaz valente e viril com muitas disposições sexuais “O Padeirinho” que agora estabelecido neste novo endereço nesta vila bem próximo este condomínio que agora será um cenário para suas aventuras, haverá muitas tarefas a cumprir, certeza que nenhuma figura feminina sentirá falta de uma boa transa e seus companheiros que vá buscar outra forma de se satisfazer seus minúsculos e ineficientes pintos.

Dai que o padeirinho entra em ação, estas mulheres dês de quando passavam pelo crivo dele ai aprendiam a rebolar e até tentava passar estas novas experiências a estes seus companheiros, mas os tais ainda não aprendiam, ou não executava direito por faltar ferramentas de perfeito funcionamento.

Caso ele faça um relatório de quantas ele pegou daria uma lista enorme, ele não gostava de repetir a mesma foda com a mesma parceira, sempre estava renovando e consumindo carnes novas, parece que o cara permanecia vinte e quatro hora de pau duro, não sossegava o bicho nem pra mijar.

   Em todos os comércios que ele for contratado certeza de crescimento e se torna rentável, tudo que ele bota a mão vira ouro e seus pães, bolos e tudo que possa servir em festa de qualquer comemoração, certeza que o sabor agradava 100%. A mulherada gosta da maneira que ele põe a mão na massa.

Hoje naquela hora de menos movimentos de consumo, ele aguardava a vinda de seus fregueses enquanto imaginava e pensava lá com seus botões como será sua próxima vítima, dês de quando levantou hoje está com uma carga enorme de tezão, precisa trocar o óleo urgentemente e acha que já está demorando de mais.

Logo algo lhe chama atenção, parou do outro lado daquela rua um carro; daqueles mais simples, carro popular.

Uma mulher, a qual estava ao comando deste veículo desce e atravessa a rua e dirigi com seus próprios passos e logo adentram ao estabelecimento ao qual o padeirinho estava sempre pronto para atender estes compradores de seus bolos, pães e tudo aquilo ele com habilidade confeitavam.

Esta jovem senhora parece não veio comprar, ela veio mesmo a fim de olhar para a cara deste tão elogiado padeiro, estava certa para o que queria.

Muitas outras mulheres já lhe havia informada a respeitos deste personagem tão levado ao sexo, a verdade que estes dois neste momento se atraiam para uma aventura; ir para cama, der repente em um movimento impensado seus olhares se encontram, ficaram frente a frente, face a face quase ao alcance de um beijo que só não aconteceu por ela tratar de um momento discreto.

Esta formosa mulher movimentava por este ambiente, vestida de trajes a convidativos, saia curta promovendo tudo aquilo que ela possuía, e olha que se tratava de coisa boa em!

E enquanto parece que lia uma tabela de preços ali exposta, ela de costas para os olhos do rapaz pensava em uma forma de chamar atenção dele, e proposital deixou que as chaves do veículo caíssem ao chão. E se abaixando para pegar este chaveiro ao chão deixou a mostra uma das mais belas partes de seu prazeroso corpo, o Padeirinho colou seus olhares compulsivos ali nestas belas carnes a qual ela expos para que ele sentisse certeza de tudo aquilo que era dela, ela possuía uma lindíssima bunda, era realmente muito gostosa estas suas nádegas, uma loucura inacreditável e ainda mais com aquela calcinha tunchada bem ao meio destas delícias, o rapaz presenciou toda aquela loucura que era só dela, virou de frente para este moço fez algumas perguntas desnecessária  e pediu com delicadeza para que arrumasse um copo de água mineral, bebeu a água mesmo sem sede e assim iniciou um diálogo:

-Você viu como andas estes reservatórios, como está em baixo nível?

-Vi sim, vi agora a minutos estes volume morto, até enxerguei parte da Cantareira, confesso que fiquei com muita sede, você nem imagina como eu quero beber desta água.

-Mas este reservatória que você parece referir é propriedade privada, mas, porem não é tão restrito o acesso, quem sebe você ainda poderá provar desta água, insista que você consegue, vai que dá certo.

-Neste momento me comparo a um homem em um deserto quase me desfalecendo de tanta sede e veja o que me aparece em minha frente? Um Oásis com um tão vasto manancial mas porem um coração maldoso constrói divisas não permitindo nem que eu molhe minha língua.

-Ah meu caro Padeirinho, deixe de tro-ló-ló e vá direto ao assunto, eu sei mesmo que você quer mesmo e me fuder, já vi que você já me comeu com estes seus olhos de tarado e até já percebi este alto volume em suas virilhas, dês de quando entrei aqui você tá ai com este pau duro saltando dentro das calças, será logo mais direto ao assunto, o que você quer eu também quero e porque não levar isto em frente, quando dois corpos se atrai não se deve reprimir, é pecado.

Aproximando deste jovem em clima de excitação quando ele ia abrindo a boca para pronunciar alguma palavra ela foi e tapou lhe a boca com a mão fechada e disse;

-Confirmo sua proposta, pode ir lá à minha casa que vamos fazer uma bela festinha, e hoje ainda, o mais rápido possível.

Ela ainda bem próximo a ele, quase abraçando movimentou seu braço, ainda deslizou sua mão entre as pernas do Padeirinho, mas ainda por cima das calças se apossou de seu membro endurecido como um pilar de concreto o rapaz quase enlouqueceu de tezão, ela percebeu claramente que ali existia realmente farturas e ela queria aquilo tudo para ela, somente para ela e ninguém mais.


                                                                        

                                                                               PARTE 03 Parece que eu já estava adivinhando, esta cesta já está pronta, já faço várias entregas dês de quando cheguei aqui com meu estabelecimento.

-Então faça isso rápido.

-Só me dê uns segundos, preciso arrumar minha irmã para que ela me substitua, é rapidinho.

Gustavo o padeirinho era um maníaco sexual... Pera ai, pera ai, pera ai... No bom sentido só pra que ninguém entenda mal;  uma espécie assim de pervertido compulsivo, suas parceira enlouquecia com suas relações quando elas deixavam ser abusada, ele chegava ao extremo dos extremos e suas companheiras aceitavam, pois já sabia com quem estavam lidando.

Condomínio paraíso laranjal, nos tempos das antigas existia ali uma plantação de laranjas tipo exportação, visão de uma vasta extensão plana, nos dias de hoje, um residencial, as mansões estavam ali construídas de maneira que uma residência ficava a uns 100 metros retirada uma a outra. Este parque residencial se protegia em suas divisas de uma resistente muralha, forte e intransponível.

Ela ia a frente dirigindo seu belo carro muito vagarosamente, é que não queria perde-lo de vista, logo atrás o padeirinho a seguia com sua bicicleta de entregas á domicilio.  Já estava tudo combinada à algumas horas passadas recente, tudo idealizado para este ato memorável; um encontro amoroso cheio de perdições, este padeirinho se tratava de um experiente em aventuras sexuais, sua fama corria de boca em boca ele ser uns dos machos mais competente e muito bem requisitados, estas mulheres desfrutavam destas vantagens que ele oferecia. Todas diziam ele ser um amante competentíssimo.

Chegando á portaria deste residencial, ela em vós discreta trocou algumas palavras ao rapaz sentinela desta guarita disse:

- Deixe que o rapaz entre, preciso dele lá em minha casa, eu me responsabilizo por tudo, é de minha confiança.

- Só vou permitir a entrada dele por ser de meu conhecimento, se assim não fosse eu não permitiria, pois assim estaria eu infringindo as regras, ele é meu amigo eu também o confio “PADEIRINHO”

-Ok?

-Ok...

O rapaz aguardou que a Senhora guardasse o carro na garagem e ambos dirigiram ao pavilhão ali bem próximo, certeza, hoje acontecerá uma bela festa, esta farra será de primeira. Tudo já esquematizado, feriado prolongado, patrões a viagem de negócios:

-Só falta dar folga aos empregados domestico, ou até nem precisa, basta dizer que caso alguém chamar dizer que eu não estou pra ninguém, esta são as ordens da patroa.

Ela disse isso para que ele ficasse mais a vontade.

-Pronto, pode deixar a cesta ai na cozinha, suba aqui venha conhecer meus aposentos.

-Sim já estou pronto.

-Me aguarde alguns minutos, quero tomar um banho.

-Sim!

O Padeirinho mal esperava este momento crucial, seu membro pulsava e lateja de tanto tezão, enlouquecido pela espera desta tão sonhada penetração. Ela era realmente uma fêmea exuberante, tinha um corpo perfeito, pele sedosa com perfume próprio dela, puramente excitação e ele um rapaz sortudo.

Der repente ela sai do banho ainda molhada corre ao encontro do rapaz que nestas alturas do acontecimento já se encontra de pé e despido, com grande impacto ela deixa seu corpo se chocar com o corpo dele, como uma locomotiva descarrilhada corpo febril, fervilhando de desejos, devido suas alturas, estaturas físicas serem iguais ela neste momento coincidência ou não acontece uma prévia penetração, ela facilita a entrada da cabeça do membro do Padeirinho em rápido acontecimento, só para que ele sentisse a prévia de que viria pela frente.

Gustavo sentou-se na beirada da cama e fechou os olhos e de pica dura apontando para o teto, esperava que ela viesse por cima e tomasse a iniciativa da penetração, mas, algo mais calhente ele sentiu enquanto sonhava em delírio, em dado momento sentiu que algo úmido e quente se apoderou de seu pau, nada mais era que ela que abocanhou com enlouquecia seu órgão sexual rígido como um cerne de aroeira, sugou e tentou engolir assim em vai e vem indo ao pé do pau até a cabeça, punhetando com os lábios macios e delicioso, este rapaz foi até as nuvens, quase morreu de tezão tal era a habilidade que ela praticava este sexo oral, ficaram assim a alguns minutos até que inverteram as posições, agora é a vez dele executar uma oral nela. Ela ficou de pé enquanto ele não fez rodeios e nem pensou muito, visualizou sua vagina linda e lisinha tal qual uma cherequinha de uma a pré-adolescente, assim como seu semblante de mostrava traços inocentem de menininha apesar de seus vinte e sete anos, sua bocetinha se apresentava com pouco pelos, quase imperceptível, não se sabe se ela usava algum produto químico depilatório, aquela joia  que ela possuía no meio destes pernocas roliças e tesudas era mesmo lindo de se ver, parecia possuir uma fresta bem comparada com a de uma menina, seu clitóris estava bem avermelhado e bastante teso que saltava fora desta fenda quente cheia de tezão, logo Gustavo abocanhou aquilo tudo e riscou a língua de baixo a cima nesta racha saborosa, no momento que ele passeava com a língua na entrada do túnel do prazer enquanto caminhava por este reguinho melado de gozo, elevou a língua á cima até que rosou o grelinho que imediatamente foi sugado com insistência. Ela respirava fundo com se seu ventre estivesse enchendo e esvaziando, retorcia de prazer e com a habilidade do Padeirinho ela sentiu que lá dentro de seu ser jorrava uma cachoeira incessante; orgasmos que se multiplicavam e ficava mais intenso, esta menina senhora nunca sentiu sensações tão intensas, algo delirante, fenomenal estonteante.

Ai no momento que ela estava entorpecida de prazer ele foi com calma e muita habilidade e bem devagarinho foi introduzindo o vantajoso membro naquele túnel encantado, sentiu que a vagina desta fêmea estava em desuso, tal era a estreiteza do canal que além de bem lubrificado o pau de Gustavo deslizava com dificuldade devida estar apertadinha como estivesse usado pouco aquela xoxota tão abençoada. Ela soltava gritinhos de satisfações, como se estivesse orgasmo permanentes, se mexendo e acomodando a enorme pica de Gustavo o Padeirinho que nestas alturas dos acontecimentos já estava alcançando o final do canal vaginal, ela percebeu quando a cabeça do membro estacionou bem onde não tinha mais para onde ir, ela hora se mexia em seguida se relaxava e se buscando ainda mais prazer apesar de ter chegado ao limite. Logo ela sentiu algo quente, muito quente que jorrava dentro de sua bocetinha, era Gustavo ejaculando esguichando com pressão seu líquido viscoso que saia em temperatura altíssima, ela sentiu que o gozo de Gustavo explodia dentro de suas entranhas, ela soltou um grito forte de prazer no exato momento que também começou gozar, ela enlouqueceu de vez quando pela primeira vez gozou com um membro penetrado em sua vagina, os dois terminaram seu esvaziamento simultâneo, ambos se enfraqueceram tal a quantidade de energia gastas nesta transa de loucura incalculável.

Logo em seguida ela dormiu recostada sobre o ventre do padeirinho, cabelos jogados para trás e a face esquerda colada na pele do rapaz, no momento ensaiava uma cena, segurando próximo a boca o membro de Gustavo o padeirinho, contornava a mão sobre o formato roliço  como se estivesse exibindo um troféu em um momento de glória triunfal. Os dois dormiram em seguida um sono muito compensador tal era o cansaço de ambos.

Por um imprevisto na estrada o carro de seu Arlindo o esposo desta mais nova amante do padeirinho quebrou-se e ele se obrigou voltar para casa e sem que ela esperasse seu marido seu Arlindo chega a casa sobe a escadaria e dirige-se ao quarto deles e ao abrir a porta veja lá a cena que ele presenciou; sua esposa dormindo nos braços do Gustavo o Padeirinho. Seu Arlindo olhou não se abalou em nada, somente começou a chorar vendo sua mulher nesta situação e soluçando dizia bem baixo:

- Coitadinha de minha esposa, ela esta desfrutando daquilo que ela merece, eu tenho muita dó dela, pois a coitadinha não tem prazer na vida, por outro lado estou contente por ela estar se satisfazendo daquilo que eu não consigo oferecer a ela, por isso acho que ela tem mesmo que dar esta sua buceta para quem ela bem entender, já que eu não sou competente para isso, eu tenho pena desta sua carência.

Ele sai para seu dever e deixou um bilhete fixado na geladeira dizendo assim:

- Amor, estive aqui agora a pouco, vi você lá no quarto, pode ficar a vontade, aproveite bem estes seus momentos – Beijo querida vou ficar mais uns dias fora quando eu estiver voltando te ligo. Amo-Te. Thauuu..

Arlindo e sua esposa trabalhavam neste condomínio, não se tratava de patroa e nem patão, depois o Gustavo o Padeirinho ficou sabendo disso.

Antonio Herrero Portilho.


  HOJE DIA 22 DE SETEMBRO/24 ESTOU RECUPERANDO ESSE MEU BOG, FORAM MUITAS TENTATIVAS E FRUSTRAÇÃO, AGORA PARECE QUE VAI PROCEGUIR EM FRENTE....